Avatar

Paulo Nathanael conta sua carreira, em verso e prosa, a Jovens

Sexta, 18 de Julho de 2008
Presidente do CIEE Nacional falou sobre sua trajetória profissional a Jovens Administradores

O administrador Paulo Nathanael Pereira de Souza, presidente do CIEE Nacional (Centro Integração Empresa-Escola), foi o convidado do Comitê Jovens Administradores para participar de mais um "Caminho das Pedras, Pedras no Caminho", evento que reúne mensalmente, no Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA-SP), jovens interessados em conhecer a trajetória de vida de bens sucedidos profissionais da Administração.

Durante o evento, Nathanael mostrou aos jovens que para construir uma carreira vencedora é preciso colocar um tijolo de cada vez, trabalhar muito e não esperar por recompensas imediatas. "Trabalhem! Trabalhem muito, até mesmo após o seu horário normal de expediente, sem esperar algo por isso. Não trabalhem somente por salário, mas para construir uma carreira. Com certeza, alguém estará olhando para você", comentou.

O presidente do CIEE advertiu: "O jovem não deve ser covarde. Precisa ser corajoso e arriscar, mesmo que, como eu, "quebre a cara", afirmou ao comentar uma de suas passagens pela vida profissional.

O evento também marcou a presença de alunos dos cursos de Administração de Empresas de faculdades da grande São Paulo. Para a futura administradora de empresas, pela FECAP, Amanda Pagliari, "ouvir as palavras do professor Paulo Nathanael trouxe alento, uma injeção de ânimo e motivação a todos".

Alunos da Universidade São Judas reafirmaram a importância da promoção de eventos como o Caminho das Pedras, Pedras no Caminho. "É muito importante para nós, jovens em início de carreira, participar desses encontros, conhecermos a trajetória de grandes executivos e aprender com essas histórias" afirmam Erik Alfred Fiuza e Giovani de Lima Conidi, ambos da USJT.

"No formato roda-viva, em ambiente informal e lúdico, dos nossos encontros participam grandes administradores e executivos que falam para uma platéia jovem sobre a sua história de vida, carreira e o que fizeram para chegar à posição atual. O objetivo é ajudar jovens administradores a traçar os rumos para suas carreiras", comenta Aldo Ferrari, presidente do Comitê Jovens Administradores.

Doutor em Educação, administrador e economista, Paulo Nathanael Pereira de Souza caminhou por uma longa jornada até chegar à posição atual. Começou sua carreira, ainda jovem, como professor em uma escola pública e hoje ocupa a presidência de uma das mais respeitadas instituições ligadas à inserção de jovens no mercado de trabalho, o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), que trabalha com estagiários, e mais recentemente com jovens aprendizes. Foi também Secretário Municipal da Educação e Cultura, Reitor da Universidade São Marcos e Superintendente da Bienal de São Paulo.

Avatar

Sebrae e parceiros abrem Feira do Empreendedor da Bahia

Sexta, 9 de Novembro de 2007
Evento começou na noite de quinta-feira (8) em Salvador e prossegue até o domingo (11).

Estimular os micro e pequenos negócios significa incentivar o desenvolvimento socioeconômico do País. Este conceito marcou a solenidade de abertura da Feira do Empreendedor em Salvador, na noite de quinta-feira (8) no Centro de Convenções da Bahia.

A feira prossegue até o domingo (11), com expectativa de reunir um público de 30 mil pessoas. A abertura contou com a presença de dirigentes do Sistema Sebrae, de representantes de instituições parceiras, autoridades e empresários.

Edival Passos, superintendente do Sebrae na Bahia, citou o momento favorável da economia brasileira e as boas perspectivas que a conjuntura oferece ao desenvolvimento das micro e pequenas empresas. O superintendente destacou o papel das micro e pequenas empresas e o crescimento do País. "Não se pode medir a economia brasileira sem os micro e pequenos negócios. Eles são a maior expressão desta economia", afirmou o superintendente.

O diretor-técnico do Sebrae Nacional, Luiz Carlos Barboza, lembrou que a Feira do Empreendedor não é apenas um evento para as pessoas comprarem e venderem."A feira oferece oportunidades para os que querem empreender, gerando empregos não apenas para si, mas para outras pessoas", afirmou. O diretor frisou que a Feira do Empreendedor oferece as ferramentas para a criação e o aprimoramento de um negócio, como capacitações, a chance de se adquirir pequenas máquinas, franquias e outras oportunidades.

Rodrigo Santos Nogueira, superintendente do Banco do Brasil, lembrou do aniversário dos 35 anos do Sebrae, comemorados em outubro, e dos 200 anos do BB, que se completam em 2008. "A parceria do Sebrae com o Banco do Brasil fica cada vez mais forte. A gente vê com grande satisfação uma feira como essa, em que as pessoas buscam se profissionalizar e adquirir novas técnicas", destacou.

O coordenador regional de Comunicação da Petrobras Nordeste, Rosemberg Pinto, comemorou o anúncio de uma reserva de Petróleo na Bacia de Santos, fato que pode aumentar em 50% as reservas brasileiras. Rosemberg afirmou ser um orgulho participar da feira, uma "iniciativa que oxigena o setor econômico brasileiro". A Petrobras e o Banco do Brasil são patrocinadores da Feira do Empreendedor. "O Sebrae tem grande responsabilidade na vitória em melhorar as condições de vida da população brasileira", disse.

O governador em exercício da Bahia, Edmundo Pereira, elogiou a atuação do Sebrae em seus 35 anos de existência. "O Sebrae está no coração de todos os brasileiros pelo seu papel no desenvolvimento econômico e social do Brasil. São as micro e pequenas empresas as que geram mais empregos e fazem isso criando produtos de qualidade".

Já no primeiro dia do evento, cerca de 6 mil pessoas visitaram a feira, circularam pelos estandes e participaram das capacitações oferecidas pelo Sebrae. A feira na Bahia está organizada em três ambientes para dar suporte aos empreendedores locais: o Núcleo de Atendimento ao Empreendedor, o Espaço Educação e a Ilha da Tecnologia.

Marcelo Araújo, enviado especial da ASN

Avatar

Anuário reúne informações sobre cadeia do biodiesel

Domingo, 14 de Outubro de 2007
Livro foi lançado durante a 2ª Enerbio e traz informações sobre a cadeia produtiva do biodiesel; material recebeu patrocínio do Sebrae.

As informações mais relevantes sobre a cadeia do biodiesel reunidas em um só local. Assim é o 1º Anuário Brasileiro do Biodiesel que foi lançado nesta quinta-feira (11) durante a 2ª Enerbio, em Brasília (DF). A produção do anuário contou com o patrocínio do Sebrae e da Petrobras e com o apoio da Revista Biodiesel.

O anuário bilíngüe (português e inglês) traz informações sobre o mais novo combustível do Brasil. Além do livro, há um CD e um mapa que lista e indica as usinas em operação, as em implementação, as experimentais/pesquisas e aquelas que ainda estão em fase de projeto. Atualmente, o Brasil possui 42 usinas em operação, instaladas em 14 estados (MT, PA, MG, RS, SP, PR, GO, PI, CE, TO, MA, BA, RO e RJ). Outras 51 usinas estão em fase de implementação. E há 21 usinas experimentais, como as da Embrapa e de universidades.

Segundo a coordenadora de projetos de Agroenergia do Sebrae Nacional, Wang Ching, o anuário é importante porque mapeia todos os elos da cadeia produtiva do biodiesel no País. "O material mostra, tanto para o mercado interno quanto para o mercado internacional, o quanto o Brasil está avançando na questão de biocombustíveis e o quanto surgiu de novos negócios e empreendimentos de todos os portes no País", explica.

O anuário traz os conceitos do biodiesel, informações sobre matérias-primas e osBiodiesel aspectos técnicos e de produção desse combustível. Há também as normas e legislação sobre o setor e uma abordagem de que a produção do biodiesel é uma atividade que possibilita a inclusão social. Sobre este último assunto, o anuário traz artigo da coordenadora Wang. No texto, ela enfoca que o combustível renovável é uma oportunidade social, capaz de gerar ocupação e renda no campo.

Segundo Wang, o anuário também será um excelente guia para os pequenos agricultores que quiserem entrar neste mercado. "Se agricultor produz mamona, girassol ou algodão, por exemplo, na expectativa de vender para o mercado consumidor de biodiesel, ele precisa saber quem compra este óleo e onde estão os principais atores desse mercado", diz.

No lançamento do anuário, estavam presentes o presidente da Enerbio, Ronaldo Knack; o editor do anuário, Rogério Menani; o presidente executivo da Ubrabio, Odacir Klein; e Wang Ching, do Sebrae Nacional. Durante a cerimônia do lançamento, a coordenadora de projetos de agroenergia do Sebrae Nacional foi homenageada com um exemplar do anuário. O superintendente do Sebrae na Bahia, Edival Passos, também recebeu a homenagem.

Rogério Menani destacou a importância do Sebrae na elaboração do anuário. "O Sebrae foi um grande incentivador do processo. Além do patrocínio concedido, trabalhou de forma competente e ajudou a melhorar o conteúdo deste projeto", ressaltou.

O anuário é vendido pelo site www.anuariobiodiesel.com.br. O preço de tabela é R$ 410, mas, durante o mês de outubro, os interessados poderão comprá-lo por R$ 269. Quem compra o anuário ganha a assinatura anual e gratuita da Revista Biodiesel.

Fonte: Giovana Perfeito - Agência Sebrae de Notícias

Avatar

Dólar baixo pode levar empresas de calçados e têxtil a cancelar exportações

Quarta, 23 de Maio de 2007
Empresas do setor calçadista já cogitam a possibilidade de suspender pedidos do mercado externo por causa do dólar baixo, segundo o vice-presidente da Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados), Milton Cardoso.

"Os reflexos da queda do dólar sobre o setor são nefastos. Temos notícias de que há um número importante de fábricas dedicadas em grande parte à exportação que já consideram seriamente a hipótese de encerrar as vendas ao mercado externo por absoluta inviabilidade do negócio", afirmou Cardoso.

Essa possibilidade é observada também no setor têxtil, de acordo com o diretor-superintendente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), Fernando Pimentel.

"Com esse câmbio, algumas empresas, estruturalmente, vão manter a produção para a exportação, mas na realidade o que vai ocorrer, sem sombra de dúvida, é uma interrupção das vendas externas. E o Brasil pode regredir com isso", acrescentou Pimentel.

O dólar comercial caiu abaixo dos R$ 2 na semana passada e oscila ao redor deste patamar. Nesta terça-feira, a divisa norte-americana fechou a R$ 1,944.

Para Pimentel, a queda do dólar explicitou uma série de mazelas da economia brasileira que já estavam em debate, mas que nunca foram resolvidas. "Estamos falando de carga tributária, dos juros, de acordos internacionais, de [gargalos] de infra-estrutura e encargos trabalhistas muito onerosos para as empresas."

"Estão dizendo que o dólar reflete a robustez da nossa economia, mas a taxa de juros que temos [12,5% ao ano] não reflete essa robustez. A carga tributária também não. A nossa posição relacionada à questão de infra-estrutura é muito ineficiente como provam os nossos aeroportos e portos. Tudo isso ganhou uma dimensão muito maior e, ou as autoridades trabalham fortemente em uma estratégia de competitividade do país, que contemple essas questões, ou o que nós vamos ver é um revés mais adiante."

Sobrevivência

Na avaliação do vice-presidente da Abicalçados, o movimento do câmbio têm prejudicado dois grupos de empresas: aquelas que são muito voltadas para as exportações e as que atuam no mercado interno e sofrem forte concorrência do produto importado.

"As empresas têm feito o possível e o impossível. Os ganhos de produtividade, as reduções de custos, a racionalização de processos e o desenvolvimento de produtos mais inteligentes têm sido uma constante e permitido ao setor se manter. Mas estamos em um momento em que a grande ação tem que ser macroeconômica, do governo, para resolver uma situação que não foi criada por nós e que ultrapassa os nossos limites", acrescentou Cardoso.

Dados divulgados pela Abicalçados e Abit já evidenciam os reflexos da queda do dólar sobre os negócios nestes dois setores.

O faturamento do setor calçadista com as exportações diminuiu 0,27% no primeiro quadrimestre deste ano em relação a igual período de 2006, ficando em US$ 624,6 milhões. Apesar disso, o saldo comercial do setor está positivo em US$ 559 milhões em quatro meses. O vice-presidente da Abicalçados ressaltou que o Brasil é ainda o terceiro maior produtor de sapatos do mundo.

No caso do setor têxtil, a queda das exportações foi de 0,89%, para US$ 681 milhões. A balança comercial da indústria têxtil já acumula, de janeiro a abril, um déficit de US$ 263 milhões e, segundo estimativa da Abit, deve encerrar o ano com saldo negativo em torno de US$ 1 bilhão.

"O sinal é dramático principalmente para as indústrias intensivas em mão-de-obra e em insumos nacionais", disse Pimentel.

As informações mais recentes sobre emprego industrial levantadas pelo Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) revelam que o setor têxtil reduziu o nível de emprego no Estado paulista em 0,21% no mês passado. O segmento calçadista, entretanto, apontou aumento de 2,71% no total de vagas.

Uma das demandas dos dois setores junto ao governo, de aumento dos impostos sobre importados, em parte, já foi atendida. O governo federal anunciou no mês passado a elevação do imposto de importação de têxteis e calçados de 20% para 35% _o máximo permitido.

No entanto, como os países membros do Mercosul precisam aprovar essa alteração, a nova tarifa só deverá entrar em vigor depois da reunião entre ministros do bloco, prevista para junho.

Fonte: Folha Online