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Rússia pode cancelar embargo de cinco frigoríficos do Brasil

Sabado, 26 de Maio de 2007
Os inspetores russos que suspenderam na última semana as exportações de unidades frigoríficas do Brasil poderão liberar pelo menos cinco unidades no curto prazo por terem percebido que houve má interpretação nos documentos avaliados. A informação foi dada pelo diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa) do Ministério da Agricultura, Nelmon Costa, depois da reunião realizada em São Paulo com o grupo de veterinários russos.]

Segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), as unidades que tiveram suas exportações para a Rússia embargadas são: Rio Grandense (RS), Frinorte (TO), Intercoop (MT) e Três C (RS), além de três unidades do Friboi (SP, MT e GO) e de quatro do Minerva (SP e GO). A Rússia é o principal importador de carne bovina do Brasil.

A missão russa aceitou também estender sua permanência no Brasil para encerrar todo o assunto. Nas próximas segunda e terça-feira, os técnicos deverão vistoriar unidades em Goiás e Mato Grosso. Por parte do Brasil, ficou acertado que será enviada para a Rússia a documentação individual dos frigoríficos, explicando a situação de cada uma das unidades.

Em Paris, o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Inácio Afonso Kroetz, se reunião com o diretor interino do Serviço Federal de Supervisão Veterinária e Fitossanitária da Rússia, Evgueny Nepoklonov, para discutir o assunto. Segundo Kroetz, os russos querem ter certeza de que a carne exportada segue todos os critérios do acordo sanitário firmado entre os dois países. "Eles suspenderam as exportações onde tinham dúvidas", disse o secretário.

O secretário disse ainda que o Ministério da Agricultura irá realizar uma auditoria nas plantas interditadas para após a conclusão ir a Moscou ajustar todas as condutas necessárias. "Assim que tivermos prontos os resultados da auditoria enviaremos uma missão para a Rússia a convite do próprio Nepoklonov", afirmou Kroetz.

Área de segurança

Outra medida que o governo brasileiro pretende tomar para evitar problemas sanitários é a criação de uma faixa de segurança de 15 quilômetros ao longo de toda a fronteira do Brasil, partindo do Rio Grande do Sul até Rondônia. As conversas com a Bolívia já estão adiantadas, pois já havia acertos feitos com o governo do Mato Grosso. Com o Paraguai, o ministério garante que os entendimentos estão prontos e nos próximos meses as medidas começam a ser implantadas.

Entre as medidas a serem tomadas pelo Brasil, Bolívia, Paraguai e Argentina está o georeferenciamento das propriedades, a rastreabilidade e controle do trânsito de animais, vacinação assistida pelos governos e em épocas comuns, brincos em todos os animais e definição de barreiras de trânsito. O orçamento previsto para toda a operação na faixa de fronteira será de R$ 80 milhões.

Fonte: G1

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Alternativa sedutora para abrir o próprio negócio

Segunda, 21 de Maio de 2007
Navegando no blog da minha colega Cris, Business Opportunities Brasil encontrei esta interessante reportagem do PEGN , segue o artigo:

Quiosque para as crianças, quiosque especializado em bichinhos de pelúcia, quiosque para as mulheres, um que só vende pulseiras e um quiosque para homens, onde o cliente escolhe a gravata entre mais de 250 modelos. O empresário Gerson Ferreira descobriu este mercado, por acaso. Ele tinha um ponto no shopping e não sabia o que vender.

"Coloquei gravatas só para fazer um teste e não perder o ponto. Em duas horas, vendi 200 gravatas. Foi onde comecei a buscar o mercado e vi que era um ótimo negócio. E estou nesse segmento há 13 anos", conta Gerson.

O primeiro passo foi encontrar bons fornecedores. Ele conheceu um importador que trazia gravatas da Coréia e, até hoje, compra os produtos dele. As gravatas têm diferentes modelos e os preços variam de R$ 20 a R$ 50.

O investimento inicial foi de R$ 60 mil. O próprio empresário desenhou o quiosque, com área de três metros quadrados. Além dos expositores, com capacidade para 250 gravatas, é possível estocar mais de mil peças em portas escondidas. A localização do quiosque é estratégica: ao lado da praça de alimentação.

"O ponto é primordial. O acondicionamento da sua mercadoria e a exposição dela, tudo pesa muito. E se você fica num ponto escondido, que não tem muita visibilidade, o cliente não vai ver o seu produto", comenta.

Para atender aos pedidos, o empresário vende acessórios como suspensórios, prendedores de gravata e abotoaduras.

"A idéia é inovadora e, com certeza, está dando certo. Pessoas como eu, que estão correndo no dia-a-dia, precisam deste tipo de coisa", aprova o cliente Mauro Lafaiete.

"É interessante porque, às vezes, a gente está com o objetivo único de comprar gravatas e vai diretamente num lugar só", opina o cliente Marcelo Calixto.

Em outro shopping, as mulheres mal entram e já dão de cara com um quiosque repleto de braceletes e pulseiras.

"É uma perdição. Eu venho aqui com dinheiro e já era. Compro todas!", confessa Daniela Daniele.

A idéia do quiosque foi do empresário Evandro Machado Taddei.

"A gente viu que tem um nicho de mercado mal aproveitado - que é o de braceletes - e tentou fazer um quiosque que tivesse o máximo possível desse produto para atender todos os tipos de público", diz Evandro.

O quiosque foi feito para expor 650 peças, sendo que metade fica guardada. São pulseiras nacionais e importadas, de vários materiais, como metal e pedras, acrílico e madeira. Os preços variam entre R$ 20 e R$ 90.

"Achei uma novidade para a mulherada. Isso é bem importante porque acessório faz toda a diferença", comenta a cliente Vilma Maia.

O empresário já formatou um modelo de franquia. O investimento será de R$ 25 mil e o retorno previsto é de três meses.

"A exposição é muito importante. Esse, na verdade, é o ponto principal: a exposição do produto. Para você sair do comum e entrar em alguma coisa diversificada, você dá um quê a mais no produto e chama a atenção do público", ensina Evandro.

Outro quiosque é só diversão para a garotada. Eles literalmente montam o próprio bicho de pelúcia. O quiosque foi criado pelo casal Felício e Suzana Borzani. Eles trouxeram a idéia dos Estados Unidos e adaptaram para o Brasil.

"Foram muitos estudos. Nós contratamos uma agência de arquitetura e trabalhamos toda a idéia de adaptação para espaços pequenos", lembra a empresária.

O investimento foi de R$ 150 mil. O quiosque oferece 20 opções de bichinhos e mais de 60 roupinhas diferentes, que permitem diversas combinações. O preço dos bichinhos varia de R$ 60 a R$ 210, dependendo da quantidade de acessórios usados. A escolha do ponto foi fundamental para o negócio dar certo.

"O local onde você vai vender depende justamente do público-alvo que você quer encontrar. Então, é preciso fazer uma análise de qual é o seu produto, o poder aquisitivo que ele vai atingir, a qualidade e, a partir daí, definir onde encontrar as pessoas que vão comprar o seu produto", afirma Felicio.

O quiosque ocupa uma área de nove metros quadrados e tem capacidade para abrigar até 100 bichinhos de pelúcia. Como as crianças são os principais clientes, a decoração é bem lúdica. A gaveta e a porta, onde fica o estoque, estão disfarçadas em uma máquina bem colorida e inventiva. Todo o processo de montagem leva em média 20 minutos.

São várias etapas. Camila começa gravando o som que vai dentro do bichinho. Depois de escolher o cheirinho, o bichinho recebe o enchimento. Em seguida é penteado, pesado, ganha roupinha e até uma certidão de nascimento. Quem vê a reação de Camila até pensa que ela ganhou o primeiro bichinho.

"Em casa já temos dez bichinhos e está a maior febre. Toda vez que a gente vem ao shopping, ela pede para passar no quiosque. Fora os bichinhos, têm as roupas e em casa já temos uma mala", fala Graciele Cavagnoli, mãe de Camila.

Pelo visto, para Camila, todos os seus bichinhos têm um lugar especial.

"Eu adorei, foi um dos melhores presentes que eu já quis", comemora.

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FLUXOGRAMA OPERACIONAL

Sexta, 13 de Abril de 2007
1. O Exportador solicita a um Banco local uma linha de crédito especial de adiantamento para Exportação (financiamento). O Exportador, após obter confirmação de que a operação pode ser realizada, fecha com o Banco local um contrato de Câmbio na modalidade de "Pagamento Antecipado".

2. O Banco local credita o equivalente em Reais na conta do Exportador.

3. Daí, então, tem o prazo de até um ano para embarque das mercadorias, no caso de ACC, e entrega dos documentos ao Banco local para que este comprove a efetivação da operação junto ao BACEN. Se o embarque já foi efetuado, pode optar pela modalidade ACE, com vencimento para data acordada com o Importador. Nesse caso, os documentos de embarque são entregues no ato do fechamento do Câmbio.

4. Após o embarque, o Importador, no Exterior, paga o valor da exportação na data combinada, liquidando, assim, a operação entre o Exportador e Importador.

5. Localmente, o Exportador paga os juros devidos pelo financiamento, que pode ser antecipadamente ou na data da liquidação.

6. A taxa de juros é identificada no início da operação entre o Banco local e o Exportador. Com pagamento do principal e juros, a operação fica liquidada.