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Superação: Luzes e Caminhos

Segunda, 1 de Setembro de 2008
Pensa-se muito sobre o significado da palavra “superação”, afinal nossos sonhos do dia a dia sempre se encontram direcionados para melhorias do que somos. Pelo encontrar de caminhos, novas conquistas e adições de valores ao que gostaríamos de ser, pelo rumo ao desenvolvimento de um equilíbrio, que nos complete como pessoas e como executores.

Talvez nesse sentido vale ressaltar que o estar bem, nem sempre significa gostar ou se satisfazer com o estágio atingido e esse é um fator que impulsiona a maioria humana pela absorção e uso do conhecimento.

As luzes dos caminhos, não retratam homens, nem mulheres. As verdadeiras qualidades dos que avançam ultrapassam os limites que nós mesmos delimitamos como padrões formadores da própria satisfação.

O mundo no qual nos encontramos sempre será uma oportunidade maior e mais consciente para os que estão chegando, desde que não deixemos de lado a nossa própria importância estendida, como seres evolutivos, muito acima de máquinas ou meios facilitadores, e muito mais próximos das atitudes que alimentam a própria definição do que seria um mundo sustentável e solidário.

Sabemos que a busca que tentamos ontem, continuará hoje, e se repetirá amanhã, depois e depois. Mas que tudo isso seja ampliado acima das necessidades que garantam qualidade e sobrevivência, algo que aproxime as distancias espirituais das materiais, que reduza o conceito do poder pela influencia das riquezas e valorize novas lideranças, dotadas de paz, distantes dos preconceitos, e dos atos da ignorância.

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OS SETE HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES

Terça, 29 de Julho de 2008
Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes - escrito por Stephen R. Covey - é um dos melhores livros que já li, e continuo relendo, além de A Lei do Triunfo, escrito por Napoleon Hill. Ambos retratam a missão de dois seres especiais que dedicaram parte da sua existência para produzir uma filosofia de vida para o bem da humanidade. Stephen Covey continua dedicando.

Por conta do exemplo desses seres especiais, assumi um compromisso de vida comigo mesmo, o de produzir algo semelhante, em forma de livro, além continuar seguindo inabalável com a minha missão de vida: semear conhecimento para o maior número de pessoas possível, por meio de bons exemplos, disciplina, otimismo e consideração pelo próximo.

Quando li os Sete Hábitos pela primeira vez não dei muita importância e considerei-o uma espécie de auto-ajuda sofisticada, porém difícil de ser praticada num mundo essencialmente dominado pela propaganda de massa, o que os outros querem que você pense, responsável pelo consumo de massa, o que as propagandas induzem você a comer, beber e comprar em larga escala.OS SETE HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES

Como o próprio Stephen R. Covey declarou, em depoimento ao final do livro, não é fácil praticar os sete hábitos, mas é necessário tentar. A filosofia de vida pregada por ele trata basicamente da evolução interior, algo que somente o tempo será capaz de proporcionar em razão de todas as dificuldades vividas por conta da história pessoal de cada ser humano – modelos mentais carregados desde a mais tenra infância.

O fato é que o livro semeia conhecimento em todos os capítulos, porém abre uma reflexão em torno do que é possível praticar a partir de determinada fase da nossa existência. O próprio conceito da palavra eficaz ainda gera dúvidas para quem não tem muita familiaridade com ele. Segundo o Aurélio, ser eficaz é produzir o efeito desejado, dar bom resultado, agir com eficiência.

Isso não vale apenas para o mundo dos negócios. Aliás, começa no universo particular de cada um, por conta do comportamento, da postura e da sua maneira de julgar ou prejulgar o mundo ao seu redor. Você não consegue ser uma pessoa exemplar no trabalho e uma pessoa hipócrita em casa. Quando isso ocorre, existe normalmente o que os psicólogos chamam de desvio de conduta e eu chamo de falta de integridade.

Integridade nada mais do que é a correspondência mais próxima possível entre os seus valores e a sua conduta, portanto, se existe essa cumplicidade, não há o que temer. De maneira acentuada, o livro conduz a essa percepção, no campo pessoal e no campo profissional. A decisão de praticar os sete hábitos e a execução propriamente dita fica por conta do interesse pessoal de cada um.

O pensamento de Covey está baseando em sete hábitos (ou princípios) fundamentais. Antes de praticá-los é necessário entendê-los e, nesse sentido, vou compartilhar o meu entendimento sobre eles com o leitor de maneira que, juntos, possamos construir um mundo melhor.

Espero que você tome isso como um propósito a ser seguido a fim de melhorar o seu próprio desempenho e o das pessoas ao seu redor. De nada adianta o conhecimento se não for aplicado em nossa vida pessoal e profissional. De acordo com o poeta inglês T. S. Eliot, "Não devemos parar de explorar. E o fim de nossa exploração será chegar ao ponto de partida e ver o lugar pela primeira vez." Vamos aos princípios.

1- Seja proativo: proatividade significa muito mais do que tomar iniciativa ou ter uma atitude mental positiva considerando que o nosso comportamento resulta de decisões tomadas e não das condições externas. O ser proativo reage antecipadamente aos problemas e não se intimida quando eles são inevitáveis.

2 - Comece com o objetivo em mente: além da proatividade, problemas são resolvidos mais facilmente quando se tem um objetivo de vida. A concentração do foco na sua missão de vida elimina qualquer possibilidade de os problemas dominarem a sua vida.

3 - Primeiro o mais importante: as coisas mais importantes não devem ficar à mercê das coisas menos importantes, afirmava Goethe, o grande poeta alemão, portanto, saber priorizar o que vale a pena e o que suga menos energia é o desafio para se atingir resultados com maior eficácia.

4 - Pense ganha/ganha: é um estado de espírito que busca o benefício mútuo em todas as interações humanas. Os acordos e as soluções são mutuamente benéficos e satisfatórios quando todas as partes se sentem bem com a decisão e comprometidas com o plano de ação.

5 - Primeiro compreender, depois ser compreendido: somos criaturas essencialmente egoístas. O que vale para nós não precisa necessariamente valer para as outras pessoas. Compreender primeiro implica uma mudança profunda de paradigma, segundo Covey. Os problemas são comuns, mudam apenas de endereço, portanto, quanto mais você entender o próximo, mas ajudará a si mesmo.

6 - Crie sinergia: a sinergia é a essência da liderança baseada em princípios. Ela catalisa, unifica e libera os poderes existentes dentro das pessoas. O todo é sempre maior do que a soma das partes, independentemente das diferenças físicas e de pensamento existentes. O espírito de equipe, o time, o trabalho em grupo, ou seja, o todo é que faz a diferença.

7 - Afine o instrumento: compreende quatro dimensões - física, espiritual, social/emocional e mental. Afinar o instrumento significa exercitar as quatro dimensões com regularidade e consistência, de forma equilibrada e sensata. É o investimento que se deve fazer no próprio corpo e na mente mediante exercícios, leitura de bons livros, reflexões, alimentação saudável e o profundo desejo de crescer pessoal e profissionalmente.

Mais importante do que ler e ouvir falar dos princípios é incorporá-los na sua vida até o fim dos seus dias. Nossa autoconsciência diz que devemos escolher entre valores e princípios segundo os quais viveremos. Educar a consciência exige esforço considerável, concentração imensa, muita disciplina e uma vida centrada na integridade.

Viver os sete hábitos é uma luta constante consigo mesmo. É natural que o ser humano vacile, por determinado momento, com relação a um ou outro. O sucesso não está na conquista, mas na proatividade, na tentativa, na esperança, na contribuição, no sentido de realização. Para conquistar a felicidade, seus filhos, amigos e colegas de trabalho não precisam perder a deles.

As palavras de Dag Hammarskhöld, estadista sueco, encerram a lição de hoje: "você não pode brincar com o animal dentro de si sem se tornar um animal completo, flertar com a falsidade sem destruir seu direito à verdade, envolver-se com a crueldade sem perder a sensibilidade da mente. Quem quer manter o jardim bonito não guarda um canto para ervas daninhas". Pense nisso e seja feliz.

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O Valor da Marca

Quinta, 31 de Maio de 2007
Marca é uma palavra germânica, originária da Suábia, região da Europa no séc. XVI. Seu significado pode ser obtido através do verbete a seguir, de acordo com Ferreira (1975, p. 887).

Marca. [Do suevo *marka, ou dev. De marcar.] S.f. [...] 2. Sinal que se faz num objeto para reconhecê-lo: Pôs uma marca nos embrulhos. 3. Desenho ou etiqueta de produtos industriais:A m a r c a desta seda são três estrelas. 4. Categoria, espécie, tipo: esta é a m a r c a preferida de café pelo mercado externo. [...] De marca. 1. De qualidade; de importância; marcante; personalidade de marca.

Através de seu verbete podem ser extraídas características e funções relevantes da marca como a consciência cultural de propriedade e comercialização de produtos, além da associação da marca com o valor, através do termo cultural de marca.

Alguns dos significados de marca encontrados no verbete anteriormente citado são abordados por autores, como Kotler (2000). A marca, segundo ele, pode ser nome, termo, símbolo, desenho, ou mesmo a combinação desses elementos que têm a importante função de identificar bens ou serviços de uma empresa com o objetivo de diferenciá-los da concorrência. Em conformidade, Aaker (1998) afirma que

uma marca é um nome diferenciado e/ou símbolo (tal como um logotipo, marca registrada, ou desenho de embalagem) destinado a identificar os bens ou serviços de um vendedor ou de um grupo de vendedores e a diferenciar esses bens e serviços daqueles dos concorrentes. Assim, uma marca sinaliza ao consumidor a origem do produto e protege, tanto o consumidor quanto o fabricante, dos concorrentes que oferecem produtos que pareçam idênticos (AAKER,1998, p. 7).

A marca, portanto, está atrelada, principalmente, às funções de identificar e diferenciar produtos e serviços dos concorrentes, com o objetivo de resguardar seus valores intrínsecos.

Na Antigüidade, as mercadorias eram distinguidas por sinetes, selos, siglas e símbolos. Na Grécia, as cargas de interesse especial eram anunciadas a viva voz por arautos. Os romanos escreviam mensagens com endereços de pontos-de-venda de calçados e vinhos, e a pintura auxiliava aos analfabetos a identificarem os comerciantes e o que eles vendiam. Na Idade Média, as corporações e ofícios de mercadores adotaram o uso de marcar como procedimento para controlar a quantidade e a qualidade do que era produzido.

Com a adoção das trademarks foram adotadas medidas para o ajuste da produção com a demanda do mercado. No século XI, as marcas individuais tornaram-se obrigatórias, adquirindo sentido comercial (PINHO, 1996). No começo do século XVI, os barris de madeira, transportados pelas destilarias, traziam gravado a fogo o nome do produtor, evitando a substituição por produto mais barato (AAKER, 2000).

No início do século XX, devido ao sucesso de marcas lançadas pelas indústrias e divulgadas intensamente pela publicidade comercial, cooperativas, organismos oficiais e grupos econômicos estimularam-se a criarem e divulgarem suas marcas. A crise de 1929 deslocou a publicidade de produtos e marcas para uma forte concorrência de preços. Após a Segunda Guerra Mundial, surgiu uma nova era do marketing na qual as marcas estabeleceram expressões da economia moderna por meio do uso de instrumentos da comunicação mercadológica (PINHO, 1996).

O marketing moderno enfoca a criação de marcas diferenciadas, lembrando que hoje a construção de marcas é mais difícil do que no passado, devido ao custo da propaganda e à competitividade pela multiplicação do número dessas marcas. Só nos supermercados, por exemplo, são lançadas três mil marcas todos os anos (AAKER, 1998).

Ries e Trout (2002) retratam um problema cujas conseqüências acabam por afetar marcas de forma generalizada: o excesso de comunicação na sociedade. São veículos, meios de comunicação, ações de marketing e propaganda crescendo em volume, enquanto a capacidade do homem em absorver tais informações continua limitada. Esse cenário maniqueísta resulta na progressiva ineficácia destas ações, ou mesmo no exagero crescente da utilização da propaganda para expor grande volume de informações.

Autor: Frederico Rafael Vargas Rocha
Fonte: http://portaldomarketing.com.br/Artigos/valordamarca.htm

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O QUE SÃO INDICADORES SOCIAIS?

Terça, 1 de Maio de 2007
Indicadores Sociais são estatísticas sobre aspectos da vida de uma nação que, em conjunto, retratam o estado social dessa nação e permitem conhecer o seu nível de desenvolvimento social. Os Indicadores Sociais constituem um sistema , isto é, para que tenham sentido, é preciso que sejam vistos uns em relação aos outros, como elementos de um mesmo conjunto.

A escolha dos aspectos que retratam o estado social de uma nação é uma tarefa difícil, porque depende de acordo entre o governo, políticos em geral e a sociedade organizada ( sindicatos, associações de moradores, associações de classe, grupos religiosos, dentre outros) sobre os critérios mais importantes para se fazer esta escolha. Por exemplo, você pode achar que o mais importante para se dizer que um país está se desenvolvendo é a quantidade de exportações que ele realiza; um amigo seu pode achar que o aumento do número de trabalhadores é que indica o progresso da nação.

Hoje em dia, porém, como já existe um consenso sobre os critérios de seleção dos aspectos que melhor retratam o estado social de uma nação, já se pode falar de um conjunto mínimo de Indicadores Sociais. Tal conjunto é composto por informações sobre as características da população, sobre a dinâmica demográfica, sobre trabalho e rendimento; sobre saúde, justiça e segurança pública, educação e condições de vida das famílias.