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RISCOS e OPORTUNIDADES NA GESTÃO BRASIL DOS NEGÓCIOS

Terça, 14 de Outubro de 2008
O que se faz comum nesse momento da economia mundial são os fatores que de fato acabaram levando as coisas onde estão:

1) O mundo que chamamos de competitivo, na verdade foi desenhado pela agressividade comercial, amparado por um marketing inteligente, para poder gerar impulsos de decisões de compra, aonde todos são convencidos a ter um estereotipo do que o não ter algo está fora do circuito, quase como na época do que o não fumar era estar fora da moda. Resumidamente ao longo dessas décadas, e em tudo, fomos sendo trabalhados para o convencimento de que até o supérfluo é parte das nossas necessidades.

2) Para poder estabelecer essa relação do comprar pelo comprar, o ponto comum da estratégia, quando nada era tão inovador, foi o de “criar políticas” que aparentemente faziam com que se esquece o que já se tinha, dizendo-se ser obsoleto até o que mal conhecia, e assim continuar pela inclusão da renovação dentro do conceito do ser moderno, do ser percebido pelo materialismo exigido pelos que lhe cercam.

3) O acumulo do capital circulante não produtivo no mundo, é reflexo da ausência de segurança de que o investimento no produtivo já não é mais alvo das atenções. E é nesse fluxo de entrar e sair de negócios (derivativos) que o mundo percebe o quanto não é mais sustentável, pois de há muito tempo, valores como geração de empregos e produção se limitam a uma demanda, não natural e segura, criada sem lastro para o giro dos negócios.

4) Dizer nesse momento que o estopim da crise parte do USA, é utopia. Apenas se iniciou por lá pela questão de que se trata do centro do mundo capitalista, do autor da obra da globalização. O que se espera daqui para frente (independente dos aportes dos BC´s) é que tenhamos uma progressão geométrica de empresas no fim do posso e sem volta, já que muitas também chamadas de agressivas tinham seu capital circulante apoiadas em negócios de risco. Loginho e semanalmente, empresas, uma a uma e em todos os cantos do mundo apresentarão suas marcas, colocando abaixo as décadas e séculos das suas tradições inabaláveis, e muitas ainda culparão seus colaboradores pelo mau uso do capital, como se não soubessem de nada do que estava acontecendo.

5) Bom! O sinal positivo disso tudo é que temos que olhar mais pelo que acontece dentro das nossas próprias casas, centralizarmos os esforços para garantir consumos reais internos, educar transformando o conhecimento em algo que valorize o que já somos, e assim poder ofertar as mesmas coisas que já possuímos com um valor especial, para uma demonstração sustentável do “Made in Brazil”, com um toque verde de garantia e segurança.

6) A crise vai nos afetar, mas são nesses momentos que temos que aprender e ousar sem pensar muito no resto do mundo, pois toda história bem analisada pode gerar oportunidades de consolidação do que realmente podemos ser.

“Apenas uma questão para repensar: QUER SE MOTIVAR? Então trabalhe duro para que seus resultados sejam estendidos pela sua participação, pelo uso da sua utilidade propiciando garantias de ter uma vida pessoal qualificada, pois no fundo todo empenho profissional tem a ver com a segurança que queremos aos que nos cercam”.

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RISCOS e OPORTUNIDADES NA GESTÃO BRASIL DOS NEGÓCIOS

Sexta, 3 de Outubro de 2008
O que se faz comum nesse momento da economia mundial são os fatores que de fato acabaram levando as coisas onde estão:

1) O mundo que chamamos de competitivo, na verdade foi desenhado pela agressividade comercial, amparado por um marketing inteligente, para poder gerar impulsos de decisões de compra, aonde todos são convencidos a ter um estereotipo do que o não ter algo está fora do circuito, quase como na época do que o não fumar era estar fora da moda. Resumidamente ao longo dessas décadas, e em tudo, fomos sendo trabalhados para o convencimento de que até o supérfluo é parte das nossas necessidades.

2) Para poder estabelecer essa relação do comprar pelo comprar, o ponto comum da estratégia, quando nada era tão inovador, foi o de “criar políticas” que aparentemente faziam com que se esquece o que já se tinha, dizendo-se ser obsoleto até o que mal conhecia, e assim continuar pela inclusão da renovação dentro do conceito do ser moderno, do ser percebido pelo materialismo exigido pelos que lhe cercam.

3) O acumulo do capital circulante não produtivo no mundo, é reflexo da ausência de segurança de que o investimento no produtivo já não é mais alvo das atenções. E é nesse fluxo de entrar e sair de negócios (derivativos) que o mundo percebe o quanto não é mais sustentável, pois de há muito tempo, valores como geração de empregos e produção se limitam a uma demanda, não natural e segura, criada sem lastro para o giro dos negócios.

4) Dizer nesse momento que o estopim da crise parte do USA, é utopia. Apenas se iniciou por lá pela questão de que se trata do centro do mundo capitalista, do autor da obra da globalização. O que se espera daqui para frente (independente dos aportes dos BC´s) é que tenhamos uma progressão geométrica de empresas no fim do posso e sem volta, já que muitas também chamadas de agressivas tinham seu capital circulante apoiadas em negócios de risco. Loginho e semanalmente, empresas, uma a uma e em todos os cantos do mundo apresentarão suas marcas, colocando abaixo as décadas e séculos das suas tradições inabaláveis, e muitas ainda culparão seus colaboradores pelo mau uso do capital, como se não soubessem de nada do que estava acontecendo.

5) Bom! O sinal positivo disso tudo é que temos que olhar mais pelo que acontece dentro das nossas próprias casas, centralizarmos os esforços para garantir consumos reais internos, educar transformando o conhecimento em algo que valorize o que já somos, e assim poder ofertar as mesmas coisas que já possuímos com um valor especial, para uma demonstração sustentável do “Made in Brazil”, com um toque verde de garantia e segurança.

6) A crise vai nos afetar, mas são nesses momentos que temos que aprender e ousar sem pensar muito no resto do mundo, pois toda história bem analisada pode gerar oportunidades de consolidação do que realmente podemos ser.

“Apenas uma questão para repensar: QUER SE MOTIVAR? Então trabalhe duro para que seus resultados sejam estendidos pela sua participação, pelo uso da sua utilidade propiciando garantias de ter uma vida pessoal qualificada, pois no fundo todo empenho profissional tem a ver com a segurança que queremos aos que nos cercam”.

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Miopia e Astigmatismo Corporativos

Domingo, 31 de Agosto de 2008
“Há flores por todo canto. Para quem quiser enxergá-las”.
(Henri Matisse)

Profissionais e corporações necessitam visitar com urgência um oftalmologista. Explico.

Há empresas que promovem campanhas nos meios universitários para recrutamento de estagiários e trainees. Mas impõem-lhes tantos pré-requisitos que acabam por não preencher as vagas. Formação “sólida” e em instituição de ensino de “primeira linha”; fluência em, no mínimo, dois idiomas; domínio de microinformática, o que abrange processador de texto, planilha eletrônica, banco de dados, software de gestão, entre outros; e, a pior das exigências, experiência anterior “desejável”.

Estas mesmas empresas não observam no seio de seus próprios quadros a existência de uma legião de jovens que, relegados a cargos de auxiliar ou assistente, apresentam grande potencial, seja pelo espírito de liderança, pelo senso de iniciativa, pelas atitudes empreendedoras ou mesmo pela necessidade. Porém, permanecem como pedras brutas que precisam ser lapidadas – mas talvez nunca o sejam.

Estas companhias, por força de sua incapacidade de enxergar em seus jovens colaboradores um futuro promissor, sofrem de miopia.

Há empresas, por outro lado, que no embalo de modismos e recomendações de gurus, charlatões e aproveitadores de toda ordem, resolvem promover reformas, reestruturações, reengenharias e que tais. Neste processo, “descobrem” que certos colaboradores com idade superior a 40 anos estão velhos e ultrapassados, contribuindo para aquele estado de morbidez que assola os negócios – e que motivou a tal reformulação. Mais ainda, custam caro aos cofres, pois recebem remuneração equivalente a de dois ou três executivos em condições de tecnicamente exercer igual função. Decidem, então, aposentá-los, convidando-os a “enfrentar novos desafios para promover seu desenvolvimento pessoal”. Um bilhete azul, uma indenização, uns meses adicionais de seguro-saúde. Assim, livram-se do que se lhes apresenta como um problema.

O que não se percebe é que o executivo demitido conhecia não apenas a empresa, mas seu mercado com maestria. Perfil dos consumidores, armadilhas da concorrência. Vivência, experiência, maturidade. Tudo jogado ao vento que, talvez, venha a polinizar os campos de seu maior rival.

Estas empresas, por força de seu pragmatismo inconseqüente ao esfacelar sua equipe, sofrem de astigmatismo.

Analogamente, há os profissionais que não se conscientizam da necessidade de investirem em suas carreiras, ampliando seus conhecimentos, repertório e rede de contatos. Apostam na manutenção do in statu quo ante e acreditam que não correm riscos de qualquer ordem. Sistemáticos, automatizados, fazem tudo do mesmo jeito há anos e continuam dando as mesmas velhas respostas mesmo para as novas perguntas. Velhas soluções para novos problemas. Por não terem visão de futuro, mas apenas visão de passado, sofrem de miopia.

Mas há também aqueles que nunca estão satisfeitos com seu ambiente de trabalho. Vivem em transição, buscando recorrentemente novas corporações não por conta de um desafio que irrompa triunfante, possibilitando-lhes colocar à prova expertise e habilidades acumuladas, mas tão somente por um punhado de moedas a mais. Não se comprometem, não se envolvem, não apostam na viabilidade do empreendimento que gerenciam. Não desenham trilhas, não deixam marcas, não registram um legado. Por conta disso, sofrem de astigmatismo.

Há, ainda, outras versões de miopia e astigmatismo corporativo. Afinal, o que dizer de empresas que continuam a ofertar produtos e serviços para os quais simplesmente não há mais mercado? Calcados em um passado de glórias, recusam-se a aceitar a ocorrência de novas tendências, novos hábitos de consumo, novos padrões de comportamento. São companhias demissionárias, posto que demitidas por seus próprios consumidores, que optaram por produtos substitutos, tecnologicamente mais avançados, ostentando maior praticidade, menor custo e eficiência superior. Derrotadas, buscam incansavelmente justificativas para seu retrocesso sem visualizar o elefante sentado na sala de reuniões. Derrotadas e vencidas.

O mesmo aplica-se aos profissionais sem profissão, cujas atividades são objeto de estudo epistemológico de tão superadas pelo tempo. Kevin Kline, protagonizando o arquiteto George Monroe em “Tempo de Recomeçar”, retrata bem o estereótipo. Um exímio construtor de maquetes, edificando-as manualmente há vinte anos, vê sua atribuição sucumbir diante da agilidade tridimensional do computador. Perde o emprego e, com ele, seu único pilar de sustentação.

Empresas que não valorizam profissionais sejam eles jovens ou maduros. Profissionais que não buscam o autodesenvolvimento ou que menosprezam os locais por onde passam. Companhias que não enxergam sua posição relativa no mercado, ignorando o ambiente, a demanda e demais aspectos. Pessoas que não vislumbram oportunidades ou ameaças ao seu ofício.

Assim, a cegueira se instala no mundo corporativo.

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As informações e a integração das áreas

Sabado, 5 de Julho de 2008
A distribuição de informações em uma empresa pode parecer algo comum, mas existem organizações que preferem limitar o alcance de alguns dados, como se nenhuma outra área pudesse utilizar uma informação comum à outra.

Diante deste desafio, que está associado diretamente à cultura organizacional, é possível que a mudança necessária não esteja no planos da empresa, o que impede o desenvolvimento de soluções melhores para ofertar aos consumidores.

Mesmo assim muitas empresas se defendem afirmando que todos os dados estão disponíveis, que as áreas trabalham integradas e que as pessoas têm permissão para trocar informações e idéias, mas que na realidade não é o que ocorre no ambiente interno.

Talvez as empresas tenham que aprender com suas histórias, assim como podem aprender com seus concorrentes e, talvez, consigam descobrir os motivos que levam a integrar as áreas e a distribuir as informações.

Também é necessário filtrar as informações, nem todas as áreas possuem interesse sobre um mesmo dado, e talvez este seja o motivo pelo qual tudo o que é repassado às áreas não é o que foi realmente coletado.

As pesquisas só possuem valor quando são utilizadas, pois investir em uma pesquisa para deixar guardada em um banco de dados não faze sentido, principalmente quando a concorrência está muito mais atenta aos movimentos das demais empresas e as estuda constantemente.

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Marketing pessoal

Sexta, 11 de Abril de 2008
A cada dia surgem novas aplicações ligadas ao Marketing, entre muitas variáveis, tendências e novos usos dos conceitos, percebe-se que no mercado o profissional de qualquer área pode trazer para si as características de um produto, mesmo que conceitualmente é fundamental compreender que todas as suas características podem ser avaliadas, similarmente a um produto.Marketing Pessoal

Valorizar os atributos do ser humano é um dos pontos mais importantes dentro do Marketing pessoal, aproximando-o ainda mais dos conceitos do mix de Marketing, além de definir claramente os 4 P´s da pessoa é necessário conhecer profundamente as necessidades e desejos do mercado com relação aos profissionais que procura, fortalecendo a cultura de busca por dados e estudos voltados ao que mais adapta-se ao "produto" homem.

Inicialmente podem surgir dúvidas quanto ao Posicionamento a ser tomado diante do mercado, compreendendo todo o processo que envolve esta estratégia de Marketing, pode-se entender que através do Marketing pessoal haja o exercício de poder, pois por meio dele há a possibilidade de mudar comportamentos e direcioná-los até certo ponto.

Muito mais do que apenas ofertar um profissional, o Marketing pessoal trata de satisfazer as necessidades e desejos de ambos os lados, similar ao que acontece com uma relação entre o fornecedor e o consumidor.

Além de promover o "produto", o Marketing pessoal pode ser descrito como um processo que envolve desde a concepção, planejamento e execução das ações que contribuem para uma formação profissional, agregar Valor (não necessariamente monetário), que seja justo e que seu Posicionamento seja ideal ao mercado que pretende atingir. Muito mais do que destacar simplesmente o ser humano em toda esta estratégia, é fundamental que haja um diferencial competitivo, não tratando-se apenas de uma boa Propaganda, mas o conjunto e todos os concorrentes deste mercado podem apenas utilizar-se de uma ferramenta do Marketing para conquistar um posto melhor, tornando assim, o mercado, um campo de batalha onde apenas os melhores podem permanecer e ganhar um lugar ao sol, utilizando-se do mix correto e completo para comprovar seus atributos com mais ênfase e veracidade.