Sérgio Dal Sasso
Segunda, 25 de Agosto de 2008
Reanalisando o aprendizado...
Não adianta colecionar cursos e preencher as paredes do escritório. Para se
obter resultado dentro do aprendizado é necessário criar uma escola que lhe
atenda 24 horas por dia, que seja itinerante, virtual e dinâmica entre teoria e
pratica.
Existe uma única possibilidade para o enriquecimento continuado e está na sua
capacidade de formar grupos permanentes para troca, enriquecimento de
informações frente as suas execuções.
Quanto mais próximo você conseguir estar com as pessoas de interesse, maior será
a sua capacidade de aprender coisas novas. O fator fundamental para se obter
sucesso na arte da troca é a capacidade de se mostrar útil, pois este valor será
o acumulativo de créditos para que lhe aceitem como um ser competente e assim
tenham interesse em apoiá-lo na mesma moeda e qualidade quando da solicitação
das suas necessidades.
Não se esqueça que na escola do aprendizado, os destaques estão nas ações de
identificação dos vazios não percebidos pelos comuns e é nesse momento que o
tempo se faz facilitador para os criativos.
Revendo os objetivos...
Entenda que um projeto acontece quando é recheado de qualidade e que tal
situação somente ocorre quando destinamos concentração e dedicação ao que
fazemos.
Sua atitude deve andar junto com a capacidade de criar, pois está na criação a
possibilidade de inovar para ter a sua parte na estrada principal da vida. Nada
será simples e fácil, sua jornada será alcançada após exaustivos planos e
testes, erros e acertos, vivência, experiência e um grande, mais muito grande
“saco” para agüentar, enquanto as coisas não estiverem retornando com o “dindim”
esperado. Em alguns momentos acharemos que já estamos por merecer mais, pelo
próprio sentimento de utilidade e prestatividade, mas sempre existiram outros
fatores (políticos, por exemplo...), que exigirão sua paciência ou mesmo
mobilidade. É muito interessante observar que persistir por uma busca é
conseguir transpor obstáculos dentro de uma caminhada seletiva, ou simplesmente
conseguir chegar aonde poucos chegam.
Reforçando o acompanhamento...
Trabalhar com visão no futuro, antes de qualquer coisa é reservar um espaço
diário para analisar e verificar o que aconteceu com as propostas do dia
anterior.
Quanto menor for o espaço criado entre o que se pretende com o que se faz,
melhor será a sua capacidade de revisar com eficiência e a tempo, para
redirecionar e ajustar sua operação. Nunca haverá sucesso para aqueles que
gostam de sonhar, porém não aceitam controlar.
Valorizando a equipe...
Quanto maior for a capacidade de troca entre os membros do grupo, melhor será a
resposta do mercado alvo do seu negocio. Esta é a única equação razoável para se
medir o resultado e qualidade do capital humano que nos rodeia.
A comunicabilidade empresarial é dependente do nível do conhecimento e
comprometimento das causas necessárias ao êxito do negocio. A sua plataforma de
trabalho deve ser horizontal, homogênea, atuante e conhecedora do mercado.
Um terceiro ponto será o responsável para medir o seu sucesso e estará
condicionado a distancia que sua organização possui dos acontecimentos externos
dependentes para o processamento das ações. Será que seu faxineiro tem autonomia
e conhecimento para reformular o processo de limpeza através da analise própria
do como e porque fazer melhor?
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Sérgio Dal Sasso
Terça, 15 de Abril de 2008
O sucesso profissional não deve ser medido com conquistas hierárquicas,
mas pela amplitude da sua exposição dentro do meio escolhido para o exercício
das suas atividades.
Os processos do aprendizado ultrapassam a necessidade de um conhecimento amplo e
profundo, pois as regras do mundo atual são claras, pois temos que ser muito
bons no que fazemos e propomos. Multi especialização, vivencias e experiências
profissionais são quesitos básicos, para se obter uma carta de credito e poder
competir diante das exigências seletivas nos meios internos das organizações e
nos externos do mercado.
As organizações bem sucedidas são dependentes de profissionais altamente
capacitados, mas que detenham o poder da alta comunicação e capacidade de
troca para o desenvolvimento e processamento diferenciado das suas
estratégias.
A garantia deste profissional não é eterna, pois a tecnologia é uma constante
ameaça substitutiva de mão de obra, que mesmo quando qualificada, e em muitas
vezes por processos e critérios que não entendemos, terminam por romper uma
relação de trabalho aparentemente não prevista, principalmente quando a decisão
inclui a nossa própria pessoa.
Estar preparado para determinada empresa tem validade e tempo determinado. Por
definição empresarial, você sempre será um meio alternativo de uso, importante
sim, mas eterno somente em quanto durar.
Da mesma forma, espera-se que sua atitude e percepção antecedam ao fim dos
relacionamentos, pois você nunca saberá a data correta ou a própria existência
da ocorrência.
Todo imprevisível requer um planejamento maior, que inclua ações permanentes e
voltadas ao desenvolvimento e ampliação de imagem, junto às bases receptivas de
interesses relacionadas ao segmento e especialidade.
O êxito para possibilidades de sucesso independe do quanto o mundo é adverso
para você, nós semeamos o que colhemos, e a quantidade do que plantamos
dependerá das negociações e aproximações a serem praticadas nos terrenos
vizinhos.
Comunique-se, explore publicamente o seu talento, seus pensamentos como pessoa e
como profissional, troque idéias, abra novas portas relacionadas com seu
destino, treine e aceite ser treinado, supere suas buscas acima do obvio, não
espere ser o melhor, mas se sinta entre os melhores.
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Sérgio Dal Sasso
Sexta, 7 de Março de 2008
"Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece, mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas". (A arte da guerra - James Clavell)
O que vemos em comum nas organizações são os exercícios pelas mudanças, e como resultado efetivo das idéias e seu planejamento verificamos uma enorme distorção entre o que se pensa e o que de fato conseguimos realizar. Parte dessa dificuldade está na implementação tática dos planos de negócios, pois estes estão muito mais próximos do comprometimento humano de fazer acontecer, do que da dependência correta dos sistemas de informações gerenciais e suas tecnologias de coerência e processamento.
Um bom plano de negócio se inicia pela integração do grupo tanto no desenvolvimento e participação nas idéias, como no potencial de execução.
Alguns fatores devem ser reforçados para "o iniciar" dessas ações.
a) Os exercícios e resultados do grupo, normalmente não estão escritos nos quadros de missões e valores das organizações, mas no dia a dia pela demonstração sinérgica e focada nos objetivos. Não existe nada no papel que não sirva apenas como mapa de orientação, mas sua importância no desenvolvimento é documental para a transcrição do quanto sabemos esboçar organizadamente o esforço estratégico, para uma condução entre teses e pratica.
b) Estudos de segmentação dos mercados são vitais para adequação de modelos diferenciados pela importância do que nos interessa. O perfil da ação a ser usado, obrigatoriamente, deve estar adequado para cada tipo de necessidade identificada: pessoas físicas ou jurídicas, em ascensão ou não, tudo deve ser mapeado por definições da região, suas características e identificação de nichos de oportunidades.
c) Antecedendo o exercício do plano (Levantamento de dados, analise do potencial, tabulações, decisões estratégicas baseadas na filtragem dos dados, metas e custos de implementação...) devemos considerar os aspectos do impacto, quando de fato tivermos que executar o exercício das mudanças, pois nada funcionará quanto à tática justificar o não assumir responsabilidades, o não entendimento do significado do foco, o distorcer da atitude por achar que o problema não é nosso ou mesmo o bate boca paralelo diante de resultados nem sempre imediatos.
Em tudo, a participação pró ativa e superação diante do risco da exposição, será a chave de êxito que poderá aumentar a segurança dos propósitos do crescimento pretendido.
d) As lideranças dos serviços e vendas são dependentes da visão, paixão e integridade (Sustentabilidade), diante da condução do como fazemos. Fatores como estudo da concorrência, pontos fortes ou não, devem apresentar duas visões: a primeira pela visitação direta dos colaboradores do plano e a segunda e talvez a mais importante (pouco praticada) é a busca por informações do cliente do vizinho, do grau de satisfação ou não, pelo serviço que está recebendo.
e) De tudo que for feito, um bom plano depende do exercício, das premissas do modelo de abordagem, das ferramentas a serem utilizadas e seu poder de conquistar os agendamentos e convencer pelo diferencial dos métodos adotados a cada perfil e situação.
f) A partir de qualquer implantação, o que torna o sucesso tangível será: o modelo de acompanhamento, a velocidade analítica e processamento adequado nos ajustes. Um alerta para identificação de falhas é que devemos concentrar prioritariamente nossas atenções para a correção de problemas diante dos clientes insatisfeitos, pela implantação ou mudança em execução.
g) As metas de um plano e a transferência para o exercício tático da ação, mais do que o próprio modelo, dependem do jeitão, do quebra gelo, da apresentação pessoal, da abordagem e exposição (venda) clara dos objetivos. Dependem também, da arte de negociar com foco consultivo para prevalecer o interesse do cliente, do fechamento, e do trabalho pós a ser praticado para garantias do que oferecemos.
"Tanto o ficar, como o conquistar, do ponto de vista de garantias para reter clientes, não aceitam perguntas cujas respostas estejam incorporadas por: acho que, não sei como fazer ou me desculpe... amanhã posso ter a solução". (Sérgio Dal Sasso)
"O general que vence uma batalha fez muito cálculos no seu templo, antes de ser travado o combate. O general que perde uma batalha fez poucos cálculos antes. Portanto, fazer muitos cálculos conduz à vitória e poucos à derrota". (A arte da guerra - James Clavell)
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Administrador
Quinta, 2 de Agosto de 2007
Muita gente continua perdendo muito tempo e dinheiro - simplesmente porque ainda não se deu conta que não é mais assim que funciona.
Com Informática ou Com Lápis na Orelha
Se nada neste artigo for novidade para você, no mínimo, com certeza você vai se lembrar de alguém que gostaria muito que também lesse.
Quem usa o computador só para textos, e-mails e Internet, ainda não conhece e não sabe usar um Excel, pode ter certeza que está perdendo muitas oportunidades, tempo e dinheiro.
Talvez não se importe - ou tenha quem faça, isso e até muito mais, por ele(a).
Excel, para quem ainda não sabe, e para efeito deste artigo, é planilha (tabela) de cálculo. Excel é uma marca, como Bic, Bhrama. Da mesma forma, o Word é um processador de texto (máquina de escrever). Os dois são marcas da Microsoft. E aqui não vai nenhuma propaganda - pelo contrário - tem várias outras marcas, similares, equivalentes. Aliás, hoje tem vários desses softwares, de muito boa qualidade - gratuitos - um bom exemplo é o Open-Office.
Agora, se você não entende nada de computador, se você não pode ou não quer gastar dinheiro para comprar um, meu conselho é o seguinte: acredite que vale a pena, consiga acesso a um computador eGestão Digital aprenda a usar o quanto antes. A condição mínima necessária não é mais que uma hora por dia, durante uns 3 dias, podendo ser até numa Lan-House, tendo alguém por perto disposto a lhe mostrar o básico (e onde fica a tecla F1) - o resto vai depender mais da sua vontade do que de qualquer outra coisa.
Procure aprender logo a usar o Excel. Se estiver começando do zero, você vai precisar de 1 ou 2 horas para saber fazer o básico - montar tabelas com cálculos de soma, multiplicação, média, etc. - e fazer gráficos. Só saber como fazer isso já será extremamente útil.
Depois você pode, mesmo sozinho (com a F1, ou com a Internet), aprender e até fazer muito mais - as possibilidades, realmente, não têm limites.
O motivo desta longa introdução é convencer que somente quem não tem a mínima condição, necessidade, conhecimento ou vontade, é que ainda não faz gestão digital - gestão com base na informática, no computador. E continua perdendo - tempo e dinheiro.
Gestão Digital - o que é
Gestão é a atividade de cuidar de alguma coisa - administrar, planejar, controlar, conduzir, definir e atingir metas.
Gestão Digital é a Gestão feita com ajuda da informática, do computador.
Gestão Digital - cultura
O planejamento é feito analisando dados. A execução gera novos dados. O controle é feito com a observação e análise dos dados. Novas decisões e ações dependem da qualidade e aproveitamento do controle - precisão, rapidez, clareza, boa comunicação.
Um bom banco (cadastro) de dados e um bom sistema de controle são as bases para poder haver boas análises e boas decisões - boa gestão.
Saber que dados interessam e obtê-los não é tão difícil. Na verdade, na maioria das vezes é muito fácil. Processar os dados é a questão, o ponto chave. Até há muito pouco tempo, 1 ou 2 décadas, isso era difícil e muito trabalhoso. - Era! - Não é mais! Hoje é muito fácil. Muito fácil mesmo! Esse é o ponto - o motivo deste artigo!
Muita gente já sabe disso. E está tirando muito proveito.
Muita também ainda não. E está ficando para trás.
O importante aqui é mudar o pensamento, a cultura - se convencer, fortemente, que a situação mudou. Antes não nos importávamos muito - nem procurávamos mais dados de interesse para controlar - porque não sentíamos isso como razoável, viável. Médias tinham que ser calculadas. Gráficos tinham que ser "construídos". Tivemos essa cultura por muito tempo. Hoje, médias são "obtidas" e gráficos são "gerados". Com "cliques". Isso já está aí - pronto para usar, super-fácil, totalmente acessível. Com um potencial enorme para revelar oportunidades - de ganhos em custos, em prazos, em qualidade. O tempo todo - a melhoria contínua.
Essa "nova" condição é a informática, o computador, o Digital da nossa velha Gestão.
Gestão Digital - como fazer
1. Coleta de dados - compondo um Sistema de Controle, é a base da gestão digital. O principal é identificar bem os dados de possível interesse - fazer um bom banco de dados. De maneira geral, a quantidade pode se tornar muito grande porque "quase tudo influi em quase tudo". Deve-se então escolher "apenas" os mais importantes, os com possibilidade de contribuir significativamente para a gestão. A preocupação, não sendo mais com o processamento de dados, passa a ser com a praticidade da coleta e registro de dados.
Deve-se ter em mente qual o foco, o escopo da gestão em questão. Pode ser uma empresa, um setor, uma atividade, uma tarefa, os clientes, os fornecedores, o estoque, a qualidade, os custos, as despesas, um contrato, uma plantação, um game, um site, um blog, etc., etc.
Exemplo de dados interessantes para a gestão das compras de uma farmácia: - para cada produto vendido ou procurado: data, dia da semana, horário, valor unitário, quantidade, motivo da venda (1,2,3..), motivo da não venda (1,2,3..), no. Nota Fiscal, cliente (nome, endereço), escolha (1ª., 2ª. ..), etc.
Exemplo de dados interessantes para a gestão de contratos de uma empresa de eventos: - para cada proposta emitida: datas (da solicitação, da proposta), cliente (nome, empresa, cargo, endereço, telefone), diretrizes iniciais (local, data, horário, tipo evento, verba, etc.), etc.
Exemplo de dados interessantes para a gestão da produção de uma fábrica de salsicha: - para cada dia de produção: horários (início e fim de cada período, partida e parada de cada máquina), quilos (matéria prima, produto acabado, retrabalho, sobras, etc.), operários, dados do processo, motivos de paradas, etc.
2. Emissão de relatórios - é o processamento dos dados coletados, apresentado em forma adequada para um bom entendimento e uma boa interpretação. É a base para as análises e tomadas de decisão da atividade de gestão. Bons relatórios devem, entre outras coisas, mostrar índices ou indicadores importantes (KPI), históricos, tendências, etc., através principalmente de tabelas, curvas abc, gráficos. Um bom relatório pode ser até um único gráfico, gerado num instante qualquer desejado. Após este, recomendo você ler também o artigo Relatórios Gerenciais - Base para Tomadas de Decisão.
Imagine quantos gráficos super-interessantes é possível fazer para a farmácia, a empresa de eventos e a salsicharia, só com os dados citados nos exemplos acima - "com cliques"!
Aprenda mais observando exemplos de gráficos prontos - em quase qualquer revista existem vários. Se você nunca fez um gráfico, experimente fazer um já. Um gráfico tipo pizza (%) das despesas pessoais (lazer, educação, moradia, saúde, etc.) é muito interessante - fazer com dados estimados, e depois conferir com o real já poderá até lhe dar boas idéias...
3. Análise e Tomada de Decisões - é a atividade da Gestão em essência. É a percepção das necessidades e oportunidades de ação, baseada na observação dos dados coletados no Controle, processados e apresentados nos Relatórios. Muitas tomadas de decisão podem ser facilmente identificáveis - por exemplo: aumentar a produção de um produto que só não está vendendo uma quantidade 30% maior por falta de estoque. Muitas também podem requerer a avaliação de alternativas - por exemplo: onde investir o lucro mensal previsível para os próximos 3 meses. Para casos como esse, recomendo você ler também o artigo Tomada de Decisão - um método simples e prático.
Planejamentos e Planos de Ação completam esta etapa.
4. Ação - aqui, um único comentário: Planejamento sem ação é ilusão! - Mão na massa!
>> Repetição do processo, num estágio acima: ...Coleta de dados, Emissão de relatórios... Mantenha a "roda girando" - o ciclo do PDCA - a Melhoria Contínua.
Resumo
Porque fazer Gestão Digital? Porque é muito fácil e dá muito retorno - rápido. Porque hoje, nos negócios, isso é vital.
Como fazer Gestão Digital? Com consciência, conhecimento e visão. Com computador, informática. Com mínimo custo. Simples. Rápido. Começando fazer - já!
Recomendação / Sugestão
Não espere para começar. Use parte do tempo ocioso, seu ou dos seus empregados ou subordinados, para coletar dados. Como se fosse um passa-tempo. Mesmo sem saber bem como irá usá-los. Simplesmente comece.
Você verá novas idéias começarem a surgir imediatamente.
Eu gostaria muito que depois você me contasse o resultado - ou resultados.
Colunista: Charbel A. Antonio
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Terça, 19 de Junho de 2007
O fluxograma é um gráfico que demonstra a seqüência operacional do desenvolvimento de um processo, o qual caracteriza: o trabalho que está sendo realizado, o tempo necessário para sua realização, a distância percorrida pelos documentos, quem está realizando o trabalho e como ele flui entre os participantes deste processo.
Como existe uma parafernália de tipos e denominações de fluxogramas diferentes, discorremos sobre o que se acredita ser o mais eficiente e eficaz na solução dos problemas processuais vivenciados nas empresas: o FAP - Fluxograma de Análise de Processos. Este fluxograma originou-se a partir do aperfeiçoamento do diagrama de blocos e do fluxograma utilizado na área de processamento de dados.
Como instrumento de múltiplas funções, o FAP, mediante sua representação gráfica, permite visualizar e compreender melhor os processos de trabalho em execução, as diversas fases operacionais, a interligação com outros processos e todos os documentos envolvidos.
A partir de uma visão sistêmica, possibilitará ao analista um conhecimento mais íntimo e profundo da situação atual, permitindo, também, uma análise técnica mais acurada e confiável, possibilitando como resultado uma proposta mais racional, mais coerente e com melhor qualidade.
A elaboração de fluxograma de um processo integral, descendo até o nível das tarefas individuais, forma o embasamento da análise e do aperfeiçoamento do processo. A atribuição de partes do processo a membros específicos da equipe acelera a execução das tarefas, que, de outra forma, demandaria muito tempo.
Toda situação e/ou processo apresentará problemas específicos de mapeamento. Por exemplo, a documentação disponível raramente é suficiente para mapear todas as atividades e tarefas, sem falar nas pessoas que executam essas tarefas. Tenha cuidado com aquilo que a documentação determina como deve ser feito e como as coisas são feitas na realidade.
Há muitos tipos diferentes de fluxograma. Cada um para cada aplicação específica. Você precisa entender pelo menos quatro destas técnicas para ser eficaz. São elas:
1. Diagrama de blocos que fornece uma rápida noção do processo;
2. O fluxograma padrão da American National Standards Institute (ANSI), que analisa os inter-relacionamentos detalhados de um processo;
3. Fluxogramas funcionais, que mostram o fluxo do processo entre organizações ou áreas;
4. Fluxogramas geográficos, que mostram o fluxo do processo entre localidades.
Outros fluxogramas:
FLUXOGRAMA FUNCIONAL: constitui um outro tipo de fluxograma. Ele retrata o movimento entre as diferentes áreas de trabalho, uma dimensão adicional que se torna particularmente útil quando o tempo de ciclo é um problema. Um fluxograma funcional pode ser elaborado com blocos quanto com símbolos padrões.
FLUXO-CRONOGRAMA: apresenta além do fluxograma padrão, a indicação do tempo de processamento de cada atividade e do tempo de ciclo para cada atividade. Esse tipo de fluxograma permite algumas conclusões preciosas, quando se faz uma análise de custo da deficiência da qualidade, para determinar quanto dinheiro a organização está perdendo, pelo fato de o processo não ser eficaz e eficiente. Agregar a dimensão do tempo às funções já definidas, que interagem no processo facilita a identificação das áreas de desperdício de tempo e que provocam atrasos.
FLUXOGRAMA GEOGRÁFICO: um fluxograma geográfico, ou superposto ao layout físico, analisa o fluxo físico das atividades. Ele ajuda o tempo desperdiçado entre o trabalho realizado e os recursos envolvidos dentro das atividades.
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Qualidade, Produção, FAP, Qualidade Total, Fluxograma, QTM, Administração da Qualidade, Gestão da Qualidade Total, Processamento de Dados, Fluxograma de Análise de Processo,
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