Marcus Guimarães
Segunda, 25 de Agosto de 2008
O que é o ponto de equilíbrio dentro do conceito de finanças?
Equilíbrio pode ser definido como a igualdade absoluta ou aproximada, entre
forças opostas. Assim, ponto de equilíbrio na contabilidade é o ponto
(momento) em que as receitas se igualam a todas as despesas.
Toda a empresa com uma estrutura financeira organizada conhece seu
fluxo de caixa, seu balanço patrimonial, seu demonstrativo de
resultado do exercício (DRE) e, também, seu ponto de equilíbrio. Assim como
toda a família que tenha uma estrutura financeira estabilizada deve conhecer seu
ponto de equilíbrio.
O planejamento financeiro familiar é de vital importância para que a
família possa viver com tranqüilidade, o conhecimento sobre o ponto de
equilíbrio pode facilitar o controle de seu orçamento. Orçamento, esta é a
palavra chave que pode explicar a necessidade do ponto de equilíbrio.
Após alguns meses de análise sobre o fluxo financeiro familiar, já é possível
saber quais são os itens que mais contribuem para o acumulo de despesas,
historicamente os principais itens que geram despesas são: Imóvel, Transporte e
Alimentação.
Para que seja possível chegar ao ponto de equilíbrio, é necessário estipular um
orçamento para cada item, principalmente para os itens mais geradores de
despesa, vamos à prática:
Faça uma média de seu gasto mensal com alimentação, estipule para o orçamento
deste item 20% a menos e fique rígido com este orçamento. A última semana do
primeiro mês será de “vacas magras”, mas se continuar com este raciocínio nos
próximos meses você já terá se educado e os 20% não farão falta. Faça este
procedimento com os demais itens. Se você tem alguma dificuldade com as
finanças, logo estará igualando suas receitas e despesas, comece esta redução
com base no ponto de equilíbrio.
A busca pelo ponto de equilíbrio não pode se limitar até este ponto, os cortes
devem ser feitos até se ter uma sobra no orçamento. O ponto de equilíbrio pode
ser perigoso se você se basear somente nele, o objetivo desta análise é você
saber qual o seu limite (de despesas), porém você não pode se valer sempre deste
limite, deve buscar a sobra, a reserva de riqueza, o investimento.
Lembre, a balança tem que pesar para o seu lado, diminua consumos, corte gastos
desnecessários e faça com que as receitas transbordem do seu bolso.
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Wagner Campos
Segunda, 11 de Fevereiro de 2008
Todos buscam compreender qual é a melhor característica que define um bom líder. Qual é a "receita", qual experiência, idade etc. Podemos encontrar dezenas, centenas ou milhares de artigos a respeito deste tema e todos apontam coisas iguais e diferentes ao mesmo tempo. Ficamos naquela eterna dúvida: "Meu chefe é um bom líder ou apenas um patrão?". Qual é afinal, a melhor definição a ser utilizada? E o que diferencia e caracteriza um bom líder?
Realizando algumas pesquisas tive a grata surpresa em conhecer o Manual do Chefe da U.E.B. (União dos Escoteiros do Brasil). Neste manual um bom líder necessariamente deve possuir as seguintes qualidades: honesto, hábil, simpático, paciente, com tato e amável. E mais, menciona que muitos passam a conhecer suas capacidades e habilidades de liderança conforme a definição de seus valores pessoais, pois muitas vezes estas capacidades e habilidades parecem não existir ou se encontram pouco desenvolvidas e percebidas. Ou seja, o líder também precisa se conhecer, descobrindo e potencializando sua liderança através de habilidades e competências desenvolvidas durante suas experiências de vida.
O manual destaca de maneira excelente que liderança "é a forma de denominação básica de prestígio pessoal aceita pelos dirigidos". Orienta que o líder possui este prestígio porque deve assumir certas responsabilidades que estão implicitamente incorporadas no planejamento semanal, mensal ou anual. O líder deve manter o grupo unido e feliz e nem sempre se encontrará chefiando. Por várias vezes estará encorajando os outros a liderar.
Percebemos então que segundo a concepção deste manual, liderar não é apenas um cargo obtido e sim uma condição que deve ser aceita e respeitada pelos "liderados" que visualizam este líder como um exemplo de sucesso e possibilidade de desenvolvimento pessoal através de suas orientações construtivas.
Segundo este manual, o líder deve ser sensível aos problemas e sentimentos de sua equipe e dedicar seu tempo para cada um, conforme necessidades específicas, treinando a todos e demonstrando que são importantes e fazem parte da equipe. Somente após conhecer cada um de sua equipe deverá direcioná-los para executarem as tarefas que condizem com suas habilidades e competências.
Mais uma vez os escoteiros dão um show de liderança, enfatizando que o líder deve compreender sua equipe e os valores pessoais de cada integrante. Identificar e potencializar as habilidades de seus liderados e somente após esta identificação deverá definir qual a atividade mais adequada para que cada "liderado" valorizando suas habilidades e os motivando a executá-las com satisfação.
Resume-se, segundo este manual que o líder deve orientar seus assistentes, incentivar, criar e trabalhar em equipe, dar oportunidades, conhecer as habilidades pessoais de cada integrante, realizar e participar de cursos e treinamentos, tirar dúvidas com os mais experientes, guiar, ajudar a crescer e dar condições para que desenvolvam suas habilidades.
Você que se encontra em posição de líder, chefe, gestor ou outra denominação que venha a preferir, se identificou com estas características?
Caso não tenha se identificado com nenhuma destas características não se preocupe, ainda há salvação.
Você pode utilizar ao menos uma destas duas sugestões:
1. Reveja seus conceitos ou 2. Consulte os escoteiros!
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Wagner Campos
Segunda, 7 de Janeiro de 2008
Ultimamente você tem pensado no que realizou durante este ano. Refletiu sobre os amigos que conquistou, sobre as promoções pelas quais passou e também pelas dificuldades que enfrentou.
Recordou ainda das vezes que se magoou, chorou e se emocionou. Várias imagens passam rapidamente por suas lembranças. A conversa com seu melhor amigo, o desabafo, o pedido do filho, da esposa, do marido, o abraço no cachorro, o último sorriso de alguém muito especial.
Mais uma vez faz várias promessas: promete que dedicará mais tempo aos seus pais ou seus filhos; que irá trabalhar menos para buscar uma melhor qualidade de vida; que pensará várias vezes antes de falar, evitando assim discutir por impulso; que não deixará para depois aquilo que pode ser realizado na hora; que irá começar seu regime, irá parar de fumar, irá estudar, irá arrumar os armários, as gavetas... Tudo aquilo que você já havia "se prometido" antes. Ah, mas agora é sério. Antes você havia pensado assim também.
Muitos vêem o final de ano como um momento para apenas refletirmos sobre o passado e desejar um futuro melhor ou diferente. Na verdade é muito mais do que isso. É o momento onde devemos estar prontos para buscarmos nossos objetivos que desenvolvemos durante nosso presente. O que determina como será nosso futuro são nossas ações e decisões tomadas hoje.
Se não conseguiu realizar este ano o que desejou, provavelmente você não tinha nenhum objetivo para isso e não acreditou que poderia realizar. Ou pior, você não realizou nenhuma programação. Não se determinou. Apenas, viveu o dia a dia, deixando as coisas acontecerem e como diz o ditado, "para quem não sabe aonde chegar, qualquer destino serve".
O que você realmente deseja fazer, realizar e atingir no próximo ano? O que fará para que isso se realize? Como você fará isso? Com quem? A partir de quando?
Você pode desejar comprar uma casa, trocar de carro, se apaixonar, ter um filho, trocar de emprego, ser promovido ou viajar pelo país. Qualquer objetivo poderá ser atingido se você realmente acreditar e se determinar para que aconteça.
Para se comprar uma casa, precisa analisar quanto é a renda mensal, qual é o gasto, o que é prioridade e supérfluo, o que é poupado, o que pode ser eliminado para poupar mais. E não pára por aí. Ainda é necessário estar disposto a fazer alguns sacrifícios, abrindo mão de alguma coisa a qual você está acostumado, para poder atingir com sucesso seu objetivo. Afinal, se o desejo e objetivo é uma casa, a prioridade deverá ser direcionar suas ações, focos e esforços necessários para adquiri-la.
Pretende realizar uma viagem com a família? Certo. Quando? Onde? Como? Durante quanto tempo? Quando pretende gastar? Todos concordam com o local? Obviamente, se a viagem é com a família, deve ser agradável para todos. Se desejarem ir para a praia, não é correto irem para o campo. O período que deseja ir é adequado para todos? Todos estarão de férias? As crianças não perderão aulas? Programou a viagem de carro, avião ou ônibus? Tudo isso influenciará no tempo, gasto e alegria da família. Terá recursos financeiros suficientes para ficar o tempo programado?
Deseja passar mais tempo com os filhos? Como? Chegará mais cedo em casa? Abrirá mão do futebol ou da reunião com amigos? Em vez de ir pescar nos finais de semana irá jogar bola com as crianças, brincar de bonecas, construirá castelos e outras brincadeiras que encantem seus filhos e lhes proporcione o momento mais precioso de suas vidas que é estar com você?
Qualquer escolha poderá ser correta. Tudo depende de como você se organizará para esta escolha e como se responsabilizará por ela. Deseja adquirir algo de forma parcelada? Espere terminar as parcelas para adquirir outras dívidas. Pretende fazer um curso de especialização? Tenha certeza que é o que você realmente deseja e que conseguirá se dedicar. Faça tudo aquilo que você realmente desejar e que irá te realizar. Não faça apenas por fazer, porque mandaram você fazer ou comentaram que fizeram. Faça por você e não pelos outros. Somos totalmente responsáveis por nossas escolhas.
Esboce suas metas. Coloque em ordem de prioridade, deixando o objetivo mais importante em primeiro lugar e assim sucessivamente. Em seguida, defina o prazo para início e conclusão de cada um destes objetivos (dias, semanas, meses). Conforme for realizando cada um de seus objetivos, dê andamento á realização dos outros gradativamente. Se em algum momento, algo fugir do programado, como prazo, situação ou resultado, verifique onde pode ter ocorrido o desequilíbrio e reorganize-se para obter o resultado esperado ou outro que esteja de acordo com sua satisfação. Lembre-se, assim como em uma empresa, nem sempre conseguimos tudo o que desejamos, mas devemos nos dedicar para conseguir aquilo que realmente acreditamos e desenvolver estratégias para que o resultado seja o mais próximo possível do esperado ou até superar mesmo o esperado.
Com atitudes simples como essa, com certeza você poderá ao final do ano, refletir sobre as conquistas e formas de realização do próximo ano e não mais sobre as tentativas ou erros do ano que se passou!
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Jerônimo Mendes
Quarta, 2 de Janeiro de 2008
Durante um bom tempo eu fui representante de vendas de uma grande companhia, mas na prática eu era vendedor mesmo, com um título mais simpático, carteira assinada e tudo o que tinha direito em termos de benefícios. Segundo as diretrizes da empresa, era para enobrecer o cargo e gerar mais respeito perante os clientes, como se a profissão de vendedor não fosse nobre o bastante para merecer o respeito que o mundo dos negócios atribui a ela.
Eu mantinha uma rotina mensal de visitas com uma meta arrojada de vendas a cumprir, burocracia até a raiz dos cabelos e aquele ar superior de quem conseguiu um bom emprego numa grande corporação capaz de prover todas as soluções para uma vida melhor, livre das dificuldades, mas toda profissão tem os seus inconfundíveis percalços.
Um dos meus clientes era uma pessoa extremamente pessimista e eu ficava remoendo diariamente se deveria visitá-lo e quanto tempo deveria gastar com ele para me livrar o mais rápido possível de ser contaminado pela suas dores e reclamações. O fato é que eu não tinha como escapar do sujeito assim tão fácil e vez por outra eu deveria enfrentar a realidade, porém todas as circunstâncias geram aprendizado de alguma forma, desde que se saiba obter a leitura correta e extrair algo proveitoso da situação.
Numa dessas visitas eu sabia de antemão que o filho dele havia passado no vestibular em Curitiba e imaginei encontrá-lo radiante, talvez também tivesse raspado a cabeça para prestigiar o menino ou ainda tivesse mandado matar para o banquete um daqueles carneiros que rondavam o estabelecimento e ficavam o tempo todo comendo a grama somente para ele não ter que desembolsar uns míseros trocados para o jardineiro.
E lá estava eu, senhor de si, tentando parecer animado, cheio de amor e otimismo: - E então, seu Paulo, há quanto tempo, como tem passado?
Como todo bom cliente, ele não deixava por menos e o sermão estava na ponta da língua: - Quanto tempo, digo eu! Esqueceram que eu existo? Pensei que a empresa havia falido. Não me venha com conversa, você sabe que eu ando muito mal das pernas, sem dinheiro, olhe só pra mim.
Fiel escudeiro de uma grande corporação, rapaz bem treinado, eu insisti no assunto: - Que nada, seu Paulo, anime-se! O tempo melhorou, as vendas estão reagindo, a chuva deu uma trégua, a colheita agora sai, é questão de dias!
Porém, o homem não deu o braço a torcer: - Isso é fogo de palha, não vai dar em nada, daqui a pouco chove, vai por mim, minha coluna está doendo um bocado e quando isso ocorre, pode escrever, é chuva na certa.
Eu continuei na minha, impassível, com aquela vontade incontrolável de mandá-lo para algum lugar bem longe dali, mas agüentei firme, pensei no meu emprego, na minha adorável esposa, nos meus lindos filhos e, na mesma linha, perguntei serenamente: - E o filho, seu Paulo, está contente? Soube que ele passou no vestibular, meus parabéns!
- Parabéns? Que parabéns, que nada! Isso é pura vadiagem. Veja só o que ele me arranjou, mais quatro anos de despesas e dor de cabeça. Isso se o bicho conseguir sair em quatro anos.
Juro por tudo o que mais sagrado que daquele momento em diante eu iniciei uma contagem regressiva e não via a hora de dizer adeus. Depois de sair fiquei imaginando o tempo todo, enquanto fazia o caminho de casa, o que leva uma pessoa a optar pelo sofrimento.
A última notícia que eu tive dele é que estava acamado e deprimido. O negócio havia falido há muito tempo. Infelizmente, nem o tempo foi capaz de ensinar a ele a importância do otimismo e de uma atitude mental positiva na vida das pessoas. Como dizia Napoleon Hill, autor de A Lei do Triunfo, "a mão dura do destino tocou-lhe os ombros".
Existem pessoas que não conseguem dar um passo sem associar desgraça ao mais simples acontecimento. São aquelas que passam pela vida, mas não vivem a vida na sua plenitude. Algumas se mordem de raiva ao menor sinal de sucesso alheio e outras se deliciam diante da tristeza dos outros. Ambas conseguem bater nas suas costas e sorrir com cara de compaixão disfarçada de hipocrisia.
Provavelmente, essa história está ligeiramente associada a uma série de acontecimentos, sentimentos, mágoas e rejeições carregadas desde a mais tenra infância. Um caso como esse é algo tão pessoal e delicado que somente o próprio ser humano, por sua livre e espontânea vontade, pode mudar.
Conviver com pessoas negativas ou pessimistas - no fundo são a mesma coisa - é um exercício de paciência e ao mesmo tempo de solidariedade. O cuidado que se deve ter é o de não se deixar contaminar pelos problemas e aborrecimentos alheios. Olhe ao seu redor e avalie rapidamente o número de pessoas que vivem relativamente bem, tem carro à disposição, um excelente emprego, uma boa casa, boa saúde, uma bela família e ainda assim insistem no discurso da falta de sorte na vida. Algumas não conseguem manter cinco minutos de conversa sem deixar de se lamentar. Como vai o amigo? Vamos levando... Já escutou algo assim?
Em casa, lembrei-me da antiga parábola dos cachorros, contada por um velho índio e aqui remodelada a com a melhor das intenções. Dentro de cada um de nós existem dois cachorros que discutem o tempo todo e exercem importante papel em nossa vida: um deles se chama raiva e o outro, compaixão. Intrigado, alguém se aproximou do índio e perguntou: - amigo índio, qual dos dois é o mais forte e capaz de ganhar a briga? É muito simples: aquele que eu alimento.
Do episódio em questão eu quero compartilhar algumas lições com o amigo leitor:
1) Tudo na vida é aprendizado e as pessoas que cruzam o nosso caminho, independentemente do seu estado de espírito, sempre tem algo a nos ensinar. No caso dos pessimistas, basta fazer exatamente o contrário;
2) O mundo é dos otimistas. Os pessimistas morrerão falando mal de tudo e de todos, portanto, afaste-se deles, demita-os da sua vida, se necessário, e nunca permita que o negativismo alheio afete o seu modo de pensar e agir;
3) Dificilmente haverá espaço no mundo para pessoas que lamentam o tempo todo em vez de contribuir para torná-lo mais humano, mais alegre e menos violento;
4) Torça pelos seus amigos, conhecidos ou desconhecidos, e reze pelos inimigos; desejar-lhes o bem é uma ótima chance mudar o estado de espírito e de afastar definitivamente o pessimismo da sua vida.
Por fim, respire o otimismo em todas as suas realizações. Nenhuma situação de desconforto é duradoura e todas as adversidades são válidas para o crescimento pessoal e profissional. Como diz o ditado: para o otimista, é difícil, mas é possível; o pessimista possui o dom de inverter o raciocínio: é possível, mas é difícil. Pense nisso e seja feliz!
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Marcus Guimarães
Quinta, 27 de Dezembro de 2007
O mundo capitalista e globalizado exige uma atenção especial de todas as pessoas no que tange a área de finanças pessoais. O comércio com condições cada vez mais, ilusoriamente facilitadas, incentiva o gasto descriterioso por parte dos consumidores, criando necessidades inexistentes e fomentando o desequilíbrio financeiro.
Neste panorama a administração das finanças pessoais torna-se muito importante, se não imprescindível. O controle das finanças pessoais pode ser feito de diversas formas: anotando em um caderno os gastos e receitas mensais, guardando as contas e recibos pagos, organizando as contas a serem pagas em uma pasta ou através de planilhas feitas no software Microsoft Excel. O fato é que por menor que seja, é necessário ter um controle das finanças pessoais.
Para pessoas que se encontram muito endividadas, independentemente da renda, que não conseguem enxergar uma forma de sair desta situação é prioritário ter um controle mais detalhado, que possibilite a análise do fluxo financeiro pessoal, ou seja, saber para onde e quando o dinheiro sai, de onde e quando o dinheiro entra, pré-visualizando assim, períodos de sobra de caixa e períodos em que a necessidade de dinheiro é maior, verificando também no mercado quais são suas possibilidades e definindo dentre elas qual a melhor para quitar as dívidas. Para pessoas que possuem uma renda e conseguem manter-se financeiramente porém, não possuem patrimônio, também é necessário conhecer o seu fluxo financeiro de forma a verificar quais são suas possibilidades de aplicação, e definir dentro destas, a que mais se enquadre ao seu perfil. A verdade é que a análise financeira é uma ponta do "iceberg", e que para melhorar a sua situação atual, deve-se levar em consideração as opções do mercado.
A administração financeira é um processo que leva tempo e dedicação, revelando-se cada vez mais importante na vida pessoal. É um método realizado de "dentro para fora", primeiramente precisa-se analisar a situação atual e, posteriormente, definir o planejamento financeiro e os planos para alcançar as metas.
Porém, existe uma qualidade intrínseca, que não pode ser aprendida, mas sim desenvolvida pelo ser humano, uma qualidade sem a qual o controle financeiro seria facilmente descartado por sua inutilidade: a ATITUDE. É extremamente importante ter atitude ao lidar com a administração da vida financeira, não basta apenas conhecer os gastos que deveriam ser cortados, as épocas em que deveria-se economizar dinheiro ou o período em que a sobra de caixa deveria ser aplicada, deve-se agir, de forma que todos os aspectos encontrados na análise do fluxo financeiro sejam tratados com resolutividade.
Pesquisa realizada na cidade de Porto Alegre / RS revela que a cada 10 pessoas, 9 desejam coisas que envolvem o dinheiro. O controle financeiro é uma ferramenta que, sendo bem utilizada, pode se tornar na maior aliada para conquistar os desejos mais almejados.
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