Avatar

PESQUISA DE MARKETING II

Quinta, 14 de Agosto de 2008
Os executivos de Marketing e comunicação se deparam diariamente com muitas dúvidas que envolvem, de alguma maneira, riscos para a organização. Há, então, a necessidade de informações sistematizadas e obtidas por correta metodologia que venham a indicar respostas para as dúvidas, suposições ou hipóteses.

A Pesquisa de Marketing colabora para tornar as decisões do executivo de marketing mais seguras, fornecendo a informação objetiva, precisa e que atenda às suas necessidades. A pesquisa deverá trazer soluções para o problema de informação que a originou.

Na identificação do cenário para a realização da pesquisa é importante determinar o mercado a ser pesquisado, determinar o período de tempo para a realização da pesquisa, delinear o mercado geograficamente e considerar os aspectos conjunturais.

É importante e fundamental que executivos e pesquisadores acertem previamente todos os pontos, esclarecendo todas as dúvidas, para que a pesquisa possa ser feita com maior eficiência e eficácia. É nesse momento, ainda, que se estabelecem os objetivos.

Quando se fala em objetivos de pesquisa, fala-se somente em:

- Objetivo primário: o ponto mais importante, que por si só justifica a realização da pesquisa. Deve subsidiar a principal decisão que a empresa deverá tomar.

- Objetivos secundários: questões inerentes ao tema. Dados que complementam ou explicam a decisão principal.

Por exemplo, imagine que um fabricante pretende lançar um novo sabor de refrigerante. Há a necessidade de uma pesquisa que identifique a opinião do público-alvo sobre o produto, fornecendo informações sobre as características do refrigerante que agradam e desagradam, possibilitando a adequação do sabor conforme os resultados do estudo. Neste caso, o objetivo primário será avaliar a aceitação do novo sabor do refrigerante.

Os objetivos secundários devem auxiliar a compreender o porquê da aceitação ou rejeição ao novo sabor. É importante saber isso: Objetivos secundários ajudam a explicar (entender melhor) as respostas do objetivo primário.

Avatar

TUDO MUDA QUANDO VOCÊ MUDA

Segunda, 5 de Maio de 2008
No auge da minha impetuosidade juvenil eu era conhecido no mundo corporativo como "general" em virtude do meu jeito autoritário, arbitrário e muitas vezes rude de exigir o cumprimento das normas e procedimentos da empresa. Por mais que eu estivesse tentando cumprir a política, e sob o meu ponto de vista eu estava sempre certo, a imposição das idéias a qualquer preço não contribuíram em nada para o meu crescimento profissional.

Por conta disso eu arranjei desafetos ao longo do caminho e nunca compreendi muito bem o motivo, afinal, eu estava simplesmente cumprindo o papel que me foi atribuído na condição de responsável pela coordenação do setor. Quando você é líder e tem a "chave do cofre" na mão, é fácil migrar de querido a odiado numa fração de segundos, principalmente se você ocupava um cargo de mesmo nível hierárquico e na seqüencia se viu obrigado a mudar de postura pelo fato de ter se tornado líder dos seus próprios colegas.

No início as pessoas cumprimentam, elogiam e são capazes de jurar que torcem por você além de despejar uma série de chavões do tipo "eu já sabia", "você merece" ou "que bom que foi você". A gente custa a acreditar em palavras nobres e solidárias, afinal, a concorrência, a necessidade premente de reconhecimento e a valorização são inerentes ao ser humano. Qualquer promoção que não seja a de si mesmo causa as mais variadas reações.

Esse comportamento está presente nas diferentes camadas e segmentos da sociedade moderna. O mais vil dos políticos, reis ou imperadores consegue amealhar bajuladores. Imagine um profissional autoritário, mas popular entre os seus seguidores e carregado de boas intenções. Era assim que eu me sentia na época e por conta disso havia sempre alguém querendo puxar o meu tapete.

Poder é algo que fascina as pessoas e independe do nível de instrução ou hierárquico. Quando você está revestido de poder e autoridade, ambos caminham lado a lado, o comportamento tende a fugir ao seu controle. Invariavelmente, você é dominado pela empáfia e pelas imposições do ego que o transformam numa criatura amarga, inacessível e, por vezes, intransigente, principalmente se você não está preparado para o cargo. O falso poder é capaz de produzir aberrações corporativas irremediáveis em sã consciência.

O fato é que a gente demora a reconhecer a necessidade de mudança, pois, num primeiro momento, tem tudo a ver com o orgulho e a necessidade de auto-afirmação perante o grupo. Geralmente, a mudança vem precedida de demissão, advertência ou mesmo de uma rejeição em equipe em virtudes dos excessos, o que não é simples de aceitar tampouco fácil de reverter.

A despeito de todos os acontecimentos, eu demorei a captar a essência do ambiente corporativo. As pessoas não estão muito preocupadas com as normas, procedimentos e políticas de maneira geral. Embora isso seja importante, o que lhes interessa inicialmente é a própria condição dentro da organização. Se as prioridades da empresa estão em consonância com as suas necessidades, ótimo, caso contrário, meras formalidades são apenas condições transitórias que podem ser atropeladas até o próximo "puxão de orelha" ou o próximo emprego.

Ao longo do tempo eu fui percebendo também que o universo alheio estava a quilômetros de distância do meu mundinho real. Embora eu imaginasse que minhas atitudes traduziam o desejo da empresa, as pessoas ao meu redor queriam de fato um cumpridor de normas mais flexível e atento às necessidades do grupo.

Penso que, para o nosso próprio bem, nada acontece exatamente como desejamos, pensamos e planejamos na vida. No meu caso, foram necessários muitos embates acalorados, ameaças, críticas, vários empregos e livros e mais livros para provocar uma transformação de ordem pessoal na minha maneira de ver o mundo e administrar os meus próprios conflitos.

Tudo muda quando você muda. Ser flexível e mais aberto aos pontos de vista alheios não significa abrir mão dos valores e princípios consolidados ainda na infância. Não importa quanto tempo leva para descobrirmos o quanto somos ricos e ponderados, mas quanto tempo ainda nos resta para mudar de atitude, de postura e de ponto de vista a fim de nos tornamos mais humanos e dispostos a reconstruir uma carreira profissional, um relacionamento pessoal, uma vida.

Apesar de tudo, tenho muito chão pela frente. Somos produtos do meio e demoramos a entender as duras mensagens da vida embora isso não justifique as atitudes tomadas no calor da emoção. No fundo queremos todos sobreviver, crescer, provar a nós mesmos que somos capazes de dar a volta por cima e tirar de letra essa sucessão de privações e provações ao longo do caminho. E a vida não faz distinção de ambientes, mas cobra muito e exige que você cresça o tempo todo.

Durante o caminho aprendi que existem coisas essenciais e pessoas especiais que devem ser preservadas até o fim da vida. O relacionamento saudável é uma delas e você não precisa abrir mão de convicções para mantê-los. Entretanto, existem acontecimentos banais que podem ser solucionados de maneira bem mais simples quando mente e coração se mantém abertos ao diálogo e ao respeito mútuo entre as partes. O que eu aprendi com tudo isso?

1. A melhor maneira de ganhar uma discussão é evitá-la; pontos de vista pessoais interessam única e exclusivamente a você;

2. Pontos de vista profissionais são objetos de negociação e análise conjunta, pois estão atrelados ao cumprimento de um objetivo maior que não depende exclusivamente de você;

3. As pessoas em geral possuem muito mais coisas boas do que ruins, portanto, exercite o hábito de procurar o que elas realmente têm de bom em vez de procurar apenas defeitos;

4. Encare cada situação de maneira positiva e as coisas tendem a fluir da forma como deve ser, não como você imagina que deve ser;

5. Ainda que você não consiga mudar uma situação, mantenha uma boa atitude, seja íntegro, dê tempo ao tempo;

6. Cargos, empregos, status e sucesso são transitórios em qualquer parte do mundo; cultive a consciência do momento presente e ela definirá a sua importância no momento futuro.

Reconheço que as coisas ficaram muito mais fáceis e simples a partir do momento em que eu decidi mudar radicalmente a maneira de pensar e agir. É óbvio que as mudanças não acontecem da noite para o dia, mas a decisão é que conta. O restante vem naturalmente. Segundo Hal Urban, autor de As Grandes Lições da Vida, "quanto mais completos e integrados nos tornamos, melhor nos sentimos em relação a nós mesmos e à vida em geral". Pense nisso e seja feliz.

Avatar

3Q1POC: UMA FERRAMENTA DE GESTÃO INDISPENSÁVEL

Sexta, 22 de Fevereiro de 2008
Com o processo de abertura de mercado, estabilização dos preços e otimização da qualidade, além da redução dos custos, os investimentos em projetos e programas de qualidade passaram a serem considerados prioridade absoluta para a maioria das empresas. Objetivam melhorar a competitividade de seus produtos, ao mesmo tem em que, através da plena satisfação dos consumidores cada vez mais exigentes, conquistar novas fatias de um mercado cada vez mais disputado.

Quando se conclui que é chegada a hora de investir na implementação de projetos e programas destinados à otimização da estrutura organizacional e da qualidade dos produtos da empresa, com redução de custos e, por conseqüência, aumentar sua competitividade na acirrada disputa pelo mercado, não se pode abrir mão de ferramentas de gestão eficazes como o 3Q1POC (Quem, Quando, Quanto, Porque, Onde, Como), especialmente quem deseja fazê-lo de forma organizada e bem estruturada. A não utilização de tais ferramentas pode resultar em desperdício de dinheiro e num retumbante fracasso.

Mas afinal, que ferramenta é esta? O 3Q1POC identifica-se com seis definições básicas:3Q1POC: UMA FERRAMENTA DE GESTÃO INDISPENSÁVEL

Quem: são as pessoas escolhidas cuidadosamente para tocarem o projeto, definindo as ferramentas ideais, os cronogramas, a operacionalização, o adequado acompanhamento e a avaliação da execução das diferentes fases do projeto e suas ramificações dentro da empresa, a compilação de informações e dados necessários às avaliações, os critérios de avaliação, as correções de rotas, enfim, todas as variáveis inerentes ao projeto. São as cabeças pensantes que estarão à frente dos trabalhos desde a implantação do projeto até a avaliação final dos resultados;

Quando: são as definições sobre duração da implantação do projeto em todas as suas etapas, devendo contemplar as datas iniciais e duração de cada fase da execução, além da elaboração de cronogramas de implantação, execução, acompanhamento e as reuniões periódicas para avaliações e ajustes. Sem um cronograma bem estruturado a empresa fica sem rumo e os responsáveis pelo projeto, totalmente perdidos e sem elementos para avaliar se os resultados estão compatíveis com os definidos para cada etapa;

Quanto: quanto vai custar o projeto? Qual será o capital necessário para pô-lo em prática conforme foi concebido? A empresa terá os recursos suficientes e/ou disponíveis para arcar com os investimentos, nas datas previstas no cronograma? Todas estas questões devem ser previamente estudadas, antes do início da implantação do projeto. O orçamento deve ser muito bem planejado e minuciosamente elaborado e adequado à capacidade financeira da empresa, além de prever uma certa folga para eventuais ajustes necessários. Ou ela ficará sujeita ao risco de sérias turbulências no meio do caminho;

Porque: constatada a necessidade de se implantar um projeto desta natureza, os motivos devem ser minuciosamente explicados, enfatizando os principais pontos fracos da organização e os pontos fortes do projeto, que levarão a empresa a uma correção de rumos e ao sucesso. A avaliação destes pontos, os fracos e os fortes, e a definição de viabilidade em relação ao custo/benefício, darão aos dirigentes condições para decidir sobre a implantação. Todos os colaboradores devem estar convencidos da importância que o programa representa para todos e para a organização, para que ajudem e participem juntamente com a equipe do projeto;

Onde: a abrangência do projeto. Quais setores da empresa serão os mais afetados, os locais de maior relevância que deverão receber atenção especial durante a execução, quais atividades e departamentos da empresa serão os mais atingidos pelas mudanças, enfim, todos aqueles que, direta ou indiretamente estarão envolvidos com o projeto. São fatores de importância vital para o programa, devendo ser exaustivamente avaliados, para que todas as prioridades sejam corretamente definidas de acordo com as respectivas importâncias;

Como: de que forma acontecerá a implantação, a execução e a participação dos setores e dos colaboradores, quais serão os critérios para a escolha dos responsáveis, a delegação de poderes e a cobrança de resultados, quais serão os treinamentos necessários, os equipamentos, etc..., para que o projeto tenha êxito. Tudo deve ser minuciosamente estudado, para facilitar a escolha das alternativas ideais.

Ferramentas de gestão como o 3Q1POC não se presta apenas a implementação de projetos e programas organizacionais. Elas também são bastante eficientes quando utilizadas para o estabelecimento de metas e estratégias das empresas. O exemplo aqui colocado serve para dar uma visão sobre sua aplicabilidade em planejamentos, organização, detalhes e resultados. É indiscutível que o 3Q1POC se apresenta como uma arma de extrema eficiência quando se deseja desenvolver projetos de alta relevância, voltados a proporcionar grandes resultados para a empresa.

Avatar

Parceria Público Privada (PPP) - Uma solução para melhoria da Infra-Estrutura

Sexta, 15 de Fevereiro de 2008
Dentre os problemas e dificuldades enfrentados pelas empresas brasileiras, como a questão tributária o baixo volume de mão de obra qualificada entre outras, a má qualidade da Infra-Estrutura nacional é na minha ótica a mais preocupante, pois é lastro que impede diretamente um crescimento econômico vigoroso.

Os problemas estruturais mais graves são os energéticos e logísticos. Quanto á estrutura energética, todos sabemos que existe uma evidente necessidade de redução da dependência de hidrelétricas, pois em períodos de seca, o combustível que move o país fica suscetível a parar, juntamente a economia. Nem precisa de muito alarde, apenas algum indicador como houve no início do ano, prevendo possibilidade de racionamento energético foi suficiente para aumentar significativamente os valores dos contratos de compra de energia á vista, fazendo com que várias indústrias encerrassem suas produções em decorrência do aumento dos custos. Mas agora parece que tudo está resolvido e voltando ao normal, graças ao forte período de chuva que iniciou-se em meados de janeiro.

Não menos importante, a questão logística relacionada ao transporte de mercadorias é outro ponto chave que preocupa os empresários. As opções de transporte são limitadas, com isso os custos para sua realização são extremamente altos. No Brasil o principal meio de transporte de carga utilizado é o rodoviário (escoamento da produção por meio de estradas), que é de longe o de maior custo. Outros meios podem ser explorados a fim de reduzir os custos, como o transporte ferroviário predominante nos EUA e o hidroviário predominante no Japão.
Parceria Público Privada
É impressionante a perda que existe se analisado um produto complexo com diferentes níveis de fornecedores na cadeia de suprimentos, que em cada nível existiu um dispêndio excessivo justamente pela falta de opção logística. O resultado disso é um produto com custos maiores e perda de competitividade da empresa talvez não nacionalmente, pois as dificuldades apresentadas são inerentes á todos da economia interna, mas dificultará a exportação em decorrência de pouca atratividade dos preços oferecidos.

Vou mais além, e penso que apenas com a possibilidade de escolhas multi-modais (opções de transporte, exemplo rodoviário, ferroviário ou hidroviário), logicamente os custos de transporte seriam menores o que por fim ajudaria a agregar valor á economia como um todo.

Mas o problema é que para implantar linhas férreas com o fim de escoamento de produção para portos ou outras formas para outros fins, é necessário alto investimento e capacidade de planejamento e execução, também é notório que o governo não possui nenhuma das qualificações citadas, então chegamos á resolução óbvia: PPP (parceria público privada), ou seja, realizar a privatização de empresas ou áreas de poder público (podendo ser de esfera federal, estadual ou municipal), com o objetivo realização pela iniciativa privada de obras de infra-estrutura. E isso está tornando-se uma realidade, porém enfrenta algumas barreiras.

O processo de privatização apenas não é mais rápido no Brasil por existir forte resistência, seja em parte por desconhecimento da população, ou por interesses de alguns que mesma não seja realizada. De qualquer forma, penso que este é um caminho natural a ser seguido, e o governo (em todas as esferas: federal, estadual e municipal) deve focar suas ações para as áreas de necessidades sociais, como educação, saúde, etc. E deixar outras áreas como saneamento básico, rodovias, telefonia, energia, etc. para empresas que possuem core business para isso. Felizmente parece que isso está tornando-se uma realidade.

Avatar

Mudança Organizacional - Paradoxo entre a Necessidade e Realidade

Quinta, 17 de Janeiro de 2008
Este tema surgiu através de uma interessante discussão sobre planejamento estratégico no Fórum do Portal da Administração.

Existem muitos caminhos á seguir sobre o tema mudança organizacional, neste artigo abordarei a relação entre o planejamento estratégico no que tange as mudanças necessárias, com referência a resistência cultural das pessoas que compõem a organização.

Atualmente o mercado é implacável, uma regra básica é irrefutável: adapte-se ou morra. O aumento da concorrência faz com que as empresas recorram a desenvolvimento de novos produtos, ou então diferenciar-se dos demais através da agregação de algum outro serviço. Nesta visão a concorrência faz com que a empresa evolua.

Mas ter esta capacidade de adaptabilidade não é inerente para todas organizações, ou seja, é conquistada através de muito trabalho e principalmente conscientização. Apenas desta forma a empresa conseguirá garantir sobrevivência num mercado altamente mutável.

Mudança Organizacional



As empresas de pequeno porte podem aproveitar-se de uma capacidade nata de flexibilidade, sendo que sua estrutura reduzida traz vantagem competitiva, possibilitando mudanças com rapidez, o que não ocorre na mesma velocidade nas grandes organizações, pois suas estruturas são maiores e rígidas, por outro lado possuem geralmente recursos e volume em grande quantidade.

Para realizar qualquer tipo de mudança organizacional, seja em qualquer âmbito, é necessário que algumas regras sejam respeitadas e o processo conduzido com máxima cautela e harmonia. Enfoco dois pontos que devem ser preferencialmente analisados em qualquer processo de mudança organizacional: comunicação e planejamento estratégico.

Nesse ponto é que surgem os problemas, pois a empresa necessita adaptar-se rapidamente as necessidade do mercado, o que vai ocasionar uma mudança. Por outro lado as pessoas que sofrerão de alguma forma com o ato, são resistentes, o que vai formar o paradoxo em questão.

É da natureza humana o medo do que é desconhecido, e em uma organização acontece o mesmo com seus funcionários, veja o que ocorre como exemplo quando é inserido um novo integrante na equipe e os demais não são informados previamente. Haverá rejeição e resistência á este novo integrante, resultando em algum tipo de perda para a organização.

Por isso é de fundamental importância a comunicação interna das mudanças, apenas com a conscientização da necessidade de mudança, juntamente com a definição transparente de suas conseqüências, resultarão no alcance do objetivo traçado e redução dos conflitos inerentes ao processo.

Desta forma ao longo prazo pode-se até estabelecer-se uma cultura organizacional voltada á adaptabilidade, mas para chegar-se a este ponto, é necessário percorrer um longo caminho.

O outro ponto importante a ser considerado em uma mudança organizacional é o planejamento estratégico. É interessante que a organização possua definições á curto, médio e longo prazo de forma a projetar sua visão e missão estabelecidos.

Logicamente no decorrer do tempo algumas mudanças no planejamento estratégico são necessárias e a estas chamamos de atualizações estratégicas, seu uso como base fundamenta e dá segurança para as mudanças organizacionais a serem aplicadas, pois assim permitirá seguir o foco estabelecido.