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COMO ANDA SUA QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO?

Quarta, 24 de Setembro de 2008
Encontrarmos pessoas que ficam horas e horas a mais em seu trabalho dedicando-se a uma atividade ou um projeto e mesmo assim não obtém uma boa produtividade em suas tarefas e principalmente estão longe de se sentirem realizados com o que fazem, gerando assim frustrações e falta de motivação. O motivo desta falta de produtividade pode ser a má qualidade de vida no ambiente de trabalho.

O ambiente de trabalho não deve ser considerado apenas como o ambiente da empresa ou escritório, mas também o ambiente de estudo dos alunos de todas as faixas etárias. Estes também possuem sua carga horária distribuída entre aulas, provas, cursos de idiomas, cursos de informáticas, esportes e mais provas. Há crianças com menos de sete anos que ficam na escola ou fazem dezenas de atividades, saindo de casa as 07:00h e retornando apenas as 18:30h. São mais de dez horas de atividades diárias.

Os profissionais precisam dedicar seus esforços para apresentarem seus projetos dentro do prazo desejado. Alguns, ainda, por morarem longe de seu local de trabalho ou não terem acesso a um restaurante perto, muitas vezes almoçam no próprio ambiente e logo estão a trabalhar novamente.

A mente precisa descansar, sair da rotina. Processar novas informações através de ambientes diferentes dos quais se passa a maior parte do tempo utilizando os cinco sentidos (olfato, tato, paladar, audição e visão) para que descanse e se revigore.

Verifique se sua postura não está lhe causando cansaço físico, se não está sentado muito perto do monitor do computador, se está exposto a algum tipo de poluição (sonora ou visual, por exemplo).

Aproveite o horário que sobre durante o almoço para fazer algo diferente. Ouça uma música, leia um capítulo de um livro, desenhe, pinte, faça artesanato, converse com amigos (assuntos não relacionados ao trabalho), dê uma volta no quarteirão, faça um projeto esboçando seus objetivos para o ano e assim por diante.

Se em sua empresa não há um programa de melhoria na qualidade de vida no ambiente de trabalho, quando for degustar o tradicional cafezinho, aproveite para se alongar e fazer uma rápida ginástica laboral, preparando seu corpo para o restante da jornada de trabalho.

Se você é um estudante que dedica horas e horas realizando várias atividades de estudo, pare um pouco para descansar. Ouça músicas, assista um vídeo, curta a natureza. Fuja de sua rotina. O estudo é excelente para seu futuro, mas em excesso, haverá um momento que você não conseguirá mais processar tantas informações.

Quando não estiver em seu ambiente de trabalho ou estudo, passe mais tempo junto de sua família. Com seus pais, marido, esposa, filhos, tios, avós, sobrinhos ou netos. A família é uma grande fonte de energia para todos. Não trabalhe ou estude exaustivamente pensando apenas no amanhã, pois você estará deixando de viver o hoje com as pessoas mais especiais de sua vida. Como disse Kotler, “a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo”. Viva intensamente seu presente e com certeza terá um maravilhoso futuro.

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Gerenciamento de Produtos e Portfólio - V

Quinta, 4 de Setembro de 2008
IDENTIFICAR PRODUTOS E SERVIÇOS CORRELATOS

Independente do tipo de indústria, os produtos e serviços podem ser de duas naturezas:

- PRODUTOS BASE: são produtos ou serviços que formam a base de uma categoria especifica ou ainda determinam uma experiência dentro desta categoria. Normalmente estes produtos estão diretamente relacionados à competência essencial da empresa que o produz.

- PRODUTOS CORRELATOS: são os que agregam valor ao produto de base. Normalmente, os produtos correlatos geram receita de vendas incrementais aos produtos de base além de terem melhor margem.

EXEMPLO

Exemplo

TEORIA DA CAUDA LONGA
A teoria da cauda longa (long tail) coloca um fim no preconceito quanto ao conjunto de produtos de pouco volume. Normalmente a receita gerada por este grupo de produtos é equivalente a receita gerada pelos produtos mais requisitados.

Num mundo digitalizado, virtualizado, etc, o custo de manter os produtos de menor volume é o mesmo. Portanto, o benefício de oferecer aos consumidores um espectro maior de produtos vale à pena.

Diferentemente do passado, onde os esforços de vendas estavam associados diretamente a um vendedor ou a uma loja com custos fixos altíssimos, hoje com novos canais de vendas, como televendas e e-commerce, é mais fácil justificar economicamente a manutenção destes produtos menos populares e explorar ao máximo suas receitas incrementais.

Outro fator que reforça a manutenção deste modelo de negócio é o aparecimento de mídias mais fragmentadas e segmentadas que atuam sobre nichos específicos de consumidores e empresas gerando demanda para qualquer tipo de produto, independentemente do seu volume.

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A RESPONSABILIDADE DO LÍDER

Segunda, 1 de Setembro de 2008
Existe mais de oitenta milhões de links relacionados à palavra líder na Internet que alimentam um cabedal de idéias, concepções, concepções e as mais variadas opiniões a respeito dessa personalidade tão requisitada no mundo dos negócios, pressionada no mundo político e, por vezes, reverenciada na sociedade.

Assim, não é necessário tratar do conceito de líder nem dos seus anseios, características ou preocupações. Essa questão está saturada, mais do que batida, como se diz na gíria. Qualquer pessoa que tenha o mínimo interesse pelo assunto sabe as características da boa liderança na ponta da língua.

Esse artigo trata de uma virtude indispensável para quem deseja assumir o desafio da liderança em qualquer segmento da sociedade e, principalmente, no mundo dos negócios: a responsabilidade. Antes de prosseguir, vale a pena refletir alguns pontos: você conhece alguém capaz de assumir publicamente a culpa por um negócio mal-sucedido, uma transação equivocada, um resultado não alcançado ou uma falha grotesca?

O verdadeiro líder assume a responsabilidade sobre seus atos. Os demais são esforçados, se dizem líderes, mas atribuem o péssimo desempenho ao governo, à economia, ao chefe, aos subordinados, aos outros, raramente a si mesmo. Alguns reconhecem o mau desempenho, porém o orgulho não deixa que assumam a tal responsabilidade. Eles não foram treinados para isso. A maioria é orientada desde cedo para resistir, negociar, transferir a culpa, mentir, se necessário. Dificilmente dão o braço a torcer, ainda que isso lhe custe o cargo ou a vida.

O líder efetivo vê a liderança como responsabilidade e não como um cargo ou privilégio, portanto, se as coisas não caminham conforme o planejado, o líder não sai pelos cantos procurando culpados, segundo James Hunter, autor de O Monge e o Executivo. Ele simplesmente assume a culpa e refaz o caminho, porém, para assumir a culpa e reiniciar a jornada, a condição de líder pressupõe outra virtude imprescindível: a transcendência.

Transcender significa ir além, colocar-se num nível superior, mover-se para frente ou para o alto, superar os próprios limites. De fato, para sair do lugar, basta dar um passo adiante, simples assim. A transcendência é o que diferencia líderes como Silvio Santos, Jack Welch, John Kennedy, Margareth Tatcher, Madre Teresa e Mahatma Gandhi, entre outros, dos demais líderes na face da Terra. Eles tiveram a capacidade de mudar a si mesmo primeiro, sempre que necessário.

Ser despojado, ter a habilidade de olhar para dentro de si mesmo, estar disposto a mudar, fazer a diferença no mundo, crescer com a equipe e defendê-la até o fim, reconstruí-la, se o mundo assim o exigir. De uma forma ou de outra, a solução dos problemas do mundo está nas mãos dos líderes.

Os líderes têm responsabilidade sobre o desempenho das empresas, o desenvolvimento das pessoas, a evolução da sociedade, a unidade familiar. Acima de tudo, eles são responsáveis pelo seu próprio desempenho, por sua situação real de vida, perante os subordinados e, principalmente, atos e resultados derivados desses atos. Se os resultados acontecem, ou não, a responsabilidade será sempre do líder. Ela não pode ser transferida, jamais.

Ao assumir compromissos, os liderem devem cumpri-los. Isso tem a ver com a dignidade pessoal, com o respeito por si mesmo e pelos outros. A liderança passa a ter sentido apenas quando o líder reconhece a verdadeira responsabilidade em termos de liderança. Pense nisso e seja feliz!

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A influência dos filósofos na administração

Quarta, 27 de Agosto de 2008
Os filósofos buscam constantemente soluções para os problemas que o correm em seu meio podendo ser externo ou até mesmo interno. Eles buscaram em sua época o que as organizações buscam constantemente: planejamento, organização das tarefas, direção e controle, porém vemos que em um período tão desglobalizado, houve mais resultados positivos do que muitas empresas que existem hoje em dia.

Merece referências a influência dos filósofos gregos, como Platão (429 a.C. 347 a.C.) discípulo de Sócrates, e Aristóteles (384 a.C. 322 a.C.), discípulo de Platão. Ambos deixaram contribuições para o pensamento administrativo do Século XX. Platão preocupou-se com os problemas de natureza política e social relacionados ao desenvolvimento do povo grego. Aristóteles impulsionou o pensamento da Filosofia e no seu livro Política estudou a organização do Estado.

Outros filósofos deixaram importantes contribuições para a formação do pensamento administrativo: Nicolau Maquiavel (1469 – 1527) historiador e filósofo político italiano, seu livro mais famoso, O Príncipe (escrito em 1513 e publicado em 1532) refere-se à forma de como um governante deve se comportar. Segundo Maximiano (2000, p.146), Maquiavel pode ser entendido “como um analista do poder e do comportamento dos dirigentes em organizações complexas”. Certos princípios simplificados que sofreram popularização estão associados a Maquiavel (observa-se o adjetivo maquiavélico):

- “Se tiver que fazer o mal, o príncipe deve fazê-lo de uma só vez. O bem deve fazê-lo aos poucos”.

- “O príncipe terá uma só palavra. No entanto, deverá mudá-la sempre que for necessário”.

- “O príncipe deve preferir ser temido do que amado.”

Francis Bacon (1561 – 1626) filósofo e estadista inglês, considerado um dos pioneiros do pensamento científico moderno, fundador da Lógica Moderna baseada no método experimental e indutivo (do específico para o geral). Segundo Chiavenato (1983, p.22) com Bacon é que encontra-se a preocupação com a separação experimental do que é essencial em relação ao que é acidental. Antecipou-se ao princípio da Administração “prevalência do principal sobre o acessório”.

René Descartes (1596 – 1650) filósofo, matemático e físico francês, considerado fundador da Filosofia Moderna, celebrizado pela sua obra “O Discurso do Método”, em que descreve os principais preceitos do seu método filosófico, hoje denominado “método cartesiano” cujos princípios são:

- Princípio da Dúvida Sistemática ou da Evidência – não é verdadeiro até que se saiba com evidência, ou seja, como realmente verdadeiro.

- Princípio da Análise ou da Decomposição - dividir e decompor cada parte de um problema para analisar as suas partes separadamente.

- Princípio da Síntese ou da Composição – processo racional que consiste no ordenamento dos pensamentos, dos mais fáceis e simples para os mais difíceis e complexos.

- Princípio da Enumeração ou da Verificação – em tudo fazer recontagens, verificações e revisões de modo a tornar-se seguro de não ter havido qualquer omissão durante o processo de raciocínio (checklist).

Thomas Hobes (1588 – 1679) filósofo e teórico político inglês, segundo o qual o homem primitivo era um ser anti-social por definição, atirando-se uns contra os outros pelo desejo de poder, riquezas e propriedades – “o homem é o lobo do próprio homem”. O Estado surge como a resultante da questão, que, de forma absoluta, impõe a ordem e organiza a vida social.

Karl Marx (1818 – 1883) e Friedrich Engels (1820 – 1895) propuseram uma teoria da origem econômica do Estado. Chiavenato (1983, p.23) escreve que, de acordo com Marx e Engels a dominação econômica do homem pelo homem é a geradora do poder político do Estado, que vem a ser uma ordem coativa imposta por uma classe social exploradora. No Manifesto Comunista, ainda segundo Chiavenato, Marx e Engels afirmam que a história da humanidade sempre foi a história da luta de classes, resumidamente, entre exploradores e explorados.

Adam Smith (1723 – 1790) filósofo e economista escocês, considerado como criador da Escola Clássica da Economia, em 1776 publica a sua obra “Uma investigação sobre a natureza e as causas da riqueza das nações”, mais conhecido como A Riqueza das Nações, já abordava o princípio da especialização dos operários e o princípio da divisão do trabalho em uma manufatura de agulhas para destacar a necessidade da racionalização da produção. Conforme Chiavenato (1983, p.30), para Adam Smith, a origem da riqueza das nações reside na divisão do trabalho e na especialização das tarefas, preconizando o estudo dos tempos e movimentos, pensamento que, mais tarde, Frederick Winslow Taylor e o casal Frank e Lilian Gilbreth viriam a desenvolver, fundamentando a Administração Científica.

Todo indivíduo necessariamente trabalha no sentido de fazer com que o rendimento anual da sociedade seja o maior possível. Na verdade, ele geralmente não tem intenção de promover o interesse público, nem sabe o quanto o promove. Ao preferir dar sustento mais à atividade doméstica que à exterior, ele tem em vista apenas sua própria segurança; e, ao dirigir essa atividade de maneira que sua produção seja de maior valor possível, ele tem em vista apenas seu próprio lucro, e neste caso, como em muitos outros, ele é guiado por uma mão invisível a promover um fim que não fazia parte de sua intenção. E o fato de este fim não fazer parte de sua intenção nem sempre é o pior para a sociedade. Ao buscar seu próprio interesse, freqüentemente ele promove o da sociedade de maneira mais eficiente do que quando realmente tem a intenção de promovê-lo. (“Adam Smith, A Riqueza das Nações, Livro IV, capítulo 2”).

David Ricardo (1772 – 1823) economista britânico, em sua obra “Princípios de Economia Política e Tributação”, publicada em 1817, tratava de teorias cujas bases residiam nos seus estudos sobre a distribuição da riqueza a longo prazo. Segundo David Ricardo o crescimento da população tenderia a provocar a escassez de terras produtivas. Tal Como Adam Smith, Ricardo admitia que a qualidade do trabalho contribuía para o valor de um bem. O trabalho era visto como uma mercadoria. Uma importante contribuição sua foi o princípio dos rendimentos decrescentes, devido à renda das terras. Tentou deduzir uma teoria do valor a partir da aplicação do trabalho. Ricardo tornou-se o clássico por excelência da Economia, apesar de se inspirar em grande parte da sua análise na obra de Adam Smith acabou por criticá-lo. Alterou o conceito de valor de uso de Adam Smith definindo-o como a Utilidade, ou seja, a capacidade do produto satisfazer as nossas necessidades. Como contribuições para a formação do pensamento administrativo, resumidamente, é possível destacar: suas posições a respeito do custo do trabalho e sobre os preços e mercados.

John Stuart Mill (1806 – 1873) filósofo e economista britânico publicou “Princípios de Economia Política” onde, segundo Chiavenato (1983, p.31) apresenta um conceito de controle objetivando evitar furtos nas empresas. Acrescenta duas qualidades importantes, a fidelidade e o zelo.

A partir do Séc. XX poderemos verificar no pensamento de Peter Drucker a crescente preocupação com as novas formas de atuação do administrador enquanto individuo e da administração enquanto prática para que tal indivíduo alcance e desenvolva a felicidade, zelo, controle do trabalho, utilidade do valor, a ordem, a organização, e outros aspectos já evidenciados pelos filósofos clássicos diante de um mundo tão complexo como o que vivenciamos hoje, chamado de mundo globalizado.

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Fórum Portal da Administração

Sexta, 25 de Julho de 2008
Fórum Portal da Administração, acesse:http://administracao.hihera.com

O fórum tem como principal objetivo promover um contato mais interativo com pessoas (estudantes, professores universitários, empresários, etc...), que desejam discutir sobre os temas relacionados á Administração de Empresas, tais como:

- Economia;
- Estratégia / Planejamento;
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Então, fique á vontade para colocar suas dúvidas, eu e os usuários deste fórum tentaremos respondê-las.