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PARA HOJE, GOVERNOS E “NOÍS”, ANTES DO DEPOIS DE AMANHÃ

Domingo, 30 de Novembro de 2008
O que seríamos sem o praticar para ultrapassar as limitações da palavra “talvez” no sentido de encontrar as diferenças entre o sim e o não, de conquistar o conseguir depois de passar pelo “tentar”. Penso que por mais facilidade que a vida possa nos propiciar, que por mais conhecimento que tenhamos para usar e ousar, sempre haverá um “talvez” como processo de insegurança a ser superado.

Hoje mais do que as reações e análises sobre o que vem acontecendo na economia global, o que percebemos como fato dilatador da crise, é o próprio receio de agir, mesmo quando não nos encontramos diretamente impactados com ela.

Contra a mídia e a favor das palavras simples, fico nesse momento com o Lula, quando se refere que para a preservação dos empregos e negócios temos que estimular o consumo, pois o buscar proteção evitando gastos por insegurança pode ocasionar danos a aparente estabilidade que ainda temos, ou mais diretamente, contribuir para a nossa própria queda, quer seja pelo desemprego, quer seja pela ausência de exemplos que garantam o comprar.

Não somos os responsáveis por essa crise, mas sem querer analisar as culpas, a saída se encontra no estímulo (políticas governamentais diferenciadas) a ser aceito para gerar ousadia por parte do consumidor. A China saiu na frente e pelo visto a direção adotada vem sendo agora seguida por outros blocos econômicos e acredito que ninguém tenha duvidas sobre as reais situações a serem propostas para que de fato tenhamos em breve o retorno do equilíbrio entre ofertas em um grau satisfatório de demandas e procuras.

De um lado estou com Lula, do outro aguardo mais objetividade nas ações dos governos, pois as do tipo oferta de crédito são sempre atreladas a cauções, ou seja, mesmo quando de forma mais vantajosa, vou cobrar mais na frente. Governos não são fontes de receitas, mas a lição de casa nesse momento é a de criar alternativas para salvar o consumo, assumir uma menor arrecadação a serem compensadas pela redução dos gastos públicos.

Em outras palavras chega “do toma lá e não dar cá”, se Deus nos perdoa, está na hora de verificarmos nesse momento o que nossa nação pode fazer no sentido de recuperar seus próprios filhos, reduzindo tributos, perdoando dividas, acelerando os investimentos em infra-estrutura e condicionando aos contratados obrigatoriedade de geração de empregos, garantindo como conseqüência a queda do medo e a substituição de tanto “talvez” pela retomada do grau de confiança.

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RISCOS e OPORTUNIDADES NA GESTÃO BRASIL DOS NEGÓCIOS

Terça, 14 de Outubro de 2008
O que se faz comum nesse momento da economia mundial são os fatores que de fato acabaram levando as coisas onde estão:

1) O mundo que chamamos de competitivo, na verdade foi desenhado pela agressividade comercial, amparado por um marketing inteligente, para poder gerar impulsos de decisões de compra, aonde todos são convencidos a ter um estereotipo do que o não ter algo está fora do circuito, quase como na época do que o não fumar era estar fora da moda. Resumidamente ao longo dessas décadas, e em tudo, fomos sendo trabalhados para o convencimento de que até o supérfluo é parte das nossas necessidades.

2) Para poder estabelecer essa relação do comprar pelo comprar, o ponto comum da estratégia, quando nada era tão inovador, foi o de “criar políticas” que aparentemente faziam com que se esquece o que já se tinha, dizendo-se ser obsoleto até o que mal conhecia, e assim continuar pela inclusão da renovação dentro do conceito do ser moderno, do ser percebido pelo materialismo exigido pelos que lhe cercam.

3) O acumulo do capital circulante não produtivo no mundo, é reflexo da ausência de segurança de que o investimento no produtivo já não é mais alvo das atenções. E é nesse fluxo de entrar e sair de negócios (derivativos) que o mundo percebe o quanto não é mais sustentável, pois de há muito tempo, valores como geração de empregos e produção se limitam a uma demanda, não natural e segura, criada sem lastro para o giro dos negócios.

4) Dizer nesse momento que o estopim da crise parte do USA, é utopia. Apenas se iniciou por lá pela questão de que se trata do centro do mundo capitalista, do autor da obra da globalização. O que se espera daqui para frente (independente dos aportes dos BC´s) é que tenhamos uma progressão geométrica de empresas no fim do posso e sem volta, já que muitas também chamadas de agressivas tinham seu capital circulante apoiadas em negócios de risco. Loginho e semanalmente, empresas, uma a uma e em todos os cantos do mundo apresentarão suas marcas, colocando abaixo as décadas e séculos das suas tradições inabaláveis, e muitas ainda culparão seus colaboradores pelo mau uso do capital, como se não soubessem de nada do que estava acontecendo.

5) Bom! O sinal positivo disso tudo é que temos que olhar mais pelo que acontece dentro das nossas próprias casas, centralizarmos os esforços para garantir consumos reais internos, educar transformando o conhecimento em algo que valorize o que já somos, e assim poder ofertar as mesmas coisas que já possuímos com um valor especial, para uma demonstração sustentável do “Made in Brazil”, com um toque verde de garantia e segurança.

6) A crise vai nos afetar, mas são nesses momentos que temos que aprender e ousar sem pensar muito no resto do mundo, pois toda história bem analisada pode gerar oportunidades de consolidação do que realmente podemos ser.

“Apenas uma questão para repensar: QUER SE MOTIVAR? Então trabalhe duro para que seus resultados sejam estendidos pela sua participação, pelo uso da sua utilidade propiciando garantias de ter uma vida pessoal qualificada, pois no fundo todo empenho profissional tem a ver com a segurança que queremos aos que nos cercam”.

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RISCOS e OPORTUNIDADES NA GESTÃO BRASIL DOS NEGÓCIOS

Sexta, 3 de Outubro de 2008
O que se faz comum nesse momento da economia mundial são os fatores que de fato acabaram levando as coisas onde estão:

1) O mundo que chamamos de competitivo, na verdade foi desenhado pela agressividade comercial, amparado por um marketing inteligente, para poder gerar impulsos de decisões de compra, aonde todos são convencidos a ter um estereotipo do que o não ter algo está fora do circuito, quase como na época do que o não fumar era estar fora da moda. Resumidamente ao longo dessas décadas, e em tudo, fomos sendo trabalhados para o convencimento de que até o supérfluo é parte das nossas necessidades.

2) Para poder estabelecer essa relação do comprar pelo comprar, o ponto comum da estratégia, quando nada era tão inovador, foi o de “criar políticas” que aparentemente faziam com que se esquece o que já se tinha, dizendo-se ser obsoleto até o que mal conhecia, e assim continuar pela inclusão da renovação dentro do conceito do ser moderno, do ser percebido pelo materialismo exigido pelos que lhe cercam.

3) O acumulo do capital circulante não produtivo no mundo, é reflexo da ausência de segurança de que o investimento no produtivo já não é mais alvo das atenções. E é nesse fluxo de entrar e sair de negócios (derivativos) que o mundo percebe o quanto não é mais sustentável, pois de há muito tempo, valores como geração de empregos e produção se limitam a uma demanda, não natural e segura, criada sem lastro para o giro dos negócios.

4) Dizer nesse momento que o estopim da crise parte do USA, é utopia. Apenas se iniciou por lá pela questão de que se trata do centro do mundo capitalista, do autor da obra da globalização. O que se espera daqui para frente (independente dos aportes dos BC´s) é que tenhamos uma progressão geométrica de empresas no fim do posso e sem volta, já que muitas também chamadas de agressivas tinham seu capital circulante apoiadas em negócios de risco. Loginho e semanalmente, empresas, uma a uma e em todos os cantos do mundo apresentarão suas marcas, colocando abaixo as décadas e séculos das suas tradições inabaláveis, e muitas ainda culparão seus colaboradores pelo mau uso do capital, como se não soubessem de nada do que estava acontecendo.

5) Bom! O sinal positivo disso tudo é que temos que olhar mais pelo que acontece dentro das nossas próprias casas, centralizarmos os esforços para garantir consumos reais internos, educar transformando o conhecimento em algo que valorize o que já somos, e assim poder ofertar as mesmas coisas que já possuímos com um valor especial, para uma demonstração sustentável do “Made in Brazil”, com um toque verde de garantia e segurança.

6) A crise vai nos afetar, mas são nesses momentos que temos que aprender e ousar sem pensar muito no resto do mundo, pois toda história bem analisada pode gerar oportunidades de consolidação do que realmente podemos ser.

“Apenas uma questão para repensar: QUER SE MOTIVAR? Então trabalhe duro para que seus resultados sejam estendidos pela sua participação, pelo uso da sua utilidade propiciando garantias de ter uma vida pessoal qualificada, pois no fundo todo empenho profissional tem a ver com a segurança que queremos aos que nos cercam”.

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O futuro do Brasil na administração

Sexta, 19 de Setembro de 2008
Segundo Drucker, distribuir renda para valer, só com educação. A desigualdade real é, e será cada vez mais, entre gente com educação formal e gente sem ela. Deixar essa lacuna aumentar é perpetuar a exclusão. Qualquer política integradora (racial, social) no Brasil terá de passar pela educação. Instituir cotas para negros é um gesto de boa vontade e reconhecimento. Tem sua simbologia, mas será irrelevante se não vier junto com políticas específicas para facilitar o acesso dos negros à educação. Eu (que tenho um interesse, digamos, epidérmico nesse tema) abriria mão tranqüilamente das cotas, mas não arredaria um palmo na exigência de políticas específicas para facilitar o acesso dos negros ao conhecimento. O que gera riqueza integra e realiza é a aptidão para aplicar conhecimento ao conhecimento. Os grandes desafios da nova sociedade (que Drucker identifica sem ter nenhum país particular em mente, e que eu afirmo serem válidos para o Brasil) são:

1. Aumentar a produtividade qualificando as pessoas, em vez de colocar mais pessoas desqualificadas (recursos) no mercado de trabalho. Pessoas, na era do conhecimento, não são mais trabalho, são capital.

2. Aprender a medir e a aumentar a produtividade dos trabalhadores do conhecimento. Ainda ninguém sabe como fazer isso. Exatamente por isso, países como o nosso têm uma chance realista de queimar etapas e atingir um patamar qualitativamente mais avançado. Não se trata de "progredir", trata-se de inovar. As instituições e as políticas da era do conhecimento são desestabilizadoras. Focam novas formas de trabalhar e produzir. Sua missão é colocar, continuamente, o conhecimento para trabalhar: em ferramentas, em processos, em produtos, no próprio trabalho, no próprio conhecimento. Está tudo meio zero a zero nisso. A única vantagem comparativa dos países desenvolvidos é a proporção de pessoas em condições de contribuir criativamente. Repito: a única. Os brasileiros não precisam ter complexo de inferioridade a elite dos trabalhadores do conhecimento no Brasil (economistas, médicos, engenheiros, gerentes de empresas de certo porte) não deve nada a seus equivalentes nos países desenvolvidos.

Há também a questão demográfica. Nossa proporção de gente mais velha em condições de continuar produzindo está aumentando. O que Drucker (2002, p. 75) diz disso se aplica precisamente ao Brasil.

Já é hora de uma drástica reorientação educacional. Temos de passar de uma concentração quase exclusiva no aprendizado prolongado de jovens para uma nova ênfase em aprendizado contínuo de adultos. O aprendizado contínuo seria uma ousada resposta do setor público à exposição da força de trabalho a uma economia em que o trabalho voltado para o conhecimento é a vantagem comparativa. Mesmo para adultos bem treinados e com alto conhecimento a educação nunca terminará, porque o conhecimento se torna rapidamente obsoleto. A educação contínua de adultos será um dos mais dinâmicos setores da economia.

Para Drucker, aos que estudam, desenvolvem e praticam a Administração, caberá uma participação significativa no desenvolvimento da idéia de solidariedade. A administração por essência envolve participação e parceria para que as coisas possam acontecer.

No que se pode entender segundo o filósofo Peter Drucker a grande palavra do século XXI deverá ser a solidariedade. O profissional não poderá estar alheio a este fato. A globalização tem efeitos tremendamente espetaculares, o que pode aumentar nossa riqueza na comunicação, nos conhecimentos que estamos desenvolvendo, na geração do conhecimento. Porém, esses processos também conduzem ao aumento de desigualdades sociais e nisto a questão da cidadania, a reação do profissional com a cidadania é cada vez mais importante. Demasiadamente influenciadas pela eficiência econômica, os profissionais muitas vezes se esquecem de que têm que buscar a igualdade social em suas gestões têm que buscar, também, fortalecer a cidadania e fortalecer a igualdade social.

Outro grande desafio do século XXI será o multiculturalismo. O profissional de Administração não será alguém que tenha a multiculturalidade, mas que precisamente aproveite a multiculturalidade para enriquecer socialmente as organizações de que participa. Para compreender a dimensão desse desafio e saber explorá-lo construtivamente será importante compreender sociologia, antropologia, ciência política, para então poder transitar entre diferentes realidades sociais e culturais neste mundo globalizado.

Se como pode-se deduzir do pensamento de Peter Drucker na sociedade do conhecimento, os felizes, os zelosos, os organizadores, os que poderão lutar pela igualdade, os que poderão disseminar a idéia de solidariedade serão os tecnólogos do conhecimento, técnicos de computador, designers de software, especialistas em redes, paramédicos, analistas clínicos, especialistas em ultra-som, fisioterapeutas, e outras atuações que não existiam há um século. O que demonstra Drucker com isto é a importância da educação educação formal, não de treinamento tipo mestre-aprendiz.

Nos próximos anos, as instituições educacionais para preparar tecnólogos do conhecimento vão crescer rapidamente em todos os países desenvolvidos e emergentes, da mesma forma que novas instituições de ensino surgiram, no passado, em resposta a novas necessidades. Poucos países oferecem preparação organizada e sistemática para isso. (Drucker, 2002, p.82)

Daí pode-se concluir que, no caso brasileiro, a ênfase atual no ensino fundamental deve conviver com uma ênfase nova: preparação de tecnólogos do conhecimento. Devemos experimentar vários formatos para isso: ensino a distância, cursos curtos, de fim de semana, de até dois anos, workshops, modelos mistos presencial-virtual etc. A atual explosão de ofertas de cursos superiores e MBAs é a resposta a uma oportunidade de mercado: tem mais dinheiro no topo da pirâmide. Mas e o ensino profissional médio? Instituições de ensino profissionalizante devem ser incentivadas, e organizações como o Senac e outras do chamado sistema "S" podem e devem voltar-se rapidamente para isso. Se optarmos por abraçar mesmo nosso "futuro que já chegou", aumentos de produtividade (única chance de sairmos da vala comum dos emergentes) virão daí. Temos de rejeitar a pirâmide tradicional, com essa base enorme de gente despreparada e que deve ter condições de buscar a tal “felicidade”. Temos de construir algo cuja base não seja "embaixo", seja "no meio", entende? Não pode ser MBA no topo, e gente sem nenhuma educação na base. Não podemos deixar a vocação brasileira para produzir abismos sociais se manifestar novamente nisso. Nem todo mundo poderá ser top, mas muito mais gente poderá estar adequadamente empregada e ser produtiva. A esta situação podemos chamar de empreguismo empreendedor.

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Vendas e a Evolução das Respostas

Domingo, 14 de Setembro de 2008
A empresa moderna entende que o principal valor de retenção de um negócio se encontra na interatividade dos colaboradores junto ao mercado, ou seja, toda estrutura deve estar orientada e capacitada para soluções da sua parte dentro da parte dos clientes.

O processo comercial é um esforço coletivo a ser adotado para formar percepção de credibilidade e conjunto por parte do consumidor. Não se vende na abordagem, na entrega, e nem na extensão da garantia fornecida. Se vende quando adotamos políticas que identificam antecipadamente soluções anti-problemas, orientações e assistências contínuas.

O poder da captação e permanência dos clientes está na forma compartilhada de como interagimos com o mercado, incluindo paciência e determinação nas pré-fases dos que estão consultando e dos que estão sentido ausências pelo que estão recebendo.

As respostas dos modelos que sabem reter e adicionar conquistando graus de satisfação, não são milagrosas, pois independem somente do mapeamento dos planos de negócios e suas teses lógicas. A resposta do que queremos incluem necessariamente as presenças ativas do item comprometimento humano e os mecanismos e recursos táticos que aproximem os colaboradores do praticar além do básico, incluindo seu encaminhamento pelos investimentos no treinar, estimular, e recompensar para garantir sua participação evolutiva.

Vivemos em um mercado saturado de coisas idênticas que oferece os mesmos atributos e justificativas, que quando adicionados com a falta de preparação e estímulos, quase sempre leva-nos a achar que preços e prazos fundamentam as regras dos negócios.

Posso ser diferente, mas represento uma fatia do mercado, que ainda procura pelo algo mais que garanta o amenizar dos riscos da minha própria insatisfação, e assim posso economizar com remédios.