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Automotive-se para superar os desafios empresariais

Segunda, 15 de Setembro de 2008
Sabemos, que o maior desafio para as novas empresas que se lançam no mercado é a capacidade de permanecer nele, e principalmente superar os primeiros anos.

Segundo levantamentos recentes feitos por consultorias especializadas na área, e com base nas Juntas Comerciais dos Estados, no Brasil são constituídas anualmente em torno de 470 mil novas empresas. Isto demonstra a capacidade empreendedora e a vontade de crescer do nosso povo, porém, podemos constatar também que por trás deste eminente progresso, estão dados assustadores.

As taxas de mortalidade das empresas no Brasil são alarmantes.

Elas se apresentam da seguinte forma:

- Empresas com até 2 anos de existência = 49,4% de mortalidade;

- Empresas com até 3 anos de existência = 56,4% de mortalidade;

- Empresas com até 4 anos de existência = 59,9% de mortalidade.

As principais causas apontadas para o fechamento destas empresas, na opinião dos empresários envolvidos, baseiam-se principalmente em questões relacionadas a problemas gerenciais, tais como:

- Falta de capital de giro;
- Problemas financeiros (muitas dívidas);
- Ponto de venda inadequado;
- Pouco conhecimento sobre gerenciamento do negócio.

As empresas que fazem parte deste levantamento, são em 96% formada por microempresas e, portanto a maioria, e estão inseridas nos respectivos ramos de negócios:

- Comércio 51%;
- Serviços 46%;
- Indústria 3%.

Outro dado importante é que 29% dos ex-empresários possuíam curso superior completo e 46% tinham colegial completo até superior incompleto, o que podemos concluir que não é este aspecto que contribuiu para o fechamento das mesmas.
Bem, baseado em todos estes dados é que devemos nos antecipar para que não ocorra o mesmo com nossas empresas, para que não venhamos a fazer parte destas alarmantes e esclarecedoras estatísticas.

Mas como posso me preparar para enfrentar esta situação e passar por este ponto ou fase crítica das empresas e alçar vôo rumo ao sonhado sucesso?

Preparando-me. Quando se chega muitas vezes em situações que parece não ter solução, é preciso reelaborar e reestudar tudo o que parecia impossível, e criar novas possibilidades, provavelmente o que parecia impossível antes, desapareça.

O empresário atual diante de tantas mudanças econômicas, necessita desenvolver três características muito importantes para sobreviver. Ele necessita ter força para acreditar em sua capacidade, fôlego para segurar e manter a empresa viva, flexibilidade para superar as barreiras e mudar o que for preciso no caminho.

Segue abaixo algumas dicas que com certeza ajudarão e muito os empreendedores, se dispuserem a colocar em prática:
è Lute muito em vez de reclamar, faça com que o sonho que está dentro de você, e que é só seu, não caia no descaso. O sucesso não ocorre de uma hora para outra, depende de muito trabalho;

- Crie, invente, transforme. Motive as pessoas que trabalham com você, mostre o caminho e principalmente, motive-se;

- Busque capacitação técnica, não basta querer fazer tem que saber como;

- Atualize-se, pois as mudanças estão muito grandes, não dá mais para pensar que o que ocorre no Japão ou na China não vai afetar meu negócio;

- Busque aumentar a sua rede de relacionamentos. As oportunidades estão onde às pessoas estão, portanto troque informações, busque novas, relacione-se. Não adianta ficar entocado no seu negócio, saia, pois em conversas com outras pessoas pode estar a solução para algum problema que esteja enfrentando;

- Desenvolva características comportamentais importantes, como por exemplo: Confie em Você;

- Levante os seus pontos fortes e fracos para a partir desta analise direcionar o seu gerenciamento;

- Esforce-se para ver as oportunidades que passam todos os dias e que a grande maioria não vê;

- Seja feliz, pois a felicidade atrai as maiores vitórias;

- Desenvolva a persistência, a grande maioria das pessoas desiste dos seus sonhos quando já estão a um passo para alcançá-los. Nada cai do céu, trabalhe;

- Faça as coisas acontecerem, não fique esperando que os outros farão por você aquilo que somente você pode resolver. Tome atitude, vá para a ação. Ficar chorando e reclamando só vai aumentar a sua chance de derrota;

- Encare cada dia como o dia mais próximo para realizar o seu sonho. Não é mais um dia, e sim, menos um dia para o seu sucesso;

- Faça uma analise e responda sinceramente, se o que está fazendo é realmente o que gosta. Não se envolva por modismos. Não vá atrás de conversas de que os outros estão ganhando mais por fazer determinada coisa ou negócio. Faça aquilo que você se identifica, o que ama, e suas chances de sucesso serão ilimitadas. O maior motivador da vida é fazer exatamente aquilo que gostamos. Busque realizar isto.

Enfim, o que podemos concluir é que não são somente as habilidades gerencias, a capacidade empreendedora e a logística operacional fatores primordiais para o sucesso de nossas empresas, mas também, e de forma bem eminente, as capacidades comportamentais, como liderança, trabalho em equipe, motivação, valores positivos, crenças fortalecedoras, persistência, etc.
Pense nisso e Sucesso!

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Mudança: Agora o Portal da Administração é o Adm Today

Quarta, 20 de Agosto de 2008
Mudamos de endereço, agora o Portal da Administração se chama Adm Today e é acessado através do endereço: http://www.admtoday.com .

Já disponibilizei algumas de várias mudanças que serão feitas. Para começar, mudanças referentes á divulgação dos colunistas já estão funcionando. Sempre que acessado o site ( http://www.admtoday.com ) serão mostrados os 10 últimos artigos e seus respectivos autores.

Outra questão importante a ser comentada é a busca da qualidade do conteúdo publicado no Adm Today, continuarei rígido na seleção dos artigos e dos novos colunistas que quiserem participar. Sempre privilegiando a qualidade ao invés da quantidade, e este será o principal diferencial do Adm Today em relação aos demais sites referentes aos temas ligados á Administração de Empresas.

Também não existirá definição de dias fixos para publicação de artigos para colunistas (como ocorre atualmente). Á partir de agora os artigos podem ser enviados á qualquer data que serão publicados assim que recebidos.

Agradeço á todos a atenção e dedicação, e lembrem-se o Portal da Administração agora é chamado de Adm Today e seu endereço de acesso é: http://www.admtoday.com

Caso houver algum feedback sobre as mudanças, não hesite em enviar.

Espero que todos gostem das mudanças.

Grande abraço,

Mateus Paulini
Adm Today
http://www.admtoday.com

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Retorno Sobre investimento em Estoque

Quarta, 7 de Maio de 2008
Problemas relacionados á gestão de estoque afetam grande parte das empresas brasileiras, em muitos casos a causa não é estrutural ou por procedimentos, mas sim cultural. Tudo é ainda mais complicado conforme a concorrência aumenta, é aí que está o perigo para tais empresas.

Afirmo que a causa em parte é cultural, pois em grande quantidade das empresas brasileiras não existe o planejamento de médio e longo prazo, ou seja, apenas realizam tomadas de decisões em curto prazo, e isso é fundamentalmente arriscado, pois está primeiramente suscetível ás tendências do mercado (que invariavelmente podem levar á algum caminho sem volta), ou então falta de identidade da empresa com o mercado consumidor (as estratégias são confusas e o consumidor não possui um posicionamento da organização ou este é altamente fragmentado).

Outro fator que levou a impregnação da cultura do imediatismo na gestão empresarial brasileira principalmente quanto á gestão de estoques foram os períodos de alta inflação no Brasil que criou a "cultura da inflação", ou seja, fazer estoques cada vez maiores era necessário para absolver a absurda desvalorização da moeda, que em alguns períodos queda de alguns pontos percentuais ao dia.

Desde a implantação do plano Real os níveis inflacionários estão controlados, mas mesmo assim após 14 anos observo que existem empresas que possuem quantidades exorbitantes de estoque, com alguns produtos parados em estoque a mais de 2 anos, entre outros casos inaceitáveis nos dias de hoje com mercados altamente concorridos e globalizados. É neste ponto que entra a análise de retorno sobre o investimento em estoque.

Mas o que é retorno sobre investimento em estoque? É a proporção que consegue-se obter como resultado da aplicação inicial, ou seja, quanto maior o retorno, maior a rentabilidade. Porém alguns detalhes devem ser esclarecidos, primeiramente no meu ponto de vista, esta análise deve ser mais estratégica do que financeira, então a empresa deve atentamente observar que linha adotar e alinhar ao seu planejamento estratégico de médio e longo prazo.

Existem algumas medidas que podem ser tomadas para aumentar a eficiência e controle do estoque que resultarão consequentemente em melhoria de resultado, como a realização de balanços, análises históricas de produto e aplicação a filosofia Just in Time. Observação muito importante: Just in Time é uma filosofia, ou seja, é complicado e pode ser dispendioso para qualquer organização buscar o estoque zero, mas esta pode sim, tomar medidas para melhorar os níveis de estoque e equilibrá-lo.

Outro ponto que deve ser observado é a relação margem versus volume, ou seja, nem sempre será possível ou interessante haver estoques em nível de segurança de certos produtos, pois podem ocorrer ganhos devidos á negociação de grandes volumes com os respectivos fornecedores. Desta forma para obter vantagem neste caso dois pontos precisam ser verificados, sendo um dependente do outro:

1. Taxa de giro do produto no estoque, ou seja, saber quanto tempo permanecerá em estoque;

2. Verificar se a margem de desconto obtida pelo volume de compra cobre os custos financeiros e o custo de oportunidade.

Realizadas estas verificações, o próximo passo é analisar paralelamente os dois pontos e chegar á conclusão se o desconto obtido pelo volume de compra cobrirá os custos incorridos pelo tempo de giro e capitação de recursos financeiros, caso sim, este procedimento torna-se interessante para a organização.

Gerir eficazmente estoque pode ser mais complicado que parece, mas com alguns ajustes pontuais grandes resultados podem ser obtidos em curto prazo, e talvez assegurar uma vantagem competitiva para a empresa.

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EM BUSCA DO EMPREGO IDEAL

Terça, 22 de Abril de 2008
Há trinta anos eu consegui o meu primeiro emprego como Auxiliar de Escritório I na Klabin do Paraná, uma gigante do ramo industrial papeleiro, instalada na cidade onde eu morava. Meus pais se aposentaram na empresa e minha irmã do meio trabalha lá até hoje. Aliás, na época, quase toda a cidade havia passado pela Klabin. Ter a carteira assinada pela maior empregadora do município era o sonho de consumo da população local.

O primeiro emprego a gente nunca esquece. Eu tinha o melhor salário do mundo, um ótimo chefe, mesa exclusiva e companheiros inesquecíveis. Eu não reclamava das botas com biqueira de aço, das babadas inesquecíveis do chefe (um verdadeiro paizão), de bater cartão-ponto às sete e trinta e seis da manhã, do trabalho extra nem das longas idas e vindas pelas obras e pelo escritório central a pé durante o dia todo mesmo sabendo que à noite haveria uma jornada cansativa de estudos para cumprir.

O que era importante na época? Eu tinha crachá, símbolo de dignidade, segurança, status, respeito e um pacote considerável de benefícios para a minha idade. Quando eu passei no exame da Escola Técnica e pedi demissão, três anos depois, o chefe deu a maior força e ainda datilografou uma carta de referência, meu pai vibrou e naquele momento eu tinha certeza de estar no caminho certo.

Diferente dos demais, minha mãe se fechou no quarto e chorou ao imaginar que eu pudesse ficar pelo menos trinta anos no que ela dizia ser o emprego ideal. Entretanto, minha intuição dizia que as oportunidades não surgem em nossa vida por acaso e que o emprego ideal não viria sem estudo, determinação e novas experiências. Com muito jeito para convencê-la e uma decisão irrevogável, eu deixei o interior para tentar a vida na capital, em busca do emprego ideal, a exemplo de outros milhares de jovens desse país.

O sonho de construir uma carreira brilhante e encontrar o verdadeiro eldorado profissional numa cidade grande foi aplacado temporariamente no mesmo instante em que encontrei o primeiro chefe inescrupuloso. Entretanto, por trás das adversidades existem oportunidades disfarçadas. No auge da minha impetuosidade juvenil, as adversidades sempre me conduziram para ambientes mais promissores e aos poucos eu fui galgando a escada corporativa. Por conta disso, abandonei o meu primeiro emprego na capital quando surgiu outra oportunidade melhor.

Em trinta anos de história profissional eu mudei oito vezes de empresa e nunca encontrei o emprego ideal, por uma simples razão: ele não existe. Em todas as profissões, ocupações e gerações, a busca incessante do ser humano por uma zona de conforto maior do que sua própria natureza lhe proporciona o transforma num eterno descontente.

Particularmente, me angustio quando vejo pessoas sendo estimuladas a procurar o emprego ideal como se isso dependesse exclusivamente da boa vontade de cada um. A natureza humana é insaciável. Quando uma necessidade é atendida, outra surge imediatamente em seu lugar, uma verdade perfeitamente compreensível que contribui para o processo de evolução pessoal e profissional.

Cursos, diplomas, treinamentos, apadrinhamentos ou aconselhamentos de qualquer natureza não poderão ajudá-lo a encontrar o emprego ideal enquanto você estiver condicionado a associar dinheiro ao sucesso ou sobrevivência ao dinheiro de maneira automática. Ao contrário, o emprego ideal está diretamente associado ao sentido de realização e ao gosto pela vida.

São poucos os casos de pessoas dispostas a abrir mão de um bom salário ou de um ótimo cargo, bem como dos seus respectivos benefícios, para se dedicar a projetos mais nobres, talvez menos rentáveis, porém mais alinhados com a sua vocação original. Em geral, isso ocorre quando a pessoa já sacrificou parte da vida e da saúde numa corrida desenfreada pelo dinheiro.

A partir do momento em que você toma consciência da importância do trabalho na sua vida, você passa a sonhar com o emprego ou com a profissão ideal e, automaticamente, o desejo é transformado em objetivo de vida. Entretanto, ainda que você não o coloque no papel e não estabeleça metas para alcançá-lo, seja por conta própria ou como empregado, ele permanece no inconsciente pronto para pressioná-lo ao menor sinal de descontentamento. Não acredita? Aguarde a próxima discussão com o chefe, o próximo extrato bancário ou o próximo comprovante de pagamento.

O emprego ideal depende de uma série de fatores positivos que apenas o tempo, transformado em experiência de vida, é capaz de proporcionar. Por essa razão, os empregos são transitórios, nossos objetivos estão sempre além do que já foi alcançado e vivemos imaginando que o emprego dos outros é melhor do que o nosso. Por essa razão também existe sempre um substituto pronto para ocupar o seu lugar, pois, enquanto você está cobiçando o cargo do chefe, alguém está cobiçando o seu.

Meu pai trabalhou trinta anos na mesma empresa e não encontrou o emprego ideal. Eu passei por oito e continuo firme no propósito de consegui-lo, porém acredito ter encontrado o caminho: foco, determinação e muita persistência. Conheço dezenas de profissionais que passaram dos sessenta anos e ainda não sabem o que fazer da vida e outros milhares que continuam esperando a aposentadoria para então se dedicar ao emprego ideal.

Mudar de emprego não basta, é necessário encontrar-se interiormente, ser menos crítico, mais decidido, menos ansioso, estabelecer metas e preparar-se definitivamente para alcançá-las. Quando se sentir ameaçado, desmotivado e infeliz com o cargo e o salário, basta comparar o estágio alcançado com o dos demais da sua geração e você verá que a situação não é tão ruim quanto parece.

O primeiro passo indispensável para conseguir o emprego ideal é decidir o que você quer da vida. Como dizia Martin Luther King, "Dê o primeiro passo com fé. Você não precisa ver toda a escada, apenas suba o primeiro degrau." Creio que mais importante do que encontrar o emprego ideal é nunca deixar de persegui-lo. Pense nisso e seja feliz!

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Indicadores de Treinamento

Terça, 15 de Abril de 2008
Tenho visto nos últimos tempos em listas de discussão profissionais em busca de informações sobre indicadores de treinamento. Muitas opiniões enchendo a caixa de entrada do correio eletrônico e nenhuma conclusão possível, mesmo que o solicitante agradeça a todas as colaborações. A questão dos indicadores de treinamento é o alinhamento estratégico na organização. Lá se vai muito tempo quando informar o número de horas de treinamento em relação ao número de funcionários era algo grandioso. Havia a percepção de que era preciso treinar, treinar e treinar. A grande questão que se escondia era: para que treinar? Porque tirar as pessoas de seus respectivos trabalhos para falar de algo que aparentemente não lhes era de suas competências? Apenas para dizer que treinamos!

A visão estratégica dos dias atuais é: em que o treinamento pode colaborar na gestão das atividades da organização? Temos um problema que requer conhecimentos ou ele é insuficiente, o treinamento pode ajudar. Temos novos profissionais que necessitam conhecer as práticas da empresa - o treinamento pode auxiliar o processo. Há uma nova tecnologia sendo adquirida, vamos programar o treinamento para as pessoas adequadas, em tempo. E como transformar tudo isto em indicadores de treinamento?Treinamento

A gestão do treinamento, assim como outras atividades na organização deve ser encarada como um processo. Um processo que recebe informações de outros processos e possui uma política de gestão, dispõe de recursos e deve apresentar resultados, possui profissionais devidamente treinados e capacitados; em que? Nas necessidades da organização. O gestor de treinamento precisa ter conhecimento das estratégias e ações antecipadamente e, planejar suas atividades em tempo. O melhor indicador que pode fazer uso é mostrar tais resultados. Para isto, é preciso estabelecer com a alta direção como demonstrar o que realizou. Também é possível medir o que ocorreu com o pessoal treinado - aquele problema foi solucionado com o conhecimento proporcionado pelo treinamento? Houve melhora no indicador da área afetada pelo treinamento? Verifique as formas adotadas para medir os resultados em cada treinamento. Haverá particularidades. Realize um acordo com o gestor da área afetada sobre a melhor forma de fazer uso delas. Peça a ele que demonstre a parcela de contribuição do treinamento na resposta aos problemas. Com um aval destes não há melhor indicador.

A questão final é estabelecer formas de divulgar os resultados do treinamento. Em primeiro lugar para os gestores em todos os níveis hierárquicos. Aumenta a credibilidade e reforça as estratégias de trabalho. Isto começa fazendo uso dos canais estabelecidos - reuniões, gráficos, etc. Em segundo lugar para toda a organização, para que se possa estimular a participação. Use, neste caso, boletins, murais, intranet e todos os canais estabelecidos entre a empresa e os funcionários. Assim você terá a sensibilidade dos indicadores de treinamento em todos os níveis.