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Disciplina! Atributo valioso nos dias atuais

Quarta, 18 de Junho de 2008
"Talento sem autodisciplina é como um polvo de patins: há muito movimento, mas nunca se sabe se irá para frente, para trás ou para os lados." Jackson Brown Jr.

Essa atitude denominada disciplina é determinante na vida de cada profissional. Sem autodisciplina o profissional dificilmente terá sucesso. Impor uma disciplina a si próprio é condição indispensável para que se alcance êxito nas ações e, por conseguinte, obter o resultado além do esperado.

A princípio, ter disciplina parece ser algo difícil de alcançar, mas é importante salientar que disciplina se aprende e se desenvolve. Pode-se conseguir isso com o implemento de novos hábitos, desenvolvendo atitudes e posturas diferenciadas diante da vida profissional, priorizando suas metas, canalizando energias e esforços naquilo que se propõe de fato realizar, para que você consiga alcançar algo.

Nos dias atuais, muito é exigido do profissional; além de conhecimento, muita responsabilidade, dedicação, esforço, auto-estima, muita determinação, comprometimento, talento, envolvimento e muita disciplina. Através da disciplina o profissional atua de forma concentrada, priorizando suas metas, trabalhando em prol das mesmas, alcançando maior equilíbrio no que tange à melhor administração do tempo e assim, com muita responsabilidade, determinação e flexibilidade, possui maior chance de alcançar o tão desejado sucesso.

Com efeito, podemos dizer que Disciplina é a palavra de ordem quando o assunto é crescimento profissional e isto não se pode olvidar. O profissional que não dirige sua vida pautada na disciplina, tende a culpar o próximo e os momentos circunstanciais pelas suas falhas. Esse profissional é incapaz de definir seus propósitos, é igualmente incapaz de enxergar o caminho e qual a melhor forma de caminhar e, se assim o for, como o mercado está cada vez mais exigente, correrá risco de ser “carta fora do baralho”, ou seja, de ser expulso do mesmo.

Todo profissional que se preze deve cultivar a autodisciplina. Através da autodisciplina torna-se possível conciliar vida pessoal e vida profissional, atendendo ambas, sem temer e/ou deixar enfraquecer qualquer iniciativa. A implementação desta habilidade se dá quando existir o querer dentro de cada ser. Tudo começa a partir do querer. Há que se despertar esse querer dentro de você, e só assim você estará motivado a querer fazer. É a partir desse momento que tudo poderá mudar.

Somados a isso, além de incorporar a autodisciplina em nossas vidas, torna-se necessário manter o foco, visualizando claramente o que se quer alcançar e através deste controle não ocorrerá o que chamamos de dispersão; por conseguinte, o alvo terá maior probabilidade de ser atingido em um espaço menor de tempo e com maior qualidade.

Nesse particular, devemos ter em mente que é imprescindível sermos bons profissionais. É saudável e desejável a busca por novos caminhos e novas estratégias; ser disciplinado é fator indispensável para que tudo aconteça conforme o esperado.


Com efeito, é de suma importância lembrar que pessoas determinadas sabem qual o alvo que se quer atingir e qual o caminho a percorrer, buscando sempre a autodisciplina, e assim fica tudo mais fácil, pois o caminho pode ser árduo, mas a determinação e a vontade de realização falam mais alto. Pode parecer irreal ou um tanto neurótico um profissional obstinado com férrea disciplina como o que desenhamos acima. Ocorre que é exatamente este o comportamento dos vencedores. Deve-se separar o que é uma legítima neurose do que vem a ser um comportamento de autodisciplina, este necessariamente voltado para algo produtivo, ao contrário da neurose, que desgasta o indivíduo para coisas que não têm a menor importância.

Nesse diapasão, o que se verifica é que atitude e comportamento são duas virtudes determinantes na vida de qualquer profissional, o que é conseguido através de mudança de postura diante dos fatos, enfim, diante da vida, através de muito esforço, dedicação e empenho. Um profissional com tais características possuirá maior tolerância em relação às incertezas, maior confiabilidade em si próprio, determinação e responsabilidade, transpondo os obstáculos que irão surgir no meio da caminhada e, nesta ótica, estes se tornam sede insaciável e, como conseqüência, o alcance do rebento denominado sucesso em tudo que se propuser a fazer.

Pensando assim, nada mais oportuno dizer que o profissional não deve perder mais tempo, começando imediatamente a exercitar a autodisciplina, enxergando que o maior beneficiário disso tudo será uma só pessoa: você.

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PROFISSIONAIS DE MARKETING E AGÊNCIAS

Quinta, 10 de Abril de 2008
O Meio & Mensagem e o Ibope Inteligência divulgaram, na semana passada, resultados de uma pesquisa inédita sobre o profissional de marketing. Foram entrevistados profissionais que exercem funções de gerentes, coordenadores, diretores e vice-presidentes, nas regiões sudeste, sul, centro-oeste e nordeste.

A pesquisa procurou identificar os principais atributos que o profissional deve possuir e os principais aspectos que conduzem ao sucesso profissional nessa área.

49% dos entrevistados acreditam que o profissional comprometido com resultados se sobressai mais que os demais. 48% acreditam que o conhecimento sobre o consumidor é essencial para se obter êxito no mercado, enquanto 42% citam a visão de negócios.

40% concluíram MBA, 9% mestrado e 1% doutorado. Administração (32%), Marketing (27%) e Publicidade (27%) são as principais formações.

No entanto, um dos dados que mais impressiona é o índice de satisfação, ou de insatisfação, desses profissionais com suas agências. 46% das empresas em que atuam os profissionais entrevistados trocaram de agência nos últimos dois anos. E 34% deles conferiu uma nota inferior a 5 em uma escala de 0 a 10.

O principal entrave nessa relação é mensurar os resultados. Executivos de marketing são responsáveis por gerar resultados, com uma imensa cobrança por conta disso. E desejam que suas agências promovam esses resultados. Contudo, muitas vezes esses resultados não são tão simples de serem avaliados.

Há um outro fator também, que advém justamente da complexidade do mundo moderno e das novas mídias, o que alimenta nos executivos de marketing o desejo de trabalhar com ferramentas que muitas vezes as agências ainda não dominam especialmente aquelas relacionadas com a internet e suas comunidades virtuais. Essa dificuldade leva a uma multiplicidade de fornecedores, que nem sempre trabalham de forma integrada, por vezes até gerando conflitos de estratégias.

O maior desafio, no entanto, encontra-se na questão da remuneração ligada ao desempenho. "Hoje as agências ganham, independentemente de os objetivos traçados inicialmente serem ou não alcançados", afirma Zeca Vieira, diretor de marketing da SulAmérica Seguros. Algumas agências já começaram a desenvolver padrões de remuneração dentro dessa linha de pensamento, mas a discussão ainda deve ser aprofundada.

Anunciantes são de vênus e agências são de marte? Claro que o conceito não é esse. Existem, sim, alguns pontos de conflito nessa relação pautada pelo risco e por uma enorme pressão por resultados - de ambos os lados. Contudo, a interdependência entre eles não pode, e não deve, ser esquecida.

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Assertividade: Eu quero esta conduta para mim!

Quarta, 13 de Fevereiro de 2008
"Nosso objetivo nesta vida não é o de estar sempre à frente das outras pessoas, mas sim, à frente de nós mesmos, para quebrar os nossos próprios recordes e para superar nosso ontem com o nosso hoje."
(Stewart B. Johnson)

A palavra assertividade traz em seu cerne uma conduta imprescindível para qualquer profissional que se encontra no terceiro milênio e que queira pelo menos sobreviver neste mercado globalizado e altamente competitivo, que é a transparência.  Transparência no exercício da função é hoje, mais do que nunca, essencial para que se obtenha eficiência, eficácia e, por conseqüência, desenvolvimento e crescimento, tanto profissional como organizacional.

O profissional assertivo possui, além de um equilíbrio emocional muito grande, muita transparência em suas ações, tendo sempre cautela ao agir para não magoar ou ferir o próximo. As condutas e atitudes deste profissional são baseadas no problema e não nas pessoas envolvidas, agindo sempre de modo profissional e imparcial, com cuidado, para não cometer injustiças, policiando-se sempre para não agir de maneira tendenciosa. Esse profissional, além de saber reconhecer os seus limites e o seu valor, faz valer não somente os seus direitos e deveres como também os das demais pessoas presentes em seu meio e principalmente daquelas que estão sob o seu comando, que compõem sua equipe de trabalho.

Não é segredo algum dizer de igual forma que o profissional assertivo sabe aonde se quer chegar, qual o caminho a percorrer e como caminhar; portanto, defende uma única postura diante de si próprio e diante da vida. Bastante comprometido com suas metas e objetivos, cria, firma e mantêm uma relação de parceria consigo próprio bem como com as demais pessoas em seu meio, procurando sempre mostrar-se de corpo inteiro, com muita autenticidade e  de maneira não agressiva.

As atitudes de um profissional assertivo são baseadas no respeito, na pro atividade, na educação, na verdade, na justiça, na ética, na confiança, na sinceridade, na autenticidade, na integridade, na empatia e principalmente na transparência, agindo de forma a não deixar dúvidas quanto ao que pensa, sente e deseja, cuidando sempre para que suas atitudes e condutas estejam condizentes com seus valores e princípios, tendo a preocupação e o cuidado de aferir se está sendo honesto consigo próprio, defendendo os seus interesses e direitos, mas tendo a cautela de não ignorar e/ou violar os direitos e os interesses dos demais.

Somados a isso, o profissional assertivo é extremamente sincero e honesto. Portanto, quando diz um sim e/ou um não, concorda e/ou discorda de fato, mas sempre possui a sensibilidade de considerar e de valorizar o pensamento do outro; contudo, demonstra de forma verdadeira e autêntica sua posição diante dos fatos, tendo a sabedoria de ser pró-ativo, se antevendo aos fatos, se planejando para evitar futuros transtornos que por ventura cruzarão o seu caminho.

É fato notório que a assertividade é uma das competências emocionais mais exigidas no que tange ao exercício da função; é essa a razão pela qual o profissional do século XXI deve conscientizar-se que a assertividade nos dias de hoje faz a diferença e que é possível aprender ser assertivo, requerendo apenas buscar conhecimentos e aplicá-los no dia a dia; no entanto é preciso de início ter interesse em ser assertivo, logo, é necessário querer e em seguida é necessário ter coragem e determinação para que ocorra a verdadeira mudança.

Quanto aos erros e/ou falhas que por ventura ocorrerem no decorrer da caminhada contribuindo para deixá-lo insatisfeito, deverão ser imediatamente reconhecidos e em seguida deverão ser tomadas medidas cabíveis e de cunho assertivo. É de fundamental importância que se tenha em mente o exercício do pensar e do repensar, pois a auto-avaliação de forma contínua faz parte de todo esse processo que envolve a assertividade.

Consciente de que hoje vivemos em um mundo repleto de mudanças e incertezas, o profissional assertivo age pautado na flexibilidade; assim,quando a situação exige, a mesma é acionada; por conseguinte, é sábio no exercício de sua função, banindo o rigor quando preciso.

Não obstante, sabemos que os benefícios advindos da assertividade são inúmeros, e dentre estes podemos destacar:
a) a sensação de bem-estar e a de dever cumprido consigo próprio e com os outros,
b) o desenvolvimento bem como o crescimento pessoal e profissional como conseqüência da exposição feita de forma clara, sem inibição e/ou temor do que se pensa, quer e/ou sente, bem como da defesa de seus direitos,
c) eficiência e eficácia nas ações contribuindo para com o desenvolvimento e crescimento organizacional decorrente da transparência nas ações,
d) relacionamento interpessoal aberto tendo como pilar a sinceridade, a confiança, a empatia, a autenticidade e a transparência em prol da harmonia e da solidez, dizendo sempre a si próprio um não a agressividade,
e) equilíbrio emocional,
f) comunicação interpessoal assertiva e baseada na maturidade dos relacionamentos, conseguindo-se comunicar de forma objetiva, honesta e sem constrangimento, cuidando sempre para considerar os sentimentos do outro, colocando-se sempre na posição do outro, tendo demasiada atenção para não deixar nada de forma obscura, mas que tudo fique esclarecido,
g) ação pautada na educação e no respeito, respeito a si próprio e aos outros também, monitorando-se o tempo todo quanto à forma de falar, pois ele sabe que esta faz toda a diferença.

Assim, é bom lembrar que a competência assertividade é hoje mais do que nunca imprescindível a um grande profissional, e para ser um profissional assertivo você irá depender única e exclusivamente de uma só pessoa: VOCÊ.

E o maior beneficiário será VOCÊ!

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Ética, Questão de Sobrevivência!

Quarta, 10 de Outubro de 2007
"Se não tomarmos cuidado, no próximo milênio não vamos ter nem ética nem dignidade no dicionário português. Serão substituídas por esperteza". (Antônio Ermírio de Moraes)

Para as organizações do séc. XXI a ética não é mais uma opção e sim uma exigência de mercado. Através da ética, a organização realiza seu diferencial, ganhando respeito, confiança e credibilidade, portanto, tornou-se uma questão de sobrevivência.

No mercado atual, o gestor deverá adotar sempre o comportamento ético, uma vez que este, além de render bons resultados, agrega valor à imagem da organização, portanto, ter consciência, tomar a decisão em ser ético e internalizar dentro da organização tais valores, trabalhando em prol da ética, constitui então, mais que um diferencial, constitui um compromisso que deverá assumir o gestor com a organização, enxergando a relevância da ética dentro de quaisquer organizações, comprometendo-se com os preceitos morais e preocupando-se cada vez mais com a questão dos valores, das condutas, dos princípios, dos comportamentos e do respeito, tornando-se imprescindível a ética dentro de uma organização, uma vez que o mercado está cada vez mais exigente e imagem é tudo.

Torna-se necessário rever alguns princípios impregnados ainda em algumas organizações, que ainda existem e norteiam ações, tais como, a corrupção, o desejo de alcançar mais e mais não se importando com o como, a ausência do respeito mútuo, a individualidade, o egoísmo ainda enraizado em muitas organizações e que servem como erva daninha para as mesmas.

Devemos lembrar sempre que, a organização é composta de pessoas, e estas sãoÉtica recheadas de talentos, anseios, sentimento, idéias, inteligências, culturas, princípios e valores diversos e que serão estas pessoas as responsáveis por alavancar ou arruinar as organizações, portanto, pensar e trabalhar a ética dentro das organizações, tornou-se fator fundamental. Trabalhar em prol do resgate à dignidade, aos valores, aos princípios, repensando conduta e comportamento do ser humano, tornou-se imprescindível, pois, a partir do momento que todos dentro da organização tiverem uma consciência ética, toda a organização irá atuar de forma interagida, inter-relacionada e integrada, resultando no rebento denominado sucesso.

Para que a empresa não só sobreviva, mas para que permaneça sólida no mercado, onde a competitividade é tão acirrada, torna-se imprescindível que seja ética, pois, caso contrário, ganhará alguns negócios, mas não conseguirá manter - se no mercado.

A ética organizacional além de aparecer pautada, de forma nítida, quanto ao comportamento e conduta adotados pelos gestores da organização, aparece também, de forma clara, na missão, visão, nos princípios e valores impregnados, nas políticas e estratégias adotadas, no código de ética elaborado e concebido de fato pela organização como padrão efetivo de diretrizes da ação profissional, onde todos têm conhecimento do mesmo, e na divulgação do balanço social organizacional, portanto, constitui em uma filosofia de vida.

É preciso, que todos dentro de uma organização, exerçam suas funções, de forma transparente, não só respeitando os limites e os direitos das pessoas, mas, em prol do bem comum, contribuindo assim, não só para com o desenvolvimento organizacional, mas para com o desenvolvimento pessoal de todos que fazem parte da organização.

É preciso que toda organização não apenas fale de ética, mas a coloque em prática, difundindo e adotando princípios e valores que lhes servem de guia e que norteiem comportamento e conduta, assim haverá de fato além da harmonia, um crescimento de todos os envolvidos.

É preciso conduzir-se de forma ética não apenas quando lhe for conveniente, mas o tempo todo, demonstrando compromisso não só com a organização da qual faz parte, mas também com a comunidade para qual serve, contribuindo com o desenvolvimento e realizando de fato responsabilidade social.

Assegurar a conduta da organização dentro da visão acima exposta significa garantir não só sobrevivência, mas solidez no mercado.

Colaboradora: Marizete Furbino