Sérgio Dal Sasso
Terça, 14 de Outubro de 2008
O que se faz comum nesse momento da economia mundial são os fatores que de fato
acabaram levando as coisas onde estão:
1) O mundo que chamamos de competitivo, na verdade foi desenhado pela
agressividade comercial, amparado por um marketing inteligente, para poder
gerar impulsos de decisões de compra, aonde todos são convencidos a ter um
estereotipo do que o não ter algo está fora do circuito, quase como na época do
que o não fumar era estar fora da moda. Resumidamente ao longo dessas décadas, e
em tudo, fomos sendo trabalhados para o convencimento de que até o supérfluo é
parte das nossas necessidades.
2) Para poder estabelecer essa relação do comprar pelo comprar, o ponto comum da
estratégia, quando nada era tão inovador, foi o de “criar políticas” que
aparentemente faziam com que se esquece o que já se tinha, dizendo-se ser
obsoleto até o que mal conhecia, e assim continuar pela inclusão da renovação
dentro do conceito do ser moderno, do ser percebido pelo materialismo exigido
pelos que lhe cercam.
3) O acumulo do capital circulante não produtivo no mundo, é reflexo da ausência
de segurança de que o investimento no produtivo já não é mais alvo das atenções.
E é nesse fluxo de entrar e sair de negócios (derivativos) que o mundo percebe o
quanto não é mais sustentável, pois de há muito tempo, valores como geração de
empregos e produção se limitam a uma demanda, não natural e segura, criada sem
lastro para o giro dos negócios.
4) Dizer nesse momento que o estopim da crise parte do USA, é utopia. Apenas se
iniciou por lá pela questão de que se trata do centro do mundo capitalista, do
autor da obra da globalização. O que se espera daqui para frente (independente
dos aportes dos BC´s) é que tenhamos uma progressão geométrica de empresas no
fim do posso e sem volta, já que muitas também chamadas de agressivas tinham seu
capital circulante apoiadas em negócios de risco. Loginho e semanalmente,
empresas, uma a uma e em todos os cantos do mundo apresentarão suas marcas,
colocando abaixo as décadas e séculos das suas tradições inabaláveis, e muitas
ainda culparão seus colaboradores pelo mau uso do capital, como se não soubessem
de nada do que estava acontecendo.
5) Bom! O sinal positivo disso tudo é que temos que olhar mais pelo que acontece
dentro das nossas próprias casas, centralizarmos os esforços para garantir
consumos reais internos, educar transformando o conhecimento em algo que
valorize o que já somos, e assim poder ofertar as mesmas coisas que já possuímos
com um valor especial, para uma demonstração sustentável do “Made in Brazil”,
com um toque verde de garantia e segurança.
6) A crise vai nos afetar, mas são nesses momentos que temos que aprender e
ousar sem pensar muito no resto do mundo, pois toda história bem analisada pode
gerar oportunidades de consolidação do que realmente podemos ser.
“Apenas uma questão para repensar: QUER SE MOTIVAR? Então trabalhe duro para que
seus resultados sejam estendidos pela sua participação, pelo uso da sua
utilidade propiciando garantias de ter uma vida pessoal qualificada, pois no
fundo todo empenho profissional tem a ver com a segurança que queremos aos que
nos cercam”.
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Sérgio Dal Sasso
Sexta, 3 de Outubro de 2008
O que se faz comum nesse momento da economia mundial são os fatores que
de fato acabaram levando as coisas onde estão:
1) O mundo que chamamos de competitivo, na verdade foi desenhado pela
agressividade comercial, amparado por um marketing inteligente, para poder gerar
impulsos de decisões de compra, aonde todos são convencidos a ter um estereotipo
do que o não ter algo está fora do circuito, quase como na época do que o não
fumar era estar fora da moda. Resumidamente ao longo dessas décadas, e em tudo,
fomos sendo trabalhados para o convencimento de que até o supérfluo é parte das
nossas necessidades.
2) Para poder estabelecer essa relação do comprar pelo comprar, o ponto comum da
estratégia, quando nada era tão inovador, foi o de “criar políticas” que
aparentemente faziam com que se esquece o que já se tinha, dizendo-se ser
obsoleto até o que mal conhecia, e assim continuar pela inclusão da renovação
dentro do conceito do ser moderno, do ser percebido pelo materialismo exigido
pelos que lhe cercam.
3) O acumulo do capital circulante não produtivo no mundo, é reflexo da ausência
de segurança de que o investimento no produtivo já não é mais alvo das atenções.
E é nesse fluxo de entrar e sair de negócios (derivativos) que o mundo percebe o
quanto não é mais sustentável, pois de há muito tempo, valores como geração de
empregos e produção se limitam a uma demanda, não natural e segura, criada sem
lastro para o giro dos negócios.
4) Dizer nesse momento que o estopim da crise parte do USA, é utopia. Apenas se
iniciou por lá pela questão de que se trata do centro do mundo capitalista, do
autor da obra da globalização. O que se espera daqui para frente (independente
dos aportes dos BC´s) é que tenhamos uma progressão geométrica de empresas no
fim do posso e sem volta, já que muitas também chamadas de agressivas tinham seu
capital circulante apoiadas em negócios de risco. Loginho e semanalmente,
empresas, uma a uma e em todos os cantos do mundo apresentarão suas marcas,
colocando abaixo as décadas e séculos das suas tradições inabaláveis, e muitas
ainda culparão seus colaboradores pelo mau uso do capital, como se não soubessem
de nada do que estava acontecendo.
5) Bom! O sinal positivo disso tudo é que temos que olhar mais pelo que acontece
dentro das nossas próprias casas, centralizarmos os esforços para garantir
consumos reais internos, educar transformando o conhecimento em algo que
valorize o que já somos, e assim poder ofertar as mesmas coisas que já possuímos
com um valor especial, para uma demonstração sustentável do “Made in Brazil”,
com um toque verde de garantia e segurança.
6) A crise vai nos afetar, mas são nesses momentos que temos que aprender e
ousar sem pensar muito no resto do mundo, pois toda história bem analisada pode
gerar oportunidades de consolidação do que realmente podemos ser.
“Apenas uma questão para repensar: QUER SE MOTIVAR? Então trabalhe duro para
que seus resultados sejam estendidos pela sua participação, pelo uso da sua
utilidade propiciando garantias de ter uma vida pessoal qualificada, pois no
fundo todo empenho profissional tem a ver com a segurança que queremos aos que
nos cercam”.
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Wagner Campos
Segunda, 12 de Maio de 2008
Entre os milhares de profissionais existentes e todas suas qualidades muitos
almejam uma melhor posição na empresa, um salário melhor, mais benefícios, mais
reconhecimento entre outros. Querem vir a ser gerentes, diretores ou
presidentes.
Podemos encontrar entre estes profissionais as seguintes características: os
dedicados, os determinados e os sonhadores.
O profissional dedicado empenha-se em realizar todas suas atividades da melhor
forma possível. Segue as regras, faz seus relatórios, cumpre suas metas e
dedica-se totalmente para a empresa. É um excelente profissional e altamente
confiável.
O determinado dedica-se ao resultado da empresa buscando o progresso, a
competitividade e a qualidade. No entanto possui seu projeto de vida bem
definido e se determina a atingir as metas pessoais através de seus resultados
profissionais. Sabe que para ser promovidos, obter os aumentos salariais
desejados ou ser procurado para preencher uma melhor posição em outras empresas,
precisará ter seus resultados profissionais comprovados.
O sonhador anima-se por estar cumprindo uma determinada função em uma empresa e
por um dia quem sabe poder estar ocupando a mesma posição que seus superiores.
Acredita que se o presidente de uma multinacional iniciou sua carreira como
Office boy e hoje é presidente, também terá as mesmas chances pois até já possui
curso superior. Esquece-se que os tempos mudaram e que mesmo o Office boy
precisou de 20, 30 ou 40 anos para assumir a presidência. Trabalhou muito,
estudou, se esforçou, fez cursos de idiomas, apresentou resultados, teve boas e
más experiências durante seu trajeto e não passou de Office boy para presidente
em um piscar de olhos.
Para atingir o sucesso profissional é necessário possuir uma "pitadinha" de
todas as características. Ser dedicado às atividades realizando com qualidade e
perfeição as tarefas e ter grande determinação em atingir e superar os objetivos
profissionais que foram traçados. Ser um eterno sonhador, determinado a realizar
os sonhos com muita dedicação.
Ou seja, a dedicação, determinação e sonhos poderão trazer maiores resultados
desde que sejam somados a muita AÇÃO!
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Mateus Paulini
Sexta, 15 de Fevereiro de 2008
Dentre os problemas e dificuldades enfrentados pelas empresas brasileiras, como a questão tributária o baixo volume de mão de obra qualificada entre outras, a má qualidade da Infra-Estrutura nacional é na minha ótica a mais preocupante, pois é lastro que impede diretamente um crescimento econômico vigoroso.
Os problemas estruturais mais graves são os energéticos e logísticos. Quanto á estrutura energética, todos sabemos que existe uma evidente necessidade de redução da dependência de hidrelétricas, pois em períodos de seca, o combustível que move o país fica suscetível a parar, juntamente a economia. Nem precisa de muito alarde, apenas algum indicador como houve no início do ano, prevendo possibilidade de racionamento energético foi suficiente para aumentar significativamente os valores dos contratos de compra de energia á vista, fazendo com que várias indústrias encerrassem suas produções em decorrência do aumento dos custos. Mas agora parece que tudo está resolvido e voltando ao normal, graças ao forte período de chuva que iniciou-se em meados de janeiro.
Não menos importante, a questão logística relacionada ao transporte de mercadorias é outro ponto chave que preocupa os empresários. As opções de transporte são limitadas, com isso os custos para sua realização são extremamente altos. No Brasil o principal meio de transporte de carga utilizado é o rodoviário (escoamento da produção por meio de estradas), que é de longe o de maior custo. Outros meios podem ser explorados a fim de reduzir os custos, como o transporte ferroviário predominante nos EUA e o hidroviário predominante no Japão.
 É impressionante a perda que existe se analisado um produto complexo com diferentes níveis de fornecedores na cadeia de suprimentos, que em cada nível existiu um dispêndio excessivo justamente pela falta de opção logística. O resultado disso é um produto com custos maiores e perda de competitividade da empresa talvez não nacionalmente, pois as dificuldades apresentadas são inerentes á todos da economia interna, mas dificultará a exportação em decorrência de pouca atratividade dos preços oferecidos.
Vou mais além, e penso que apenas com a possibilidade de escolhas multi-modais (opções de transporte, exemplo rodoviário, ferroviário ou hidroviário), logicamente os custos de transporte seriam menores o que por fim ajudaria a agregar valor á economia como um todo.
Mas o problema é que para implantar linhas férreas com o fim de escoamento de produção para portos ou outras formas para outros fins, é necessário alto investimento e capacidade de planejamento e execução, também é notório que o governo não possui nenhuma das qualificações citadas, então chegamos á resolução óbvia: PPP (parceria público privada), ou seja, realizar a privatização de empresas ou áreas de poder público (podendo ser de esfera federal, estadual ou municipal), com o objetivo realização pela iniciativa privada de obras de infra-estrutura. E isso está tornando-se uma realidade, porém enfrenta algumas barreiras.
O processo de privatização apenas não é mais rápido no Brasil por existir forte resistência, seja em parte por desconhecimento da população, ou por interesses de alguns que mesma não seja realizada. De qualquer forma, penso que este é um caminho natural a ser seguido, e o governo (em todas as esferas: federal, estadual e municipal) deve focar suas ações para as áreas de necessidades sociais, como educação, saúde, etc. E deixar outras áreas como saneamento básico, rodovias, telefonia, energia, etc. para empresas que possuem core business para isso. Felizmente parece que isso está tornando-se uma realidade.
Categorias:
Logística, Crescimento Econômico, Infra-Estrutura, Custo de Transporte, Cadeia de Suprimento, Estrutura Energética, Contrato de Compra de Energia, Transporte de Mercadoria, Perda de Competitividade, PPP, Parceria Público Privada,
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Nori Lucio Jr.
Sexta, 16 de Novembro de 2007
Valorize sua cadeia de valor e neutralize as ações de seus concorrentes
Um plano de marketing e comunicação maduro conduzido por um "marketeiro" consciente também leva em consideração dois temas de fundamental importância para eficiência geral do plano: a concorrência e a "cadeia de valor".
Na prática, para obter precisão no mapeamento da concorrência deve-se compreender com clareza toda a "cadeia de valor da indústria" que é formada basicamente por clientes, parceiros e fornecedores.
Um dos principais desafios do "marketeiro" está em descobrir os pontos fortes e fracos de cada concorrente com o simples objetivo de premeditar seus próximos passos. Esta previsibilidade possibilita a calibragem, ou refinamento, do plano de marketing e comunicação a fim de bloquear, ou neutralizar, o impacto dos programas de marketing e vendas dos concorrentes.
Outra forma de entender onde o concorrente está investindo energia (energia = grana + pessoal) é observar em quais meios de comunicação estão sendo divulgadas suas ações de marketing e vendas. O resultado deste exercício de observação proporciona indicações sobre: a) qual público alvo o concorrente está priorizando, b) os tipos de promoções, c) a mensagem principal que está transmitindo aos clientes, d) os pontos de venda em que está presente, e) os preços e condições de pagamento que está praticando, etc.
Uma forma prática para criar um monitor é relacionar seus concorrentes relativamente ao valor agregado versus sua participação de mercado. - Exemplo:

Uma das grandes contribuições promovidas por Michael Porter descreve um modelo definido por ele como "Modelo das Cinco Forças". O modelo facilita e principalmente organiza o pensamento sobre como os "players" estão relacionados na busca por qualquer vantagem competitiva que garanta rentabilidade na forma de margem.
Modelo - 5 forças de Porter

Força número 1 - A rivalidade entre competidores afeta o resultado de toda a indústria!
Dependendo do número de empresas competindo a rentabilidade do segmento pode simplesmente desaparecer. Os custos fixos, no entanto, não desaparecem forçando a empresa a contratar mais capacidade para tentar aumentar as vendas e assim recompor a baixa rentabilidade através do aumento no volume total de vendas.
Em ambientes de mercado altamente competitivos os produtos são muito similares e, conseqüentemente suas ofertas para o cliente, o que leva a decisão de compra pelo menor preço.
Se sua empresa está posicionada neste tipo de mercado a luta pela sobrevivência é diária. A melhor forma de deslocar a concorrência é entender como tirar proveito de cada "player" que orbita sobre seu negócio. E claro, nunca se esquecer de construir sua marca, afinal o reconhecimento da marca vai fazer a diferença tanto na hora do cliente lembrar onde comprar, quanto no ato da compra.

Bombril para combater a Assolam, que pegou boa parte da participação do mercado da Bombril, iniciou uma campanha utilizando personalidades inimitáveis como Pelé.
Para ganhar mercado da concorrente, a Bombril não promoveu um combate direto, trabalhou com fornecedores de matéria prima até conseguir comprá-los e estabelecer seu preço no mercado.
Força número 2 - Para ser um novo entrante é necessário mais que empreendedorismo
Quanto maior a competitividade maior será a barreira de entrada, uma vez que a rentabilidade do mercado torna-se cada vez menor. Não há incentivos para os investidores em entrarem em determinados segmentos. Outros fatores também devem ser considerados, como patentes, empresas com custo fixo muito alto ou marcas que foram tão bem construídas que tornam quase impossível a entrada de novos produtos.

Força número 3 - Substitutos podem comprometer sua participação de mercado
Uma potencial estratégia a se perseguir é posicionar-se como um substituto ao invés de combater diretamente o concorrente. É de fundamental importância ter clareza sobre a posição da empresa sobre a perspectiva da concorrência. Se a concorrência tem um posição dominante - Monopólio ou Oligopólio - não é prudente enfrentá-los! O ideal é buscar oportunidades em nichos específicos.

Força número 4 - O Poder do comprador bem informado
Quanto mais bem informado o comprador, maior será o nível de racionalização no ato da compra e, portanto maior será "agressividade" na negociação por preço. No caso das compras por impulso, mesmo que o item seja um "objeto de desejo", um "sonho de consumo", a pressão do comprador não é menor. Sabe-se que o comprador vai definitivamente comprar - A questão é onde! - Mesmo nestes casos onde o preço não é fator decisivo da compra. O cuidado no atendimento, a manutenção da reputação, os serviços complementares entre outros são fundamentais.
Exemplos de diferenciação:
1. Portfólio de produtos e serviços, quanto mais bem arquitetado o portfólio, melhor será a percepção do cliente que determinada marca atende suas necessidades;
2. Excelência operacional que vai desde o controle de custos e despesas até o estabelecimento de níveis de serviço moldados de acordo com a expectativa do consumidor;
3. Relacionamento com o cliente que garante sua retenção.
Força número 5 - Força dos fornecedores - Economias de escala e cobertura na distribuição
Quantidade de insumos utilizados por unidades de produto pode significar um alto poder de barganha na compra de matéria prima. A redução geral dos custos somada à capacidade de distribuição destas empresas quase que inviabilizam a entrada de novos players no mercado. Outro aspecto dá-se pela cobertura dos canais de distribuição: quanto maior o controle na forma de cobertura sobre os canais de distribuição, maior a dificuldade de o novo entrante conquistar espaço e exposição.

Colaborador: Nori Lucio Jr.
Categorias:
Marketing, Comunicação, Mercado, Concorrência, Michael Porter, Vantagem Competitiva, Cinco Forças, Cadeia de Valor, Participação de Mercado, Bombril, Assolan, Player, Rivalidade entre Competidores,
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