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Quem ama, Cuida!

Quinta, 4 de Setembro de 2008
“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"
Antoine de Saint-Exupéry

É sabido que todo cuidado predispõe de afeto, apreço e principalmente do querer. É essa vontade que se torna sede insaciável e que impulsiona o agir em prol da mudança necessária para que se consuma de fato o cuidado.

Interessante notar que somente sabemos cuidar do outro e/ou da empresa em que atuamos, se aprendermos a cuidar primeiro de nós mesmos.

Torna-se necessário repensar o cuidado que cada colaborador tem e/ou deveria ter para com a sua empresa. É bem verdade que, quando amamos, além de preocuparmos com, cuidamos de, e isto faz toda a diferença dentro da empresa em que atuamos.

É preciso que fiquemos “antenados” com relação às relações interpessoais; ter respeito e afeto pelo colega de profissão é fator indispensável para que consigamos um ambiente onde prevaleça a harmonia entre os participantes e como conseqüência a conquista e o alcance da tão esperada produtividade, eficiência e eficácia.

O cuidado e o zelo pela empresa por onde você atua denota amor, carinho e significado, e isto faz todo um diferencial, uma vez que o resultado advém do cuidado. Criar e implementar essa cultura dentro da empresa torna-se imprescindível.

A parceria e a cumplicidade são dois grandes pilares que dão sustentação ao cuidado, e estas variáveis, quando entrelaçadas, produzem um só resultado: sucesso, sucesso e sucesso, já que quando se tem parceria e cumplicidade, existe dedicação, paixão, amor, zelo, cuidado, responsabilidade, comprometimento e envolvimento no que se propõe a fazer.

Sabendo-se que o mercado, neste terceiro milênio, encontra-se cada vez mais exigente, torna-se de suma importância repensar nossos valores, comportamentos e atitudes, diante de tudo, diante de todos, uma vez que os mesmos é que definirão nossa sobrevivência no mercado. Na era em que vivemos, além do conhecimento técnico e talento, valorizam-se muito as habilidades e as atitudes dos profissionais.

Importante salientar que, em meio a este processo, fazer o marketing interno da empresa é essencial, pois, através deste, todos os envolvidos terão conhecimento da missão e visão organizacional, anseios e necessidades da empresa, e a partir daí, poderão somar forças, talentos, habilidades e conhecimentos, se interagindo, se inter-relacionando e se integrando, em prol dos resultados desejados.

Neste contexto, é importante ressaltar que, quando amamos o que fazemos, além de sentirmos imensa responsabilidade em cuidar e zelar pelo que nos propusemos a fazer, lutamos pela melhoria contínua, sobrevivência e ascensão da empresa em que estamos inseridos; portanto, querer cuidar, torna-se fundamental .

Assim sendo, quando se cuida da empresa, além das atribuições serem desenvolvidas de forma exímia, agrega-se valor ao que se faz, e por conseqüência, conquista-se maior “fatia” do mercado, permitindo assim que a empresa, em meio a tanta competitividade, se solidifique.

Uma empresa que zela pelo cuidado, conduz o colaborador a atender às reais necessidades e expectativas da mesma, tendo como base os valores e princípios a serem zelados e disseminados; por conseguinte, isso leva a uma maior produtividade e melhor tomada de decisão, uma vez que está imbricado em todo o processo organizacional.

Nessa mesma linha de discussão percebe-se que, implantado essa cultura, a empresa só tende a ganhar, pois criará um ambiente de trabalho diferenciado. É esse ambiente que irá propiciar os colaboradores a terem harmonia e a atuarem com motivação, preocupando-se muito quanto aos seus comportamentos e atitudes, zelando sempre pela confiança, transparência, honestidade, ética, sinceridade, companheirismo, cumplicidade, amor, comprometimento e envolvimento, que somados com talentos, habilidades e conhecimentos, levarão a empresa a liderar o ranking no que tange ao seu segmento no mercado.

Nota-se que a empresa que cuida, zela pelo colaborador, importando-se com suas necessidades e expectativas. Com essa diretriz ela investe, valoriza, capacita e cuida para manter os seus pilares, pois os reconhece como sendo seu maior ativo intangível, que além de contribuir para o desenvolvimento e crescimento da empresa, contribui para sua ascensão e permanência no mercado; assim, valoriza os seus talentos, evitando-se desta forma a migração de seus grandes profissionais para outras empresas após tanto investimento.

Definir a política, bem como a cultura organizacional, tendo a preocupação de cuidar bem das pessoas, constitui uma das atribuições do Departamento de Recursos Humanos que, através de sua competência, irá assessorar os demais departamentos, desempenhando de forma exímia assessoria, conduzindo assim a empresa ao desenvolvimento e crescimento.

Finalmente, é necessário conscientizar-se que a empresa é composta por pessoas, e são elas seu precioso patrimônio; portanto, cuidar das pessoas que fazem parte da empresa é mais do que uma obrigação, pois, quando se cuida, tem-se colaboradores satisfeitos, maior produtividade, maior qualidade, maior criatividade, maior envolvimento e comprometimento, o que gerará o rebento denominado sucesso.

Ainda é prudente acrescentar que os colaboradores devem atender às reais expectativas e necessidades da empresa, pois não existe espaço no mercado para o funcionário ser mais ou menos; então, é preciso conscientizar-se que em meio a tanta competitividade o colaborador deve fazer seu diferencial na empresa onde atua, pois, se não executar suas atribuições de maneira exímia, poderá ser esmagado pelo mercado em um curto período de tempo, sofrendo na pele todas as conseqüências possíveis.

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A RESPONSABILIDADE DO LÍDER

Segunda, 1 de Setembro de 2008
Existe mais de oitenta milhões de links relacionados à palavra líder na Internet que alimentam um cabedal de idéias, concepções, concepções e as mais variadas opiniões a respeito dessa personalidade tão requisitada no mundo dos negócios, pressionada no mundo político e, por vezes, reverenciada na sociedade.

Assim, não é necessário tratar do conceito de líder nem dos seus anseios, características ou preocupações. Essa questão está saturada, mais do que batida, como se diz na gíria. Qualquer pessoa que tenha o mínimo interesse pelo assunto sabe as características da boa liderança na ponta da língua.

Esse artigo trata de uma virtude indispensável para quem deseja assumir o desafio da liderança em qualquer segmento da sociedade e, principalmente, no mundo dos negócios: a responsabilidade. Antes de prosseguir, vale a pena refletir alguns pontos: você conhece alguém capaz de assumir publicamente a culpa por um negócio mal-sucedido, uma transação equivocada, um resultado não alcançado ou uma falha grotesca?

O verdadeiro líder assume a responsabilidade sobre seus atos. Os demais são esforçados, se dizem líderes, mas atribuem o péssimo desempenho ao governo, à economia, ao chefe, aos subordinados, aos outros, raramente a si mesmo. Alguns reconhecem o mau desempenho, porém o orgulho não deixa que assumam a tal responsabilidade. Eles não foram treinados para isso. A maioria é orientada desde cedo para resistir, negociar, transferir a culpa, mentir, se necessário. Dificilmente dão o braço a torcer, ainda que isso lhe custe o cargo ou a vida.

O líder efetivo vê a liderança como responsabilidade e não como um cargo ou privilégio, portanto, se as coisas não caminham conforme o planejado, o líder não sai pelos cantos procurando culpados, segundo James Hunter, autor de O Monge e o Executivo. Ele simplesmente assume a culpa e refaz o caminho, porém, para assumir a culpa e reiniciar a jornada, a condição de líder pressupõe outra virtude imprescindível: a transcendência.

Transcender significa ir além, colocar-se num nível superior, mover-se para frente ou para o alto, superar os próprios limites. De fato, para sair do lugar, basta dar um passo adiante, simples assim. A transcendência é o que diferencia líderes como Silvio Santos, Jack Welch, John Kennedy, Margareth Tatcher, Madre Teresa e Mahatma Gandhi, entre outros, dos demais líderes na face da Terra. Eles tiveram a capacidade de mudar a si mesmo primeiro, sempre que necessário.

Ser despojado, ter a habilidade de olhar para dentro de si mesmo, estar disposto a mudar, fazer a diferença no mundo, crescer com a equipe e defendê-la até o fim, reconstruí-la, se o mundo assim o exigir. De uma forma ou de outra, a solução dos problemas do mundo está nas mãos dos líderes.

Os líderes têm responsabilidade sobre o desempenho das empresas, o desenvolvimento das pessoas, a evolução da sociedade, a unidade familiar. Acima de tudo, eles são responsáveis pelo seu próprio desempenho, por sua situação real de vida, perante os subordinados e, principalmente, atos e resultados derivados desses atos. Se os resultados acontecem, ou não, a responsabilidade será sempre do líder. Ela não pode ser transferida, jamais.

Ao assumir compromissos, os liderem devem cumpri-los. Isso tem a ver com a dignidade pessoal, com o respeito por si mesmo e pelos outros. A liderança passa a ter sentido apenas quando o líder reconhece a verdadeira responsabilidade em termos de liderança. Pense nisso e seja feliz!

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Estudos de mercado e o uso de ferramentas para melhorar a relação interna das organizações

Sexta, 1 de Agosto de 2008
Conhecer as ferramentas disponíveis para compartilhar informações é indispensável para todas as organizações, mas o principal fator que influência o desempenho da empresa no mercado ainda é sua inteligência, distribuída entre seus colaboradores e que permite encontrar oportunidades no mercado.

A comunicação é fundamental para todos os negócios, e muitos investimentos em sistemas podem trazer maior agilidade em consultas ou troca de informações entre as pessoas, mas somente o software não fará tudo sozinho, ele apenas facilita alguns processos e o desenvolvimento das soluções está nas mãos das pessoas.

Mas existem empresas que acham que um simples sistema fará tudo, que não há mais necessidade de pessoas na organização e que o colaborador irá atrapalhar a comunicação entre as máquinas e seus sistemas implantados.

No entanto existem inúmeras opções para se equilibrar o uso de programas e pessoas, pois para fazer um programa é necessário contar com uma pessoa, para fazer a manutenção dos sistemas também e poucas organizações enxergam que o seu maior diferencial pode estar nas pessoas, que por vezes ficam de lado em inúmeros processos organizacionais.

Diante da necessidade empresarial de equilibrar o uso do conhecimento das pessoas e fornecer-lhes um bom sistema de informação é evidente que as mudanças culturais são necessárias, pois todas as organizações sempre dependerão de pessoas, seja para produzir ou para adquirir produtos ou serviços.

Então cabe ao gestor entender que as melhores ferramentas atingem todo o seu potencial quando as pessoas estão bem preparadas, possuem a cultura de compartilhar as informações e sabem que também são clientes em muitos momentos, e portanto conseguem enxergar o que apenas algumas empresas realmente enxergam quando lidam com seus consumidores.

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Disciplina! Atributo valioso nos dias atuais

Quarta, 18 de Junho de 2008
"Talento sem autodisciplina é como um polvo de patins: há muito movimento, mas nunca se sabe se irá para frente, para trás ou para os lados." Jackson Brown Jr.

Essa atitude denominada disciplina é determinante na vida de cada profissional. Sem autodisciplina o profissional dificilmente terá sucesso. Impor uma disciplina a si próprio é condição indispensável para que se alcance êxito nas ações e, por conseguinte, obter o resultado além do esperado.

A princípio, ter disciplina parece ser algo difícil de alcançar, mas é importante salientar que disciplina se aprende e se desenvolve. Pode-se conseguir isso com o implemento de novos hábitos, desenvolvendo atitudes e posturas diferenciadas diante da vida profissional, priorizando suas metas, canalizando energias e esforços naquilo que se propõe de fato realizar, para que você consiga alcançar algo.

Nos dias atuais, muito é exigido do profissional; além de conhecimento, muita responsabilidade, dedicação, esforço, auto-estima, muita determinação, comprometimento, talento, envolvimento e muita disciplina. Através da disciplina o profissional atua de forma concentrada, priorizando suas metas, trabalhando em prol das mesmas, alcançando maior equilíbrio no que tange à melhor administração do tempo e assim, com muita responsabilidade, determinação e flexibilidade, possui maior chance de alcançar o tão desejado sucesso.

Com efeito, podemos dizer que Disciplina é a palavra de ordem quando o assunto é crescimento profissional e isto não se pode olvidar. O profissional que não dirige sua vida pautada na disciplina, tende a culpar o próximo e os momentos circunstanciais pelas suas falhas. Esse profissional é incapaz de definir seus propósitos, é igualmente incapaz de enxergar o caminho e qual a melhor forma de caminhar e, se assim o for, como o mercado está cada vez mais exigente, correrá risco de ser “carta fora do baralho”, ou seja, de ser expulso do mesmo.

Todo profissional que se preze deve cultivar a autodisciplina. Através da autodisciplina torna-se possível conciliar vida pessoal e vida profissional, atendendo ambas, sem temer e/ou deixar enfraquecer qualquer iniciativa. A implementação desta habilidade se dá quando existir o querer dentro de cada ser. Tudo começa a partir do querer. Há que se despertar esse querer dentro de você, e só assim você estará motivado a querer fazer. É a partir desse momento que tudo poderá mudar.

Somados a isso, além de incorporar a autodisciplina em nossas vidas, torna-se necessário manter o foco, visualizando claramente o que se quer alcançar e através deste controle não ocorrerá o que chamamos de dispersão; por conseguinte, o alvo terá maior probabilidade de ser atingido em um espaço menor de tempo e com maior qualidade.

Nesse particular, devemos ter em mente que é imprescindível sermos bons profissionais. É saudável e desejável a busca por novos caminhos e novas estratégias; ser disciplinado é fator indispensável para que tudo aconteça conforme o esperado.


Com efeito, é de suma importância lembrar que pessoas determinadas sabem qual o alvo que se quer atingir e qual o caminho a percorrer, buscando sempre a autodisciplina, e assim fica tudo mais fácil, pois o caminho pode ser árduo, mas a determinação e a vontade de realização falam mais alto. Pode parecer irreal ou um tanto neurótico um profissional obstinado com férrea disciplina como o que desenhamos acima. Ocorre que é exatamente este o comportamento dos vencedores. Deve-se separar o que é uma legítima neurose do que vem a ser um comportamento de autodisciplina, este necessariamente voltado para algo produtivo, ao contrário da neurose, que desgasta o indivíduo para coisas que não têm a menor importância.

Nesse diapasão, o que se verifica é que atitude e comportamento são duas virtudes determinantes na vida de qualquer profissional, o que é conseguido através de mudança de postura diante dos fatos, enfim, diante da vida, através de muito esforço, dedicação e empenho. Um profissional com tais características possuirá maior tolerância em relação às incertezas, maior confiabilidade em si próprio, determinação e responsabilidade, transpondo os obstáculos que irão surgir no meio da caminhada e, nesta ótica, estes se tornam sede insaciável e, como conseqüência, o alcance do rebento denominado sucesso em tudo que se propuser a fazer.

Pensando assim, nada mais oportuno dizer que o profissional não deve perder mais tempo, começando imediatamente a exercitar a autodisciplina, enxergando que o maior beneficiário disso tudo será uma só pessoa: você.

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SER OU NÃO SER DIFERENTE! EIS A QUESTÃO!

Segunda, 16 de Junho de 2008
Você foi contratado para fazer parte da equipe de vendas de uma grande empresa e aos poucos vai tentando colocar em prática algumas idéias que há muito tempo estão engavetadas na mente à espera de uma oportunidade para torná-lo reconhecido no mercado de trabalho.

Todos os dias, religiosamente, você chega cedo, cumprimenta os colegas com largo sorriso nos lábios, prepara a agenda de trabalho, revê suas metas e, pelo fato de ter um propósito de vida muito claro, não há nada que possa quebrar a sua expressão de otimismo e de esperança com relação ao novo emprego, afinal, você sabe o quanto lutou para conquistar essa vaga e tem noção de quantos profissionais dariam tudo para estar ali no seu lugar.

Depois de algum tempo você percebe que as coisas não são tão simples assim e, apesar do seu esforço e dedicação, o ambiente de trabalho está sempre carregado, o chefe não é nada amistoso e os colegas parecem pouco dispostos a lhe conceder uma chance de apresentar suas idéias.

De fato, embora se trate de uma corporação respeitada, os problemas são comuns, portanto, a recomendação das pessoas que simpatizam com o seu jeito de ser é que você aja com cautela e procure entender a cultura da organização enquanto a oportunidade e o reconhecimento não chegam. Quanto mais absorver o clima organizacional, mais chance terá de apresentar a idéia certa, no momento certo, para a pessoa certa.

Com tanta experiência acumulada e uma vontade incontrolável de fazer a diferença, você sente que tem condições de contribuir mais, porém fica dividido entre a recomendação dos colegas e o desejo de entrar na sala do chefe para dizer o quanto suas idéias podem transformar o departamento numa usina de negócios lucrativos. Uau! Você chega a sonhar com isso.

Naturalmente, em função de tudo que você viu e ouviu, o ambiente de trabalho demonstra ser um celeiro de oportunidades e de mudanças na forma de realizar as tarefas e conduzir os negócios. Com um pouco de ousadia, sorte e discernimento, você acredita que pode se destacar no meio daquela turma de acomodados embora suas idéias sejam ofuscadas a todo instante pela incerteza da reação alheia. O que vão pensar os companheiros de trabalho que estão ali há anos? O que vai dizer o chefe?

Se tudo isso lhe parece familiar, não se desespere. Você faz parte de uma tropa de elite muito invejada nas organizações: a dos sonhadores. Existem outras igualmente rotuladas que tem tudo a ver com o seu jeito de pensar e agir, a dos otimistas e a dos realizadores, portanto, você não está sozinho.

A questão central é: ser mais participativo vai contribuir para o seu desenvolvimento profissional? Outras não menos importantes são: como ser mais participativo sem parecer bajulador, atrevido ou prepotente? Até que ponto suas idéias são interessantes e valiosas para solucionar os problemas da empresa? Tomar a iniciativa faz alguma diferença nas decisões do líder? Qual é o momento mais adequado para expor suas idéias: uma reunião de trabalho ou uma conversa particular com o chefe?

Acredite, não existe uma fórmula ideal para torná-lo mais participativo e reconhecido na empresa. Cada profissional tem uma história de vida, um estilo, uma formação, um jeito de ser e de contribuir, portanto, a virtude mais apropriada para isso é o bom senso. O que conta a seu favor é o fato de que nenhuma empresa contrata alguém simplesmente para receber ordens.

As empresas anseiam por profissionais que cultivam o hábito de fazer bem mais do que aquilo para o qual estão sendo pagos. Pessoas com elevado nível de iniciativa e de dedicação serão sempre olhadas com mais atenção. Você conhece algum profissional que tenha sido promovido graças ao seu alto nível de pessimismo e falta de iniciativa?

Em qualquer profissão é melhor se destacar pelo excesso de iniciativa do que pela falta dela, entretanto, para se obter sucesso na proposição de uma idéia e evitar dissabores, alguns pontos devem ser levados em consideração. Confira a seguir as dicas que poderão levá-lo a uma boa posição de destaque no ambiente de trabalho.


CHECK LIST DA BOA IDÉIA

Dicas para ampliar o seu nível de confiança e de participação na solução de problemas relacionados ao ambiente de trabalho

- Antes de apresentar uma idéia, estude-a com profundidade, avalie os prós e os contras e certifique-se de que a mesma é aplicável na empresa;

- Demonstre conhecimento sobre o assunto; isso gera confiança, uma virtude indispensável para quem se propõe a "dar a cara para bater";

- Não existe idéia perfeita nem idéia completamente descartável, entretanto, seja original, simples e criativo; tome cuidado para não reapresentar uma idéia que não é sua;

- Reflita sobre as questões que favorecem a aceitação de novas idéias: reduz custos? É inovadora? Aumenta o faturamento? Traz resultados em curto prazo?

- Esteja aberto a críticas, contribuições e mudanças na concepção original, caso contrário, é provável que a idéia continue armazenada na sua mente por muito tempo.


O mundo é repleto de profissionais que não fazem nada além do que lhe mandam e outros que fazem somente aquilo que lhe mandam, portanto, ter iniciativa e demonstrar interesse é ser diferente. E com bom senso, "ser, pensar e agir diferente" são requisitos essenciais para quem deseja se destacar no ambiente de trabalho e conquistar definitivamente a confiança daqueles que esperam muito mais do que você imagina ser possível realizar. Pense nisso e seja feliz!