Marcus Guimarães
Sabado, 6 de Setembro de 2008
Mas como o modelo de Autogestão pode reduzir tanto o custo com assistência à
saúde? Os modelos mais conhecidos de administração de planos de saúde contam com
um fator que os fazem ser muito mais custosos: o pré-pagamento.
O pré-pagamento constitui-se de um pagamento anterior à utilização chamado
também por estas empresas de “prêmio”. Quando as empresas cobram antecipadamente
por um serviço que ainda será prestado, invariavelmente cobram muito mais por
isso, prevendo um cenário de utilização máxima (que geralmente não se confirma),
contando também com um lucro sobre esta utilização prevista.
No modelo de Autogestão em Saúde, o modelo instituído (principalmente para
atendimentos ambulatoriais) é de pós-pagamento, ou seja, o pagamento será feito
baseado na utilização do período, não prevendo lucro. Vale salientar que a
Autogestão possibilita também a união destes dois conceitos, pré-pagamento e
pó-pagamento, geralmente somando-se a cobertura por internações (pré) à
cobertura ambulatorial (pós).
Mais um importante diferencial encontrado na Autogestão é que ela conta com
todas as facilidades de um plano convencional, emissão de carteiras, inclusão de
beneficiários (dependentes ou titulares), acesso aos melhores locais de
atendimento, autorização automática de procedimentos e conta também com a
flexibilidade de um plano oferecido de exatamente de acordo com as necessidades
específicas da empresa, como: participação variável dos colaboradores no custeio
do plano, acesso variável aos serviços de acordo com perfil do beneficiário,
relatórios gerenciais de utilização dos serviços, de maiores agravos à saúde e
de custos com a assistência à saúde.
Abaixo uma breve ilustração sobre a funcionalidade da Autogestão, a empresa
dentro do triângulo é uma administradora de autogestão em saúde, neste caso, é
ela quem faz todo o fluxo funcionar, tendo relação direta com todos os agentes
(Empresa / Beneficiário / Serviço de Saúde):

No próximo artigo, apresentaremos os benefícios que poderão ser atingidos com
adesão deste modelo.
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Tom Coelho
Domingo, 31 de Agosto de 2008
“Há flores por todo canto. Para quem quiser enxergá-las”.
(Henri Matisse)
Profissionais e corporações necessitam visitar com urgência um
oftalmologista. Explico.
Há empresas que promovem campanhas nos meios universitários para recrutamento de
estagiários e trainees. Mas impõem-lhes tantos pré-requisitos que acabam por não
preencher as vagas. Formação “sólida” e em instituição de ensino de “primeira
linha”; fluência em, no mínimo, dois idiomas; domínio de microinformática, o que
abrange processador de texto, planilha eletrônica, banco de dados, software de
gestão, entre outros; e, a pior das exigências, experiência anterior
“desejável”.
Estas mesmas empresas não observam no seio de seus próprios quadros a existência
de uma legião de jovens que, relegados a cargos de auxiliar ou assistente,
apresentam grande potencial, seja pelo espírito de liderança, pelo senso de
iniciativa, pelas atitudes empreendedoras ou mesmo pela necessidade. Porém,
permanecem como pedras brutas que precisam ser lapidadas – mas talvez nunca o
sejam.
Estas companhias, por força de sua incapacidade de enxergar em seus jovens
colaboradores um futuro promissor, sofrem de miopia.
Há empresas, por outro lado, que no embalo de modismos e recomendações de gurus,
charlatões e aproveitadores de toda ordem, resolvem promover reformas,
reestruturações, reengenharias e que tais. Neste processo, “descobrem” que
certos colaboradores com idade superior a 40 anos estão velhos e ultrapassados,
contribuindo para aquele estado de morbidez que assola os negócios – e que
motivou a tal reformulação. Mais ainda, custam caro aos cofres, pois recebem
remuneração equivalente a de dois ou três executivos em condições de
tecnicamente exercer igual função. Decidem, então, aposentá-los, convidando-os a
“enfrentar novos desafios para promover seu desenvolvimento pessoal”. Um bilhete
azul, uma indenização, uns meses adicionais de seguro-saúde. Assim, livram-se do
que se lhes apresenta como um problema.
O que não se percebe é que o executivo demitido conhecia não apenas a empresa,
mas seu mercado com maestria. Perfil dos consumidores, armadilhas da
concorrência. Vivência, experiência, maturidade. Tudo jogado ao vento que,
talvez, venha a polinizar os campos de seu maior rival.
Estas empresas, por força de seu pragmatismo inconseqüente ao esfacelar sua
equipe, sofrem de astigmatismo.
Analogamente, há os profissionais que não se conscientizam da necessidade de
investirem em suas carreiras, ampliando seus conhecimentos, repertório e rede de
contatos. Apostam na manutenção do in statu quo ante e acreditam que não correm
riscos de qualquer ordem. Sistemáticos, automatizados, fazem tudo do mesmo jeito
há anos e continuam dando as mesmas velhas respostas mesmo para as novas
perguntas. Velhas soluções para novos problemas. Por não terem visão de futuro,
mas apenas visão de passado, sofrem de miopia.
Mas há também aqueles que nunca estão satisfeitos com seu ambiente de
trabalho. Vivem em transição, buscando recorrentemente novas corporações não
por conta de um desafio que irrompa triunfante, possibilitando-lhes colocar à
prova expertise e habilidades acumuladas, mas tão somente por um punhado de
moedas a mais. Não se comprometem, não se envolvem, não apostam na viabilidade
do empreendimento que gerenciam. Não desenham trilhas, não deixam marcas, não
registram um legado. Por conta disso, sofrem de astigmatismo.
Há, ainda, outras versões de miopia e astigmatismo corporativo. Afinal, o que
dizer de empresas que continuam a ofertar produtos e serviços para os quais
simplesmente não há mais mercado? Calcados em um passado de glórias, recusam-se
a aceitar a ocorrência de novas tendências, novos hábitos de consumo, novos
padrões de comportamento. São companhias demissionárias, posto que demitidas por
seus próprios consumidores, que optaram por produtos substitutos,
tecnologicamente mais avançados, ostentando maior praticidade, menor custo e
eficiência superior. Derrotadas, buscam incansavelmente justificativas para seu
retrocesso sem visualizar o elefante sentado na sala de reuniões. Derrotadas e
vencidas.
O mesmo aplica-se aos profissionais sem profissão, cujas atividades são objeto
de estudo epistemológico de tão superadas pelo tempo. Kevin Kline,
protagonizando o arquiteto George Monroe em “Tempo de Recomeçar”, retrata
bem o estereótipo. Um exímio construtor de maquetes, edificando-as manualmente
há vinte anos, vê sua atribuição sucumbir diante da agilidade tridimensional do
computador. Perde o emprego e, com ele, seu único pilar de sustentação.
Empresas que não valorizam profissionais sejam eles jovens ou maduros.
Profissionais que não buscam o autodesenvolvimento ou que menosprezam os locais
por onde passam. Companhias que não enxergam sua posição relativa no mercado,
ignorando o ambiente, a demanda e demais aspectos. Pessoas que não vislumbram
oportunidades ou ameaças ao seu ofício.
Assim, a cegueira se instala no mundo corporativo.
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Tom Coelho
Segunda, 4 de Agosto de 2008
"Faça de seu corpo um lugar melhor para viver." (Sylvia Duailibi)
O advento das Olimpíadas de Pequim poderá suscitar-lhe desde o interesse em invadir madrugadas para acompanhar o desempenho dos atletas brasileiros até a curiosidade por conhecer algumas modalidades esportivas. Mas o melhor efeito colateral será despertar em você o desejo por exercitar-se.
Embora a atividade física seja muitas vezes praticada com finalidade estética, por proporcionar a redução do peso corporal, é em verdade um poderoso instrumento de prevenção da saúde, propiciando o aumento da capacidade respiratória, circulatória e da densidade óssea (combate à osteoporose), além de atenuar os índices de estresse e ansiedade, contribuir com a criatividade e a memória, e promover a elevação da autoconfiança e da auto-estima.
Nossos ancestrais precisavam caminhar em busca do alimento, obtendo-o através da caça, pesca ou coleta. O desenvolvimento da sociedade criou a figura do sedentário, ou seja, daquele que produz seu sustento trabalhando sentado. Hoje, praticamos o sedentarismo com naturalidade, enxergando o movimento como supérfluo. Deslocamo-nos sobre rodas, caminhamos por esteiras e escadas rolantes, usamos controles remotos. Substituímos jogos ao ar livre por videogames, passeios pela televisão.
Para a prática esportiva há dois pré-requisitos básicos: prazer e regularidade. E um decorre do outro.
O primeiro passo é descobrir uma atividade alinhada ao seu perfil de modo que a pratique de forma despretensiosa. Você até poderá competir em torneios, participando de ligas segmentadas por sexo e idade, conquistando troféus e medalhas e cultivando novas amizades. Porém, atente para não fazer da busca pela excelência um fim em si mesmo ou o prazer poderá dar lugar à angústia e à frustração. Esta é uma atribuição para esportistas profissionais.
O condicionamento do corpo pode ser realizado em academias, em casa ou em áreas públicas. Você pode optar por atividades aeróbias (corrida, bicicleta, esteira), aquáticas (natação, hidromassagem), de resistência muscular (musculação) ou para flexibilidade (alongamento, yoga).
Seqüências preliminares de alongamento são essenciais. A elasticidade muscular prepara o corpo para a atividade física, permitindo que todo seu potencial seja alcançado, evitando o encurtamento dos músculos, o que acarreta acúmulo de tensão e dores intensas, em especial na musculatura da coluna para quem permanece por longos períodos na mesma posição, como em frente ao computador ou dirigindo.
Alongue-se antes e depois da atividade física. Antes, para se aquecer; depois, para relaxar a musculatura.
Quando em exercício, concentre-se no que está fazendo. Isso significa não ficar lendo enquanto pedala na bicicleta, ouvindo música enquanto caminha ou vendo TV enquanto corre na esteira. O foco de sua atenção deve estar na atividade. Sinta sua movimentação muscular, acompanhe sua respiração.
Nada de praticar exercícios em locais com poluição intensa, como ruas e avenidas movimentadas. Prefira horários com menor tráfego, áreas arborizadas quando disponíveis ou deixe para se exercitar em casa. Fuja também do calor excessivo, para não sofrer desidratação, beba água e isotônicos, e utilize roupas leves que facilitem a transpiração, bem como calçados adequados.
Coma uma pequena porção de algum alimento rico em carboidrato trinta minutos antes das atividades físicas. Isso vai melhorar seu rendimento. E nunca se exercite em jejum para evitar hipoglicemia, cãibras e arritmias causadas pela queda de potássio no sangue.
Meça a freqüência cardíaca em repouso pela manhã, após os treinamentos. Caso observe sua elevação, isso pode indicar que a atividade física está sendo realizada em excesso.
Por fim, a regularidade traz mais benefícios à saúde do que a intensidade da atividade física. O ideal seriam trinta minutos diários de atividade. Mas você pode optar pela prática duas ou três vezes por semana.
Seja paciente com seu corpo, ouça sua respiração e monitore sua freqüência cardíaca. E, faça uma avaliação cardiovascular, respiratória e ortopédica antes de iniciar qualquer atividade física, incluindo um teste ergométrico conduzido por um cardiologista habilitado. Assim você alcançará o melhor dos títulos: o de campeão em saúde!
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Wagner Campos
Quarta, 23 de Julho de 2008
Primeiramente vamos compreender um pouco melhor a diferença entre motivação e
automotivação. Conforme descrevi em meu artigo intitulado ""Motivação ou
Automotivação?" e também em sua versão ampliada "Motivação ou Automotivação? A
escolha é sua!", a diferença entre motivação e automotivação ficou explicitada
em uma simples frase: "motivar é mover e automotivar é avançar".
Para entender melhor, vamos imaginar uma roda d'água. Este equipamento secular
foi desenvolvido para que, através da força da queda da água (desviada) sobre
suas pás fizesse com que ela girasse, produzindo força suficiente para moer
grãos, gerando energia ou mesmo bombear a água para outros locais etc.
A roda d'água é como uma pessoa que está sendo motivada, ou seja, precisa de uma
força externa (força da água) para que possa se movimentar e realizar a tarefa
para a qual foi desenvolvida.
Poderíamos comparar a pessoa automotivada a um rio, seja pequeno, grande,
largo ou estreito, pois sempre poderá proporcionar auxílio aos que precisarem
dele. Mesmo tendo sua origem em uma pequena nascente acredita na possibilidade
de crescer e percorre todo o trajeto, aumentando, vencendo grandes distâncias,
sofrendo durante as secas, evoluindo no período das enchentes, mas sempre
disposto a oferecer alimento, transporte, vida e possibilidade de
desenvolvimento àqueles que necessitarem dele.

Como então, podemos nos manter automotivados?
Acreditando em nosso potencial e habilidades. Criando oportunidades de melhoria
para nosso sucesso profissional e de todos que estão a nossa volta. Acreditar no
próprio sucesso é se presentear com a esperança e alimentar sua determinação.
Realizando um excelente planejamento das atividades e projetos durante todas as
experiências adquiridas, e saber que erros poderão ocorrer, mas não serão
responsáveis pela desistência e sim por novas formas de aprendizado. Correr
riscos planejados faz parte de nosso aprendizado e errar eventualmente é
saudável para que possamos descobrir diferentes formas de fazer ainda melhor.
Fazer o que se gosta, seja em forma de lazer ou trabalho, aceitar que possui
defeitos que poderão ser minimizados mas também reconhecer as excelentes
qualidades, muitas vezes desconhecidas por você mesmo. O êxito profissional nos
motiva a continuar buscando maiores desafios, realizações e dividir as vitórias
com aqueles que reconhecem nosso valor.
Identificar, compreender e respeitar as diferenças entre as pessoas com as quais
se relaciona e construir assim um relacionamento agradável e flexível. A
satisfação existente em um relacionamento nos motiva a manter a alegria e bem
estar e a querer conviver com mais pessoas para poder contagiá-las positivamente
e transformar suas vidas.
Para manter sua automotivação permanente, você precisa então ser como um rio.
Ter determinação, saber muito bem aonde pretende chegar e ter força e disposição
para avançar permanentemente e mover muitas rodas d'àgua.
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Evaldo Costa
Segunda, 21 de Julho de 2008
Você acredita que as vendas do varejo vão crescer este ano? Você se acha pronto
para competir e ganhar mercado? Quais estratégias você pretende adotar? Por que
alguns varejistas conseguem atrair milhares de consumidores e outros não? Um
novo ano se desponta e os varejistas discutem os últimos ajustes das ações
planejadas em busca de crescimento, com a certeza de que o varejo está a
cada dia mais dinâmico e desafiador. Nessa aldeia global a competição pela
conquista da atenção e do bolso do consumidor deverá ser o principal desafio dos
que pretendem ocupar o podium.
O varejo, ao longo dos últimos anos, vem enfrentando, adaptando e superando
desafios sublimes. Porém, ele parece ter sempre mais um coelho na cartola. Nas
últimas décadas, o varejista deixou de ter somente a loja do vizinho como
concorrente para enfrentar, também, novos adversários como a internet, televisão
a cabo, comunicação por rádio (nextel), celular, computador, lazer, a falta de
tempo do cliente etc. Todas essas novidades desviaram o dinheiro que antes eram
gastos nas lojas.
O maior concorrente do lojista não é mais a loja da esquina e sim os gerentes e
funcionários da loja da esquina.
Mas, afinal de contas, qual é o principal concorrente do varejista atualmente?
Podemos eleger muitos tipos, mas que fique claro que os estabelecimentos
continuam e continuarão concorrendo em seus segmentos. O que de fato mudou, e
que não deve ser subestimado, é que o maior concorrente do lojista não é mais a
loja da esquina e sim os gerentes e funcionários da loja da esquina. Aquele que
conseguir agregar mais serviço e oferecer o melhor atendimento vencerá.
Aprendemos durante anos que os quatros Ps (preço, produto, ponto,
publicidade/promoção) eram a base para o sucesso do negócio. No entanto, os
gurus do marketing apontam outros dois, sem os quais não haverá sucesso: pessoas
e paixão. Precisamos considerar que os custos dos melhores pontos estão
empurrando o varejista para locais mais distantes dos consumidores. O preço
elevado da mídia é proibitivo para o comerciante de pequeno e médio porte. Os
produtos estão nivelados pela qualidade e pelo preço. O diferencial fica por
conta de equipes de vendas bem treinadas capaz de transformar curiosos em
compradores.
O varejista que desejar se manter nos melhores pontos terá de aumentar o volume
de vendas e reduzir significativamente os custos operacionais. Neste caso, um
dos caminhos a trilhar é reduzir o tamanho da loja. Porém, com vitrines de dois
a três metros de extensão, os clientes levarão menos de meio minuto para
cruzá-la. Uma pequena parte deles irá parar para olhar. Uma parte menor ainda
arriscará entrar para saber mais. E poucos irão comprar voluntariamente. Daí, a
dica para que sua vitrine seja atrativa e que do lado de dentro estejam
verdadeiros consultores de vendas substituindo antigos e preconceituosos
vendedores. Agindo assim, o varejista conseguirá aumentar o fluxo de loja e,
conseqüentemente, otimizar a perseguida taxa de conversão em vendas.
"Serviços ao cliente não consistem em satisfação, mas sim em deslumbre".
Chip Bell
Contextualizando, podemos abstrair que o varejo, até algum tempo atrás,
perseguiu grandes volumes de vendas tendo como atrativos a qualidade e o
designer dos produtos. Em seguida, passou a buscar venda por m2 tendo como "pano
de fundo" preços baixos para só então chegar à fase atual que é vender
experiência agradável. O que muda é que neste novo cenário o cliente compra
primeiro o consultor de vendas, em seguida a marca e a loja e, somente depois
disso é que comprará o produto.
Dicas de sucesso:
- Busque investir no público de terceira idade, pois ele é o que mais cresce
atualmente no Brasil;
- Atenção às classes C, D e E. Juntas elas representam 48% do consumo nacional;
- Desenvolva mecanismos que facilite o crédito. Quando a grana está curta
o crédito poderá ser uma ótima opção para incrementar vendas;
- Invista na sua equipe. Consultores de vendas bem treinados em atendimento,
técnicas de vendas e negociação podem fazer a diferença;
- Tecnologia assistida. Com lojas menores o lojista pode optar pelos melhores
pontos e instalar no seu interior terminais de vendas (utilizando a internet);
- Facilite a experiência de compra. Se possível, permita que o cliente conheça o
produto antes de comprá-lo. Ex: fábrica de brinquedos que criam espaço para as
crianças brincarem;
- Busque a fidelização dos clientes: conhecer bem o consumidor (estilo de vida,
comportamento, hobby etc) pode ajudá-lo a otimizar a verba de propaganda;
- Respeito aos padrões morais e éticos. Exploração do trabalho infantil, produto
que agride o meio ambiente etc, podem causar enormes danos à imagem do negócio;
- Cultive ambiente atrativo: cuidar da iluminação, cores, piso, limpeza e
selecionar as músicas adequadas para a loja podem ser um apelo importante para
conquistar a atenção do cliente;
- Escolha do local. Ao escolher o ponto, foque o segmento de mercado que deseja
atuar;
- Agregue serviços ao produto. Oferecer comodidade ao cliente como, por exemplo,
computadores com internet e serviço de transporte para buscar e levar os
clientes são apreciados.
Pense nisso e muito sucesso,
Categorias:
Varejo, Ação Planejada, Busca de Crescimento, 4 Ps, Preço, Produto, Ponto, Promoção, Publicidade, Sucesso do Negócio, Equipe de Trabalho, Investimento em Tecnologial,
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