Cesar Augusto Cerqueira Leite
Quinta, 21 de Agosto de 2008
Quando se fala em metodologia, deve se entender o caminho a ser percorrido para
obter a informação. Nesse processo, o pesquisador não é figura passiva. Ele
escolhe caminhos, ele possui preferências, ele atua de maneira significativa.
Quanto aos métodos de pesquisa pode se optar pelo exploratório, descritivo ou
causal (também chamado de experimental).
“Os estudos exploratórios, também denominados desk research, têm como principal
característica a informalidade, a flexibilidade e a criatividade, e neles
procura-se obter um primeiro contato com a situação a ser pesquisada ou um
melhor conhecimento do objeto em estudo e das hipóteses a serem confirmadas. Os
estudos exploratórios são realizados a partir de dados secundários (já
disponíveis); conversas informais com pessoas especializadas no assunto de
interesse e estudos de caso selecionados, em que se incluem também pesquisas
realizadas anterioremente”, afirma Beatriz Samara.
Já os estudos descritivos procuram descrever situações de mercado a partir de
dados primários, obtidos originalmente por meio de entrevistas pessoais ou
discussões em grupos, relacionando e confirmando as hipóteses levantadas na
definição do problema de pesquisa, e respondendo, por exemplo, às seguintes
questões das relações de consumo:
- Quem compra?
- O que?
- Quanto?
- Como?
- Onde?
- Quando?
- Por que?
O método experimental, por sua vez, é o mais complexo de todos. Segundo
Beatriz Samara, “os estudos experimentais procuram estabelecer uma relação de
causa e efeito entre variáveis em estudo de forma prática. São conclusões que
dificilmente poderão ser obtidas por estudos exploratórios ou descritivos. Esses
estudos vêm sendo cada vez mais utilizados em pesquisas de marketing, no entanto
sua aplicabilidade prática é de alto custo, e seus resultados são difíceis de
serem obtidos com a exatidão desejada, para evidenciar causalidades”.
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Giancarlo de Mazo
Quarta, 13 de Agosto de 2008
Todas as atividades humanas estão sujeitas a riscos que podem ou não ser evitados. O gerenciamento de riscos no transporte de cargas busca minimizar os mesmos. Existem varias formas de se tratar os riscos em logística, sendo que as principais são relacionadas à segurança das cargas contra roubos e extravios, destacando-se nesse sentido a aquisição de apólices de seguros e a pratica de diversas medidas de segurança.
O ambiente onde é praticado o transporte de cargas está sujeito a diversas variáveis, sendo que as ligadas à segurança estão, em geral, vinculadas a dois fatores:
- Criticidade: onde as medidas de segurança não são eficazes. Como exemplo, podemos citar um acidente de ordem natural, como uma enchente;
- Vulnerabilidade: onde medidas de seguranças adotadas diminuem os riscos.
As apólices de seguro, em geral, são feitas de forma a atuar junto aos elementos que incidem na vulnerabilidade das cargas em seu transporte do local de origem até seu destino, sendo que, no Brasil, o principal risco observado nesse processo é o roubo de veículos e mercadorias. Os seguros estão intimamente ligados ao ambiente em que o transporte das cargas é feito. O fator risco é determinante para o estabelecimento de regras contratuais e normas da apólice, sendo que em alguns momentos é obrigatória a aquisição de um contrato com a Companhia de Seguros, lembrando que toda apólice feita incorre em compromissos e condições tanto por parte da empresa que pratica a logística como por parte da companhia securitária.
Dentro do Gerenciamento de riscos em transportes, devemos entender o seguro como sendo a transferência de um risco. Assim, as seguradoras em geral impõem condições para que haja cobertura no bem segurado, e as apólices passam a obedecer aos seguintes critérios:
- Incerteza: a existência de um determinado risco;
- Previdência: diz respeito às precauções que a empresa transportadora deve tomar para mininizar esse risco;
- Mutualismo: prática do cooperativismo. Cada parte envolvida no processo colabora para que haja um benefício para as demais.
Outro ponto a destacar é a abordagem que se dá ao gerenciamento dos riscos nos dias atuais. Outrora, usava-se a chamada Teoria da Culpa, ou seja, o transporte de cargas estava sujeito a fatores de riscos que não podiam ser evitados e que deveriam ser tratados na medida em que estes ocorriam. Hoje, trabalha-se baseado na idéia de que, se um risco existe, ele deve ser minimizado através de práticas de segurança. Nesse contexto o Seguro de cargas passa a ser um fator a mais de segurança.
Ao contratar uma seguradora, a empresa de logística deve observar que a apólice adquirida estabelece diversas medidas, condições e planos para o transporte da mercadoria. Com base nesses elementos é elaborado o chamado Plano de Operações, que envolve todos os atores envolvidos no processo logístico, partindo do local de origem da carga a ser transportada até seu destino final, passando pelos responsáveis diretos pelo transporte e pela segurança da mercadoria.
O ambiente onde se pratica o transporte de cargas e mercadorias no Brasil é dominado pelo modal rodoviário, sendo que grande partes das estradas brasileiras são enquadradas como ruins ou péssimas. Uma apólice de seguro leva em conta esse ambiente, buscando nas estatísticas existentes os índices de rotas e horários onde haja maior incidência de roubo e extravio de cargas. Outro elemento importante no processo é a figura do caminhoneiro, responsável legal pela carga até sua entrega no destino final. Vários estudos apontam que o caminheiro brasileiro é, em media, mal instruído e pratica altas jornadas de trabalho, sendo usuário de medicamentos para combater o sono e o cansaço.
Outra importante forma de minimizar os riscos no transporte de cargas é o uso de equipamentos específicos. Tais equipamentos são, em sua grande maioria, destinados à comunicação com o condutor do veiculo e ao rastreamento da carga, possibilitando a tomada de medidas de emergência em casos de necessidade como, por exemplo, o travamento da quinta roda, bloqueamento de passagem de combustível e cerramento do casco onde se encontra a mercadoria. Existe a tendência de criação de centrais próprias de monitoramento de caminhões pelas grandes empresas logísticas, que hoje em sua maioria confiam em serviços terceirizados. Outros exemplos de tecnologias usadas para monitoramento de cargas e veículos são GPSs, Triangulação de ERB (Estação Radio Base) e DGPS (Sistema de posicionamento global diferencial), além dos tradicionais telefones celulares e pagers.
Tais recursos podem ser aplicados tanto em veículos de transporte (cavalo mecânico e casco) e suas cargas como em veículos de passeio e se tornaram medidas muito eficazes, senão indispensáveis, para o controle dos riscos a que está submetido o transporte de cargas no Brasil.
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Sergio Canossa
Terça, 5 de Agosto de 2008
As metodologias para análise e solução de problemas absorveram a imagem da qualidade nos últimos anos. Isto ocorre porque o seu uso é rotineiro nas atividades dos departamentos de qualidade, engenharias e produção nas organizações. Mas quando pensamos nas oportunidades para outras áreas como o RH, visualizamos um uso tímido. A imagem associada a solução de problemas por técnicos e engenheiros é muito forte e, um paradigma se estabeleceu. É preciso desmistificar esta ferramenta universal de trabalho e fazer uso efetivo no dia a dia das organizações, sem distinção de tamanho e ramo de atividades.
O primeiro passo é conscientizar de que o MASP não é uma metodologia técnica que deve ser utilizado unicamente pela equipe técnica. É uma ferramenta disciplinada que pode ser aplicada a todos os segmentos e atividades dentro das organizações inclusive na vida social. Os seus passos de trabalho pressupõem que iremos investir tempo na análise e planejamento das soluções. É preciso esquecer as atitudes de impulso na tomada de decisões, ainda que se possua grande experiência e, conhecimento. É preciso obter os dados sobre o problema em questão, refletir e avaliar sob todas as vertentes e possibilidades. A ISO 9001 em seus princípios requer que a tomada de decisão seja baseada em fatos e sem eles estaremos sempre direcionados para a especulação. Devemos ter consciência que um problema possui muitas possibilidades de solução. Devemos saber que cada pessoa tende a entendê-lo e direcioná-lo de acordo com os seus conhecimentos prévios e experiência adquirida, além de seu modo de pensar e agir - ou seja, suas convicções. Acrescente-se que, crenças e valores também são determinantes na solução de problemas e influem significativamente no seu modo de agir e ser..
 A linha mestra do MASP é o PDCA (Plan-Do-Check-Act) e, com total segurança podemos prever que o planejamento é vital para o sucesso da solução do problema em questão. O planejamento requer uma parcela relativa do tempo para que se possa estudar e determinar as melhores opções e ações. Refletir, analisar, avaliar possibilidades, buscar recursos, determinar seqüências de atividades consomem tempo, mas tornam-se chave para evitar perdas e resultados mal sucedidos. Um problema que não tenha sido esgotado sob todos os ângulos de visão tem grandes possibilidades de perpetuar, pois as tentativas de solução serão fracassadas. A grande pergunta é: o que eu faço até concluir as análises e planejamento? É necessário tomar algumas providencias até decidir o que fazer. O meu cliente, o meu chefe, não quer que os problemas sejam detectados até que se possa decidir como resolvê-lo. As soluções paliativas, para controlar o problema podem ser introduzidas. Nós as chamamos de contenção. Ou seja, vamos controlar o problema para que as etapas seguintes não a detectem até que a causa raiz seja determinada e um plano de ação definitivo seja implementado. Isto nos dá a tranqüilidade para aplicar a metodologia de forma correta.
O dia-a-dia do profissional de RH também deve ser conduzido com base no PDCA. Os problemas e necessidades chegam continuamente. A primeira atividade é entendê-lo rapidamente e estabelecer uma contenção - ou seja, estancar a água que está correndo no vazamento. O passo seguinte é identificar o porquê do vazamento, as suas causas e, decidir como resolvê-lo - quais são as ações, quem deve fazer o que, e assim por diante. Depois é colocar em prática tudo o que foi decidido. Concluída a implantação vamos verificar se o problema continua a existir. Se detectarmos que foi resolvido então é necessário padronizar esta solução para que outros casos sejam resolvidos rapidamente. Se não foi, então é preciso saber a razão e determinar novas ações.
O profissional de RH tem muitas oportunidades para aplicar o MASP / PDCA em sua rotina de trabalho: seleção de pessoal, benefícios, levantamento de necessidades de treinamento, restaurante, rotinas de pessoal, entrevistas. Imagine que estamos tratando da rotina de levantamento de necessidades de treinamento. Em primeiro lugar, a rotina é acionada porque um problema na organização foi identificado. Isto é fato, se não houver problemas não haverá necessidades. Então, deverá ser entendido o problema e suas razões e causas. Com estas informações deve ser planejada a solução e como executá-lo e por fim a sua apresentação. Após a realização dos projetos de treinamento (sua implantação) deve ser verificado se foi adequado para resolver o problema apontado. Caso seja verdadeiro, deve-se definir o que fazer para que não mais ocorra este problema no que se refere ao treinamento. Se o problema não foi resolvido é possível avaliar a situação atual (a nova, portanto) e decidir sobre o que fazer - até mesmo não treinar.
Toda esta atividade poderá ser realizada com o uso de técnicas como brainstorming, diagrama de causa e efeito, entre várias possibilidades. E, muitas deles são largamente conhecidas em qualquer área de trabalho, independente da qualidade ou da engenharia. O profissional deve saber aplicá-la a sua situação. Abra os horizontes, mude os paradigmas e coloque na sua agenda um instrumento fantástico de trabalho e perceba melhorar o seu dia a dia no escritório ou qualquer local onde atue.
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Cesar Augusto Cerqueira Leite
Quinta, 26 de Junho de 2008
Na semana anterior, apresentei minha definição de marca: Marca é a integração
entre a essência da empresa, seu trabalho, suas pessoas, sua estrutura, seus
produtos e unidades de negócios, formando uma identidade definida e consistente,
capaz de transmitir a todos que com ela se relacionam, a sua origem, suas
crenças, seus propósitos e seus compromissos. A transmissão desses valores,
por meio das mais diversas manifestações, compõe na mente dos envolvidos nessa
dinâmica, uma soma de experiências, percepções e sentimentos, que resulta em um
valioso ponto de referência nesse ambiente de interação e, justamente por isso,
estabelece relacionamentos que superam expectativas, promovem satisfação e criam
vínculos emocionais.
Marcas estão diretamente ligadas ao posicionamento escolhido pelas empresas. As
empresas precisam ir além do posicionamento amplo e apresentar a seu mercado um
benefício ou uma razão concreta para a compra. Assim, no mercado automobilístico
a Mercedes detém a posição de "maior prestígio"; a BMW detém a posição de
"melhor desempenho ao volante"; a Hyundai detém a posição de "menor preço"; e a
Volvo detém a posição de "maior segurança".
Na busca por um posicionamento específico, a unidade de negócios deve considerar
as seguintes fontes possíveis:
Posicionamento por atributo: a empresa se posiciona com um certo atributo
ou aspecto (a mais antiga, por exemplo). O posicionamento por aspecto é
normalmente a mais fraca das escolhas, uma vez que não proclama benefício algum;
Posicionamento por benefício: o produto promete um benefício (Volvo, os
carros mais seguros). Os profissionais de marketing trabalham basicamente com o
posicionamento por benefício;
Posicionamento por uso/aplicação: o produto é posicionado com o melhor
para um determinado fim (o tênis que é o melhor para corrida, por exemplo);
Posicionamento por usuário: o produto é posicionado em termos de um
grupo-alvo de usuários (Apple Computers, os melhores para designers gráficos);
Posicionamento contra concorrente: o produto sugere ser diferente ou
melhor que o produto concorrente (a 7 Up denominou-se Uncola, a não-Cola);
Posicionamento por categoria: a empresa pode descrever-se como a líder na
categoria (Kodak siginifica filme/Xerox significa copiadora);
Posicionamento por preço/qualidade: o produto é posicionado em um
determinado nível de qualidade e preço (Chanel 5, perfume de alta qualidade e
preço elevado).
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Wagner Campos
Quarta, 11 de Junho de 2008
Ainda quando adolescente fiz cursos de inglês e espanhol. Foram aproximadamente
dois anos cada um. Não dava para considerar-me um expert, porém sabia que se um
dia precisasse ir ao exterior nos países que exigissem a fluência nesses
idiomas, não passaria fome, conseguiria chegar ao destino desejado em uma
corrida de táxi e também não teria dificuldades em me hospedar.
Quando estamos para ingressar no mercado de trabalho ou buscamos algo mais
significativo alguém sempre nos diz que é importante falarmos fluentemente
outros idiomas. Muitas das empresas em que atuei exigiam fluência em inglês ou
espanhol. No entanto, nunca precisei falar nada em outro idioma a não ser yes,
happy hour, tanks, la garantia soy yo ou hasta la vista.
Um dia em uma empresa de embalagens onde era responsável pela área comercial, e
que nunca exigira fluência em idiomas, "certidão de antecedentes criminais ou
tipo sanguíneo" passei por uma situação cômica. Um dos sócios havia fechado uma
negociação com uma empresa de condimentos de origem chinesa, porém não havia
fornecido detalhes sobre a situação.
O cliente ligou para a empresa tentando confirmar o prazo de entrega e o valor
final da negociação. E o atendimento passou pela portaria, telefonista até
chegar à minha assistente que falou: "É pra você, é gringo e não estou
entendendo nada do que ele está falando". Nada demais, não fosse o fato de o
cliente não falar bulhufas de espanhol, inglês ou português. Até então meu maior
contato com chineses era através de momentos passados em galerias chinesas e
fast foods.
Foi uma conversa muito agradável. Eu perguntava e o cliente respondia: "HUM"...
Silêncio... Eu falava outra coisa... E novamente "HUM"... Silêncio... De
repente, o silêncio foi interrompido por uma gargalhada do chinês. De certo ele
também não estava entendendo o que estávamos tentando fazer ou falar. No fundo
eu podia ouvir outros chineses tentando dar opiniões (não dá para expressar o
tanto que ajudaram). Enquanto eu tentava fazer mímicas ao telefone (como se
ajudasse alguma coisa), de repente ele resolveu dizer algumas poucas palavras
através das quais entramos em um acordo, sendo que eu falava alto e pausadamente
(como se ele fosse surdo). Incrível, no final deu tudo certo. Conseguimos
combinar o valor exatamente, o dia da entrega e até a forma de pagamento. O
departamento todo havia parado de fazer suas atividades, só pra ver meu
sacrifício e dar risada às minhas custas. No final, saí pra galera, campeão.
Semanas seguintes, um italiano entrou em contato para falar sobre a possível
venda de uma máquina. Para variar, o responsável não estava. O "Severino" aqui
foi o "poliglota" responsável mais uma vez. Ironicamente alguns colegas
começaram a sentar-se próximos de mim para ver mais uma proeza. Faltaram apenas
a pipoca e refrigerantes. Depois de doze anos sem praticar outros idiomas
obviamente sabia que não era a pessoa ideal, mas quem não tem cão, caça com
gato, mesmo que seja manco.
Procuramos conversar em inglês, mas os termos técnicos não me ajudavam. Em
seguida, tentamos em espanhol e também não fui muito feliz. Houve momentos em
que eu começava a falar em inglês e terminava em espanhol. No meio da conversa,
entramos em um acordo. Ele iria falar em italiano mesmo e bem pausadamente. Deu
certo. Entendi melhor que inglês e espanhol e consegui passar as informações que
ele desejava, bem como recebi as mesmas adequadamente (pelo menos nada deu
errado).
Tudo bem que freqüentemente precise interpretar alguns textos em inglês e
espanhol por causa da área de atuação e outros cursos de pós-graduação que venho
fazendo. A internet também exige um pouquinho às vezes. A diferença é que tenho
tempo e dicionários para me darem um suporte.
Para conversarmos com estrangeiros é necessário mais que fluência do idioma.
A comunicação exige paciência e interpretação, pois sempre há termos técnicos e
situações que nos pegam de surpresa. Precisamos saber ouvir, interpretar, ler
gestos e assim por diante.
Assim como é difícil obter uma boa comunicação em português, de forma clara e
sem gerar dúvidas, o mesmo ocorrerá em outros idiomas. É nesta hora que o jogo
de cintura e calma poderão fazer a diferença. Nos casos citados, talvez tivesse
sido mais fácil eu pedir desculpas e informar que a pessoa responsável iria
entrar em contato posteriormente. Porém, talvez por isso, também demonstraria
que nem eu, muito menos a empresa teríamos condições de manter relacionamentos
em âmbito internacional, afinal, existiria apenas uma pessoa na organização para
resolver todos os problemas?
Somar esforço, dedicação e bom senso poderão salvar negócios e diferenciá-lo no
mercado. Enquanto tiver certeza que conseguirá atingir o objetivo não poupe
esforços para alcançar suas metas com sucesso, pois nem sempre tudo estará na
ponta da língua.
Mas se falar correntemente alguns idiomas com certeza terá menos apuros. A
falta da fluência poderá não impedir a conclusão da conversa ou negociação, mas
trará muitas dificuldades. Afinal, para bom entendedor meia palavra basta!
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