Sérgio Dal Sasso
Segunda, 20 de Outubro de 2008
Em Janeiro de 2008 escrevemos o artigo “Administração Sustentável 2008”. Abaixo
segue parte do texto original, aonde alertávamos quase que “solitariamente” que
nossos barcos não seriam mais impulsionados sem velas, antecipando também sobre
a ausência dos controles adequados para dar sustentabilidade aos negócios.
Veja Parte do texto original “ADMINISTRAÇÃO SUSTENTÁVEL 2008 – Janeiro de
2008”:
O que podemos dizer sobre os mercados e a conjuntura econômica mundial.
Existe um limite natural em tudo, toda bola estoura, e o risco da garantia dos
volumes é o esquecimento das especificações básicas do jogo que estamos
praticando, principalmente quando nos orientamos pelo que os outros estão
fazendo, se esquecendo se realmente temos condições de praticar a mesma coisa.
Administrar de olho no mercado e suas possibilidades de conquistas às vezes
fazem com que nos esqueçamos dos parâmetros lógicos de que negócios pedem por
controles e que controles, acima de sistemas impecáveis, devem ser dotados de
gente capaz de analisá-los antes do caos.
Todo crescimento necessita de demandas, e na contra partida nos meios
competitivos, empresas acima do talento coletivo (poder de troca com ênfase nos
objetivos) pela criação “do surpreender”, não podem perder o espírito analítico
pela euforia de crescer a qualquer preço e prazo.
No mundo não temos mágica, mas lógica, pois tudo que to falando é resultante das
décadas de fusões e aquisições geradoras de estratégias que beneficiam escalas
ajustando e consolidando participações, mas que também aceleram as reduções de
mão de obra que por conseqüência se alocam em outras atividades e desafios, que
nem sempre garantem um consumidor estável, mas que mesmo assim gasta e temos que
aprender a trabalhar.
Aguardemos os resultados em 2008, 2009, mas antecipe e revise seus planos, pois
nossos barcos não vão mais navegar sem o uso de todas as velas. Se errar pela
cautela, “please” às vezes uma boa cardeneta de poupança é melhor do que
traficar cocaína.
Reforçando nossa visão na época, fica-se claro pelo que vem acontecendo que
essa crise tem seu reflexo em todos os cantos do planeta, e que, de forma menos
intensa, porém preocupante, também praticamos da mesma maneira a política do
expandir pela dilatação do credito, do tipo olhar pela venda, deixando que as
informações sobre as conjunturas do crescimento fossem dados mais relevantes do
que a analise das garantias do próprio consumidor.
Coisas do mundo de grandes escalas e das decisões em cima de demonstrativos que
vão se acumulando com base em provisões percentuais e estatísticas, que nem
sempre refletem a realidade do que está acontecendo. Nesse momento tanto faz
qualquer adoção governamental para amenizar as coisas, pois o estancar o
crédito, controlar ou dificultar o consumo pelo aumento dos juros, não irá
amenizar a herança do que já foi feito, que se encontra na parcela do
compromisso assumido do consumidor pego pelo impulso. O jogo do mercado,
inevitavelmente, vai ditar à redução do poder do consumo e pior refletir na
saúde dos fluxos financeiros com acréscimos pelo acumulo da inadimplência e
redução de volumes.
O final do ano vem chegando e cabe um alerta ao mercado, ao gestor, ao
colaborador. Primeiro não atente muito as informações ou ausências delas
referente ao que o governo está passando (afinal estamos em campanha eleitoral)
e em segundo se os negócios já não estão bem, não arrisque transações sem a
devida visão dos prazos entre compras e vendas. Negocie muito suas compras, e
reforce a tese de vender novidades, e assim justificar as vantagens das
operações de curto prazo, se distanciando no máximo de ser o financiador direto
na ponta final, e se isso for inevitável tenha um sistema de analise para
garantir segurança caucionada frente ao comprador final.
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Sérgio Dal Sasso
Quarta, 8 de Outubro de 2008
Em Janeiro de 2008 escrevemos o artigo “Administração Sustentável 2008”. Abaixo
segue parte do texto original, aonde alertávamos quase que “solitariamente” que
nossos barcos não seriam mais impulsionados sem velas, antecipando também sobre
a ausência dos controles adequados para dar sustentabilidade aos negócios.
Veja Parte do texto original “ADMINISTRAÇÃO SUSTENTÁVEL 2008 – Janeiro de 2008”:
O que podemos dizer sobre os mercados e a conjuntura econômica mundial. Existe
um limite natural em tudo, toda bola estoura, e o risco da garantia dos volumes
é o esquecimento das especificações básicas do jogo que estamos praticando,
principalmente quando nos orientamos pelo que os outros estão fazendo, se
esquecendo se realmente temos condições de praticar a mesma coisa.
Administrar de olho no mercado e suas possibilidades de conquistas às vezes
fazem com que nos esqueçamos dos parâmetros lógicos de que negócios pedem por
controles e que controles, acima de sistemas impecáveis, devem ser dotados de
gente capaz de analisá-los antes do caos.
Todo crescimento necessita de demandas, e na contra partida nos meios
competitivos, empresas acima do talento coletivo (poder de troca com ênfase nos
objetivos) pela criação “do surpreender”, não podem perder o espírito analítico
pela euforia de crescer a qualquer preço e prazo.
No mundo não temos mágica, mas lógica, pois tudo que to falando é resultante das
décadas de fusões e aquisições geradoras de estratégias que beneficiam escalas
ajustando e consolidando participações, mas que também aceleram as reduções de
mão de obra que por conseqüência se alocam em outras atividades e desafios, que
nem sempre garantem um consumidor estável, mas que mesmo assim gasta e temos que
aprender a trabalhar.
Aguardemos os resultados em 2008, 2009, mas antecipe e revise seus planos,
pois nossos barcos não vão mais navegar sem o uso de todas as velas. Se errar
pela cautela, “please” às vezes uma boa cardeneta de poupança é melhor do que
traficar cocaína.
Reforçando nossa visão na época, fica-se claro pelo que vem acontecendo que essa
crise tem seu reflexo em todos os cantos do planeta, e que, de forma menos
intensa, porém preocupante, também praticamos da mesma maneira a política do
expandir pela dilatação do credito, do tipo olhar pela venda, deixando que as
informações sobre as conjunturas do crescimento fossem dados mais relevantes do
que a analise das garantias do próprio consumidor.
Coisas do mundo de grandes escalas e das decisões em cima de demonstrativos que
vão se acumulando com base em provisões percentuais e estatísticas, que nem
sempre refletem a realidade do que está acontecendo. Nesse momento tanto faz
qualquer adoção governamental para amenizar as coisas, pois o estancar o
crédito, controlar ou dificultar o consumo pelo aumento dos juros, não irá
amenizar a herança do que já foi feito, que se encontra na parcela do
compromisso assumido do consumidor pego pelo impulso. O jogo do mercado,
inevitavelmente, vai ditar à redução do poder do consumo e pior refletir na
saúde dos fluxos financeiros com acréscimos pelo acumulo da inadimplência e
redução de volumes.
O final do ano vem chegando e cabe um alerta ao mercado, ao gestor, ao
colaborador. Primeiro não atente muito as informações ou ausências delas
referente ao que o governo está passando (afinal estamos em campanha eleitoral)
e em segundo se os negócios já não estão bem, não arrisque transações sem a
devida visão dos prazos entre compras e vendas. Negocie muito suas compras, e
reforce a tese de vender novidades, e assim justificar as vantagens das
operações de curto prazo, se distanciando no máximo de ser o financiador direto
na ponta final, e se isso for inevitável tenha um sistema de analise para
garantir segurança caucionada frente ao comprador final.
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Marcus Guimarães
Quinta, 11 de Setembro de 2008
Após apresentar alguns conceitos acerca do modelo de Autogestão em Saúde,
abaixo listo os principais benefícios que poderão ser atingidos com sua adesão,
em um comparativo com os demais modelos de assistência à saúde:
- Custos aproximadamente 40% inferiores aos planos de saúde equivalentes em
outras modalidades do mercado;
- Programa de saúde concebido de acordo com as características e necessidades da
organização, a Autogestão possibilita a adequação de qualquer fator referente ao
plano para melhor atender as demandas da empresa, um modelo de saúde altamente
personalizado;
- Garantia da qualidade, abrangência, economia e burocracia reduzida
proporcionam o maior índice de satisfação dentre todos os modelos de assistência
médica (Seguradoras, Administradoras de Planos, Cooperativas Médicas e Medicinas
de Grupo), média de 51% frente à 20% de outras operadoras. (fonte: Consultoria
Towers Perrin);
- Permite interferência direta na administração do programa, ou seja, na escolha
dos credenciados e na prestação e utilização dos serviços, preservando a
qualidade da assistência;
- Permite a correção de problemas e a criação de novas alternativas, por ser um
modelo muito flexível, possibilita reajustes a qualquer tempo por parte da
empresa;
- Possibilita o desenvolvimento de programas de promoção e prevenção à saúde e
de incentivo à qualidade de vida;
- Facilita ações conjuntas com o programa de saúde ocupacional.
Na busca por um equilíbrio entre a atratividade para contratar e manter talentos
e um menor custo com benefícios oferecidos aos colaboradores, as empresas tem
enfrentado um verdadeiro duelo e neste caso, a Autogestão torna-se um modelo
pioneiro que trará os maiores benefícios a um menor custo. Muitos empresários
ainda tratam com incerteza este novo conceito mas vale lembrar que diversas
empresas já aderiram este modelo, como: Itaú, RBS, Perdigão, Wolkswagem,
Embraer, Banco do Brasil, entre outras muitas.
Não é à toa que a Autogestão é considerada o futuro da assistência a saúde das
empresas, informe-se.
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Mateus Paulini
Sexta, 22 de Fevereiro de 2008
Realizada a análise das séries temporais, e conhecendo se o mercado / segmento / produto que a empresa atua de forma mais detalhada, o próximo passo é realizar a aplicação de métodos para buscar efetuar a previsão de variação futura, ou seja, prever a demanda. Dentre as técnicas, saliento as que possuem melhor resultado prático e mais utilizadas que são: a média móvel, regressão linear, especialistas individuais e o método Delphi, todos serão detalhados á seguir.
Média Móvel: Facilmente pode ser aplicada. Utiliza os valores históricos de demanda, para que assim consiga realizar a previsão dos próximos períodos. Sua configuração é estabelecida pela empresa, mediante análise podendo ser de curtos períodos como semanais, mensais, ou então períodos maiores como os trimestrais ou semestrais, porém quanto maior o período, maior a margem de erro dependendo do mercado de atuação. Possui alta confiabilidade se aplicada em cenários de tendência ou baixa variação aleatória, porém quando existem muitos períodos sazonais, fica perigoso realizar previsão apenas com a utilização deste método.
Regressão Linear: Este método estatístico permite determinar o melhor ajuste após realizar uma análise de variáveis, a regressão linear verifica fatores não examinados pelos outro métodos de previsão do volume de demanda, como resultado esta importante ferramenta permite uma análise precisa sobre os diversos dados obtidos referente ao mercado consumidor.
 Especialistas Individuais: Geralmente são utilizados através de consultorias especializadas, mas esta técnica também pode ser realizada através da comunicação com os colaboradores da empresa, caso estes possuam qualificações necessárias, experiência e visão sistêmica.
Método Delphi: Este método busca obter o feedback da questão proposta através de um grupo de especialistas reunidos, e isso de forma anônima. Este método é interessante para aplicação em qualquer empresa, pois sua aplicação é constituída por meio de questionário e o resultado da média do grupo é apresentado após todos os participantes terem respondido o questionário sobre a questão abordada (no caso, previsão do volume de demanda), podendo este então analisar novamente os dados, propor novas idéias ou então identificar possíveis falhas.
O Método Delphi é pouco utilizado e muitas vezes nem é conhecido pelos gestores, mas seus benefícios são evidentes quando há alguma questão complexa a ser abordada e necessita-se das idéias da equipe de trabalho.
O modelo tradicional de reunião utilizado em muitas empresas, ou seja, os participantes comunicam-se verbalmente pode inibir algumas das possíveis idéias, pois existes o medo do erro, ou como esta idéia será aceita pelos outro colaboradores. Muitas vezes importantes feedback e oportunidades são perdidas, ou poderiam ser a solução do problema. Já o Método Delphi, por possuir comunicação por meio de questionários anônimos, possibilita que as idéias fluam com maior facilidade e sem restrição, assim como também permite a realização da previsão do volume de demanda com maior eficiência, resultando em menor margem de erro.
Como já afirmado, previsão do volume de demanda não é uma ciência exata, e necessita de muita análise, sempre aconselho que para uma maior confiabilidade, sejam aplicadas no mínio as três técnicas citadas neste artigo, a Média Móvel, Regressão Linear e o Método Delphi. No fim comparar os resultados, que serão o lastro para uma tomada de decisão.
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Fernando Gomiero
Sexta, 30 de Novembro de 2007
As organizações que almejam a liderança do mercado no atual mundo competitivo precisam estar com as antenas ligadas na atual conjuntura econômica e nas tendências do setor de atuação e do mercado consumidor, de forma que as estratégias adotadas anteriormente definidas no planejamento estratégico sofram as adequações necessárias com vistas a não perder o rumo e a direção do negócio.
Na busca incessante pela excelência e qualidade nos produtos e serviços prestados aos clientes, as empresas se viram obrigadas a adotar uma série de ações essenciais para o sucesso do negócio. São eles:
1. Foco no negócio: Definir exatamente em qual mercado a empresa irá atuar, quem serão seus públicos-alvos, quais produtos e serviços serão oferecidos aos clientes, qual faixa etária e região geográfica será explorada, quem serão os seus concorrentes, quais serão os seus parceiros, quem serão os seus fornecedores e quais tipos de colaboradores farão parte da organização;
2. Busca de colaboradores com espírito empreendedor: Buscar as grandes "cabeças pensantes" do mercado que tenham perfis empreendedores, iniciativa, pró-atividade, empatia e bom relacionamento interpessoal com qualidades de comunicador, visionário, articulador e planejador, fazendo as coisas acontecerem conforme esperado;
3. Flexibilidade: Adotar uma postura flexível diante das intempéries do mercado referente às inúmeras variáveis do ambiente interno e externo, realizando alterações de rumo e rotas, abertura às mudanças e inovações e aceite de sugestões e críticas do atual sistema de liderança;

4. Crescimento através de parcerias: Realizar parcerias com empresas de ramos interdependentes, fornecedores estratégicos e em alguns casos até com os concorrentes como é o caso da formação dos consórcios de exportação, visando única e exclusivamente à redução das despesas e o aumento dos lucros e resultados.
5. Agilidade de respostas ao mercado: Responder prontamente às demandas e exigências do mercado no que diz respeito à qualidade e a oferta dos atuais e dos novos produtos/serviços oferecidos ao consumidor, preços, promoções e facilidades nos pagamentos, visando brecar as ações dos concorrentes juntos aos clientes;
6. Marca de Confiança: Oferecer ao mercado a confiabilidade necessária com imagem de qualidade e solidez, com vistas a fidelizá-lo e torná-lo fixo em sua carteira de clientes, fornecendo uma marca de confiança com a certeza de que o cliente voltará novamente ao estabelecimento para comprar seus produtos/serviços;
7. Qualidade/Diferencial: Obter a qualidade e o diferencial que realmente os consumidores esperam no atendimento, no oferecimento de produtos/serviços, no trabalho de pós-venda, nas ações de responsabilidade social, nas transparências de seus balanços, nos trabalhos voluntários, entre outros fatores não menos importantes, assim como vantagens competitivas que se mostram superiores aos dos concorrentes, satisfazendo e superando as necessidades e as expectativas dos clientes. Quesitos estes que com certeza fazem a diferença na escolha desse ou daquele produto/serviço.
É de extrema importância que as empresas tenham como pré-requisito a adoção de ações que venham de encontro aos fatores mencionados e aos anseios do mercado de forma que o sucesso nos negócios e os lucros nos balanços sejam uma conseqüência no atual mundo empresarial. Que tal fazer o teste?
Categorias:
Liderança, Planejamento, Estratégia, Qualidade, Planejamento Estratégico, Marca, Mercado, Negócio, Parceria, Flexibilidade, Competitividade, Foco, Diferencial,
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