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Quinta, 20 de Setembro de 2007
Coimbatore Krishnao Prahalad, ou C.K. Prahalad, como é conhecido é um indiano de nascimento e naturalizado americano, físico por formação, na Universidade de Madras (Chenai), iniciou sua carreira como gerente da Union Carbide. Para complementar seus estudos formou-se PhD em Harvard, dedicando, daí em diante à carreira acadêmica, tanto na Índia como nos Estados Unidos. Hoje é professor titular de Estratégia Corporativa do programa de MBA da Universidade de Michigan e também conselheiro do governo indiano para empreendedorismo.
Sem dúvida, C.K. Prahalad é um dos maiores pensadores do mundo dos negócios, além de ser um dos mais dos mais influentes especialistas em estratégia empresarial da atualidade. Consagrado internacionalmente por sua inestimável contribuição ao pensamento estratégico corporativo, é considerado um dos dez maiores especialistas em administração e negócios do mundo. Consultor e membro do conselho de administração de empresas de classe mundial tem entre seus clientes companhias como: Citigroup, Colgate Palmolive, Cargill, Motorola, Whirlpool, Oracle, Philips e Unilever.
Em Michigan, Prahalad encontrou-se com Gary Hamel, então um estudante de novos negócios. Em conjunto, escreveram o best-seller Competindo pelo futuro, publicado em 20 idiomas. Nessa obra, os autores procuram identificar mudanças nas gerências tal como existem, buscando encontrar oportunidades para os novos gerentes nesse novo mundo. Na época o livro foi visto como uma resposta crítica ao processo de reengenharia que havia se transformado em um modismo.
Os artigos de C.K.Prahalad foram publicados nos mais importantes periódicos do mundo, tanto os especializados em gestão de negócios como os de interesse geral, e muitos deles receberam da Harvard Business Review o prêmio McKinsey de melhor artigo do ano publicado naquela revista e por dois anos consecutivos foi laureado como o melhor artigo da década pelo Strategic Management Journal e com o European Foundation for Management Award.
Em seu livro, A Riqueza na Base da Pirâmide Prahalad demonstra um interesse profundo pelas camadas que se encontram no estrato mais baixo da sociedade, em função de sua experiência e conhecimento da Índia. País pelo qual viajou em função de sua consultoria e na busca de uma solução para a pobreza no mundo.

C.K. Prahalad desafia a ordem econômica ao propor a "base da pirâmide" como um mercado potencial para qualquer companhia explorar, ao afirmar: "A fonte real do mercado não são os consumidores médios ou emergentes que surgem no mundo, mas sim bilhões de pobres que aspiram uma oportunidade de entrar em um mercado do qual sempre ficaram à margem."
Para Prahlad o que falta às empresas e instituições financeiras é um aprendizado de como lidar com essa chamada "base da pirâmide" econômica e social. Há no mundo quatro bilhões de pessoas que vivem com cinco dólares por dia. Um terço dessa população sobrevive com menos de um dólar. Se as empresas, agindo em seu próprio interesse melhorar a vida dessas pessoas, segundo Prahalad, estarão abrindo um gigantesco mercado, ávido e capaz de consumir produtos e serviços criados sobre medida para essa parcela da humanidade. Para isso é preciso inovar, baixando custos e colocando na prateleira aquilo que é alcançável por quem está nesse estrato sócio-econômico.
Em seu livro mais recente - O Futuro da Competição, escrito em parceria com Venkat Ramaswamy - Prahalad desafia a noção tradicional de valor e de criação de valor. Para ele as empresas não fazem o suficiente para aproveitar as oportunidades que surgem com a globalização. Neste novo mundo, o cliente é uma figura mais pró-ativa, logo as regras do jogo mudaram: não basta apenas servir, é necessário criar um valor real para o consumidor. Pois o conceito de valor já é outro. Para isso, além de admitir limitações, é necessário sair do que eles chamam de "zona de conforto" para ingressar nas novas "zonas de oportunidades".
Colaborador: Andrei Lima
Categorias:
Motorola, Harvard, Estratégia, Estratégia Empresarial, Criação de Valor, Mercado Potencial, Coimbatore Krishnao Prahalad, C.K. Prahalad, Estratégia Corporativa, Gary Hamel, Unilever, Philips, Cargill, Zona de Oportunidade,
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Nori Lucio Jr.
Segunda, 3 de Setembro de 2007
"Posicionamento é a idéia central do negócio. É o fundamento que determina se a empresa vai ou não ganhar dinheiro" - ram charam
Estratégias bem sucedidas tem suas raízes nas vantagens competitivas da empresa. A habilidade de identificar oportunidades de POSICIONAMENTO é um grande teste da competência do "marketeiro" de plantão.
Na prática o POSICIONAMENTO nunca deveria ser articulado sem um planejamento estratégico (PE) formal. O PE é a única ferramenta que permite identificar as competências essenciais da empresa e transformá-las em objetivos compreensivos que finalmente determinarão o foco das ações de marketing e vendas. Se executadas com criatividade e disciplina ao longo do tempo, as ações determinarão o POSICIONAMENTO almejado, transformarão o EQUITY da marca em VALOR e consequentemente vendas.
 O PE também revitaliza a Visão, Missão e Valores que representam a identidade e personalidade da empresa perante o mercado. Julgar que o POSICIONAMENTO que garantiu o sucesso do passado garantirá o sucesso no futuro é uma miopia que já "deletou" várias empresas do mercado.
Dois aprendizados que podemos sintetizar deste tema. Primeiro, fuja dos milagreiros.... Eles são fáceis de identificar na multidão. Normalmente prometem o milagre da multiplicação das vendas, mas nunca têm um plano formal! Segunda, nunca negligencie o poder de um planejamento estratégico... O PE funciona como um ORACLE, tem as respostas para qualquer pergunta relacionada à sua empresa. O PE desconsidera ambições pessoais. É matemático, ou seja, é uma equação que determinará a melhor possibilidade de sucesso para sua empresa.
Se sua empresa ainda tem gerentes de marketing sem um plano de marketing, aqui vai uma dica para iniciar o processo.
Todos que já leram qualquer coisa sobre marketing ouviram falar da história dos 4Ps ou 7Ps criados por Jerome McCarthy e popularizado por Philip Kotler. Este monte de Ps calibrados representam o mix de marketing que determiminarão o POSICIONAMENTO da empresa.
P1 (Produto): Certifique-se que seu portifolio de produto esta saudável, observe a curva natural de maturidade do produto e mercado.
P2 (Preço): Não existe "premium" num produto comoditizado, ninguém vai pagar mais pelo mesmo. Busque vantagem competitiva em outro P que não preço.
P3 (Praça ou Distribuição): Certifique-se que seus canais de distribuição estão treinados, previsíveis, ágeis, abrangentes e principalmente convenientes.
P4 (Promoção): Evite dispersão e garanta afinidade na comunicação de seus programas de marketing.
P5 (Pessoas): Capacite as pessoas. O patrimônio das empresas esta relacionado com o "skill" dos profissionais que fazem a diferença na hora de competir pra valer.
P6 (Processo): Formalize os processos impondo métricas. Busque a causa e não o efeito dos problemas. Metodologias como 6 sigma vem ganhando merecidamente mais e mais espaço.
P7 (Evidências): Liste seus fatores críticos de sucesso assim como os indicadores que levam a eles. Certifique-se que os indicadores estão evoluindo na direção correta.Não existem visão nem paixão empresarial que sobreviva sem disciplina.
Colaborador: Nori Lucio Jr.
Categorias:
Praça, Processo, Planejamento Estratégico, Marca, Philip Kotler, Promoção, Produto, Missão, Preço, Visão, Posicionamento, 4 Ps, Pessoa, Vantagem Competivita, 7Ps, Jerome McCarthy, Evidência,
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Administrador
Sabado, 14 de Abril de 2007
Veja a lista da Revista Wired com as 10 empresas mais inovadoras do mundo:
1 - Google
The masters of the universe are busily converting ad dollars into a global network of fiber lines and data centers. A plan etary computer crunching ever- larger mountains of bits is an invention of historic import. Google's power to inspire both awe and fear continues to grow.
2 - Apple
Tired: MP3 players. Wired: mobile handsets! And why not? Especially if the Apple crew can stuff most of a Mac into a futuristic gadget straight out of Minority Report. Cell phone + iPod + social networking = marketer's dream.
3 - Genentech
When you target specific biological mechanisms, your drugs can sidestep the one-disease rut: Avastin has been OK'd for a growing list of cancers. And since 20 new drugs are set to enter the pipeline by 2010, the chances for more multiple hits are good.
4 - Samsung
Mobile handsets have joined PCs as the focus of some of high tech's most brutal slugfests. Samsung's upmarket strategy protects margins - a tactic it has been using to batter Sony in home theater and camcorders. Too bad about that iPhone.
5 - News Corp.
Why fly capital-sucking TV satellites when you've got 90 million MySpacers glued to their screens? King Rupert is feeding the greatest frenzy of media populism since the birth of the tabloid press. Now he needs to convert it into broadcast-style revenue.
6 - Nintendo new!
Hot graphics? Nah. What's delighting gamers - and blowing the smirk off Sony's face - is the Wii's acrobatic controller. Selling a million consoles a month gives the Pok master a happy challenge: turning a runaway hit into an enduring franchise.
7 - Salesforce.com
The pioneering purveyor of Web-based business apps keeps swiping small and midsize clients from giant rivals Oracle and SAP. Latest cool tool: a one-stop online marketing platform that ports your campaign directly to Google AdWords.
8 - Cisco
As the petabits surge, Cisco keeps outflanking cut-rate competitors and surfing the flood of online video. VoIP gear and set-top boxes contribute to '90s-style earnings growth. Now CEO John Chambers hopes to sell the world on wall-size, hi-def telepresence.
9 - General Electric
Good-bye to the slow-lane plastics division. Hello to avionics, security systems, and medical labs in a box. Edison's heirs keep doubling down on products too big, gnarly, or capital-intensive for companies that haven't been ruling Big Tech for a century.
10 - Nvidia
Three trillion operations per second make for a killer demo: hyper-real renderings of glamazon Adrianne Curry. But the new GeForce 8800 chip is alsospeedy enough to launch gaming's graphics powerhouse into totally new markets, like gene sequencing.
Para ver a lista completa com as 40 empresas, acesse o link http://www.wired.com/wired/archive/15.04/wired40_list.html.
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