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Sexta, 13 de Abril de 2007
Com o crescimento inegável da economia chinesa, muitas pessoas estão enriquecendo absurdamente nos últimos anos.
Nas ruas das grandes metrópoles chinesas a uma explosão de carros importados por toda parte, Arranha-céus luxuosos são construídos nas grandes cidades,e o poder aquisitivo dessas pessoas aumentando consideravelmente.
Mas o importante salientar, apesar de altas taxas de crescimento a china ainda possui mais 70% da população em zonas rurais.
Sabendo então,que nem todos estão tendo acesso nesses últimos 20 anos há um padrão de vida de nível alto.
Mas já fora levantada através de pesquisas a ascensão econômica da classe média chinesa A China classifica como classe média quem ganha entre 60 mil iuanes (US$ 7,2 mil) e 500 mil iuanes por ano
Atualmente, enquadram-se nesse perfil apenas 5% dos chineses.
As reformas econômicas das últimas décadas elevaram o padrão de vida no País, que conta com 1,3 bilhão de habitantes. Entretanto, uma das preocupações do governo é com a concentração de riquezas e o quanto isso pode comprometer a estabilidade social.
É difícil hoje fazer uma profunda avaliação da China. Até mesmo os estudiosos afirmam que não há especialistas sobre o assunto, uma vez que a abertura do país é recente e as informações pouco disseminadas. O governo ainda mantém o controle sobre todas as atividades políticas e econômicas.
Ainda assim, entre os que mergulharam mais profundamente no mundo chinês, muitos afirmam que o país não conseguiu conciliar os modelos social (anterior às reformas) e o econômico. O agravamento das dificuldades estaria afetando em especial saúde e educação.
Xangai é o pólo industrial e financeiro da China, mantendo um crescimento em torno de 12% ao ano, acima da média nacional. As áreas urbanas concentram o mercado consumidor do país, estimado em 400 milhões de pessoas. Os números apontam as diferenças regionais. Segundo estudo do Instituto de Economia Agrícola (IEA), 57% do PIB tem origem no leste, 26% na área central e apenas 17% vem da parte oeste. A pujança de Xangai contrasta com o pouco acesso à luz elétrica e água potável na área rural. As dificuldades internas, pelo menos até agora, não têm impedido que a China caminhe para se tornar a próxima superpotência mundial.