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OS SETE HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES

Terça, 29 de Julho de 2008
Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes - escrito por Stephen R. Covey - é um dos melhores livros que já li, e continuo relendo, além de A Lei do Triunfo, escrito por Napoleon Hill. Ambos retratam a missão de dois seres especiais que dedicaram parte da sua existência para produzir uma filosofia de vida para o bem da humanidade. Stephen Covey continua dedicando.

Por conta do exemplo desses seres especiais, assumi um compromisso de vida comigo mesmo, o de produzir algo semelhante, em forma de livro, além continuar seguindo inabalável com a minha missão de vida: semear conhecimento para o maior número de pessoas possível, por meio de bons exemplos, disciplina, otimismo e consideração pelo próximo.

Quando li os Sete Hábitos pela primeira vez não dei muita importância e considerei-o uma espécie de auto-ajuda sofisticada, porém difícil de ser praticada num mundo essencialmente dominado pela propaganda de massa, o que os outros querem que você pense, responsável pelo consumo de massa, o que as propagandas induzem você a comer, beber e comprar em larga escala.OS SETE HÁBITOS DAS PESSOAS ALTAMENTE EFICAZES

Como o próprio Stephen R. Covey declarou, em depoimento ao final do livro, não é fácil praticar os sete hábitos, mas é necessário tentar. A filosofia de vida pregada por ele trata basicamente da evolução interior, algo que somente o tempo será capaz de proporcionar em razão de todas as dificuldades vividas por conta da história pessoal de cada ser humano – modelos mentais carregados desde a mais tenra infância.

O fato é que o livro semeia conhecimento em todos os capítulos, porém abre uma reflexão em torno do que é possível praticar a partir de determinada fase da nossa existência. O próprio conceito da palavra eficaz ainda gera dúvidas para quem não tem muita familiaridade com ele. Segundo o Aurélio, ser eficaz é produzir o efeito desejado, dar bom resultado, agir com eficiência.

Isso não vale apenas para o mundo dos negócios. Aliás, começa no universo particular de cada um, por conta do comportamento, da postura e da sua maneira de julgar ou prejulgar o mundo ao seu redor. Você não consegue ser uma pessoa exemplar no trabalho e uma pessoa hipócrita em casa. Quando isso ocorre, existe normalmente o que os psicólogos chamam de desvio de conduta e eu chamo de falta de integridade.

Integridade nada mais do que é a correspondência mais próxima possível entre os seus valores e a sua conduta, portanto, se existe essa cumplicidade, não há o que temer. De maneira acentuada, o livro conduz a essa percepção, no campo pessoal e no campo profissional. A decisão de praticar os sete hábitos e a execução propriamente dita fica por conta do interesse pessoal de cada um.

O pensamento de Covey está baseando em sete hábitos (ou princípios) fundamentais. Antes de praticá-los é necessário entendê-los e, nesse sentido, vou compartilhar o meu entendimento sobre eles com o leitor de maneira que, juntos, possamos construir um mundo melhor.

Espero que você tome isso como um propósito a ser seguido a fim de melhorar o seu próprio desempenho e o das pessoas ao seu redor. De nada adianta o conhecimento se não for aplicado em nossa vida pessoal e profissional. De acordo com o poeta inglês T. S. Eliot, "Não devemos parar de explorar. E o fim de nossa exploração será chegar ao ponto de partida e ver o lugar pela primeira vez." Vamos aos princípios.

1- Seja proativo: proatividade significa muito mais do que tomar iniciativa ou ter uma atitude mental positiva considerando que o nosso comportamento resulta de decisões tomadas e não das condições externas. O ser proativo reage antecipadamente aos problemas e não se intimida quando eles são inevitáveis.

2 - Comece com o objetivo em mente: além da proatividade, problemas são resolvidos mais facilmente quando se tem um objetivo de vida. A concentração do foco na sua missão de vida elimina qualquer possibilidade de os problemas dominarem a sua vida.

3 - Primeiro o mais importante: as coisas mais importantes não devem ficar à mercê das coisas menos importantes, afirmava Goethe, o grande poeta alemão, portanto, saber priorizar o que vale a pena e o que suga menos energia é o desafio para se atingir resultados com maior eficácia.

4 - Pense ganha/ganha: é um estado de espírito que busca o benefício mútuo em todas as interações humanas. Os acordos e as soluções são mutuamente benéficos e satisfatórios quando todas as partes se sentem bem com a decisão e comprometidas com o plano de ação.

5 - Primeiro compreender, depois ser compreendido: somos criaturas essencialmente egoístas. O que vale para nós não precisa necessariamente valer para as outras pessoas. Compreender primeiro implica uma mudança profunda de paradigma, segundo Covey. Os problemas são comuns, mudam apenas de endereço, portanto, quanto mais você entender o próximo, mas ajudará a si mesmo.

6 - Crie sinergia: a sinergia é a essência da liderança baseada em princípios. Ela catalisa, unifica e libera os poderes existentes dentro das pessoas. O todo é sempre maior do que a soma das partes, independentemente das diferenças físicas e de pensamento existentes. O espírito de equipe, o time, o trabalho em grupo, ou seja, o todo é que faz a diferença.

7 - Afine o instrumento: compreende quatro dimensões - física, espiritual, social/emocional e mental. Afinar o instrumento significa exercitar as quatro dimensões com regularidade e consistência, de forma equilibrada e sensata. É o investimento que se deve fazer no próprio corpo e na mente mediante exercícios, leitura de bons livros, reflexões, alimentação saudável e o profundo desejo de crescer pessoal e profissionalmente.

Mais importante do que ler e ouvir falar dos princípios é incorporá-los na sua vida até o fim dos seus dias. Nossa autoconsciência diz que devemos escolher entre valores e princípios segundo os quais viveremos. Educar a consciência exige esforço considerável, concentração imensa, muita disciplina e uma vida centrada na integridade.

Viver os sete hábitos é uma luta constante consigo mesmo. É natural que o ser humano vacile, por determinado momento, com relação a um ou outro. O sucesso não está na conquista, mas na proatividade, na tentativa, na esperança, na contribuição, no sentido de realização. Para conquistar a felicidade, seus filhos, amigos e colegas de trabalho não precisam perder a deles.

As palavras de Dag Hammarskhöld, estadista sueco, encerram a lição de hoje: "você não pode brincar com o animal dentro de si sem se tornar um animal completo, flertar com a falsidade sem destruir seu direito à verdade, envolver-se com a crueldade sem perder a sensibilidade da mente. Quem quer manter o jardim bonito não guarda um canto para ervas daninhas". Pense nisso e seja feliz.

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POSICIONAMENTO DE MARCA

Quinta, 26 de Junho de 2008
Na semana anterior, apresentei minha definição de marca: Marca é a integração entre a essência da empresa, seu trabalho, suas pessoas, sua estrutura, seus produtos e unidades de negócios, formando uma identidade definida e consistente, capaz de transmitir a todos que com ela se relacionam, a sua origem, suas crenças, seus propósitos e seus compromissos. A transmissão desses valores, por meio das mais diversas manifestações, compõe na mente dos envolvidos nessa dinâmica, uma soma de experiências, percepções e sentimentos, que resulta em um valioso ponto de referência nesse ambiente de interação e, justamente por isso, estabelece relacionamentos que superam expectativas, promovem satisfação e criam vínculos emocionais.

Marcas estão diretamente ligadas ao posicionamento escolhido pelas empresas. As empresas precisam ir além do posicionamento amplo e apresentar a seu mercado um benefício ou uma razão concreta para a compra. Assim, no mercado automobilístico a Mercedes detém a posição de "maior prestígio"; a BMW detém a posição de "melhor desempenho ao volante"; a Hyundai detém a posição de "menor preço"; e a Volvo detém a posição de "maior segurança".

Na busca por um posicionamento específico, a unidade de negócios deve considerar as seguintes fontes possíveis:

Posicionamento por atributo: a empresa se posiciona com um certo atributo ou aspecto (a mais antiga, por exemplo). O posicionamento por aspecto é normalmente a mais fraca das escolhas, uma vez que não proclama benefício algum;

Posicionamento por benefício: o produto promete um benefício (Volvo, os carros mais seguros). Os profissionais de marketing trabalham basicamente com o posicionamento por benefício;

Posicionamento por uso/aplicação: o produto é posicionado com o melhor para um determinado fim (o tênis que é o melhor para corrida, por exemplo);

Posicionamento por usuário: o produto é posicionado em termos de um grupo-alvo de usuários (Apple Computers, os melhores para designers gráficos);

Posicionamento contra concorrente: o produto sugere ser diferente ou melhor que o produto concorrente (a 7 Up denominou-se Uncola, a não-Cola);

Posicionamento por categoria: a empresa pode descrever-se como a líder na categoria (Kodak siginifica filme/Xerox significa copiadora);

Posicionamento por preço/qualidade: o produto é posicionado em um determinado nível de qualidade e preço (Chanel 5, perfume de alta qualidade e preço elevado).

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O QUE É MARCA? PARTE II

Quinta, 19 de Junho de 2008
Na semana anterior, falei sobre marca. Uma abordagem a partir mudanças que ocorreram e continuam acontecendo na sociedade ao longo dos últimos anos, influenciando nossas vidas em todos os aspectos, provocando, também, mudanças na forma de atuação das empresas em um ambiente tão mutável e imprevisível.

Conceitos tidos como fundamentos de gestão, tradicionalmente aplicados, estão sendo revistos e interpretados com muito cuidado; hábitos, percepções e atributos considerados importantes pelos consumidores mudaram radicalmente; a velocidade com que as informações transitam de um continente a outro influenciam de maneira altamente relevante mercados e economias, provocando as mais variadas oscilações de consumo.

Nesse cenário tão turbulento, surge uma necessidade primordial para as organizações: estabelecer relacionamentos estáveis, que superem as expectativas, gerem satisfação e criem vínculos sentimentais, com toda a cadeia de relações existentes entre a empresa e seus colaboradores, distribuidores, fornecedores, consumidores e todos que possam, de alguma forma, contribuir para que o ciclo de produção se sustente e se renove.

Para isso, porém, é preciso haver um ponto de referência entre a empresa e sua dinâmica de relações. Essa referência é a marca.

Marca não mais entendida com um simples recurso de marketing, mas como um ativo estratégico da organização - justamente por ser, ao mesmo tempo, intangível e o mais valioso que qualquer empresa pode possuir -, capaz de dar suporte às mudanças e refletir, como nenhum outro, sua essência: visão de mundo e de negócios, missão e valores.

Um ativo capaz de criar valor para todas as partes envolvidas na cadeia de relações entre a organização e a comunidade, para que elas se identifiquem com esse caráter, percebendo a importância dessa interação e passando a expandir o ambiente de criação e renovação de seu valor. A marca deve, portanto, ser encarada como uma filosofia de gestão desses valores para tornar-se referência na construção de relacionamentos estáveis.

Minha definição de marca, dessa forma, seria assim: Marca é a integração entre a essência da empresa, seu trabalho, suas pessoas, sua estrutura, seus produtos e unidades de negócios, formando uma identidade definida e consistente, capaz de transmitir a todos que com ela se relacionam, a sua origem, suas crenças, seus propósitos e seus compromissos. A transmissão desses valores, por meio das mais diversas manifestações, compõe na mente dos envolvidos nessa dinâmica, uma soma de experiências, percepções e sentimentos, que resulta em um valioso ponto de referência nesse ambiente de interação e, justamente por isso, estabelece relacionamentos que superam expectativas, promovem satisfação e criam vínculos emocionais.

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A DEPENDÊNCIA QUÍMICA NO MUNDO CORPORATIVO

Sexta, 30 de Maio de 2008
Imagine os prejuízos, tanto os materiais como os de imagem, que as empresas sofrem a cada vez que algum de seus líderes ou colaboradores acende um cigarro. Fatores como distração, perdas de tempo, desconcentração, ausências por problemas de saúde e risco de incêndio, entre outros, além dos inevitáveis confrontos entre o grupo dos fumantes e o dos não fumantes, acabam por promover um verdadeiro "racha" dentro da organização. Então será possível imaginar também o tamanho do estrago provocado pelo consumo do álcool e das drogas nas empresas.

No atual mundo globalizado em que vivemos, a necessidade de resultado nas empresas impõe uma pressão cada vez maior sobre os empreendedores, líderes e colaboradores. Tão forte que, muitos, principalmente entre os integrantes dos dois últimos grupos, são induzidos a novos hábitos não aconselháveis, tendo em vista seus efeitos nocivos à saúde, o que representa uma enorme interferência negativa nos lucros e resultados das empresas.

O estresse provocado pelas pressões no trabalho, pela necessidade de se atualizarem através da leitura de uma quantidade sempre crescente de livros e revistas, pela interferência do trabalho na vida pessoal e pelo próprio trânsito alucinante que são obrigados a enfrentar no dia-a-dia, tem uma influência extremamente negativa sobre o lado emocional dos profissionais, que, não raras vezes, buscam refúgio no cigarro, no álcool ou até mesmo nos entorpecentes.

E o hábito resulta em enormes danos à saúde e na conseqüente queda de rendimento no trabalho, principalmente daquelas pessoas que, sem forças para fugir da dependência química, se entregam ao vício. Além da inevitável deterioração do relacionamento de todo o grupo e queda da produtividade.

Para as empresas as conseqüências e expectativas futuras não são mais animadoras. Elas acabam por perder aqueles grandes talentos que se rendem às sensações de um prazer ilusório. Em nome de um pretenso relaxamento pelas drogas, eles perdem a capacidade de raciocinar, a persistência e perspicácia, a criatividade e a competência para a dependência química, alienando-se completamente de seus ideais. O resto não é difícil imaginar.

Por isso é que, preocupadas com o alto índice de dependentes químicos entre seus profissionais, inúmeras organizações partiram para a implementação de programas e projetos especialmente voltados ao tratamento e reabilitação dos mesmos, além da prevenção de futuras novas ocorrências. Uma cartilha esclarece sobre os riscos das drogas, de modo que todos tenham consciência de seus efeitos devastadores sobre a saúde do ser humano e sua vida pessoal, afetiva e profissional. Atividades de apoio e alternativas diversas, como sessões de reflexão, atividades físicas, lazer, boa alimentação, adoção de horários flexíveis, restabelecimento do equilíbrio emocional com o apoio de psicólogos e especialistas no assunto, estímulo à formulação de idéias e sugestões, enfim, mecanismos que auxiliem líderes e colaboradores a se afastarem do vício e auxiliá-los a encontrar sua forma preferida de relaxamento, que, ao mesmo tempo, não represente riscos para sua saúde.

Então, é preciso encarar o fato de que não há muito tempo a perder com ponderações. Urge que as empresas que ainda não o fizeram, ataquem o problema de frente e se engajem nessa luta, criando mecanismos que ajudem a libertar seus profissionais dos vícios que tantos prejuízos trazem para a saúde, a vida profissional, pessoal e afetiva. Ou elas tendem a amargar enormes dores de cabeça com os problemas institucionais, além das pioras significativas de seus lucros e resultados futuros. Quer dizer: é preciso agir com rapidez e precisão; corrigir e prevenir para não sucumbir!

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A arte de elaborar planos motivacionais

Quinta, 29 de Maio de 2008
Você elabora planos motivacionais com freqüência? Tem conseguido bons resultados? Recorre a alguma técnica em especial? Pois saiba que resultados otimizados com ações motivacionais só ocorrem quando alguns cuidados básicos são observados.

A motivação é um fenômeno psicológico. O ser humano vive em busca de experiências. Seja ela subjetiva, como amar e ter uma carreira profissional de sucesso ou experiências objetivas, como os cuidados físicos e independência financeira. Em quase tudo sempre haverá uma questão humana determinante. Pode ser uma atitude, uma crença, uma insatisfação, comportamento etc. que, de fato, funcionará como o fiel da balança entre o triunfo ou fracasso da missão.

"Resultados dependem de nossa motivação. Motivação é ter um 'motivo para a ação' Descubra qual o seu motivo para a ação, e seja uma pessoa de sucesso. Basta querer!"
Dirk Wolter


Podemos considerar que a motivação é a mola propulsora para a realização otimizada de qualquer processo. Um time depende da sinergia do grupo para fazer a diferença. Ter um bom motivo para ação pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso do projeto. Se formos buscar a origem da palavra motivação, vamos constatar que vem do latim motivus, que significar mover. Ou seja, mover para fazer alguma coisa.

Muitas vezes, recorrer ao esporte coletivo pode ser uma boa forma de encontrar bons exemplos para o mundo corporativo. Recentemente, presenciamos uma magnífica equipe do futebol brasileiro que conseguiu reunir talento e muita motivação. O resultado foi a conquista do principal torneio nacional com algumas rodadas de antecipação. Porém, com o título assegurado o time pareceu não ter encontrado uma outra boa razão para continuar vencendo. Acabaram derrotados por adversários tecnicamente inferiores nas últimas rodadas.

Ao elaborarmos uma ação motivacional é aconselhável recorrer a alguns conceitos fundamentais, senão vejamos: para Abraham Maslow, a fonte da motivação está ligada às necessidades humanas, que podem ser biológicas ou intuitivas. Para ele, no interior de cada ser humano, existe uma hierarquia de necessidades: fisiológicas, de segurança, sociais, afeto e auto-realização. Já a teoria de ERC ensina que devemos trabalhar em três frentes de necessidades humanas: de existência, relacionamento e de crescimento.

"Metas são necessárias não apenas para motivar. Elas são essenciais para nos manter vivos."
Roberto H. Sderller


Também, podemos refletir sobre a teoria X e Y de Douglas McGregor. Muito embora haja contestações, acho que há muito a ser assimilado, por exemplo, na questão do trabalho como fonte de satisfação do ser humano, da receptividade do trabalhador por novos desafios e da habilidade dos membros do grupo em compartilhar e tomar decisões. Também, não devemos ignorar a teoria dos dois fatores ou teoria da motivação-higiene de Frederick Herzberg, como também é conhecida. Ele defende que a motivação resulta da natureza da tarefa e não somente de recompensas ou das condições do trabalho.

Trazendo essas teorias para o campo prático, eu quero crer, que ao elaborar ações motivacionais devemos, no mínimo, nos ater aos seguintes pontos:

a) Criação de metas inteligentes: desafiadoras, porém factíveis;

b) Participação dos agentes envolvidos. Ao invés de criar e repassar as metas pedir que cada um crie o seu próprio objetivo e negocie a viabilidade da mesma com o seu líder;

c) Mantenha feedback constante para toda a organização da performance das equipes;

d) Recompense bem financeiramente e com honraria. Muitas vezes, uma carta para a esposa exaltando as qualidades do marido funciona mais que um prêmio em dinheiro;

e) Regras simples, transparentes e objetivas;

f) Contemplar pontos qualitativos e quantitativos; individuais e coletivos;

g) Não remunerar de forma parcial. Ou se atinge a meta e ganha-se o acordado ou nada feito;

h) Inove nas campanhas de incentivos. Prêmios de viagens (misto de lazer com trabalho ? congressos) são sempre ótimas oportunidades para provocar o desenvolvimento pessoal e profissional à medida que expõe o participante a novas culturas e aprendizados;

i) Recorrer à ajuda de consultores especializados.

Tudo isso é muito importante, mas ao contratar gente para a sua equipe, dê preferência por profissional automotivado. Aquele que depende de terceiro para atingir sua motivação máxima quase sempre ficará a reboque dos que não têm essa dependência.