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Emprego temporário é uma grande oportunidade para muitos trabalhadores

Segunda, 6 de Outubro de 2008
Com a economia aquecida, muitos trabalhadores contratados para empregos temporários têm chance de efetivação.

A Triunfo preparou algumas dicas para quem quer se destacar e conquistar efetivamente uma vaga no mercado de trabalho.

A apenas três meses do Natal, muitas empresas começam a divulgar suas vagas para contratação de empregados temporários. Segundo matéria publicada na Folha on Line, em 30 de setembro: “com a proximidade das festas de fim de ano, as vagas proliferam no mercado de trabalho e quem procura um emprego pode aproveitar a oportunidade. Ao todo, devem surgir 113 mil ofertas temporárias neste fim de ano”.



Para muitas pessoas, essa é uma grande oportunidade de se obter mais do que um trabalho temporário: é uma oportunidade para mostrar ao mercado seu potencial e o quanto pode contribuir para o crescimento da empresa.

Todos os anos, muitos trabalhadores são efetivados por destacarem-se em suas atividades.

Para o consultor Scher Soares, diretor do Grupo Triunfo, o fato de ser contratado para uma vaga temporária exige do trabalhador certo nível de preparo. “Mesmo tratando-se de uma situação para um curto prazo, existem sim chances de efetivação. Para isso, é importante que o colaborador dê seu máximo nesta nova etapa profissional”, explica.

Para que a efetivação seja realizada é preciso que duas coisas aconteçam:

1. A empresa tem que sentir necessidade de absorver para seu quadro uma maior quantidade de pessoas;

2. O trabalhador deve destacar-se em meio aos demais, pois a chances de que todos os temporários tornem-se efetivos é muito pequena.

Como, por parte do trabalhador, só e possível controlar sua performance, a Triunfo Consultoria e Treinamento preparou algumas dicas para aumentar as chances de você ser o escolhido:

Invista em você: é muito importante que a empresa perceba que você está investindo em si, com o objetivo de capacitar-se para o mercado de trabalho. Busque cursos na internet, leia livros importantes na sua área, converse com pessoas interessantes e, principalmente, coloque em prática seu conteúdo.

Mantenha-se atento e interessado: funcionário que mal chega e já vai questionando sobre seus “direitos” quase sempre não é bem visto. Mostre trabalho, entenda os processos, maximize seu nível de contribuição. Esteja atento aos detalhes e demonstre interesse pela empresa (e pelos seus resultados).

Saiba trabalhar em equipe: um dos aspectos do trabalhador, muito valorizado atualmente nas organizações, é saber trabalhar em equipe. As empresas têm buscado colaboradores que pensem no grupo e que saibam se relacionar com os colegas. Assim, desenvolver a capacidade de adaptação e flexibilidade é fundamental. Em empresas de menor porte isso se torna ainda mais explícito, pois os funcionários devem estar preparados para exercer mais que uma função ao mesmo tempo e mudar de responsabilidades, dependendo das necessidades do negócio. Evite viver centrado apenas nos seus afazeres. É importante lembrar que bom desempenho de uma empresa depende do trabalho executado pela sua equipe.

Saiba ouvir: respeitar a opinião dos seus colegas de trabalho é uma tarefa que possibilita reconhecimento, confiança e valorização, permitindo estabelecer uma relação de respeito profissional. Idéias sensacionais podem surgir quando se permite ouvir novas idéias e conseqüentemente perceber que estas contribuições, podem melhorar e aperfeiçoar a idéia inicial. Um gestor benevolente sabe ouvir cada contribuição da equipe, sem superestimar o potencial intelectual humano.

Seja positivo: se você for todo dia para o trabalho com vibrações positivas, as pessoas vão considerá-lo aquele tipo de pessoa que sabe lidar com a tensão, as incertezas e os problemas. Ou seja, alguém que não faz “tempestades em copo d’água”, que se mantém calmo, sereno, confiante e controlado. Mostre-se otimista o tempo todo. Assim que os outros começarem a encará-lo como uma pessoa de temperamento alegre e positivo, vão ter vontade de ficar, cada vez mais, a seu lado e com isso a possibilidade de quererem você por mais tempo na empresa só aumenta.

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Super-homens ou Gestores

Sexta, 22 de Agosto de 2008
Programas de qualidade, de motivação, de liderança e tantos outros pautam o sucesso de implementação no comprometimento da direção / gestão das organizações. Não importa o segmento em que estas organizações atuem se não houver recursos e envolvimento de quem está sob o seu comando é certo que o caminho do fracasso está aberto. Uma questão que surge é como estes super-homens poderão cumprir tamanha missão. O fato é que ao ascenderem à tais posições tornam-se referência e suas decisões passam a ter impacto na vida de todos que estão interligados à hierarquia. O “andar de cima” transforma-se num paraíso e todas as preces são a ela dirigidas na expectativa de sucesso para as atividades que ocorrem. Se as vendas estão baixas é porque a direção não liberou recursos para aquele inovador programa de treinamento em vendas ou ainda não aprovou aquele novo recurso tecnológico a ser incorporado em nossos produtos para se igualar aos concorrentes. Se a qualidade não atinge os objetivos é porque não há comprometimento de todos e a direção deveria participar mais e dar exemplos. Se a motivação está em queda é devido ás atitudes da direção que deveria estimular a todos.

Afinal de contas, que tipo de super-homens são esperados para ocuparem as posições de decisão nas empresas? Deles tudo é esperado, tudo é solicitado. Acima somente Deus. Quando não podem resolver torna-se último recurso recorrer a Deus. Se bem que alguns gestores colocam-se lado a lado com Deus... Polêmicas à parte, gestores são seres humanos, limitados que são, e que, deveriam extrair resultados de suas equipes. Não são eles que fazem ou dizem como fazer. São eles que questionam sobre as melhores alternativas, dão diretrizes e provêem condições para se faça; mas como podem estar envolvidos em tantas responsabilidades sem terem conhecimentos e habilidades para todas? Qualidade, liderança, motivação, meio ambiente, engenharia, manutenção, compras, produção, vendas... a lista continua indefinidamente. Que resposta mágica é esperada para que sejam providos do dom divino de fazerem milagres?

É de nossas culturas que esperemos os líderes para agir. É expectativa que estes líderes chamem a responsabilidade para si. O problema é que todos os lados esperam demais uns dos outros. O líder espera que os seus liderados compreendam como que por encanto suas posições e como autômatos simplesmente façam, afinal de contas não há tempo a perder e não dá para ficar explicando tudo para todos. Os liderados, ainda que saibam como fazer, não se sentem autorizados, aguardam o líder supremo para agir conforme orientações. Afinal de contas, manda quem pode e obedece quem tem juízo, diz o ditado popular. Assim uns fingem aceitar outros fingem mandar. E quando os resultados não são satisfatórios volta a pergunta: como os líderes podem estar comprometidos com este programa?

Uma das grandes falhas dentro das organizações é tratar tais assuntos como programas, projeto, enfim uma caixa preta que será desvendada por especialistas quando o avião cair. Infelizmente é assim que ocorre. É preciso fazer com que tais conhecimentos venham a fazer parte do DNA da organização, ser efetivamente inseridos na cultura desta organização, serem respirados dia-a-dia em todos os ambientes e níveis hierárquicos. Para isto devem ser tratados como um meio e não como um fim. O primeiro impacto dos resultados de quaisquer destes programas em geral é alto, o problema está em sua continuidade. Sendo uma tarefa, uma atividade à parte, com os primeiros resultados deixam de ser prioridade e passam a ser executados apenas quando cobrado pelo cliente ou por alguém relevante. Se tornarem filosofia de trabalho, se a organização tiver formas de usar em suas ações rotineiras certamente a continuidade se dará. E como fazer isto?

A verdadeira missão do líder, do gestor, é assumir publicamente que confia e depende de sua equipe. As suas decisões são de fato baseadas nas informações que recebe. Portanto, necessita delegar e estar assessorado por pessoas competentes, que saibam como realizar cada um daqueles assuntos. O líder deve integrá-los à missão e planejamento estratégico da organização. Objetivos e metas devem ser estabelecidos. Porém, o principal objetivo é como usufruir dos benefícios destas metodologias ao longo do tempo. Com isto, uma oura decisão é sobre quais delas a organização fará uso. Ainda que seus clientes exijam é preciso avaliar possíveis conflitos e impactos com a filosofia presente e decidir sobre o que fazer. Decisão tomada, digamos pela implantação, é preciso estabelecer fases que iniciam com a própria implantação e vão à consolidação. Na implantação encontram-se os modelos difundidos que visam apresentar a metodologia e trazer os primeiros resultados. A consolidação, por sua vez, tem como objetivo tornar-se parte integrante da organização e deixar de ser a caixa-preta dos programas para transformar-se em atitude de cada um no dia-a-dia. A consolidação traz resultados de longo prazo e são pequenos ganhos que somados devem proporcionar resultados significativos para a organização.

Um ponto importante a se considerar é o fato de programas proporcionarem impactos – esta é a missão deles. Depois, devem ser substituídos pelas ações e, nesta hora, os profissionais competentes designados pelos líderes devem fazer valer o diálogo com todos os envolvidos considerando sempre as oportunidades para manter ativo os conceitos aprendidos e, continuamente capacitar novos participantes. É assim que se persiste uma filosofia de trabalho. Não podem ser deixado de lado porque todos acreditam no seu benefício. Portanto:

- O líder deve assumir que depende da equipe;
- O líder deve delegar e não tentar fazer;
- O líder deve ser assessorado por pessoas competentes e, são estas que deve escolher;
- A metodologia deve ser integrada à missão e ao planejamento estratégico;
- Objetivos e metas de longo prazo devem ser estabelecidos;
- Benefícios devem ser usufruídos ao longo do tempo, por muito tempo;
- Escolha as metodologias que se aplicam a sua organização e, faça com que seja a alma de tudo o que fizer;
- Lembre-se: programas são temporários e de alto impacto, consolidação é permanente e de resultados contínuos;
- Capacite continuamente os envolvidos e traga novos participantes;
- Acima de tudo acredite na metodologia.

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E a Internet Parou!

Sexta, 4 de Julho de 2008
Em 03 de julho de 2008, o principal sistema de banda larga do Estado de São Paulo, simplesmente parou. No meu caso percebi a ausência da conexão a 1h00 da madrugada, e como todos os usuários dependentes, ficamos em parafuso.

Primeiramente diante desse colapso virtual, logo achei que o problema se encontrava em algo dentro do meu próprio sistema. Ajusta aqui, limpa ali, tiram-se o excesso de spams acumulados nos arquivos temporários, reorganizam-se os dados acumulados no Windows e nada.

O desespero tornou-se maior e ai vem a última tentativa, acionar contato com os responsáveis. Digita-se o telefone com DDD e logo vem a fantástica notícia (em forma de recado eletrônico) de que o sistema está fora do ar, mas que em pouco tempo (prazo de uma hora) tudo estará resolvido.

Passa-se tal hora, mais e mais, e verificamos que a coisa é seria. A rede é hoje tão vital para os negócios, como eram os cadernos de apontamentos do passado, a máquina de datilografia, a Xerox, os "combines" que fazíamos nos PC consolidando dados, em proporção com o volume de pessoas necessárias para tocar tudo isso. Ainda lembro bem que quando usávamos mais o potencial humano diante dos conflitos, as soluções paliativas criadas eram menos impactantes, do que o despreparo atual "pessoas x tecnologia", quando detectamos obstáculos.

O mundo nos integrou, mas com o mal de concentrar e convergir tudo para o hábito da facilidade eletrônica. Aproximou-nos em escala de um universo de pessoas, mas que no fundo, tal como a dependência da rede, vem transformando nossas aproximações em algo estranho pelos extremos: Aberto, mas distante das saudáveis relações duradouras.

Não cabe nesse momento justificar o porquê das causas que geram as interrupções, apenas reflito quando um dos motivos maiores é o de vender na frente da adequação de suporte, fazendo com que o atrativo do marketing de massa acumule ganhos, antes da real sustentabilidade estratégica para que prevaleçam garantias de qualidade e respeito ao consumidor. Resumindo... Estamos perdendo os princípios da dignidade e transparência, por processos de negociações dirigidos e insistidos diante de um consumidor de impulso, com atitudes articuladas artificialmente para satisfazer o presente, sem a plena certeza de que vamos sustentar o próprio futuro.

Cabe-me também agradecer essas ausências temporárias e virtuais, para que possa refletir que nada disso tem grande valor quando deixamos de lado as coisas que ainda devem ser feitas para que sejamos apenas felizes.

Obrigado "Telefônica", pelo dia de reflexão que nos propiciou! Prometo que não ligo mais para receber as mesmas explicações, automatizadas e possíveis dentro de tanta ganância por volumes, que respondem por um total distanciamento do que seria o investimento ideal, com a inclusão de gente que de fato entenda de gente. Segue uma breve sugestão para o momento: Tente fazer menos marketing e acertar aquilo que se propuseram de forma a evitar que um exército de clientes deserte pelo não mais acreditar no que vocês construíram.

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"Empresas e Consultorias Junior": Uma Solução Customizada para o seu negócio!

Quarta, 14 de Maio de 2008
Nota do Autor: Para escrever artigos devem-se ter jovens idéias conectadas com conhecimento e alternativas que possam ser de interesse aos prováveis consumidores. Uma boa medida de um bom artigo é o índice ponderável entre a qualidade e quantidade de pessoas que manifestam sua satisfação pela informação recebida.

Normalmente nos tornamos conscientes pela necessidade de mudanças quando sentimos na pratica que a grana das entradas não está justificando os esforços assumidos nos custos necessários para o giro das operações. Em simples palavras, o que sobra, quando sobra, não está mais atendendo as expectativas.

A preocupação vai aumentando na medida em que se percebe que as soluções caseiras não estão adicionando ingredientes para a superação das deficiências.

É normal, porém preocupante mantermos vínculos permanentes pela pratica de soluções dentro das próprias raízes das organizações. Normal pelo fato de que sempre damos credito ao que já fizemos e deu certo, mas preocupante quando da percepção por ausência de soluções adequadas que resultem em melhorias.

Os vícios e raízes criados em cima dos valores históricos da organização, às vezes se misturam e afetam quando da intenção de colocar em pratica novas idéias. A mesma coisa acontece em nossos lares, quando insistimos em guardar os velhos e inúteis pertences, por acreditarmos que um dia ainda vamos usá-los, mas na verdade o que estamos fazendo é ocupando espaços que impedem a entrada dos novos.

A decisão de solicitar ajuda, às vezes acontece quando a situação já se encontra atolada de pendências, principalmente em relação à excessiva exposição financeira.

Nos últimos anos tenho vivenciado um grande numero de empresas que relutam pela solicitação de profissionais terceirizados, muitas vezes por desconhecimento destas alternativas ou pela própria insegurança de ter que arcar com custos adicionais no momento em que seus caixas estão em níveis insatisfatórios.

Ao contrario do pensamento da maioria, nem tudo que é bom custa caro. O que precisamos são adequar nossas condições e expectativas ao que podemos conseguir de melhor.

As consultorias Junior são representadas por profissionais, que de certa forma desenvolvem trabalhos como executivos temporários, treinados e preparados para preencher vazios prejudiciais às ações entre as empresas e seus potenciais mercados.

Estes profissionais, na forma isolada ou em equipes, possuem a vantagem de serem independentes, ou seja, trabalham enquanto necessário aos objetivos e dentro do foco, não do emprego.

Uma grande solução disponível para ajudá-lo (somando controles, novas idéias e inovações) as suas atividades são as "Empresas Junior", principalmente para o atendimento a projetos de pequenos e médios portes.

Estas empresas estão vinculadas às instituições de ensino e oferecem um trabalho consultivo, devidamente monitorado, através de jovens consultores acadêmicos. As ofertas desses serviços são customizadas, pois reúne um pacote adequado as suas condições, integrados com a presença de gente interessada e disposta a oferecer o máximo para melhorar e organizar seu guarda-roupa.

Esses meninos são ousados e potencialmente capazes, digo isso pela oportunidade que tenho tido de ministrar trabalhos junto as suas organizações, podendo assim verificar de perto o profissionalismo dos seus modelos organizacionais, que precisam ser alimentados por diversificação de oportunidades de trabalho para completarem o ciclo da sua formação e desenvolvimento, não afastando também a própria possibilidade de efetivação dentro dos negócios assistidos.

As "Consultorias Junior", não são teses, mas uma realidade disponível e acessível carregadas por jovens talentosos prontos para comprovar suas qualidades. Use e abuse dessa alternativa, às vezes achamos que tudo que precisamos não está ao alcance das nossas condições e na verdade tem muita gente esperando que você não fique mais esperando.

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Programa e Projetos

Quinta, 31 de Maio de 2007


Escrever sobre programas e projetos pode parecer redundante, uma vez que um é o coletivo do outro, porém as acepções tem detalhes que merecem atenção.
Programa - Conjunto de projetos homogêneos, integrados e temporários com uma finalidade precípua. Os programas, geralmente, são referenciados à ações não perenes, como os programas sociais (chamamentos públicos às contribuições, prevenções, engajamento...), educacionais (propaganda de conscientização ...); políticos (campanhas de esclarecimento, auto-promoção ...); institucionais (fixação da imagem, marca); promocionais (publicidade de lançamentos...) ... com prazo pré-determinado de duração (início, meio e fim) e se prestam à um intento exclusivo e singular.

Projeto é um esforço temporário empreendido para alcançar um objetivo específico e único motivado pela demanda particular de uma entidade. É um trabalho empreendido com responsabilidade de execução e resultado esperado, com quantificação de benefícios e prazo de execução pré-estabelecidos considerando os recursos humanos, financeiros, materiais e de equipamento, bem como as áreas envolvidas necessárias ao seu desenvolvimento.

As organizações estruturadas em projetos são notoriamente as voltadas ao desenvolvimento: empresas de arquitetura e construção, laboratórios de pesquisa, engenharia de produtos, propaganda e marketing ...

Um projeto só tem razão de ser quando da criação de algo novo, com características únicas ou de transformação, mudança de algo existente, porém com novos atributos. O desenvolvimento de um projeto pressupõe inovação, de dinâmica de ruptura, de mudança, de superação em busca de novos patamares de valor e desempenho.

Exemplos:
Desenvolver um novo produto ou serviço;
Implementar uma mudança organizacional;
Desenvolver ou adquirir uma nova tecnologia;
Empreender uma campanha política, sócia, educacional ...;
Criar um sistema de abastecimento para uma comunidade carente;
Implementar um novo procedimento ou processo gerencial;
Programar um evento, uma viagem de férias...

Por seu caráter único os projetos / programas não são medidos pelos mesmos indicadores de desempenho como nos processos e sim por indicadores de resultado (lagging indicators):
- inputs: recursos aplicados nas atividades; (as variáveis: horas trabalhadas, materiais consumidos, equipamentos depreciados, etc.)
- outputs: bens / serviços obtidos; (total de horas-aula consumidas num programa nacional de erradicação do analfabetismo, alunos alfabetizados)
- outcomes - atingimento dos objetivos desejados; (indicam o resultado das metas alcançadas / metas estipuladas ou pesquisas de opinião).

Com o objetivo de organizar o conhecimento sobre gerenciamento de projetos, o PMI (Project Management Institute) - entidade mundial, sem fins lucrativos disseminadora e reguladora da metodologia - PMBoK (Project Management Body of Knowledge) defini nove áreas do corpo de conhecimento para o gerenciamento de projetos e cinco etapas em gerência de projetos:
- Gerenciamento da Integração: assegurar que os diversos elementos do projeto estão adequadamente coordenados.
- Gerenciamento do Escopo: assegurar que o projeto inclua todo o trabalho necessário, e tão somente o trabalho necessário, para complementar de forma bem sucedida o projeto, relativamente aos requisitos desejados pelo cliente.
- Gerenciamento do Tempo: assegurar que o projeto será implementado no prazo previsto.
- Gerenciamento do Custo: assegurar que o projeto será concluído dentro do orçamento aprovado.
- Gerenciamento dos Riscos: identificação, análise e resposta aos riscos do projeto.
- Gerenciamento dos Recursos Humanos: possibilitar o uso mais efetivo das pessoas envolvidas com o projeto.
- Gerenciamento da Qualidade: garantia conformidade para satisfação das necessidades para as quais ele foi empreendido.
- Gerenciamento da Contratação: (Aquisições) obtenção de bens e serviços demandadas na execução do projeto, externos à organização executora.
- Gerenciamento da Comunicação: assegurar a geração, coleta, distribuição, armazenamento e pronta apresentação das informações do projeto.

Gerência de Projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades e técnicas para projetar atividades que visem atingir os requisitos do Projeto (escopo, prazo, custo e qualidade, recursos...)
As etapas de gerenciamento, derivadas do ciclo PDCA (Deming) são:
- Iniciação: autorização do projeto ou fase
- Planejamento: definição e refinamento dos objetivos e seleção da melhor alternativa de ação para atingir os objetivos do projeto.
- Execução: coordenar atividades e recursos para realizar o plano.
- Controle (acompanhamento, avaliação): assegurar o atingimento dos objetivos pela monitoração contínua do processo para detetar variações e tomar ações corretivas.
- Encerramento: formalizar a aceitação do projeto e encerrar de forma organizada.

Profissionais com formação e experiência consistentes em projetos são altamente valorizados, posto que a quantidade de trabalhos que não atingem a eficácia esperada é numerosa: parte deles não são concluídos, outros o são fora de prazo e orçamento e outros, ainda não satisfazem os requisitos definidos. Tudo isso somado provoca grande demanda por profissionais competentes.

Wagner Herrera é consultor com formação em Ciência da Computação e Engenharia de Produção pela Universidade Mackenzie e graduando em Administração Estratégica (lato sensu) na Faculdade Camões (CEDAEM) - Curitiba - PR; e cursos na área de Planejamento Organizacional. - wagherrera@yahoo.com.br