Sérgio Dal Sasso
Segunda, 7 de Abril de 2008
Até hoje, lembro dos sábios ensinamentos do velho pai que dizia: Ou você
nasceu com tino para os negócios, ou nasceu para trabalhar para os outros e ai a
melhor coisa meu filho será um emprego publico (estabilidade).
Felizmente ou infelizmente, mesmo assimilando em parte seus ensinamentos, tinha
por natural rebeldia o sonho de optar pela busca de caminhos por conta própria.
Sabe aquele típico gostinho pessoal quando se realiza algo que dá certo? Pois é,
foi por aí (sorte ou azar dependendo do espelho) que adotei para tocar a vida
como dono da minha aventura, às vezes respirando o pó dos outros, às vezes com
aquela sensação gostosa de ducha fria em dia quente.
Quando você realmente gosta de algo, não fique cozinhando em caldo quente, pois
os objetivos da sua vida estarão dependentes de realizações que realmente
te envolvam, que consigam despertar seu comprometimento pela causa, que consigam
realimentá-lo dia após dia seqüencialmente pela lapidação do projeto original
(normalmente vencido pelas contingências), aquele que quando dos desvios,
relembram o que realmente queríamos ter feito.
Ser dono do próprio negócio significa um estado que define o grau de
independência profissional junto a um sentimento de realização, não estando
necessariamente condicionado com o ser patrão ou o ser empregado.
Todas as atividades pedem por uma mistura de gosto com responsabilidade e
disciplina, e no ponto de vista prático, por resultados conectados com um
diferencial de amor.
Não mais trabalhamos por aquela identificação, dono ou prestador, já que ambos
(individuo e grupos) lutam por marcas próprias que estabeleçam referencias
diante de resultados ampliando as solicitações e oportunidades.
Quando se vive pela busca do sentir-se útil, valorizado, "aplaudido", não
importa o que e com quem faça, procure sempre, carregar para o dia seguinte uma
estratégia para melhorar um pouco mais: Olhe sua imagem, trabalhe por ela,
desbloqueie o medo, amplie suas ligações, estendendo os raios que possam dilatar
a demonstração das suas idéias junto com os respectivos resultados.
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Administrador
Sexta, 11 de Maio de 2007
As empresas que realmente se preocupam com sua saúde financeira e mercadológica e com sua própria sobrevivência no mercado, agem de forma pró-ativa, antecipando-se aos fatos e às suas necessidades circunstanciais. O objetivo é o de assegurar que acidentes de percurso não causarão transtornos insuperáveis para os negócios. Desenvolvem estratégias emergenciais alternativas para o seu plano A, de modo a manter-se num ritmo satisfatório mesmo em tempos de crise. É o plano B, eventual substituto do plano A.
Num mercado altamente competitivo, o leque de oportunidades para o sucesso se estreita cada vez mais, principalmente para as empresas com menor poder de fogo. Por isso, é necessário que o chairman, juntamente com seus colaboradores, tenham feeling para realizar os ajustes dos mecanismos, adaptando-os a cada situação, para que as engrenagens trabalhem em sintonia com as metas e os rumos traçados para a organização.
Infelizmente, uma boa parte dos empresários não consegue entender que o desenvolvimento de projetos emergenciais alternativos é de vital importância para que sua empresa continue respirando, na acirrada disputa pela preferência dos consumidores. Seja para poupar investimentos, por tradição, por ignorância ou pura teimosia, eles não encaram o fato de que sacrificar uma parte de seus lucros para investir em planos contingenciais alternativos, é uma garantia de saúde futura para seus negócios.
Apenas os empresários, gestores e colaboradores com visão sistêmica e de longo prazo, conseguem entender e enxergar, adaptando e atualizando seus conceitos à nova realidade mercadológica e à evolução tecnológica. Eles sabem que, mesmo que permaneçam na gaveta durante todo o percurso, sem utilidade, estes planos constituem-se numa ferramenta imprescindível que pode a qualquer momento, representar a tábua salva-vidas da empresa. É um verdadeiro seguro de vida que o empresário não deve desprezar, sob risco de, na primeira dificuldade, amargar um sonoro fracasso.
Trabalhar com cenários e tendências futuras da economia como um todo é meio caminho andado para o sucesso. Investir numa equipe capaz de enxergar à frente, desenvolvendo os projetos principais e os alternativos que nortearão os rumos da empresa, é absolutamente necessário para a superação dos contratempos e imprevistos, sem que a manobra signifique grandes traumas para a organização. Uma equipe que, além de tudo, deverá ter a incumbência de manter o plano B permanentemente atualizado, mudando sua configuração sempre que algum fato novo assim o exigir, e pronto para entrar em ação. Não menos importante é o acompanhamento passo a passo da execução dos projetos, a fim de detectar e corrigir em tempo, quaisquer desvios de rota que venham a ocorrer.
Além disso, o administrador não pode ignorar a existência de outras realidades preocupantes como possíveis erros estratégicos cometidos durante a elaboração do plano, aparecerão em meio à sua execução, podendo afetar de forma irreversível o alcance das metas e objetivos finais. O futuro é incerto e nenhuma possibilidade deve ser descartada.
Deste modo, o desenvolvimento de planos alternativos que contemplem as mais diferentes hipóteses, mesmo as aparentemente absurdas à luz das circunstâncias presentes, pode fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso de uma empresa. Daí a importância vital de se contar com um plano emergencial alternativo, que, ao mesmo tempo, permitirá aos administradores gerenciar com tranqüilidade e segurança os projetos em andamento. Ignorá-lo pode ser fatal para a organização.
Tudo se resume numa única questão: Alcançar a excelência em qualidade e a plena satisfação dos consumidores quando em condições adversas, bem como expandir seus horizontes em busca de novas fatias do mercado, quando em condições favoráveis, ou simplesmente contentar-se com os lucros cada vez mais minguados, e ainda assim, correndo o risco de sucumbir diante dos inevitáveis obstáculos que surgirão.
Autor: Fernando Gomiero
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Administrador
Segunda, 19 de Março de 2007
Na Orientação para o Cliente (conceito de marketing) a função principal da empresa não é mais produzir e vender, mas satisfazer à clientela, consultando-a antes de produzir qualquer coisa, via estudos de mercado e com base nessa consulta, caso seja favorável, oferecer-lhe produtos/serviços/idéias de qualidade e valor, para que os consumidores voltem a comprar e a falar bem da empresa e de seus produtos.
As empresas reconhecem pouco a pouco que, de todo o seu ativo, o mais precioso de constituir, de aumentar e de substituir, é a sua clientela. É mais lento e mais difícil hoje conquistar uma clientela do que construir uma fábrica porque, para construir uma fábrica, não estamos em concorrência com ninguém, enquanto que para conquistar um mercado, estamos em constante competição com outras empresas. Em síntese, de um mercado de vendedores passou-se, na maior parte dos setores econômicos, a um mercado de compradores e é por isso que a visão habitual que se fazia da vida e dos problemas da empresa se alterou, aos poucos, da mesma forma que se alterou, segundo Copérnico, a visão da terra no Cosmos. A orientação para o cliente quer dizer que as empresas devem considerar o cliente como ponto de partida para todo e qualquer negócio e essa postura deve ser da empresa em todos os níveis, desde o mais alto executivo até o escalão mais baixo, respirando e sentindo o cliente, o verdadeiro patrão da empresa.
Aqui, a função principal da empresa não é mais produzir e vender, mas satisfazer à clientela, consultando-a antes de produzir qualquer coisa, via estudos de mercado e com base nessa consulta, caso seja favorável, oferecer-lhe produtos/serviços/idéias de qualidade e valor, para que os consumidores voltem a comprar e a falar bem da empresa e de seus produtos. Assim, ao criar, conservar e o alargar a clientela da empresa, evolui-se da posição acessória de produção, financeira e de organização para a função principal da empresa e, mais do que qualquer outra função, ela condiciona a sobrevivência da empresa, a sua prosperidade e o seu crescimento.
Assim, o sucesso da empresa no longo prazo pressupõe ela compreender muito bem as necessidades e os desejos dos clientes e, com base nisso, oferecer produtos, serviços e idéias para satisfazer a esses clientes melhor do que a concorrência, podendo, dessa forma, criar a fidelidade deles à empresa e competir mais eficientemente com os concorrentes. Como fazer isso? Inovando a tecnologia e aumentando a velocidade e a confiabilidade dos serviços prestados, usando a Internet para se comunicar diretamente com os clientes e, ao fidelizar a clientela, há melhoria, em conseqüência, nos resultados da empresa no longo prazo.
Para as pequenas empresas, a orientação para o cliente é crucial, porque permite o contato direto com a clientela, ascultando-lhe desejos e necessidades e primando, ao mesmo tempo, por um atendimento personalizado, e, desse modo, criar laços duradouros, fidelizando o cliente.
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