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Gerenciamento de Riscos no Transporte de Cargas no Brasil

Quarta, 13 de Agosto de 2008
Todas as atividades humanas estão sujeitas a riscos que podem ou não ser evitados. O gerenciamento de riscos no transporte de cargas busca minimizar os mesmos. Existem varias formas de se tratar os riscos em logística, sendo que as principais são relacionadas à segurança das cargas contra roubos e extravios, destacando-se nesse sentido a aquisição de apólices de seguros e a pratica de diversas medidas de segurança.

O ambiente onde é praticado o transporte de cargas está sujeito a diversas variáveis, sendo que as ligadas à segurança estão, em geral, vinculadas a dois fatores:

- Criticidade: onde as medidas de segurança não são eficazes. Como exemplo, podemos citar um acidente de ordem natural, como uma enchente;

- Vulnerabilidade: onde medidas de seguranças adotadas diminuem os riscos.

As apólices de seguro, em geral, são feitas de forma a atuar junto aos elementos que incidem na vulnerabilidade das cargas em seu transporte do local de origem até seu destino, sendo que, no Brasil, o principal risco observado nesse processo é o roubo de veículos e mercadorias. Os seguros estão intimamente ligados ao ambiente em que o transporte das cargas é feito. O fator risco é determinante para o estabelecimento de regras contratuais e normas da apólice, sendo que em alguns momentos é obrigatória a aquisição de um contrato com a Companhia de Seguros, lembrando que toda apólice feita incorre em compromissos e condições tanto por parte da empresa que pratica a logística como por parte da companhia securitária.

Dentro do Gerenciamento de riscos em transportes, devemos entender o seguro como sendo a transferência de um risco. Assim, as seguradoras em geral impõem condições para que haja cobertura no bem segurado, e as apólices passam a obedecer aos seguintes critérios:

- Incerteza: a existência de um determinado risco;

- Previdência: diz respeito às precauções que a empresa transportadora deve tomar para mininizar esse risco;

- Mutualismo: prática do cooperativismo. Cada parte envolvida no processo colabora para que haja um benefício para as demais.

Outro ponto a destacar é a abordagem que se dá ao gerenciamento dos riscos nos dias atuais. Outrora, usava-se a chamada Teoria da Culpa, ou seja, o transporte de cargas estava sujeito a fatores de riscos que não podiam ser evitados e que deveriam ser tratados na medida em que estes ocorriam. Hoje, trabalha-se baseado na idéia de que, se um risco existe, ele deve ser minimizado através de práticas de segurança. Nesse contexto o Seguro de cargas passa a ser um fator a mais de segurança.

Ao contratar uma seguradora, a empresa de logística deve observar que a apólice adquirida estabelece diversas medidas, condições e planos para o transporte da mercadoria. Com base nesses elementos é elaborado o chamado Plano de Operações, que envolve todos os atores envolvidos no processo logístico, partindo do local de origem da carga a ser transportada até seu destino final, passando pelos responsáveis diretos pelo transporte e pela segurança da mercadoria.

O ambiente onde se pratica o transporte de cargas e mercadorias no Brasil é dominado pelo modal rodoviário, sendo que grande partes das estradas brasileiras são enquadradas como ruins ou péssimas. Uma apólice de seguro leva em conta esse ambiente, buscando nas estatísticas existentes os índices de rotas e horários onde haja maior incidência de roubo e extravio de cargas. Outro elemento importante no processo é a figura do caminhoneiro, responsável legal pela carga até sua entrega no destino final. Vários estudos apontam que o caminheiro brasileiro é, em media, mal instruído e pratica altas jornadas de trabalho, sendo usuário de medicamentos para combater o sono e o cansaço.

Outra importante forma de minimizar os riscos no transporte de cargas é o uso de equipamentos específicos. Tais equipamentos são, em sua grande maioria, destinados à comunicação com o condutor do veiculo e ao rastreamento da carga, possibilitando a tomada de medidas de emergência em casos de necessidade como, por exemplo, o travamento da quinta roda, bloqueamento de passagem de combustível e cerramento do casco onde se encontra a mercadoria. Existe a tendência de criação de centrais próprias de monitoramento de caminhões pelas grandes empresas logísticas, que hoje em sua maioria confiam em serviços terceirizados. Outros exemplos de tecnologias usadas para monitoramento de cargas e veículos são GPSs, Triangulação de ERB (Estação Radio Base) e DGPS (Sistema de posicionamento global diferencial), além dos tradicionais telefones celulares e pagers.

Tais recursos podem ser aplicados tanto em veículos de transporte (cavalo mecânico e casco) e suas cargas como em veículos de passeio e se tornaram medidas muito eficazes, senão indispensáveis, para o controle dos riscos a que está submetido o transporte de cargas no Brasil.

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Marketing para o novo milênio

Sexta, 9 de Maio de 2008
Com a revolução causada pela Internet, ocorreu um efeito interessante no mercado, o cliente ganhou muito mais poder (empowerment), o que gerou uma mudança na forma de atuação de inúmeras organizações.

Este aumento de poder foi causado pela facilidade de Informação que o cliente pode encontrar disponível em qualquer página das empresas, devido à corrida de todas para que seus produtos e serviços, além da própria Marca, estivessem ao alcance de um simples clique do usuário.

Com o passar dos anos, aumento da velocidade do tráfego das Informações, portabilidade de laptops, handhelds, celulares e outros dispositivos que acessam a Internet.

Percebendo-se da facilidade com que a troca de Informações entre os próprios clientes aumentasse exponencialmente ao longo dos anos, as empresas acabaram perdendo seu poder diante do mercado, agora não mais apenas direcionado à produção, mas sim voltando seu foco para o cliente.

Com as possibilidades de acesso instantâneo às Informações em qualquer lugar, o cliente pode optar por fazer uma simples consulta ou compra de produtos, sem depender diretamente da oferta das organizações, a Informação deixou de ir até o cliente, passando a ser o alvo das buscas.

O mercado sempre esteve e estará mudando, com o surgimento de um novo "tipo" de consumidor, aquele que compra somente pela Internet, percebe-se que os esforços, hoje, estão mais voltados para as tecnologias desenvolvidas para facilitar a vida desse consumidor, como por exemplo pode-se citar:

- Criação de conteúdo: ao permitir que o cliente crie seu próprio conteúdo, aumentando o Valor da sua empresa e diminuindo a sua carga de trabalho; propostas personalizadas fazem com que os clientes aumentem o Valor do produto; bases de conhecimento compartilhado levam ao aumento da aprendizagem e a ciclos mais rápidos;

- Colaboração: utilizando ferramentas de colaboração, os clientes podem criar e aprender juntos; fóruns e quadros de avisos auxiliam a comunidade; ferramentas de conferência e de mensagem possibilitam a globalização das atividades; jogos em grupos e sistemas de avaliação podem fornecer Informações para os proprietários de sites Web e e-commerce; votações, Pesquisas e filtragem colaborativa facilitam o Marketing customizado;

- Ensino: a aprendizagem just-in-time, e a Distribuição de Informações onde necessário são um bom negócio para as empresas, pois melhoram e dão assistência ao desempenho do usuário; se forem executadas corretamente, em pouco tempo os usuários dependerão do serviço e farão uso dele novamente;

- Comércio: transações on-line que criem o comércio livre de aborrecimentos são a meta; se um site pode oferecer uma grande quantidade de produtos, assistência de vendas qualificada e nenhuma dificuldade ou fila, será uma alternativa mais agradável do que o shopping center;

- Controle: as empresas também podem utilizar agentes e sensores para gerenciar máquinas ou processos por controle remoto; muito em breve, qualquer coisa será capaz de se comunicar com qualquer outra coisa - câmeras, sensores remotos -, e poderemos controlar todas elas pela Internet;

- Novas plataformas: muito em breve assistentes pessoais, telefones celulares e computadores de bordo terão o poder e a mobilidade necessários para controlar todos os outros aplicativos; novos aparelhos de Informações e cartões inteligentes constituem uma boa promessa de aplicativos controlados pelo cliente.

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BOCA-A-BOCA EM TEMPOS DE REVOLUÇÃO DIGITAL

Sexta, 4 de Abril de 2008
O jornal Meio & Mensagem da semana passada trouxe entrevista muito interessante com Jeremy Dale, vice-presidente mundial de marketing da Motorola.

Há aspectos muito interessantes na visão mercadológica de Dale, como, por exemplo, a busca em aproximar cada vez mais o marketing, o design e o desenvolvimento de produto. A partir do início do projeto, há uma visão criativa mais consistente, alinhada com um posicionamento estratégico da marca, garantindo melhores resultados no lançamento do produto. Um exemplo é o lançamento do modelo Z10, que tem uma curvatura que remete à sensação dos telefones fixos. Por que o celular fica reto quando aberto, se o rosto das pessoas é arredondado? questiona Dale.

Ainda mais interessante é o raciocínio dele em relação ao sucesso de um produto. Na minha avaliação, o que vai definir o sucesso ou o fracasso de um produto é a opinião dos 20 mil primeiros usuários daquele modelo. São eles que vão recomendar o aparelho. Por mais tecnológico que esteja o mundo hoje, o boca-a-boca ainda é a ferramenta de marketing mais eficiente. E a disseminação da internet trouxe com ela as comunidades, as redes sociais, os chats, os blogs. Tudo isso acrescentou toda uma nova dimensão ao boca-a-boca, afirma.

Por conta disso, a indústria tem investido cada vez mais no chamado marketing viral. Nesse sentido, a Folha de São Paulo trouxe reportagem de três páginas no caderno de informática no último dia 26 de março.

Como os consumidores são constantemente bombardeados por mensagens comerciais, é preciso oferecer um conteúdo que seja vibrante, divertido e também interativo, pondera Jeremy Dale.

A comunicação viral é um processo social. As pessoas querem buscar diferentes fontes de informações, principalmente na internet. O marketing quer saber como se beneficiar disso, diz Marcos Telles, coordenador de cursos da Associação dos Dirigentes e Vendas e Marketing do Brasil.

Contudo, fazer isso não é assim tão simples ou tão fácil, como acreditam alguns. Mídia em blog, por exemplo, funciona como um termômetro. Se ela for ruim, não há dinheiro que impeça as pessoas de dizerem isso. E as agências ainda não entenderam isso. Criam campanhas ruins, baseadas no que foi desenvolvido para a televisão e mídia impressa, afirma Ian Black, do blog Enloucrescendo.

Como diz Dale, marketing é contar histórias e atualmente é necessário contar histórias ainda mais interessantes, que valham a pena ser ouvidas, vistas e, especialmente, repassadas aos amigos e demais membros de comunidades sociais, sejam elas reais ou virtuais.

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Sua vida é como uma folha de papel

Segunda, 28 de Janeiro de 2008
Pegue uma folha de papel sulfite novinha e em branco. Coloque-a sobre a mesa logo a sua frente e olhe fixamente para ela. O que você observa nessa folha? Nada? Apenas uma folha de papel sulfite sem nenhuma informação, desenho ou pinguinho de tinta? Alguma imagem vem à sua mente?

Se você deixar essa folha nesse mesmo lugar e sair, quando retornar poderá encontrá-la rasurada, com números de telefones, outras anotações, amassada, rasgada ou nem mesmo achá-la no local que a deixou? Ou ela estará lá intocada?

A vida é como essa folha de papel. Algumas pessoas têm dificuldade em enxergar algo além, não vêem um futuro, nem se planejam. Simplesmente esperam as coisas acontecerem, sem qualquer programação ou projeção.

Como um artista você deve pintar as imagens positivas e maravilhosas que deseja concretizar em sua vida. Como um escritor você precisa criar uma maravilhosa história traçando suas metas e o que o motiva, para assim possuir um início envolvente, um conteúdo cativante e um final de sucesso e irradiante. Durante o desenvolvimento dessa história existirão vários erros e rasuras. Utilizando-se da "borracha da humildade" você apagará esses erros e os corrigirá acrescentando os aprendizados e acertos.

Caso deixe sua vida sem escrever a história que você quer viver, ficará unicamente à mercê das influências sofridas pelas pessoas com quem convive. Existirão pessoas escrevendo a sua história, quer você goste ou não desta história. Irão rasurar sua vida, fazendo com que você se sinta como alguém que não é, através de anotações sobre um excesso de defeitos, em vez de citar suas várias qualidades. Muitos aproveitarão e rasgarão várias páginas de seu coração, ocasionando mágoas e frustrações constantes devido às expectativas que você criou. Poderá ainda ter muitas páginas sendo amassadas constantemente, criando as cicatrizes que jamais serão esquecidas.

As histórias que deseja viver e contar a seus filhos, sobrinhos, netos e amigos depende do conteúdo que você vai escrever. Assim como em uma história infantil existem bruxos e monstros assustando os personagens bonzinhos. Mesmo tendo a certeza que haverá um lindo final feliz, todos ficarão ouvindo sua história até o fim, ansiosos e com os olhos brilhando, pois terão a alegria e privilégio de ouvir a história de um verdadeiro herói.

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Contar com bons profissionais é o bastante?

Quarta, 14 de Novembro de 2007
"Há homens que lutam um dia e são bons,
há outros que lutam um ano e são melhores,
há os que lutam muitos anos e são muito bons,
porém há os que lutam toda vida - estes são os imprescindíveis".
Bertold Brecht


Nada mais óbvio no mundo dos negócios que a busca por gente talentosa. Empresas do mundo inteiro pagam verdadeiras fortunas para que headhunters possam encontrar os iluminados. Aliás, muitas empresas criaram um departamento chamado gestão de pessoas só para cuidar do seu maior patrimônio: os seus talentos. Tudo por uma razão muito simples: no mundo do conhecimento, os bem preparados podem fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso. Mas, será mesmo que contar com os melhores profissionais é sinônimo de sucesso garantido? Responder a esta questão pode não ser tão simples quanto pode parecer a um descuidado leitor.

Precisamos refletir sobre o assunto, pois muitos exemplos nos mostram claramente que, nem sempre, ter os melhores colaboradores é o bastante para vencer. Você, por exemplo, conhece alguma empresa que, apesar de contar com grandes talentos, acabaram desaparecendo do mapa ou quase? Será que todas as organizações que foram nocauteadas não contavam com profissionais brilhantes em seus quadros? Não são poucos os casos de empreendimentos que, apesar de bem estruturados e possuir gente muito bem preparada, acabaram fracassando. Porém, não é apenas no mundo empresarial que fatos desta natureza ocorrem. Situações análogas também afetam outras áreas vis à vis o mundo dos esportes.

De 1994 a 1999, a equipe de futebol do Flamengo, provavelmente, montou um dos mais fortes plantéis de sua história. Os jogadores que compunha o seu ataque encantavam até torcedores de clubes rivais. Quem não se recorda do "ataque dos sonhos", formado por Sávio, Romário e Edmundo. Parecia que com aquele elenco, eles iriam ganhar tudo que disputassem! Mas, a rigor, eles não só não ganharam os títulos que esperavam, como também, contabilizaram uma das piores campanhas de todos os tempos. Só para se ter uma idéia, no campeonato carioca de 95,  o "Túlio Maravilha" - que jogava no Botafogo - fez mais gols sozinho do que todo o time do Flamengo com seu "ataque dos sonhos".

"Os homens sempre levam em conta suas necessidades, nunca suas habilidades".
Napoleão Bonaparte


Um caso isolado? Pode ser que sim ou não. Então vamos a outro exemplo. O Real Madrid reuniu os "galácticos" e parece ser um dos maiores times de futebol que o mundo pode ver. Em seu plantel há astros como: Roberto Carlos, Zinedine Zidane, Raúl González, Blanco, Ronaldo "Fenômeno", Robinho, David Beckham,  entre outros.       Todos eles faziam do Real Madrid uma equipe dos sonhos para qualquer torcedor. Muitos títulos? Não foi bem assim. Eles não conseguiram ganhar tudo que podiam. E, ainda por cima, perderam o campeonato espanhol de 2004/2005 e  2005/2006 para o seu arque rival Barcelona.

O que não faltam são exemplos neste sentido.  Vejam o caso do Corinthians de Carlitos Telvez, Ricardinho, Roger, Ramon, Marcelinho e cia que, aparentemente, investiu uma grana preta para montar uma equipe de notáveis. Eles também parecem não terem colhido ainda os frutos esperados.

Mas, que tal um exemplo ainda mais notório? Você se lembra da última copa do mundo de futebol? Você já ouviu falar em uma seleção de prestígio internacional, a qual investiu uma pequena fortuna a fim de montar um dos melhores elencos para "levantar o caneco"? Aquela que liderava todos as bolsas de aposta nos quatro cantos do planeta: lembrou-se agora? Essa equipe ganhou a copa? Não só não ganhou como, com uma apresentação pífia, decepcionou a todos àqueles que esperavam assistir um futebol bonito e vencedor.

Para não ficar nos exemplo futebolísticos, que tal uma rápida incursão pelo mundo do basquete? Lembra-se do Chicago Bulls, do astro Michael Jordan, que encantava o mundo com os seus magníficos atletas? Pra não ir muito longe: o último título deles na NBA (National Basketball Association) foi em 1998.

"A humildade é o primeiro degrau na escala da sabedoria"
Sócrates


A rigor, parece haver muito mais desafios a serem vencidos do que a simples contratação de bons profissionais, não é mesmo? Assim como no esporte a empresa precisa saber lidar com esse tipo de gente que, por se sentir, prestigiado acaba desenvolvendo outras necessidades e sentimentos, como o de estar sempre com a produtividade e o reconhecimento em alta. Um outro viés que merece atenção especial costuma ser o excesso de vaidade e exposição emocional dos que sobressaem em suas áreas de atuação.

"Um bom chefe faz com que homens comuns façam coisas incomuns."
Peter Drucker


Para obter sucesso nos dias atuais, as organizações precisam de algo além de pessoas talentosas, precisam contar com líderes capazes de formar equipes bem estruturadas e obter delas resultados otimizados. O líder deverá ser capaz de manter o core business de seu negócio sob foco, agir com velocidade e ser carismático o suficiente para manter a equipe coesa e imbuída em conquistar objetivos coletivos, ainda que para isso tenha de abrir mão das metas pessoais. Tudo isso parece ser uma nova demanda no mercado, pois se antes o gestor comandava uma organização perene e tinha muito tempo para pensar e agir, agora ele lida com empreendimentos dinâmicos e precisa raciocinar e atuar com velocidade se quiser chegar à frente da concorrência.
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A verdade é que até a década de setenta, passamos a vida no lombo de um burro e de lá para cá, fizemos coisas inimagináveis. Em menos de meio século fomos à lua, viajamos por vários planetas e fizemos inúmeras descobertas. Há, pouco mais de uma década atrás,  tínhamos seis milhões de telefones no Brasil. Atualmente, contamos com mais de setenta milhões e o número de usuários não pára de crescer. Essas são apenas pequenas demonstrações de mudanças em nossas vidas e o quanto nós temos de nos adaptar para suplantá-las.

Autor: Evaldo Costa - Escritor, Professor, Consultor e Conferencista.