Paulo Vieira de Castro
Quinta, 31 de Julho de 2008
Além da responsabilidade social (que inclui a responsabilidade ambiental), em breve as empresas começarão a se preocupar com sua responsabilidade espiritual no mundo -que nada tem a ver com religião-, incorporando em seu dia-a-dia o conceito de interdependência, presente na natureza, e a ferramenta da doação.
Prospectando uma nova e solidária economia mundial, o ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton lançou recentemente o livro intitulado Dar [Giving no original, já traduzido em Portugal como Dar, mas ainda não publicado no Brasil], em que reformula o sentido do ato de "dar" como algo que embute uma relação custo-benefício positiva para todos e, assim, oferece um olhar inspirador sobre como cada um de nós pode mudar o mundo. Antes disso, o escritor argentino Jorge Luis Borges também havia mostrado que "dar" é o que importa, ao pedir que se lançassem pérolas aos porcos. No meio empresarial, será que não lidaremos com a mesma lógica neste novo milênio? Não será o ato de dar que nos fará crescer e lucrar mais, como empresas e como humanidade?
Diante disso, e longe de qualquer juízo de grandeza moral, coloquei a mim uma questão que pode parecer extravagante para muitos: o que os marketeers podem aprender com os doadores em geral, e particularmente com aqueles que ajudam os que vivem nas ruas [os sem-teto]? Por exemplo, qual sua motivação para dar? Qual seu retorno? Será que isso poderá inspirar os marketeers? Haverá de inspirar as lideranças das organizações de negócios?
Minha grande descoberta foi a de que, nas ruas, a economia depende principalmente do conceito de interdependência. Essa idéia implica que todos são, ao mesmo momento, provedores e tomadores, clientes e fornecedores. Apenas são outros os valores agregados: o afeto inclusivo, a proximidade real, a confiança mútua, a segurança capaz de granjear a paz interior. Assim, logo percebi que receber tais benefícios também são a motivação e a recompensa de quem os dá.
Como esse conceito se transportaria para o ambiente empresarial? Creio que no surgimento de um novo conceito de marketing relacional: o marketing interdependente. Ele se baseia num aspecto verdadeiramente inovador -o fato de que todos devem ganhar numa relação, e não apenas os diretamente envolvidos. A matemática, a química e a física há muitas décadas conseguiram provar que na natureza tudo está interligado e é interdependente. Como poderiam as empresas e o marketing escapar dessa realidade? Acredito que o marketing terá cada vez mais a aprender com a natureza, ela própria interdependente, e menos com a civilização.
Para a gestão de marketing na prática, isso significará a passagem de um marketing relacional com enfoque em parcerias estratégicas para a fundação de um marketing de comunidades, em que cada um contribui individualmente, não competindo nem cooperando, mas interdependendo.
As empresas deixarão de se ocupar em produzir e comercializar bens e serviços? Não. Mas permearão essa prática com outras baseadas na interdependência. Eis algumas projeções do que pode vir a ocorrer no ambiente corporativo transformado pela interdependência:
- Em todas as etapas de produção, desde a aquisição de matérias-primas, gestores e funcionários serão orientados a desenvolver e priorizar as "ferramentas" do afeto inclusivo, da confiança mútua, da segurança capaz de granjear a paz interior. Os elos da cadeia de fornecimento se transformarão em comunidades interdependentes.
- O mesmo acontecerá em todas as etapas de comercialização e chegada ao mercado: canais de vendas e consumidores finais se converterão em comunidades.
- As empresas até poderão doar um número de horas remuneradas a seus funcionários para que cultivem o relacionamento com essas novas comunidades.
- O lucro continuará a existir, é claro, mas também será utilizado para recompensar o comportamento interdependente e para cuidar das comunidades.
Se um gestor quiser entender de forma completa a idéia da interdependência nos negócios, terá de voltar à necessidade primária do ser humano: a auto-realização. Diferentemente da idéia propagada pela sociedade do conhecimento, em que se mostra fundamental "conhecer", a proposta central passará a ser "auto-realizar-se". Admito que não é fácil mudar a lógica, sobretudo nas sociedades ocidentais. É preciso desapegar-se um pouco de nossa sociedade atual para compreender esta frase: "Tudo que dei é meu, continua comigo. Tudo que restará no final será o que compartilhei". Será possível ter esse sentimento em relação ao que simplesmente compramos ou vendemos?
Madre Teresa de Calcutá afirmava que, "quanto menos temos, mais temos para dar", e na rua vemos isso claramente. Basta comparar o impacto que tem sobre nós um sorriso ou um abraço sincero com o impacto do consumo,que gera satisfação fugaz e temporária.
Para que isso aconteça no meio corporativo, contudo, talvez sejam necessários às empresas uma nova transparência de propósitos, novos valores e um novo enfoque relacional, traduzidos na criação de comunidades de proximidade real. Uma nova consciência para o mundo dos negócios terá, necessariamente, de passar pela responsabilidade de, como diria Mahatma Gandhi, sermos o exemplo que queremos ver nos outros. Mais uma vez usamos o verbo "dar" -nesse caso, dar o exemplo.
Por onde começar tamanha transformação nas empresas?, perguntará o leitor. Acreditar ser possível é o primeiro passo. Acreditar que você é parte da solução, o segundo. Entender que você é também parte do problema, o terceiro. O resto você já sabe. A esse respeito, Max Planck, um dos "pais" da física quântica, afirmou que à entrada dos portões do templo da ciência estão escritas as palavras: "Deves ter fé". Ter fé talvez não seja crer no que não vemos, mas criar o que não vemos.
A realidade que se vive nas ruas fez-me antecipar, ainda, o próximo passo, uma nova doutrina econômica aparentada a um capitalismo empreendedor elevado a seu expoente máximo de responsabilidade inclusiva. Nele, assim como na natureza, assistiremos ao retorno à natural evolução criativa, em que nos descobriremos todos maiores que a soma das partes. Além de jogarmos com a idéia de interdependência, passaremos a reconhecer no fator "impermanência" uma variável estratégica de oportunidade, cabendo à alta gestão potencializá-la, em vez de isolá-la como a uma bactéria nociva.
Perante uma humanidade que se debate entre os anseios de uma nova consciência nos negócios e buscas individuais de um sentido mais amplo para a existência, confrontamo-nos com novos ideais de espiritualidade. Só esta parece ser capaz de despertar o princípio organizador, totalizador, integrador de todas as potencialidades humanas. Como poderia ser diferente nas relações de consumo? Tudo na vida é uma doce responsabilidade, não mero jogo de sorte ou azar. Esse é um entendimento que, desde meados dos anos 80, vem dando origem à figura do gestor servidor.
Aristóteles, que nunca leu um livro de administração de empresas em sua vida, já sabia que somos aquilo que fazemos repetidamente. A excelência não é um ato, mas um hábito. O que falta então para romper com algumas de nossas rotinas? Acreditar que, além de desejável, é possível. Seguindo a máxima de São Francisco de Assis, deveremos começar por fazer o que é necessário, depois fazer o possível, e logo estaremos fazendo o impossível.
Entre aqueles que cuidam de quem vive na rua, muitos já perceberam que obedecem, agora, a novos paradigmas: o da interdependência e o do dar. A onda criada [na Europa e nos EUA] com movimentos como o Free Hugs (o nome, abraços grátis, é auto-explicativo) ou o Banco de Tempo (que prega a simples troca de tempo por tempo) veio a provar exatamente isso. Está, pois, lançado o mais nobre desafio aos marketeers: a gratuidade -ou, como dizemos cá em Portugal, a gratuitidade.
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Charlyton Vasconcelos
Quinta, 8 de Maio de 2008
A transformação mais marcante do novo século é de origem demográfica a
diminuição da natalidade, afetando a generalidade dos países desenvolvidos o
Japão em primeiro lugar, mas seguido de perto pela Europa do Sul (de Portugal à
Grécia). Enquanto a reposição da população necessita de uma média de 2,1 filhos
por mulher, a generalidade dos países desenvolvidos registra uma média inferior
a 1,5.
A manter-se a situação atual, no final do século XXI a Itália terá cerca de 20
milhões de habitantes, a maioria de idosos, contra os atuais 60 milhões. A
alternativa da imigração, que tem permitido aos Estados Unidos enfrentar a mesma
situação, é difícil nos países com menos tradição de assimilação de pessoas de
culturas e etnias diferentes. As implicações desta tendência são imensas, indo
do modelo da segurança social do futuro e da duração do período de vida ativa
(necessariamente maior, com reformas prováveis aos 75 anos) ao tipo de produtos
e serviços a consumir por uma sociedade de idade média muito mais elevada.
O segundo desafio diz respeito ao comércio eletrônico, que pode ter um papel
idêntico ao do desenvolvimento dos caminhos-de-ferro no século passado. Não
sendo em si um negócio com um peso muito elevado no total do produto das nações,
pode revolucionar o modo como todas as atividades se desenvolvem. Enquanto as
ferrovias permitiram dominar as distâncias, a Internet conduz à eliminação
destas últimas. Para Drucker, o setor de atividade com mais sucesso no século
XXI não se encontra na informática ou no centro da sociedade da informação, mas
sim no setor bancário. No entanto, a Internet vem trazer um desafio imenso à
forma como a atividade bancária se desenvolveu - é um dos setores obrigados a
uma profunda adaptação no novo quadro.
Finalmente, a emergência do trabalhador do conhecimento ("knowledge worker",
na expressão usada por Drucker) é o terceiro grande desafio que as empresas têm
de defrontar. A sua preparação e as motivações e aspirações são de natureza
totalmente diferente das do trabalhador tradicional. As implicações são
particularmente relevantes para a Administração, tanto ao nível da
organização hierárquica como do processo de liderança e da gestão dos recursos
humanos. Os mecanismos de compensação, até aqui com uma forte ênfase na
remuneração, correm o risco de se tornar profundamente ineficazes para atrair e
manter trabalhadores qualificados. Muitas empresas do famoso Silicon Valley com
esquemas de remuneração atrativos do ponto de vista material, incluindo opções e
prêmios baseados nos resultados, registram, apesar disso, níveis de rotação
muito elevados, dado que os empregados exigem, cada vez mais, satisfação na sua
atividade. Não só as empresas necessitam de profissionais qualificados com:
cursos técnicos, graduações, especializações e demais. Como o próprio mercado
necessita de pessoas que busquem sempre a crescimento intelectual já que estamos
em um século de constates mudanças, como o surgimento da TV DIGITAL que vai
revolucionar o mercado como nos conhecemos. Devido a isto um grande numero de
empresários já estão se preparando para este novo mercado que esta por vim.
Assim, você estudante, trabalhador, o que esta fazendo para esta pronto para
este novo século?
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Administrador
Terça, 16 de Outubro de 2007
A mistura obrigatória de 2% de biodiesel ao diesel deve alavancar o mercado de combustível renovável no País.
A partir de janeiro de 2008 o diesel terá 2% de biodiesel (B2). Essa medida adotada pelo governo brasileiro traz desafios e ao mesmo tempo é uma forma de alavancar a cadeia de combustíveis renováveis. Para se ter uma idéia do impacto positivo dessa medida no mercado de biodiesel, basta verificar os números do consumo de diesel fóssil no País.
No ano passado, o mercado de diesel movimentou o volume de 39 milhões de metros cúbicos, o que levou o diesel a ter 54% de participação em relação aos combustíveis automotivos usados no País. Além disso, o Brasil ainda precisou importar 8% do que consumiu naquele ano. Por conta destes números, a expectativa para o mercado de biodiesel é alta. Estima-se que serão necessários 840 milhões de litros de biodiesel para atender à medida de acréscimo de 2% ao diesel fóssil.
Por isso, empresas distribuidoras de combustíveis já estão se mobilizando para atender a essa demanda. Algumas já fazem a distribuição do combustível renovável. A empresa AleSat, por exemplo, foi pioneira no lançamento do biodiesel para comercialização. Presente em 20 estados, com 1,1 mil postos, a empresa identifica e faz negócio com fornecedores de biodiesel que trabalham dentro das exigências do marco regulatório brasileiro. Com isso, passou a distribuir o biodiesel desde março de 2005.
 O presidente do Conselho de Administração da AleSat, Sérgio Cavalieri, destaca que os consumidores estão aceitando bem o combustível ecologicamente correto. "Não tivemos registro em nossos postos de recusa do biodiesel. Pelo contrário, acredito que, assim como ocorreu com o álcool, no futuro, o motorista de caminhão poderá optar entre usar diesel, biodiesel puro ou os dois misturados", diz.
Segundo Cavalieri, em breve todos os estados brasileiros serão abastecidos com B2 pelos postos da rede AleSat. "São muitas vantagens que o biodiesel traz. Já tivemos a percepção de que ele emite menos fumaça, reduz o ruído do motor e aumenta a sua potência, além de reduzir o consumo de combustível", destaca.
Outro grupo que também já está no mercado do biodiesel é o Ipiranga. A rede tem apoiado programas que têm a sustentabilidade ambiental comprovada. No mês de setembro deste ano, a empresa atingiu a comercialização de 45% de B2 e B5, em relação ao volume total de óleo diesel vendido.
100% biodiesel A B100 Participações, empresa que desenvolve diversos projetos de produção limpa, faz testes em frota de ônibus de São Paulo. Em 2,1 mil ônibus foi usado combustível com 38% de biodiesel. A experiência revelou a redução em 60% da emissão de partículas poluentes por esses veículos. "Na garagem desses ônibus, o piso é branco. Já não se tem mais aquela fumaça preta", diz a coordenadora da B100, Ivonise Campos.
A expectativa é de que esse combustível seja usado em todos os centros urbanos. Além de beneficiar o meio ambiente, toda a cadeia produtiva do biodiesel sai ganhando. "Trabalhamos com vários setores da economia e a nossa proposta é integrar o trabalhador do campo e o da cidade. Vamos diretamente ao produtor para verificar a qualidade da matéria-prima usada na extração do óleo", explica Campos.
Segundo ela, para o uso do B38 não foi necessária nenhuma adaptação no motor dos ônibus. "Só precisamos mudar as rotinas de manutenção e os filtros do motor", destaca. Por conta disso, a empresa já faz testes com o combustível 100% biodiesel.
"Esses exemplos mostram que a introdução do biodiesel pode ser feita sem traumas", ressalta Rodrigo Rodrigues, da Casa Civil. Segundo ele, a preocupação do governo é unir os elos dessa cadeia para permitir que o biodiesel produzido no País tenha qualidade, regularidade e venha a ocupar também o mercado externo.
Os desafios do biodiesel foram debatidos durante a 2ª Enerbio, realizada em Brasília (DF). O evento, que contou com patrocínio do Sebrae, reuniu de 9 a 11 de outubro especialistas para discutir o desenvolvimento da agroenergia no Brasil. As conferências, seminários e feira integrantes da Enerbio atraíram representantes de grandes grupos internacionais, além de delegações de 12 países, a metade deles da África.
O sucesso do evento motivou a realização da Enerbio além das fronteiras brasileiras. Em setembro de 2008, Moçambique, na África, vai receber o evento. Em outubro, acontecerá a 3ª Enerbio, no Brasil. E, no mês de novembro ocorrerá a Enerbio União Européia, em Portugal.
Fonte: Giovana Perfeito - Agência Sebrae de Notícias
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Domingo, 5 de Agosto de 2007
O resultado de US$ 87,334 bilhões das exportações brasileiras no acumulado até julho não foi impulsionado apenas pelo aumento dos preços internacionais dos produtos agrícolas e minerais, mas pela conquista de novos mercados e pelo maior volume de vendas.
Dados divulgados ontem (1º) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior mostram que a quantidade de itens exportados pelo Brasil no primeiro semestre aumentou 10,1% neste ano, enquanto os preços subiram 9,2%.
Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério, Armando Meziat, o cenário é diferente do registrado no ano passado, quando a entrada de recursos com exportações foi puxada principalmente pelo aumento das cotações internacionais das commodities (como grãos, minérios e petróleo). "Em 2006, os preços aumentaram 12,5% e a quantidade exportada cresceu apenas 3,2%", comparou.Economia
O resultado das exportações de um país é a combinação de três fatores: preço, quantidade e cotação do dólar, atualmente abaixo dos R$ 2. A queda de um elemento pode ser compensada pela alta de outro, acrescentou. "Nos últimos quatro anos, o dólar só vem caindo, mas o país aumentou o saldo das exportações em duas vezes e meia, por causa do crescimento da quantidade exportada e dos preços internacionais", explicou Meziat.
A conquista de novos mercados, segundo o secretário, contribuiu para o crescimento das exportações. O milho, que liderou o crescimento no primeiro semestre e registrou aumento de 210,2% no valor exportado, teve o desempenho impulsionado principalmente porque a quantidade exportada subiu 130,2%. "Isso se deve principalmente às vendas para novos parceiros, como Irã, Portugal, Coréia do Sul e Espanha", destacou.
Na avaliação de Meziat, as relações com novos parceiros comerciais ajudam o país a se tornar menos vulnerável a uma possível queda no preço das commodities provocada pela instabilidade da economia nos Estados Unidos, o que pode reduzir a demanda internacional por esses produtos. "Aos poucos, o Brasil diversifica os produtos e os destinos das exportações, o que dá ao país mais capacidade para superar imprevistos", informou.(Wellton Máximo / Agência Brasil)
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Sexta, 3 de Agosto de 2007
Mateus Paulini (Fundador) - residente em Ribeirão Preto - SP, atualmente é diretor comercial da Paulini Software (desenvolvimento de software corporativo) e Consultor Empresarial. Formado em Administração de Empresas, possui CBA: Certificate of Business Administration em Liderança, Gerência e Direção - Dale Carnegie Training, e Pós-Graduação em Administração de Empresas.
Anderson Hernandes (Colaborador) - Conferencista, Escritor e Palestrante. Possui três livros publicados sendo eles: "Manual Prático de Sobrevivência da Pequena Empresa", "O Perfil do Profissional de Sucesso do Mundo Moderno" e o Manual "Como Criar e Manter um Negócio Rentável". Atua como Diretor do Grupo Tactus Gestão Financeira e Idealizador da Revista de Gestão Empresarial "Como Construir e Manter um Negócio Rentável" lançada em 2006, disponível gratuitamente em nosso site www.hernandes.com.br/revista atualmente com mais de 20 mil leitores.
Anderson Rocha (Colaborador) - é um profundo pesquisador do comportamento humano, grande orador e um palestrante de conteúdo, com estilo interativo, dinâmico, descontraído, que agrega muito valor aos que participam de suas palestras e cursos. Formado em Administração de Empresas e especialista em comunicação verbal/não verbal e recursos humanos.
Atualmente é consultor especialista em comunicação verbal/não verbal, facilitador do Sebrae/ES, professor e palestrante nas áreas de comunicação verbal e não verbal, técnicas de apresentação, T & D, didática e oratória. Site : www.andersonrocha.com.br
Andrei Lima (Colaborador) - mora em Goiânia, Goiás. Graduado em administração, com especialização em Finanças e Controladoria. Mestrando em Gestão de Empresas pelo ISCTE (Portugal), tendo como linha de pesquisa o desenvolvimento de APL´s. Atua como consultor do Sebrae, tendo experiência de cinco anos como administrador de uma agência de propaganda em Goiânia. Editor dos sites (com)gestão e (with)management.
Carlos Eduardo Machado Munhoz (Colaborador) - Bacharel em Comunicação - Propaganda e Marketing; Bacharel em Administração de Empresas; Especialista em Gestão Estratégica; Mestre em Administração de Empresas. Administrador de Empresas e Consultor Empresarial atuando no Planejamento Estratégico de Marketing de pequenas, médias e grandes empresas há mais de 10 anos; Diretor de Marketing do Instituto Latino-Americano de Empreendedorismo, Associativismo e Competitividad-ILEAC e Professor-titular da Faculdade de Administração de Empresas de São Paulo-FAESP.Comanda o Marketing Room.
Cesar Augusto Cerqueira Leite (Colaborador) - Formado em Publicidade e Propaganda e Especialista em Gestão de Recursos Humanos. Atualmente é professor da UNIP nos Cursos de Graduação Superior em Gestão Tecnológica de Marketing e Recursos Humanos. Comanda também o Blog do Cesinha.
Charbel A. Antonio (Colaborador) - mora em Santo André, no ABC paulista. Faz parte da diretoria da AEP, Associação dos Engenheiros Politécnicos da USP, onde se formou em 1975. Mais de 20 anos de vivência em grandes empresas, algumas multinacionais, com ênfase nas áreas de engenharia, manutenção e operacional. Atuando em consultorias e treinamentos, tem hoje como um de seus hobbies escrever e publicar artigos sobre assuntos profissionais, onde expõe sua visão, experiência e novos conhecimentos, o que gosta muito de compartilhar. Comanda o site Operando Bien.
Daniela Guimarães (Colaboradora) - Graduada em Gestão de Recursos Humanos, especialista em Gestão de Pessoas e Educação a Distância, graduanda em Psicologia. Atua em Recursos Humanos há 10 anos, tendo passado por empresas do segmento de serviços, radiodifusão, eucação e tecnologa. Atualmente como Analista de RH de um Banco mineiro foca suas atividades na implementação de projetos de e-learning. Comanda o site Dimensão Humana.
Débora Martins (Colaboradora) - é palestrante, especialista no gerenciamento das relações entre empresas e clientes. É jornalista, autora de diversos artigos sobre motivação, liderança e setor de Call Center, citada inúmeras vezes no site CallCenter.inf, revista Consumidor Moderno, revista Tendências do Trabalho, Venda Mais, Newsletter Carreira & Sucessos, site da ABEMD (Associação Brasileira de Marketing Direto), entre outros.
Eugen Pfister (Colaborador) - Formado em ciências humanas e sociais pela Universidade de São Paulo (USP), trabalhou em RH no Grupo Sadia, Ford e Aços Anhanguera. É consultor de empresas, educador e palestrante há 28 anos, especializado em performance humana, liderança, desenvolvimento de equipe e ética .
É autor de vários artigos e entrevistas. Jornais: Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Gazeta Mercantil e o Tempo (Belo Horizonte. Revistas: Exame, Foco & Negócios; Ser Humano, Capacitación y Desarollo, Melhor: gestão de pessoas, Vencer; Revista T&D; Mundo Coorporativo da Rádio CBN. É colaborador assíduo de vários Sites dedicados a RH e negócios e co-autor do livro Janelas do Futuro que aborda o tema de competitividade gerencial e organizacional.
Fernando Gomiero (Colaborador) - 28, Administrador Júnior, Coordenador de Planejamento e Qualidade do Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas dos Correios de Bauru e pós-graduado em Gestão Estratégica de Negócios pela UNESP-FEB-BAURU. E-mail: fgomiero@correios.com.br
Franco Rosário (Colaborador) - graduado em publicidade e marketing pela ESPM - SP e pós-graduado em comunicação jornalística pela Fundação Cásper Líbero. É sócio-diretor da agência Sociale Comunicação e publica o blog Comunicação Democrática. Acredita e luta por novos paradigmas de trabalho e relações humanas.
Gabriel L. S. Galvão (Colaborador) - mora em Recife, PE. Estuda Administração com Habilitação em Marketing na Faculdade São Miguel, em Recife. Trabalha há três anos na Seção de Gestão de Contratos de Transportes nos Correios/PE. Comanda os sites Administrando e Adm em Debate.
Giancarlo de Mazo (Colaborador) - 25, curitibano, está concluindo o curso de Administração com ênfase em Marketing pela ESIC. Experiencia gerencial pela PepsiCo na areá de qualidade, e hoje é estagiário em logística no Banco do Brasil.
Gilberto Wiesel (Colaborador) - é Consultor de Empresas, Conferencista, Empresário, Escritor, Agropecuarista. Graduado em Administração de Empresas. Especialista em Motivação com formação em Qualidade Total. Pós-graduado em Marketing pela FGV, Especializado em Vendas pela ESPM. Master-Practitioner em Programação Neurolingüística pela Sociedade Brasileira de PNL. Formação em Terapia da Linha do Tempo, membro da Time Line Therapy, Hawai-USA. Especialista em Varejo. Autor do livro "Você em Primeiro Lugar e do Cd Um Tempo para Vida". Criador do Primeiro Portal de Motivação do País.
Jerônimo Mendes (Colaborador) - Administrador, Consultor e Palestrante. Autor dos livros Oh, Mundo Cãoporativo! (Qualitymark) e Benditas Muletas (Vozes). Especialista em Processo de Consultoria e Plano de Negócios. Professor Titular de Empreendedorismo e Inovação pelo IBMEC - PR. Mestre em Organizações e Desenvolvimento Local pela UNIFAE.
Marco Aurélio A. O. Pereira (Colaborador) - 28, é cientista da computação e pós-graduado em gestão de negócios e tecnologia pelo Instituto de Pesquisas Tecnologias (IPT-SP). Trabalha atualmente como prestador de serviços para Editora Abril em São Paulo.
Marcos A F Franco (Colaborador) - Empresário do ramo de distribuição de produtos industrializados, mestre em administração de Empresas pela PUC SP, Diretor da ADASP-Ass. Distribuidores e Atacadistas de Prod Industr. Est de São Paulo, Rotariano do RC de Santos Oeste.
Marcus Guimaraes (Colaborador) - Residente em Porto Alegre/RS. Graduado em Administração pela PUC-RS. Atualmente é integrante da equipe comercial da empresa AMA - Consultoria e Gestão em Saúde e diretor da empresa Sítio do Nonô - Festas e Eventos. Focado em pesquisa e consultoria na área de Finanças Pessoais.
Marizete Furbino (Colaboradora) - Com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária na UNIPAC-Vale do Aço. Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.
Nori Lucio Jr. (Colaborador) - Fundador da brandMe, consultoria especializada em planejamento estratégico. O executivo tem 20 anos de experiência na indústria de tecnologia, com passagens pela gerência de marketing e comunicação na Intel® e Microsoft®. Formado em marketing, com especializações no Brasil e exterior, respondeu pelo desenvolvimento de projetos na área de comunicação e desenvolvimento de canais de venda no Brasil, América Latina e Estados Unidos.
Rafael M. Menshhein (Colaborador) - Formado em Administração, Gestão Comercial e Marketing pela ESIC Business & Marketing School, cursando atualmente o MADEM - MBA Executivo. Comanda o site Marketing.
Wagner Campos (Colaborador) - é Palestrante e Conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Administrador de empresas, pós-graduado em Marketing, Comunicação e Negócios e em Formação de Professores para o Ensino Superior. Possui experiência há mais de 12 anos na área, tendo desenvolvido experiência em empresas renomadas como Cia Cervejaria Brahma, Unibanco, Multibrás Eletrodomésticos, Bebidas Wilson e Sebrae. É autor do Livro "Vencendo Dia a Dia" e Coordenador e Professor dos Cursos de Marketing, Recursos Humanos, Logística Empresarial e Comércio Exterior da Universidade Paulista - UNIP e Coordenador e Professor de Marketing da FAC Limeira - Grupo Unianhanguera Educacional. Contato: wagner@trueconsultoria.com.br - True Consultoria
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