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Personalidade e o Dinheiro

Quarta, 2 de Janeiro de 2008
Lidar com o dinheiro requer muita atenção. É comprovado que a falta dele, ou de controle financeiro, é considerado um dos principais determinantes do estresse das pessoas. Para aprender a lidar com o dinheiro, primeiramente devemos conhecer a nós mesmos, quais são as preferências, os anseios e os medos que nos movem. Cada pessoa possui uma vivência, uma percepção distinta do mundo e absorve de maneira diferente o que ocorre em sua volta, isso afeta de diversas maneiras a forma como ela  lida com o dinheiro. Verifica-se que existem algumas características comuns, encontradas nas pessoas, através destas características, é possível distinguir como cada pessoa faz isto. Estas características foram agrupadas, destacando-se assim personalidades e suas maneiras de tratar com o dinheiro:

Gastador
Uma pessoa movida por seus anseios, não tem muito controle sobre suas emoções, quando encontra algo que lhe agrada faz de tudo para tê-la. Esta pessoa geralmente tem problemas com o dinheiro, facilmente se encontra endividada no cartão de crédito e com problemas no SPC.

Para minimizar os problemas financeiros, ao encontrar algo que o estimule a gastar, o gastador deve se dar o prazo de uma semana para comprá-lo, na grande maioria das vezes esta prática funcionará, pois evitará o primeiro impulso.

Economizador
Esta pessoa faz de tudo para guardar dinheiro, geralmente possuí uma "gorda" poupança ou, em casos extremos, possuí uma grande quantia guardada em casa. Geralmente não tem problemas financeiros, porém não gosta de gastar e deixa de comprar coisas necessárias em razão disto, pode ter dificuldade com familiares em função de pensar somente em suas necessidades, não gastando com necessidades alheias.

Para evitar dificuldades com familiares a pessoa com esta característica deve se colocar no lugar de outras pessoas e desenvolver a empatia. Pode também verificar no mercado outras opções de investimento, pois está perdendo rendimentos ao deixá-lo parado.

Investidor

O investidor é uma pessoa ativa, procura sempre novas oportunidades para ver seu patrimônio crescer. Se dá bem com as pessoas e sabe quando gastar, quando economizar e quando investir, esta pessoa conhece os fundamentos da administração financeira pessoal.

Pode correr riscos ao desconhecer o mercado, por isso é importante sempre estudar todas as opções disponíveis evitando negócios com risco muito elevado e sem garantia de retorno.

Doador
O doador é uma pessoa muito preocupada com o próximo, sempre disposto a ajudar, mesmo que para isso precise fazer um sacrifício em suas finanças. Esta pessoa é muito bem vista por seus familiares e amigos, geralmente convive com dívidas, porém não é muito preocupado com isso, é uma pessoa despreocupada com o dinheiro.

Esta pessoa deve procurar conhecer-se e pensar um pouco mais em si mesmo, tentando colocar-se em primeiro lugar em sua lista de prioridades, assim é possível que consiga visualizar sua situação e busque formas de se valorizar.

Festeiro
É uma pessoa que precisa estar no centro das atenções, gasta muito com sua beleza, adora participar e organizar eventos, mesmo que para isto ele tenha que pagar do seu bolso. Convive diariamente com dívidas e tenta levar isto tranqüilamente, porém sofre com a imagem de grandeza que tenta criar para os outros.

O festeiro deve procurar ser sincero consigo e com as pessoas a sua volta, mostrando-se como realmente é, o status é uma conseqüência e não pode se tornar uma meta de vida.

Centralizador
O centralizador é uma pessoa que tem necessidade de ter o controle de tudo, principalmente do dinheiro. Geralmente possuí algum tipo de controle e evita entrar no vermelho, conhece seu fluxo financeiro, porém não sabe o que o mercado pode lhe fornecer, por isso gasta praticamente tudo o que ganha.

Para que o centralizador possa melhorar financeiramente é preciso que ele estude as opções de investimento disponível, agindo de forma a diminuir seus gastos e investindo em seu futuro.

As personalidades citadas acima são apenas amostras, pois existem inúmeras características distintas que formam uma personalidade única. As pessoas possuem características de diversos tipos de personalidades, é importante saber qual o peso de cada uma em sua vida, e tentar trabalhar para ser o melhor possível.

Somos hoje, o retrato do que construímos no passado, construímos a cada dia nosso futuro. Faça agora, para que no futuro você seja fruto de suas atitudes e não de sua inatividade.

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Marketing e a Arte de Comunicar

Quinta, 31 de Maio de 2007
Comunicar. Do latim "communicare", o ato de fazer saber; tornar comum; participar; estabelecer ligação; unir; ligar. Desde os mais remotos tempos, o homem sentiu necessidade de comunicar-se com seu semelhante através de códigos, desenhos e gestos, mais tarde organizados em linguagem, retrato de seus hábitos e sua cultura. A velocidade com que as sociedades passam transformações políticas e socioculturais nos dias de hoje é acentuada e visualizada pela disponibilidade de comunicação em tempo real,  possível graças ao desenvolvimento tecnológico. Este deveria ser um fator de interligação entre os povos do mundo, mas nem sempre é.

Para comunicar é preciso primeiramente perceber e aprender. Como seres humanos, percebemos por meio do fluxo de informações que recebemos através de nossos cinco sentidos: visão, audição, olfato, tato e paladar. No entanto, organizamos estas informações sensoriais de maneira individual. Cada pessoa decodifica as informações percebidas de acordo incontáveis fatores. Vivemos hoje em um mundo onde comunicação é instantânea, mas a mesma é decodificada por grupos de pessoas que percebem esta comunicação de acordo com a cultura de seu país. "Pensar globalmente e agir localmente" já é rotina para a maioria das empresas que trabalham com marcas internacionais. Pouquíssimas são as marcas mundiais. Coca-cola, por exemplo, segundo o vice-presidente da Coca-Cola no Brasil, Fernando Mazzarolo, transcendeu qualquer barreira geográfica e tem uma percepção de marca no mundo. E ainda assim , justamente porque se preocupa com o entendimento do mercado local, procura aproximar a marca dos seus consumidores veiculando imagens próximas da realidade de cada povo nas suas campanhas. Não basta que a linguagem seja clara. Não é suficiente que pesquisas de mercado sejam feitas, visando antecipar o comportamento de compra de um determinado mercado. É preciso entender e aprender a formação histórica e cultural de um povo e de um país para poder comunicar-se com ele.

Veicular uma campanha de mídia impressa de uma marca globalizada, onde um dos figurantes senta-se de pernas cruzadas apontando um pé em direção à uma pessoa ao seu lado seria um erro de comunicação fatal na Tailândia, onde o pé é considerado sujo. Tocar a cabeça de uma criança que não seja sua na Malásia, jamais... Três beijinhos na bochecha é o cumprimento na França. Na Alemanha, a intensidade do aperto de mão varia conforme o interesse naquela determinada introdução. O número cinco é um número de azar no Marrocos (nada de marcas com o número cinco então). As nuances culturais e comportamentais variam de país para país, e vão desde a arte de receber, presentear e cumprimentar alguém até hábitos alimentares e sociais: quanto se deve comer ou não. Limpe o prato na China e terá o mesmo repleto até que você deixe um pouquinho para mostrar que está satisfeito. Pule uma refeição na Arábia para mostrar grande apetite quando convidado a jantar, mas não faça o mesmo no Chile.

Há controvérsias. "O mundo está se tornando um mercado comum no qual as pessoas, independentemente de onde morem, desejam o mesmo produto e o mesmo estilo de vida. Empresas globais tem de esquecer diferenças idiossincráticas entre países e culturas e se concentrar em satisfazer seus impulsos universais", disse o prestigiado Professor da Harvard Teodore Levitt em um artigo da Harvard Business Review. Desta forma, segundo ele, as empresas focalizam suas semelhanças nos mercados mundiais e economizam com a padronização de produção, distribuição, marketing e distribuição, o que seria traduzido para o consumidor em produtos de melhor qualidade a preços menores.

A informação está disponível globalmente. Mas se a comunicação do produto ao mercado for padronizada, não atingirá a alma de um povo. A mesma tecnologia que cria, velozmente transforma produtos inovadores em commodities. Hoje não é suficiente atingir a maior fatia de mercado. Para crescer é preciso buscar a ligação emocional com o consumidor. "Market share" se estabelece com "Mind share" e cresce com "Heart share". Segundo a revista Exame, o maior fator em comum para as empresas que foram consideradas as melhores para se trabalhar é a comunicação entre os funcionários de todos os escalões e o entendimento do processo que faz a empresa acontecer como um todo. Motivação e empenho estão diretamente ligados ao grau de informação que os funcionários tem. É isto que faz um funcionário participar e "vestir a camisa". Estabelecer ligação. Unir. Comunicar.

Empresas podem estabelecer-se e crescer no mercado. Para fazer o mesmo com o cliente e comunicar-se com ele é preciso entendê-lo nas suas diferenças. A mídia pode ser globalizada. A marca pode ser internacionalmente aceita. A comunicação com o

cliente não. Ela deve ser estudada, adaptada e revista, afinal, estamos falando de territórios de indubitável complexidade: a mente e o coração.
Maria Cecilia Trannin é Consultora da Unità Franchising e Professora da Escola Superior Cândido Mendes

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Nos EUA, corrida do etanol lembra 'febre' da internet

Terça, 29 de Maio de 2007
O governo americano subitamente parece ter aderido ao negócio da promoção de energias alternativas. Na semana passada, o prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, anunciou que a frota de táxis da cidade será convertida para modelos "flex" em 2012. No discurso do State of the Union deste ano, o presidente George W. Bush anunciou ao país a substituição de 20% de gasolina por etanol ao longo dos próximos dez anos.

O discurso do governo é respaldado por ação e política. O governo federal oferece um crédito fiscal de US$ 0,51 por galão para produtores de etanol e mantém uma tarifa de US$ 0,54 por galão sobre o etanol importado do Brasil.

O setor privado está reagindo com entusiasmo, incentivando a construção de fazendas de vento, painéis solares e usinas de etanol. A Associação de Combustíveis Renováveis, sediada em Washington e focada na indústria do etanol, declarou que 85 projetos ligados ao etanol agora em construção mais do que duplicariam a capacidade de produção do país até o fim de 2008.

Muitos dos mesmos investidores de risco que financiaram promissoras empresas de internet sediadas na Califórnia na década de 90 agora estão financiando novas empresas de energia alternativa também promissoras e também sediadas na Califórnia.

"Existe neste momento um boom das tecnologias alternativas novas e renováveis, e isso não estaria acontecendo sem a mistura de incentivos, regulamentações, subsídios e outros ingredientes afins", disse Daniel Yergin, presidente da Cambridge Energy Research Associates.

Esses "booms" podem se tornar bolhas (ou negócios especulativos), sobretudo quando investidores de risco de fato se arriscam. Estaria o governo incentivando a formação de uma bolha de energia alternativa? E se estivesse, isso seria tão ruim assim?

Subsídios

Os subsídios parecem um retrato típico de distorção de mercado. E a fundamentação econômica contra eles é simples. "Achamos que a confiança nas forças de mercado é a melhor maneira de satisfazer qualquer necessidade crescente de combustível e que qualquer política deve oferecer a todos a possibilidade de competir com igualdade em todas as modalidades", declarou Rayola Dougher, analista de economia sênior do Instituto Americano do Petróleo.

Entretanto, o governo americano vem há tempos subsidiando novas tecnologias."Acho que o incentivo do governo ao etanol equivale ao de governos anteriores que levaram a energia elétrica à zona rural dos EUA ou contribuíram para a construção de ferrovias transcontinentais", disse Matt Hartwig, diretor de comunicações da Associação de Combustíveis Renováveis. "O governo preparava o terreno e depois que tudo estava disponível, o setor privado assumia".

Pé de igualdade

Alguns especialistas afirmam que acreditam que o governo deve incentivar energias alternativas porque a competição está longe de acontecer em pé de igualdade. "Todo o setor de energia alternativa ainda está engatinhando e competindo contra um setor de petróleo sólido e rico", declarou John M. Urbanchuk, diretor da empresa de consultoria LECG, sediada em Wayne, Pa.

A grande crítica lançada à energia alternativa é que, mesmo com o apoio do governo, ela ainda é mais cara do que muitas fontes tradicionais de energia. Mas seus defensores argumentam que a mera comparação do custo de geração de eletricidade por combustão de carvão com o custo de geração de eletricidade pela captura de raios solares não basta.

O consumo de energia resulta em outros custos sociais que são difíceis de quantificar. Por exemplo, usar gasolina em vez de etanol significa que os Estados Unidos exportam dólares para governos não amistosos, como o da Venezuela.

Arrancada dos biocombustíveis

Ao mesmo tempo, um relatório recente do Barclays Capital sugeriu que a arrancada dos biocombustíveis está fazendo com que as empresas retardem a criação de mais capacidade para refinamento de petróleo. A falta de capacidade de reserva para o refinamento é um dos fatores responsáveis pelo elevado preço da gasolina.

E a história ensina que as bolhas podem deixar um legado de grande quantidade de infra-estrutura e inovação comercial úteis. Empresas como a Global Crossing e a WorldCom pode ter fracassado, mas os cabos de fibra ótica que elas instalaram ajudaram empresas como o Google. Muitas usinas de etanol e fabricantes de painéis solares podem fracassar como investimentos, mas suas inovações poderiam beneficiar a economia.

Há outro importante fator que ocorre durante essas febres de entusiasmo de investidores. O dinheiro gasto em publicidade e promoção desenvolve a conscientização do público e estimula a demanda do consumidor. Isso já está começando a acontecer à medida que os clientes de serviços públicos optam por energia verde e o Wal-Mart promove lâmpadas fluorescentes compactas aos milhões.

Fonte: G1

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Integração vertical

Terça, 27 de Março de 2007
No microeconomics e na gerência estratégica, a integração vertical do termo descreve um estilo da posse e do controle. O grau a que uma firma possui seus fornecedores rio acima e seus compradores downstream determina como integrado verticalmente lhe é. As companhias verticalmente integradas são unidas com uma hierarquia e compartilham de um proprietário comum. Geralmente cada membro da hierarquia produz um produto ou um serviço diferente, e os produtos combinam para satisfer a uma necessidade comum. É contrastada com integração horizontal. A integração vertical é um método de evitar o problema do hold-up. Um monopólio produziu com a integração vertical é chamado um monopólio vertical, embora pudesse ser mais apropriado falar deste como algum formulário do cartel.

Um do mais adiantada, os exemplos os maiores e os mais famosos da integração vertical era a companhia de aço de Carnegie. A companhia controlou não somente os moinhos onde o aço era manufactured, mas também as minas onde o minério de ferro foi extraído, as minas de carvão que forneceram o carvão, os navios que transportaram o minério de ferro e as estradas de ferro que transportaram o carvão à fábrica, os fornos de coke onde o carvão coked, etc.. Mais tarde sobre, Carnegie estabeleceu mesmo um instituto mais altamente da aprendizagem ensinar os processos de aço à geração seguinte.

três tipos

A integração vertical é o grau a que uma firma possui seus fornecedores rio acima e seus compradores downstream. O contrário à integração horizontal, que é uma consolidação de muitas firmas que seguram a mesma parte do processo de produção, integração vertical typified por uma firma acoplada em aspectos diferentes da produção (por exemplo materiais crus, manufacturing crescentes, transportar, marketing, e/ou vender a varejo).

Há três variedades: a integração vertical (rio acima) inversa, envía a integração vertical (downstream), e a integração vertical (horizontal) balançada.

* Na integração vertical inversa, a companhia ajusta acima as subsidiárias que produzem algumas das entradas usadas na produção de seus produtos. Para o exemplo, uma companhia do automóvel pode possuir uma companhia do pneu, uma companhia de vidro, e uma companhia do metal. O controle destas três subsidiárias é pretendido criar uma fonte estável das entradas e assegurar uma qualidade consistente em seu produto final. Era a aproximação principal do negócio de Ford e de outras companhias de carro nos 1920s, que procuraram minimizar custos centralizando a produção dos carros e das peças do carro.

* Na integração vertical para diante, a companhia ajusta acima as subsidiárias que distribuem ou os produtos do mercado aos clientes ou usa os produtos eles mesmos. Um exemplo deste é um estúdio do filme que possua também uma corrente dos teatros.

* Em integração vertical equilibrada, a companhia ajusta acima as subsidiárias que as forneça com as entradas e o distribua suas saídas.

Ele meios, usando McDonald como um exemplo, que possuiriam as fazendas onde levantam as vacas e as galinhas, as batatas e o trigo. Possuiriam a planta que processa tudo e o gira toda no alimento, nos centros de distribuição para cada área, e nos varejistas do alimento rápido.

exemplos

indústria de óleo

Um dos mais melhores exemplos de companhias verticalmente integradas é a indústria de óleo. As companhias de óleo, multinacionais (como ExxonMobil, o escudo holandês real, ou o BP) e o nacional (por exemplo Petronas) adotam frequentemente uma estrutura verticalmente integrada. Isto significa que são ativa toda a maneira ao longo da corrente de fonte de encontrar depósitos de óleo cru, de perfurar e de extrair o petróleo bruto, transportando o em torno do mundo, refinando o em produtos de petróleo tais como Petrol/Gasoline, a distribuir o combustível às estações de varejo companhia-possuídas, onde é vendido aos consumidores.

Apple Inc.

Apple é um de poucos negócios verticalmente integrados no setor da tecnologia de informação. A companhia projeta a ferragem de computador, os acessórios, o sistema operando-se e o muito do software próprio. A produção, entretanto, foi transferida aos fornecedores especializados tais como Foxconn, que manufatura também a ferragem de computador para outras companhias. Este arranjo é similar àquele de a maioria de companhias high-tech hoje. Embora não mais por muito tempo participando no processo de manufacturing real, Apple tem estabelecido recentemente uma corrente de tomadas de varejo do upscale do elevado-perfil, estabelecendo um tipo de integração vertical para diante que se assegura de que retenha alguma medida do controle sobre suas imagem de produto e estratégia do marketing.

AT&T antes de 1996 e de 1984

do sistema de Bell, o AT&T foi estruturado como 22 companhias operando-se de Bell, uma divisão da pesquisa, laboratórios de Bell, as linhas longas divisão, e sua divisão de manufacturing, elétrico ocidental. Os laboratórios de Bell pesquisaram tecnologias novas, tais como marcar touch-tone, serviço do dataphone, serviço do picturePhone, switching eletrônico, o sistema operando-se de UNIX, e o transistor. Os produtos manufactured elétricos ocidentais baseados na pesquisa dos laboratórios de Bell, e as companhias operando-se de Bell desdobraram aqueles produtos ao campo. Após AT&T 1984 possuído não mais por muito tempo as companhias operando-se de Bell, porém remanesceu integrado verticalmente com as linhas, os laboratórios de Bell, e as operações de manufacturing longos. Em AT&T 1996 divested de laboratórios de Bell e manufacturing porque aquelas divisões perdiam o negócio porque os concorrentes às operações da rede do AT&T eram frequentemente hesitant comprar o equipamento do AT&T.

indústria de retrato de movimento antes dos 1950s

Para a maioria da idade dourada de Hollywood, a indústria de retrato de movimento foi dominada pelos estúdios que controlado não somente a produção das películas, mas controlado também sua distribuição através dos estados unidos e no exterior e das correntes grandes possuídas dos teatros. Isto foi terminado com o exemplo de Paramount de 1948, em que os estúdios foram forçados para vender suas correntes do teatro.