Charlyton Vasconcelos
Segunda, 28 de Julho de 2008
A administração é pertinente a todo o tipo de empreendimento humano que reúne, em uma única organização, pessoas com diferentes saberes e habilidades, sejam vinculados às instituições com fins lucrativos ou não. A administração precisa ser aplicada aos sindicatos, às igrejas, às universidades, aos clubes, agências de serviço social, tanto como nas empresas, sendo responsável pelos seus desempenhos.
Segundo Drucker (2001), os administradores que entenderem os princípios essenciais da administração e trabalharem por eles orientados, serão bem-formados e bem-sucedidos.
A administração trata dos seres humanos. Sua tarefa é capacitar as pessoas a funcionar em conjunto, efetivar suas forças e tornar irrelevantes suas fraquezas. É disso que trata uma organização, e esta é a razão pela qual a administração é um fator crítico e determinante. Hoje em dia, praticamente todos nós somos empregados por instituições administradas, grandes ou pequenas, empresariais ou não. Dependemos da administração para nossa sobrevivência. E a nossa capacidade de contribuição à sociedade também depende tanto da administração das organizações em que trabalhamos quanto de nossos próprios talentos, dedicação e esforço.
 A administração está profundamente inserida na cultura, porque ela trata da integração das pessoas em um empreendimento comum. O que os administradores fazem na Alemanha Ocidental, no Reino Unido, nos EUA, no Japão, ou no Brasil é exatamente o mesmo. Como eles fazem é que pode ser bem diferente. Assim, um dos desafios básicos que os administradores enfrentam em países em desenvolvimento é descobrir e identificar as parcelas de suas próprias tradições, história e cultura que possam ser usadas como elementos construtivos da administração. A diferença entre o sucesso econômico do Japão e o relativo atraso da Índia é explicado em grande parte, porque os administradores japoneses conseguiram transplantar conceitos administrativos importantes para seu próprio solo cultural e fazê-los crescer.
Toda empresa requer compromisso com metas comuns e valores compartilhados. Sem esse compromisso não há empresa, há somente uma turba. A empresa tem de ter objetivos simples, claros e unificantes. A missão da empresa tem de ser suficientemente clara e grande para promover uma visão comum. As metas que a incorporam devem ser claras, públicas e constantemente reafirmadas. A primeira tarefa da administração é pensar, estabelecer e exemplificar esses objetivos, valores e metas.
A administração deve também capacitar a empresa e cada um de seus componentes a crescer e se desenvolver à medida que mudem necessidades e oportunidades. Toda empresa é uma instituição de aprendizado e de ensino. Treinamento e desenvolvimento precisam ser instituídos em todos os níveis da sua estrutura - treinamento e desenvolvimento incessantes.
Toda empresa é composta de pessoas com diferentes capacidades e conhecimento, que desempenham muitos tipos diferentes de trabalho. Deve estar ancorada na comunicação e na responsabilidade individual. Todos os componentes devem pensar sobre o que pretendem alcançar - e garantir que seus associados conheçam e entendam essa meta. Todos têm de considerar o que devem aos outros - e garantir que esses outros entendam. E todos têm de pensar naquilo que eles, por sua vez, precisam dos outros - e garantir que os outros saibam o que se espera deles.
Nem o nível de produção nem a "linha de resultados" são por si sós, uma medição adequada do desempenho da administração e da empresa. Posição no mercado, inovação, produtividade, desenvolvimento do pessoal, qualidade, resultados financeiros, todos são cruciais ao desempenho de uma organização e à sua sobrevivência. Também as instituições não-lucrativas precisam de medições em algumas áreas específicas às suas missões. Tanto quanto um ser humano, uma organização também necessita de diversas medições para avaliar sua saúde e seu desempenho. O desempenho tem de estar entranhado na empresa e na sua administração; precisa ser medido, ou ao menos julgado, além de ser continuamente melhorado.
Finalmente, a única e mais importante coisa a lembrar sobre qualquer empresa é que os resultados existem apenas no exterior. O resultado de uma empresa é um cliente satisfeito. O resultado de um hospital é um paciente curado. O resultado de uma escola é um aluno que aprendeu alguma coisa e a coloca em funcionamento dez anos mais tarde. Dentro.
A administração para Drucker (2002) é considerada como uma "arte liberal". É "arte" porque, como vimos, é prática e aplicação e é "liberal" porque trata dos fundamentos do conhecimento, autoconhecimento, sabedoria e liderança. As origens do conhecimento e das percepções estão nas ciências humanas e sociais, nas ciências físicas e na ética, que devem estar focados sobre a eficiência e os resultados das organizações.
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Administrador, Administração de Empresas, Peter Drucker, Empresa, Organização, Posição no Mercado, Inovação, Produtividade, Desenvolvimento do Pessoal, Qualidade, Resultados Financeiros,
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Sérgio Dal Sasso
Segunda, 30 de Junho de 2008
É preciso se alimentar pelas pesquisas, é preciso conhecer o mercado e mais,
conhecer os agentes que neles atuam. Sempre foi assim, o principio de fazer algo
qualificado depende de um sistema capacitado que recicladamente gere informações
do como e para quem destinamos nosso trabalho.
Falamos em pesquisa, porque é algo fundamental e necessário a qualquer negócio.
Costumeiramente empresas que participam dos mesmos mercados, procuram buscar
dos clientes, dos concorrentes, as informações referentes às suas incertezas,
para compor algo que justifique as próprias sustentações, ausências e
insatisfações. Tudo isso é normal pela necessidade de complementação de
melhores alternativas para dar foco ao que pretendemos.
Estejamos (pois o tempo das mudanças é relativo), como consultores, dentistas,
advogados, empresários ou qualquer outra atividade, pelo “tudo de bom”
percebido, para se estabelecer e fortalecer as posições de mercado. Em comum das
composições que formam estratégias (com formas e características próprias)
devemos procurar oferecer o melhor, com vínculos exclusivos ao interesse do
publico, do seu publico, para justificar o sucesso.
Quem faz o futebol... Os patrocinadores, os jogadores, os técnicos, os
dirigentes ou o publico que financia a continuidade? Essa questão é simples para
ser concluída, pois a resposta tem que alimentar a condição ideal para continuar
sendo financiado, tanto quanto evitar que o publico consumidor desestimule seus
gastos, ou troque de time. Os de fora terão que apreciar os de dentro, e o farão
quando os resultados da operação incluir o pleno aproveitamento da transformação
e controles para geração da quantidade pela qualidade (resultados e conquistas).
Não fiquem questionando o trabalho dos outros, analise-os sim, mas faça o seu.
Estou cansado de observar: Artigos, reportagens, e participar de conversas aonde
o assunto é sempre o outro, quase nunca você (na maioria das vezes vejo a cópia
da cópia em tudo).
Olhe para o seu próprio umbigo, entendendo que o seu tem que ser exclusivo, e
veja através do espelho a onde estão as deficiências, pois tenho a certeza de
que quando as coisas começarem a aparecer, é porque percebeu que pode ser melhor
do que os dos outros.
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Mateus Paulini
Segunda, 18 de Fevereiro de 2008
Todas as empresas devem analisar meticulosamente como são organizados seus recursos produtivos, e isso pode ser amplamente utilizado em empresas de bens de produção e serviços. Sim empresas que prestam unicamente serviço também produzem, neste caso seu produto é intangível, mas nem por isso é menos percebido pelo mercado consumidor, como exemplo pode-se citar uma faculdade, é uma prestadora de serviços que deve possuir recursos para atender aos clientes (alunos). Nesse caso os recursos são a mão-de-obra, ou seja, os professores e a estrutura oferecida para execução da prestação do serviço.
Esta análise pode ser aplicada para qualquer empresa de qualquer segmento de atuação. Mas princípio é necessário estabelecer sobre a definição da estratégia produtiva que será adotada, ou seja, será produção puxada ou empurrada? Quais níveis de estoques necessários? Qual necessidade de mão-de-obra necessária? A empresa possui a estrutura para realização do que é almejado?
Relativo à estratégia produtiva existem dois pontos externos que devem ser analisados: o mercado em relação à concorrência e a tendência de consumo.
Análise da concorrência permite conhecimento prévio do mercado, e a possibilidade de participação da empresa. A verificação de tendência de consumo permitirá identificar em qual estágio do ciclo de vida o produto ou serviço, desta forma é possível tomar medidas necessárias para facilitar sua entrada. Concomitantemente poderá ser analisado o modelo das 5 forças de Porter, para entender melhor sobre o mercado em questão.
Aplicando o Modelo das 5 forças segundo Porter, pode-se constar a possibilidade de entrada produto substituto, ou poucos clientes participantes do mercados, prejudicando assim a entrada e participação no mercado. Mas existem várias possibilidades que podem ser interpretadas através da aplicação deste importante modelo. Por isso deve ser cuidadosamente analisado.
Realizada a análise externa ou análise ambiental, o passo seguinte é a análise interna da organização. Neste ponto são verificadas quais as restrições e capacidade de recursos para produção. Esta estrutura pode ser subdividida em recursos disponíveis para operações, capacidade para realização das operações e os processos necessários para realização da produção dos produtos ou serviços. Em suma, os subitens citados refletem a necessidade de preparação estratégica, no qual destaco e assevero a importância da matéria prima e mão-de-obra.
Verificar as matérias prima quanto a sua disponibilidade de fornecedores, se há existência de algum impedimento mercadológico, ou seja, contratos firmados dos fornecedores com concorrentes exigindo exclusividade de fornecimento, ou mesmo alguma questão legal que impede o recebimento das matérias primas.
Outra grande dificuldade é a alocação de mão-de-obra qualificada, este é o ponto crucial para a realização produtiva com eficiência, pois o aumento da automatização mecânica nos processos produtivos, são necessários profissionais com as qualificações exigidas para manuseio destes maquinários.
Por fim, após a realização da análise interna da organização e possuindo as informações é possível analisar e tomar decisões pertinentes quanto as questões estruturais e infra-estruturais da organização para atender as necessidades de produção. Com esta análise sugerida, haverá a certeza de que a empresa terá plena capacidade em relação aos recursos produtivos.
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Cesar Augusto Cerqueira Leite
Quinta, 14 de Fevereiro de 2008
A definição clássica diz que um produto, além de ser um bem, um serviço ou uma idéia que satisfaz necessidades de consumidores, possui atributos tangíveis e intangíveis. Os atributos intangíveis são benefícios emocionais e a satisfação abstrata. Aspectos como marca e atendimento, por exemplo, que podem, inclusive, aumentar o valor do produto físico.
Pense, por exemplo, na norte-americana Starbucks. Ela cresceu porque agregou um novo significado ao hábito de tomar café e transformou-o em uma experiência.
Para muitas crianças, comer um sanduíche no McDonald's é muito mais gostoso do que em qualquer outra lanchonete. E isso não se deve apenas aos ingredientes e modo de preparo dos lanches. É o valor do intangível, presente no McDonald's, na Starbucks e em diversos outros produtos e marcas.
 Num primeiro momento, isso soa como algo óbvio. A grande maioria de nós já ouviu falar sobre o valor do intangível e como ele ajuda na construção de marcas. No entanto, é mais comum nos concentrarmos nos aspectos tangíveis do que nos intangíveis - e isso vale para consumidores e gestores.
Em parte, isso ocorre pela materialidade dos atributos tangíveis. Eles podem ser vistos, sentidos, apalpados. Contudo, há outro aspecto, não tão perceptível assim, relativo aos serviços. Na teoria é possível distinguir produto de serviço. Na prática, porém, essa distinção muitas vezes não existe ou é extremamente sutil para ser percebida. "Não há essa coisa de setores de serviços. Apenas em certos setores os componentes de serviço são mais importantes ou menos importantes do que nos demais. Todos atuam em serviços", afirma Theodore Levitt.
Uma das principais características dos serviços é justamente sua intangibilidade, que faz com que os consumidores procurem por sinais ou evidências da qualidade do serviço. É justamente por causa dessa característica que as empresas de serviços buscam "deixar tangível o intangível", ou seja, procuram materializar a qualidade em suas instalações, equipamentos, pessoas. Ora, se como afirma o professor Levitt, todas as empresas, em maior ou menor grau, atuam em serviços, é grande a fatia das que concentram suas atenções no tangível. E é aí que reside um enorme risco mercadológico: o de valorizar demais os atributos tangíveis em detrimento dos intangíveis.
Compreender e explorar os vários benefícios emocionais e psicológicos do produto é uma competência que os gestores devem desenvolver. No entanto, se os mesmos concentram seus esforços apenas nos aspectos materiais, tornam suas marcas vulneráveis à investidas de outros concorrentes que consigam administrar melhor os anseios emocionais dos consumidores e se relacionar com eles.
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Atendimento, Marca, Consumidor, Valor da Marca, Construção de Marca, McDonald, Necessidade do Consumidor, Valor do Produto, Starbucks, Setor de Serviço, Qualidade de Serviço, Risco Mercadológico,
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Tom Coelho
Domingo, 18 de Novembro de 2007
7. Price O preço é absoluto, mas o valor é sempre relativo.
O preço é um atributo típico dos produtos. E estes têm sido comoditizados ao longo do tempo. Olhe ao seu redor e analise produtos similares de diferentes marcas das mais variadas empresas.
Analogamente, todos nós, tomados como produtos no mercado de trabalho, também nos assemelhamos. Nossas competências técnicas são muito próximas, posto que ensinadas nas mesmas escolas, com metodologias parecidas e mesmos livros didáticos. O que outrora fora um diferencial, como o domínio de um segundo idioma ou um título de pós-graduação, hoje representa apenas igualdade de condições junto aos demais profissionais.
Como se não bastasse, tudo concorre com tudo agora. A competição é pelo tempo e pelo dinheiro do consumidor potencial. No restaurante, refrigerante compete com tubaína, mas também com suco, água natural e aromatizada pela preferência do cliente. No hospital, cardiologista concorre com oncologista, mas também com administradores, advogados e até engenheiros pela direção do estabelecimento.
Mas todo produto encerra em si a prestação de um serviço. E é neste campo que o jogo pode e deve ser jogado. Saem os predicados objetivos, entram os subjetivos. Em lugar da forma, o conteúdo. Em vez do palpável, o intangível.
Atendimento é a palavra de ordem. O bom atendimento, vale frisar. Atendimento que deriva de atenção, da capacidade de direcionar não somente olhos e ouvidos, mas os cinco sentidos para acolher a uma demanda qualquer.
Imagem que se fortalece, valor que se tonifica.
8. People A era do conhecimento colocou as pessoas em primeiro lugar, suplantando as máquinas.
E a importância das pessoas começa pelo cliente, esta entidade poderosa dotada da propriedade de fazer uma companhia prosperar ou capitular.
Porém, há um cliente específico, igualmente significativo, mas cuja relevância precede ao anterior. Trata-se do cliente interno, formado pelos parceiros de trabalho, seja qual for o ambiente. São eles os seus colegas de trabalho, de todos os níveis hierárquicos, e os demais alunos matriculados no seu curso universitário, ao lado de todo o corpo docente.
Da harmonia no relacionamento interpessoal cultivado junto a estes pares depende o êxito de qualquer empreitada. No mundo corporativo, por exemplo, um ambiente saudável entre os colaboradores permite a formação de equipes altamente comprometidas com a organização o que se traduz em excelência no atendimento ao cliente externo, possibilitando sua fidelização.
O instrumento utilizado neste processo de evolução das relações internas atende pelo nome de endomarketing.
É através das pessoas que poderá colher impressões reais a seu respeito tencionando praticar o kaizen, ou aprimoramento contínuo. E um dos melhores expedientes de coleta de informações é um questionário para levantamento de pontos fortes e fracos. Experimente aplicá-lo junto a pessoas de seu relacionamento que, mais do que amigas, sejam justas e dispostas a auxiliar você na busca pelo autoconhecimento.
9. Providers Fornecedores já foram tidos como uma espécie de "mal necessário". Eram tempos em que os monopólios reinavam absolutos impondo-nos preços, prazos e condições.
A tecnologia, a profusão e difusão das inovações, a expansão dos mercados, enfim, as novas relações de consumo alteraram o perfil dos providers. E, por decorrência do exposto na variável anterior, o endomarketing tornou você cliente e fornecedor ao mesmo tempo.
A necessidade de concentrar tempo, recursos e energia no phocus propiciou o surgimento da terceirização. Tal como empresas passaram a se dedicar quase integralmente à sua atividade-fim, delegando operações acessórias a outras companhias para elevar sua competitividade, da mesma maneira você deve conduzir sua carreira.
Exemplificando a partir de temas já abordados, contrate um especialista para desenvolver seu website em vez de aprender recursos de programação apenas para esta finalidade. Confeccione seus cartões de visita em uma gráfica, ao invés de produzi-los artesanalmente em sua impressora. Abrace o profissionalismo como lema, pois cada decisão, por menor que seja, impacta sua imagem.
Ao contratar estes novos parceiros, certifique-se de que eles trabalham em sintonia com seus valores e podem atender suas demandas dentro de condições favoráveis.
E, por derradeiro, no papel de fornecedor, considere a possibilidade de trabalhar no sistema home office, ou seja, a partir de um escritório estruturado em sua própria residência. Esta pode ser uma alternativa secundária para uma atividade suplementar que com o tempo possa assumir o posto de principal. Mas tenha consigo a recomendação de que para ter sucesso nesta iniciativa é preciso mais do que infra-estrutura. Preparo, organização e disciplina são quesitos fundamentais.
10. Post-Place A primeira venda não é a mais difícil de ser realizada. É a segunda, porque sinaliza fidelidade. Este conceito vale para produtos, vale para serviços, vale para sua imagem e para a atividade que desempenhar. Você pode chamá-lo de aftermarketing, porque vem depois da venda.
Pergunte-se: quantas vezes você já acionou um SAC - Serviço de Atendimento ao Cliente, tendo seu problema resolvido? Em quantas ocasiões recebeu um telefonema de retorno de alguém para agradecer-lhe pela presença ou participação num evento qualquer?
Costumo dizer que nós somos maus amantes, porque costumamos lutar por nossas conquistas e desmerecê-las logo em seguida, tão logo seja superado o sabor do desafio.
Por isso, aprenda a agradecer. Agradeça não apenas por presentes recebidos, mas também por um sorriso, por uma singela mensagem. Cultive o hábito de jamais deixar alguém sem resposta, ainda que ela seja negativa ou inconclusa.
Retorne telefonemas recebidos, recados remetidos, mensagens postadas. Cumprimente com cordialidade as pessoas que encontrar, mesmo que acidentalmente. Vale para o frentista, o ascensorista, o operador de caixa.
Coloque-se disponível às pessoas. Evite criar barreiras, forjar obstáculos, tornar-se inacessível como se isso fosse torná-lo mais importante, desejado ou respeitado. O mundo anda carente de alegrias e basta uma delas para combater muitas tristezas. A gratidão e a benevolência não trazem a felicidade, mas ajudam a assegurá-la.
11. Protection Esteja atento para assuntos relacionados à proteção legal. Primeiro, para resguardar a si mesmo e à sua imagem. Segundo, para evitar o inverso, ou seja, que você, desafortunadamente, por um lapso em uma fração de segundos, invada a privacidade alheia, cometa um plágio, ultrapasse a linha tênue que muitas vezes separa o plausível do inaceitável.
Procure patentear sua marca pessoal, caso crie uma. Registre seu domínio www. Conheça o código de ética da sua categoria profissional e estude o código de conduta da sua empresa. Leia e aprenda a interpretar o Código de Defesa do Consumidor e a Constituição Federal.
12. Percognitiom A última variável das ferramentas para edificação de seu planejamento estratégico pessoal é um neologismo em inglês que representa uma seqüência de ações capazes de referendar os passos anteriores: percepção, reconhecimento, reputação, imagem e marca.
Isso posto, todo o planejamento só poderá ser qualificado como válido se houver a percepção de suas qualidades e atributos. Uma vez percebido ou notado, que você seja reconhecido e, ato contínuo, reputado positivamente. Então ocorrerá a experimentação, representada pelas oportunidades de interação que conduzam à convivência, respaldando uma imagem sólida que se incorpore à sua marca pessoal.
O percognitiom é fruto de um processo de diferenciação capaz de lhe tornar dotado de características únicas e indissociáveis, suficientes para conquistar a o respeito, a admiração e a confiança das pessoas em seus corações e mentes.
Lembre-se de que o hoje é a vitória sobre o você de ontem e a preparação para o seu amanhã. Falhar em planejar é planejar falhar.
Autor: Tom Coelho, com formação em Publicidade pela ESPM, Economia pela USP, especialização em Marketing pela Madia Marketing School e em Qualidade de Vida no Trabalho pela USP, é consultor, professor universitário, escritor e palestrante.
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