Sérgio Dal Sasso
Sabado, 29 de Março de 2008
Teve uma época em que achava que oferecendo o máximo para outros poderia de alguma forma estar contribuindo com algo positivo em suas vidas. O tempo e as decepções redefiniram-me em relação às expectativas destes retornos.
O que esperar daqueles que recebem e só pensam em receber? Quando ganham assumem os méritos da sua vitória e quando perdem o acusam pela responsabilidade por auxiliá-los no desastre. Esta frase, dita por um grande profissional durante um evento, ficou no meu subconsciente.
É incrível perceber que a nossa evolução está diretamente ligada com a exposição e o desenvolvimento da capacidade de trocar e nos sentimos frustrados quando nossos esforços não são correspondidos e entendidos.
Durante décadas aprendemos que vencer estava intimamente ligado com poder e que seu resultado seria percebido quando estivéssemos dentro de uma enorme platéia (figurativo), com toda estrutura operacional direcionada e centralizada para o exercício do nosso comando.
Quantos conhecidos seus subiram na vida, e que por estas conquistas acabaram esquecendo-se da sua existência. E quantos, após longos anos, voltaram a lhe procurar, impulsionados por alguma grande perda ou mesmo por necessidades cíclicas de reinvenção.
E a vida vai passando, vamos ficando mais velhos, mais experientes e aprendendo a lidar com tudo isso, com nossos erros, com os dos outros. Vamos percebendo que o grande status da conquista não está na "lei do uso e desuso de Lamark" e também, não somente na adaptabilidade proposta por Darwin.
No milênio da troca não está em jogo à sobrevivência de um individuo, mas a identidade, formação e responsabilidade participativa dos grupos frentes aos objetivos. Nossos resultados serão crescentes, pela quantidade e qualidade resultantes de um processo de integração dos diversos povos formadores das nossas etnias.
Erros e vícios como o demonstrado na frase do inicio deste artigo, devem fazer parte do aprendizado e seus resultados repatriados obrigatoriamente para que cada um reaprenda a sua parte, nada pessoal, tudo coletivo.
Está na hora de pararmos de olhar para o lado, buscando razões para sempre justificar o que podia ser um pouco melhor. Comece conquistando o lado para somar com a sua frente. De Deus tenha certeza que terás uma pagina aberta todo dia, do governo as tentativas de alguns por melhorias, mas a pagina aberta estará em branco para que você mesmo a preencha.
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Administrador
Sexta, 20 de Julho de 2007
A Fiesp iniciou campanha de mobilização pelo fim da CPMF, acesse o endereço e preencha o formulário de Adesão e faça parte desta que pode ser uma importante conquista para todos os brasileiros. Leia o manifesto contra a manutenção da CPMF. Essa medida vai ajudar a desonerar toda a cadeia produtiva, consequentemente trará maior crescimento.
Manifesto da Sociedade Brasileira contra a Manutenção da CPMF
A rigor, 1996 foi o primeiro ano de pleno funcionamento de uma nova moeda, o Real, implantada dois anos antes. O Plano Econômico do Governo Fernando Henrique, que havia banido a inércia inflacionária e estabilizado a moeda, alcançava 75% de aprovação nas pesquisas de opinião pública em todo o Brasil. Sob a euforia da sociedade com um novo tempo de economia forte e sinais de retomada do crescimento, surgiu a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), para salvar a saúde pública, então passando por sucessivos escândalos.
O Sistema Único de Saúde (SUS) estava em xeque, vivendo grandes tragédias: mortes por contaminação em hemodiálise em Pernambuco; vacinas causando vítimas em São Paulo; idosos maltratados no Rio de Janeiro; bebês mortos em UTI's no Ceará e no Espírito Santo. Algo precisava ser feito, e não havia recursos.
Mais uma vez, a solidariedade e a generosidade do povo brasileiro assimilaram a CPMF, um novo custo direto. A CPMF era apenas provisória. Mas, o tempo passou e lá se vão 11 anos desde a sua criação. No ano seguinte ao do surgimento da contribuição, a carga tributária brasileira foi quase de 27% do PIB. Já em 2006, havia crescido e atingido 33,7% do PIB. Ou seja, uma década depois do surgimento da CPMF estamos pagando cerca de mais sete pontos percentuais de impostos sobre o PIB. E não se recebe esse montante, nem de longe, em serviços do Governo.
O cidadão brasileiro - além de arcar com uma das maiores cargas tributárias do planeta -, ainda precisa pagar por segurança, saúde, escola e outros benefícios privados para sobreviver. O Governo não se preocupa em gerir responsavelmente a coisa pública, em cortar ou diminuir gastos que, como os impostos, continuam subindo a cada ano. A CPMF, que era provisória, continua sendo prorrogada, agora sem "justo" motivo. Estamos sob a ameaça de que se torne definitiva na contramão do que a sociedade pretende -, que é ser desonerada para diminuir o Custo Brasil, aumentar a competitividade, abaixar preços, gerar novos empregos.
Reduzir impostos é possível, como demonstra o estudo desenvolvido pela Fiesp anexo a este manifesto de inúmeras entidades da sociedade civil brasileira - uma forma de contribuir para a conscientização da importância dessa salutar medida. Sem sacrificar qualquer um dos projetos sociais do Governo, é possível cortar gastos públicos e eliminar a suposta necessidade de prorrogação da CPMF. Reduzindo a taxa de juros, por exemplo, teríamos outra medida do governo capaz de gerar substantiva economia aos cofres públicos, sem falar de maior crescimento no PIB.
Categorias:
Economia, Campanha, PIB, Tributo, Crescimento, Imposto, CPMF, Fiesp, Taxa de Juros, Carga Tributária, Administração Tributária, Plano Econômico, Reduzir Imposto, Custo Brasil,
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Administrador
Quinta, 31 de Maio de 2007
Dias, semanas e até meses de trabalho para desenvolver o seu site. Tanta dedicação, cuidados com o layout, imagens tratadas, textos impecáveis, links sem defeito, tudo para agradar o seu futuro visitante e quando tudo está pronto, o contador de visitas só mostra suas próprias passagens pelo site?
Neste imenso mundo virtual, um site pode passar meses despercebido se não for divulgado de maneira eficiente. Existem muitas formas de divulgação na web, que não causam danos ao seu bolso e trazem retornos bastante significativos.
Confira a seguir alguns métodos:
Cadastro em sites de busca Uma forma já bastante conhecida de divulgação e uma das primeiras utilizadas ainda trazem bons resultados se for feita corretamente. Para cadastrar procure os links no sites de busca como "cadastro", "novo site" , ou algo do tipo e preencha corretamente seguindo as informações pedidas. Não aceite pagar por um cadastro, pois os sites de busca precisam dos seus dados, do mesmo modo que o seu site precisa do sistema deles.
Boca a boca Se as pessoas próximas a você, não sabem da existência do seu projeto, como pretende que outras fiquem sabendo? Um conteúdo com qualidade, de alguma forma será passado e repassado entre diversas pessoas, que voltarão a fazer uma nova visita.
E-mail (não SPAM) Deixe um espaço para que o visitante possa incluir o seu e-mail e seja notificado sobre as novas atualizações do site. Evite pedir nome, telefone, endereço, cidade, etc. Isso não vai lhe trazer nenhum benefício. O e-mail é a única informação que você realmente precisa, pois com ele você nunca perde o contato com o seu usuário.
Parcerias com outros sites Se pensar que o seu conteúdo é único na web, está muito enganado. O que você pensou agora em oferecer, outros já estão oferecendo de forma aprimorada. Propor parceria com sites do mesmo tipo que o seu pode ser a forma mais lucrativa de aumentar a sua audiência. Ao visitar o seu site e não encontrar a informação que deseja, é 99% confirmado que o visitante irá procurar em outros da mesma espécie para encontrar o que procura. Essa união entre os sites, traz benefícios para ambos e torna mais fácil a busca por uma determinada informação.
Prontinho! Depois disso é só ajustar os contadores e esperar para conferir os resultados.
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Administrador
Quarta, 18 de Abril de 2007
1. Transmita confiança na sua empresa: Toda empresa, independentemente do ramo de atuação, deve investir na sua marca e imagem no mercado. Empresas sólidas e conhecidas acabam ganhando muitos negócios de clientes indecisos, que preferem gastar um pouco mais em troca da tranqüilidade de um nome famoso. Mais importante ainda é conquistar a confiança total dos seus clientes atuais, para que eles continuem comprando e recomendando você. Como diria o consultor Stephen Schiffman, não estamos no negócio de atrair otários. Enganar prospects e clientes é a melhor maneira de afundar sua empresa.
2. Depressão pós-parto: Existe um conhecido fenômeno psicológico que poderíamos chamar de arrependimento pós-compra. É quando, após assinar o cheque ou dar o dinheiro, o comprador começa a questionar se realmente tomou a decisão correta. Esse momento de insegurança pode ser utilizado para benefício do vendedor, reforçando sua relação com o cliente. Basta tomar algumas ações bastante simples: ligar, parabenizando pela compra; mandar cartas, cartões ou mesmo um buquê de flores, dependendo da situação. Não abandone seu cliente após a compra. Aproveite a situação e prepare o terreno para vendas futuras.
3. Encontre mais utilidades para o seu produto ou serviço: Ao realizar pesquisas entre seus clientes, milhares de empresas no mundo todo acabaram descobrindo que eles usavam seus produtos ou serviços para finalidades completamente diferentes daquelas planejadas inicialmente.
Como você provavelmente não tem uma bola de cristal (e parece que não se fabricam mais.), fica difícil imaginar todos os usos possíveis para o que você vende. Mas, acredite, existem muitos. Por isso, pergunte, pergunte, pergunte. Você pode acabar descobrindo novas utilizações, posicionamentos mercadológicos e nichos lucrativos totalmente inexplorados para seus produtos e serviços.
4. Torne-se um consultor (porque você é mesmo): ou você é um expert na sua área ou deveria estar trabalhando em outro ramo. Imaginando que você tenha escolhido a primeira opção, seria uma pena (para não dizer vergonha) que existissem por aí pessoas ou empresas que poderiam se beneficiar dos seus conhecimentos, mas que não o estão fazendo. Além do prejuízo óbvio, é um pecado contra a sociedade.
Seus clientes devem confiar tanto em você que vão procurá-lo sempre que tiverem dúvidas sobre um projeto. A única maneira de alcançar esta posição é não tentar vender alguma coisa sempre que visitar um cliente, mas sim ouvir atentamente e tentar resolver suas dúvidas e problemas (mesmo que isso envolva indicar outras soluções que não a sua).
5. Mostre entusiasmo: 'Oh, céus. Oh, vida.'. Sempre que vejo alguém reclamando da situação me lembro do Hardy, um personagem dos desenhos animados que vivia reclamando de tudo. É claro que sempre chovia nele e todas as bigornas acabavam caindo na sua cabeça, criando um círculo vicioso difícil de sair.
É como aquela história dos dois vendedores que foram mandados para a África vender sapatos. Um deles voltou deprimido - ninguém lá usava sapatos, logo, ninguém iria comprar. O outro vendedor voltou todo entusiasmado - ninguém lá usava sapatos, logo, iriam todos comprar!
Ninguém gosta de conviver com pessoas e empresas negativas, que passam pela vida se arrastando, lamuriando seu triste destino. Colhemos o que plantamos, e quem tem razões para se lamentar geralmente tem absolutamente toda a culpa pela situação.
6. Faça as coisas acontecerem: O seu cliente precisa preencher um formulário? Elimine os dados desnecessários e facilite a sua vida. Se possível, preencha os documentos para o cliente. Consiga as linhas de financiamento. Entregue em casa. Vá buscar. As pessoas estão cada vez mais ocupadas, e vão reagir de maneira altamente positiva sempre que você tornar a sua vida mais fácil.
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