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Saiba como formar preços! – Parte I

Terça, 14 de Outubro de 2008
Como gestores de vendas, sabemos que o preço é muito importante em qualquer ato de compra e venda. Definir o preço certo para nossos produtos e serviços é mais complicado do que parece. Há muito estudo sobre essa área em qualquer bom livro de administração e também de marketing, já que o preço faz parte do composto de marketing – os quatro Ps – preço, produto, ponto-de-venda e promoção.

Para atribuirmos um preço aos nossos produtos e serviços, é necessário o estudo de uma série de variáveis: a demanda (quantidade de pessoas que querem comprar o produto/serviço), o ciclo de vida (se o produto/serviço é novo, está em crescimento, etc.), os fatores demográficos e os psicológicos, e a elasticidade do preço (quão sensível ao preço é a demanda).

Cada uma dessas variáveis deve ser constantemente analisada ao longo dos anos. Muitas empresas (e gerentes) não percebem a grande diferença que o preço correto de seus produtos e serviços faz na lucratividade da empresa, e acabam não dedicando tempo e pessoas para isso.

Outro erro comum, principalmente na área de vendas, é achar que quem tem de pensar estrategicamente no preço é somente o dono da empresa. Os gerentes e vendedores não entendem que grande parte da informação relevante para a correta formação de preços está em suas mãos, já que são os responsáveis pelo contato direto com o cliente, entendendo seus desejos e principalmente, sua percepção de valor. Infelizmente, o que temos visto são vendedores que só pensam em dar descontos, sem entender como isso influencia a lucratividade da empresa.

Veja que esse “despertar” para a importância do constante estudo da formação de preços em sua empresa é fundamental para seu sucesso em vendas.

Então, como atribuir o preço correto ao produto ou serviço?

A formação de preço pode ter diferentes abordagens. Vamos a elas:

- Preço calculado sobre o custo: como princípio de toda empresa com fins lucrativos, o preço de seus produtos e serviços deve cobrir os custos fixos (custos que você terá, não importa a quantidade produzida/ofertada/ vendida, como salários administrativos, aluguel, etc.) e variáveis (custos que variam de acordo com a quantidade, como comissões de vendas, compra de matéria-prima, etc.), e ainda obter um determinado lucro.

Com essa estratégia, o preço é determinado justamente calculando-se todos os custos que envolvem o produto ou serviço, tanto de produção como de comercialização, e somando-se a porcentagem desejada de lucro. A soma desses fatores resultará no preço de venda.

Apesar desse cálculo ser bastante fácil, essa estratégia apresenta uma grande limitação que é não levar em consideração os clientes/demanda da empresa. Isso pode acarretar dois problemas: você poderá vender seu produto ou serviço por um preço menor do que seus clientes pagariam (perdendo lucro) ou poderá vender por um preço maior do que deveria (perdendo vendas e não corrigindo o custo de seus produtos/serviços para que você possa de fato ter uma margem de lucro sobre eles).

- Preço em comparação com a concorrência: os concorrentes têm uma grande importância na formação dos preços. Essa estratégia leva em consideração custos, preços e reações dos preços dos concorrentes. Deve ser usada por empresas que têm produtos ou serviços muito parecidos com seus concorrentes, impossibilitando criar uma diferenciação de valor que justifique um preço mais alto.

Produtos ou serviços similares devem ter preços próximos, ou os vendedores terão de estar muito bem treinados para lidar com as objeções de compradores. Se a estratégia da empresa for ganhar fatia de mercado, ou incomodar seus concorrentes, o melhor será oferecer um produto ou serviço melhor, e vender por um preço menor ou igual aos concorrentes.

O grande cuidado que se deve tomar é também conhecer os custos dos concorrentes, além do preço. Muitas vezes esses custos são menores, o que possibilita oferecer um preço mais baixo. Se sua empresa acompanhar, poderá perder grande parte da margem de lucro e até ter prejuízo.

- Preço via valor do cliente: é a determinação de preço baseada no valor que o produto/serviço tem para o cliente: quanto ele está disposto a pagar pelas vantagens e benefícios ofertados. Aqui, conta muito o valor da marca e o que ela significa em termos de qualidade e confiabilidade.

Estima-se quanto seus clientes estão dispostos a pagar e depois compara-se ao custo do produto/serviço para saber se o projeto é viável ou não. Na maioria das vezes, quando o que você está vendendo tem de fato atributos importantes e oferece benefícios (e você desenvolve uma estratégia correta de valor de marca), você descobrirá que muitos de seus clientes se disporiam a pagar mais (ou precisam ser “treinados” a valorizar e pagar mais).

Sabemos que muitas pessoas, inclusive nós mesmos, não compram sempre as coisas mais baratas em um supermercado ou em uma loja de roupas, por exemplo. Também, na maioria das vezes, não compram o carro mais barato ou viajam para o hotel mais barato. Há outras coisas que influenciam o ato da compra além do preço, mesmo sendo ele tão decisor. A análise correta é: dentro do que seus clientes querem, dentro das suas expectativas e dos seus desejos, qual é o preço mais apropriado?

Acompanhe na próxima semana a continuação sobre a importância, as estratégias e maneiras de ter uma correta formação de preços. Por enquanto, vá pensando na maneira como a sua empresa tem formado seus preços.

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FILÓSOFO E ADMINISTRADOR PETER DRUCKER NA ADMINISTRAÇÃO DO SÉCULO XXI

Domingo, 5 de Outubro de 2008
Atualmente a tarefa de administrar apresenta variáveis e situações incertas e desafiadoras. O cenário que se projeta é de um sem-número de variáveis e transformações carregadas de ambiguidades e de incertezas. O Administrador se defrontará com problemas multifacetados e cada vez mais complexos com sua atenção disputada por eventos e por grupos situados dentro e fora da empresa que proporcionarão informações contraditórias, complicando o seu diagnóstico perspectivo e a sua visão dos problemas a resolver ou das situações a enfrentar. São exigências da sociedade, dos clientes, dos fornecedores, dos agentes regulamentadores. São os desafios dos concorrentes, as expectativas da alta administração, dos subordinados, dos acionistas, dos governos, das organizações não-governamentais.

Todas essas exigências, desafios e expectativas exigirão do Administrador uma combinação adequada e consistente das habilidades técnicas, humanas e conceituais, ora de cunho especializado, ora de cunho generalista.

A Administração, por e através de seus agentes cada vez mais, necessitará compreender as normas, valores e visões do mundo dos colaboradores diretos, grupos, unidades e de toda a organização. A compreensão de tais questões formam a base a partir da qual se visualiza o futuro e se decide sobre os novos conhecimentos que são legítimos e os que não são. Trata-se, portanto, de algo que ultrapassa a mera referência à visão/missão da organização, descrição de postos de trabalho, organograma e ferramentas a serviço da organização. As pessoas participam e contribuem para o seu conhecimento, para o conhecimento da organização onde trabalham, para a família, a igreja, o clube social, etc. Todas essas experiências de mão dupla influenciam a maneira de ser da organização onde trabalham e vice-versa.

A inovação e a criatividade organizacional serão tão importantes para a Administração quanto é hoje considerado o processo administrativo de planejar, organizar, dirigir e controlar.

Caberá a Administração, tornar o conhecimento cada vez mais produtivo. Uma coisa é certa. Esse capital intangível provocará na estrutura de cargos, nas carreiras e nas organizações, mudanças tão dramáticas como as que resultaram na mudança da produção artesanal para a produção em série com a Revolução Industrial, operacionalizada por Taylor e seus seguidores.

O desenvolvimento do conteúdo informativo das atividades profissionais, a difusão das ferramentas de tratamento de informação e sua inserção em uma rede de informações e comunicação, desaparecerão progressivamente com as fronteiras tradicionais entre outros setores (produção, armazenagem, distribuição), favorecendo a mobilidade entre os empregos, até agora separados em categorias isoladas. Assim, o trabalho estará crescentemente mais abstrato, mais intelectualizado, mais autônomo, coletivo e complexo. Cada vez mais, as funções diretas e indiretas estarão sendo incorporadas pelos sistemas técnicos e o simbólico se interpondo entre o objeto e o conteúdo do trabalho. O próprio objeto do trabalho torna-se imaterial numa nítida constatação da migração de uma atividade centrada na competência técnica para uma competência interpessoal e conceitual.

Aos que estudam, desenvolvem e praticam Administração, caberá uma participação significativa no desenvolvimento da idéia de solidariedade. Segundo Drcker a administração por essência envolve participação e parceria para que as coisas possam acontecer.

No que se pode entender segundo o filósofo Peter Drucker a grande palavra do século XXI deverá ser a solidariedade. O profissional não pode estar alheio a este fato. A globalização tem efeitos tremendamente espetaculares, o que pode aumentar nossa riqueza na comunicação, nos conhecimentos que estamos desenvolvendo, na geração do conhecimento. Porém, esses processos também conduzem ao aumento de desigualdades sociais e nisto a questão da cidadania, a reação do profissional com a cidadania é cada vez mais importante. Demasiadamente influenciadas pela eficiência econômica, os profissionais muitas vezes se esquecem de que têm que buscar a igualdade social em suas gestões têm que buscar, também, fortalecer a cidadania e fortalecer a igualdade social.

Enfim, o que se pode ver no pensamento de Drucker é a eterna filosofia, a eterna procura de formas, conceitos e atos que contemplem a humanidade com valores que lhe são caros como sustentadores de tal humanidade. Tal qual os clássicos, Drucker se lança a frente do que está posto, daquilo que cerceia o homem, ou seja, da ignorância e do egoísmo.Não podemos dizer que Drucker trás receitas milagrosas, e nem poderia faze-lo pois os limites de todo pensamento é dado pelas fronteiras da sociedade em que vivemos, a sociedade capitalista e que tem o individuo como referência.

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CINCO SEGREDOS DOS GRANDES NEGOCIADORES

Quarta, 2 de Julho de 2008
A negociação é um evento no qual você entra buscando um acordo mutuamente satisfatório cujo resultado - por mais difícil que pareça ter sido para alcançá-lo - deverá ser o mais otimizado possível, gerando satisfação pelo alcance ou superação dos seus objetivos.

Nem sempre isto é fácil. O dia-a-dia da negociação mostra que muitas vezes você terá pela frente um negociador duro, difícil de convencer e de trazê-lo para concretizar um acordo.

Para superar estas dificuldades negociadores experientes e de sucesso possuem um rol de ações as quais podem fazer a diferença em um encontro. Creio ser oportuno você conhecer algumas delas instrumentando-se para obter resultados cada vez melhores em suas negociações. Vejamos:

1 - Fazer a preparação
Toda negociação tem três etapas que determinam o fluxo positivo do seu processo: a) planejamento das ações, b) execução do evento e c) controle dos resultados.

Logo a preparação é o ponto de partida: você só poderá negociar se tiver condições de planejar detalhadamente, conhecendo não só o objeto e as alternativas para a implementação do evento como também tendo acesso a todas as variáveis internas e externas que o influenciam, sejam elas, econômicas, financeiras, políticas, sociais, ecológicas e outras que se fizerem necessárias.

2 - Conhecer seu potencial
Por mais tecnologia que se agregue deve-se ter em conta que a negociação é um evento fortemente influenciado pela dimensão humana e a verdade é que direta ou indiretamente todos negociam: seja em casa, na faculdade, no clube, na comunidade, no trabalho, etc. O resultado objetivo é que você possui um determinado potencial derivado da sua vivência pessoal e profissional . Para obter mais consistência em suas negociações será importante você estar conscientizado do seu próprio potencial para poder buscar a melhoria contínua em suas ações. Para tanto faça uma auto-avaliação de seu talento natural e experiência acumulada.

3 - Ser empático
Colocar-se no lugar do outro, buscar identificar seus objetivos pessoais e profissionais, avaliar o perfil negociador, descobrir os interesses por trás das posições pessoais e separar as pessoas dos problemas são ações que você executando com propriedade ajudarão muito na condução do evento e no controle dos resultados. Leve sempre em conta o perfil do outro negociador procurando conhecê-lo como pessoa e como profissional. Isto lhe dará uma visão holística facilitando uma abordagem estratégica.

4 - Agir e exigir ética
Peter Drucker disse: "quanto mais bem sucedido for o administrador maior terá que ser sua integridade" para que sirva de estímulo e exemplo aos outros.

A Exxon Education Foundation após longos estudos concluiu que "a ética aumenta a produtividade, reduz conflitos e reforça a instituição. Uma sólida base ética ajuda os administradores a conviverem com abruptas mudanças".

Você negociando e exigindo ética nas negociações capitalizará credibilidade, respeito, confiança e servirá de exemplo para os demais.

Siga os quatro passos apresentados por Eric Harvey, em "Walk the talk":

1- Exija e aja com respeito, responsabilidade e resultados; 2- Saiba dizer não às abordagens anti-éticas ; 3- Procure administrar criteriosamente as situações conflitantes e 4- Aja de acordo com o que você diz e afirma.

E finalmente uma ação que pode determinar o sucesso ou insucesso em uma negociação:

5 - Ouvir e fazer-se ouvir
Ouvir na negociação é algo mais que simplesmente escutar. Trata-se da habilidade para reconhecer as mensagens do interlocutor, decodificando-as, interpretando-as e dali identificando o que é determinante ao processo na busca de um acordo.

Se você é um bom ouvinte, ótimo! Mas é necessário que você procure fazer do outro negociador também um bom receptor para suas mensagens pois assim abrir-se-á a possibilidade de sinergia e cooperação que levarão ao entendimento rumo ao fechamento da negociação.

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O QUE É MARCA? PARTE II

Quinta, 19 de Junho de 2008
Na semana anterior, falei sobre marca. Uma abordagem a partir mudanças que ocorreram e continuam acontecendo na sociedade ao longo dos últimos anos, influenciando nossas vidas em todos os aspectos, provocando, também, mudanças na forma de atuação das empresas em um ambiente tão mutável e imprevisível.

Conceitos tidos como fundamentos de gestão, tradicionalmente aplicados, estão sendo revistos e interpretados com muito cuidado; hábitos, percepções e atributos considerados importantes pelos consumidores mudaram radicalmente; a velocidade com que as informações transitam de um continente a outro influenciam de maneira altamente relevante mercados e economias, provocando as mais variadas oscilações de consumo.

Nesse cenário tão turbulento, surge uma necessidade primordial para as organizações: estabelecer relacionamentos estáveis, que superem as expectativas, gerem satisfação e criem vínculos sentimentais, com toda a cadeia de relações existentes entre a empresa e seus colaboradores, distribuidores, fornecedores, consumidores e todos que possam, de alguma forma, contribuir para que o ciclo de produção se sustente e se renove.

Para isso, porém, é preciso haver um ponto de referência entre a empresa e sua dinâmica de relações. Essa referência é a marca.

Marca não mais entendida com um simples recurso de marketing, mas como um ativo estratégico da organização - justamente por ser, ao mesmo tempo, intangível e o mais valioso que qualquer empresa pode possuir -, capaz de dar suporte às mudanças e refletir, como nenhum outro, sua essência: visão de mundo e de negócios, missão e valores.

Um ativo capaz de criar valor para todas as partes envolvidas na cadeia de relações entre a organização e a comunidade, para que elas se identifiquem com esse caráter, percebendo a importância dessa interação e passando a expandir o ambiente de criação e renovação de seu valor. A marca deve, portanto, ser encarada como uma filosofia de gestão desses valores para tornar-se referência na construção de relacionamentos estáveis.

Minha definição de marca, dessa forma, seria assim: Marca é a integração entre a essência da empresa, seu trabalho, suas pessoas, sua estrutura, seus produtos e unidades de negócios, formando uma identidade definida e consistente, capaz de transmitir a todos que com ela se relacionam, a sua origem, suas crenças, seus propósitos e seus compromissos. A transmissão desses valores, por meio das mais diversas manifestações, compõe na mente dos envolvidos nessa dinâmica, uma soma de experiências, percepções e sentimentos, que resulta em um valioso ponto de referência nesse ambiente de interação e, justamente por isso, estabelece relacionamentos que superam expectativas, promovem satisfação e criam vínculos emocionais.

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O QUE É MARCA?

Segunda, 9 de Junho de 2008
Surpreendentes mudanças ocorreram e continuam acontecendo na sociedade ao longo dos últimos anos, influenciando nossas vidas em todos os aspectos, provocando, também, mudanças na forma de atuação das empresas em um ambiente tão mutável e imprevisível.

Conceitos tidos como fundamentos de gestão, tradicionalmente aplicados, estão sendo revistos e interpretados com muito cuidado; hábitos, percepções e atributos considerados importantes pelos consumidores mudaram radicalmente; a velocidade com que as informações transitam de um continente a outro influenciam de maneira altamente relevante mercados e economias, provocando as mais variadas oscilações de consumo.

Hoje não basta para o consumidor ter suas expectativas atendidas. Ele quer que as organizações superem suas expectativas e promovam uma satisfação afetiva, ligada a sentimentos - como a felicidade - e a sua realização como ser humano.

Nas organizações, a necessidade é por criar envolvimento sentimental e afetivo, encantando constantemente e estabelecendo relacionamentos duradouros. Tudo isso procurando acompanhar a evolução tecnológica - cada vez mais veloz -, utilizando suas disponibilidades como recursos para atender essas demandas.

É preciso que as pessoas na organização entendam o processo mental das pessoas, sejam os consumidores, sejam as pessoas da própria organização, sejam todas as outras envolvidas na cadeia de relacionamentos existentes entre a empresa e a sociedade. O foco agora é o indivíduo e o objetivo é criar valor.

Nesse cenário tão turbulento, surge uma necessidade primordial para as organizações: estabelecer relacionamentos estáveis, que superem as expectativas, gerem satisfação e criem vínculos sentimentais, com toda a cadeia de relações existentes entre a empresa e seus colaboradores, distribuidores, fornecedores, consumidores e todos que possam, de alguma forma, contribuir para que o ciclo de produção se sustente e se renove.

Para estabelecer esses relacionamentos, porém, é preciso haver um ponto de referência entre a empresa e sua dinâmica de relações. Uma referência que reflita a origem da organização, suas crenças, seus propósitos e seus compromissos, compondo uma identidade clara e consistente, com manifestações integradas, capaz de criar valor para todos os envolvidos nesse ambiente de interação. Essa referência, sem dúvida, é a marca. Marca não mais entendida como um recurso de marketing, mas como ativo estratégico capaz de criar valor para todas as partes envolvidas na cadeia de relações entre a organização e a comunidade. Marca, portanto, deve ser encarada como uma filosofia de gestão desses valores para tornar-se referência na construção de relacionamentos estáveis.