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Tenha disponibilidade

Terça, 22 de Julho de 2008
Um ditado popular nos traz a mensagem: "A pressa é inimiga da perfeição." E, a cada dia dentro das organizações ele é colocado à prova. Ora nos é cobrado a urgência, ora nos é cobrado a perfeição. Com isto, muitas vezes nos vemos buscando a perfeição, mas sem tirar o senso de urgência. Durante algum tempo parece que há certa afinidade entre os dois extremos. Porém, o ditado popular prevalece e acabamos desorientados quanto às ações que devemos manter. É do ser humano a busca pela perfeição. É do modelo de administração atual o senso de urgência. Se por um lado a perfeição nos orienta para a melhoria em tempo integral, por outro, o senso de urgência nos orienta para a produtividade e para a prontidão. E a prontidão está intimamente relacionada com a disponibilidade. Com isto, devemos nos re-orientar: nem perfeição, nem urgência e sim a disponibilidade e prontidão.

É importante que tenhamos um equilíbrio em nossas ações profissionais. Se no dia a dia somos cobrados para a urgência, mas avaliados pela perfeição devemos buscar um caminho intermediário. Um fato colabora para esta ação: sempre que nossos clientes (internos ou externos) requerem algo de nós imediatamente colocam expectativas aos quais devemos satisfazer. A ansiedade por uma resposta tem início e se estabelece. Se respondermos de imediato frustramos a expectativa de perfeição. Se demorarmos em demasia abriremos precedentes para que a concorrência atenda primeiro aos nossos clientes. Assim o nosso trabalho pode ser em vão, pois o cliente teve suas expectativas satisfeitas, ainda que parcialmente. Acrescente-se que muitas vezes a expectativa era de uma informação que pudesse auxiliar no processo de decisão do cliente. Outras vezes, a ânsia deste cliente esta limitada e basta estar ciente do que ocorre naquele momento ou assunto. Há casos que, ainda que se tenham riscos de má informação, o que se espera é a notícia.

Na sociedade focada na informação que é a nossa, o que é válido hoje, em pouco tempo pode não mais ser. Na sociedade que busca a qualidade a expectativa é de que sempre haverá um jeito de se fazer melhor. Portanto, o ponto de equilíbrio é dado pelo prazo de validade, digamos assim, da informação e pela certeza de que sempre se poderá fazer melhor, mas nem sempre é conveniente. Monitor o impacto destes critérios o tempo todo. Encontre o tempo adequado para atender o seu cliente e envie o produto ou serviço solicitado. Em seguida, a evolução pela qualidade se manifestará ainda que você tenha sido perfeito. Sempre haverá algo para alterar ou melhorar e, começa-se a discutir como fazê-lo. O vai e vem neste caso tende a ser positivo, pois transmite ao cliente a sensação de estar envolvido no processo de execução, torna-se um participante ativo, o que freqüentemente é valorizado. Em relação ao tempo, o seu cliente também foi atendido sem possibilidade para outras alternativas.

O senso de qualidade é muito forte em nós. Não importa o resultado que alcancemos sempre queremos fazer melhor e, encontramos oportunidades. O tempo não pode ser o nosso inimigo. Somente aumentamos a qualidade através da identificação de oportunidades após realizarmos. Portanto, alie-se ao tempo e faça a qualidade - isto se chama melhoria. No seu dia-a-dia atenda ás expectativas básicas dos clientes e, se puder à algumas expectativas adicionais mas, disponha-se a corrigir, a alterar, a rever, a modificar, a melhorar. Quebre o senso de urgência em vários momentos e faça a qualidade.

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Como fazer a diferença ao prestar serviços?

Terça, 15 de Julho de 2008
Como fazer a diferença ao prestar serviços?
Um dos principais itens que o consumidor leva em consideração no momento de avaliar um prestador de serviços é o atendimento. Diferente de produtos convencionais, onde os benéficos esperados fazem parte das características físicas dos mesmos, um serviço dificilmente pode ser "sentido" pela pessoa que o contrata. O que nós percebemos nessas situações não é o serviço em si, mas seu resultado. Como exemplo, uma visita ao cabeleireiro terá como conseqüência um corte de cabelo, que pode ser bem ou mau feito. Nesse exemplo, paga-se pela experiência do profissional, mas o que adquirimos é o corte em si, que durará muito pouco. Assim, a principal dificuldade dos prestadores de serviços é torná-los tangíveis aos olhos do consumidor, agregando valor a algo que, pela sua própria natureza passageira, é de difícil avaliação.

Como avaliar um cabeleireiro? Em primeiro lugar pela sua experiência profissional. Quanto mais experiente ele for, maior a garantia de que o corte sairá como nós esperamos. Mas para sabermos a qualidade de seu serviço, será preciso prová-lo. Aqui entra o segundo aspecto que pode caracterizar um bom cabeleireiro, ou seja, a parte visível do serviço. A análise pode começar pelo aspecto do local de trabalho, a simpatia e empatia no trato com os clientes, revistas interessantes para quem está aguardando pelo atendimento, cafezinho, profissionalismo do pessoal, coisas que são percebidas de imediato ao entrar em um salão de beleza pela primeira vez. E para garantir que o cliente retorne no futuro, entram outros fatores que, em conjunto com os já citados, fazem com que o serviço seja avaliado como de boa qualidade.

O exemplo do cabeleireiro retrata a dificuldade que existe em tangibilizar um serviço, fazendo com que o consumidor identifique este e não aquele como sendo seu melhor prestador. Além do resultado final, que deve atender às expectativas do cliente, o que faz a diferença é o conjunto de impressões que este experimenta ao tomar contato com o processo envolvido na oferta do serviço. A necessidade de tornar este último tangível está relacionada com sua pouca capacidade de agregar diferenciação e valor percebido, fatores que devem ser explorados no atendimento/prestação, momento em que o consumidor está em contato direto com a prestadora e o pessoal envolvidos.

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Portas Abertas

Terça, 17 de Junho de 2008
"Antes de entrar, pense na saída."
(Provérbio Italiano)

Diante do dinamismo do mercado de trabalho atual que estimula a mobilidade em todos os níveis hierárquicos, é muito provável que você passe pela experiência de trocar de emprego. Ao fazê-lo, é altamente recomendável adotar uma postura que mantenha abertas as portas da companhia da qual está se retirando.

Os motivos são muitos. Primeiro por uma questão de marketing pessoal, valorizando sua própria imagem como profissional dentro da empresa e perante o mercado. Segundo porque o mundo é pequeno e dá voltas, como se diz por aí. Empresas estão constantemente passando por fusões e incorporações e os executivos estão sempre migrando de uma corporação para outra. Assim, é grande a probabilidade de você voltar a atuar sob a tutela de um mesmo chefe ou conglomerado. E terceiro porque você pode não ser bem sucedido no novo emprego e tentar o retorno ao antigo posto.

Compreendido isso, reflita sobre as sugestões a seguir num eventual processo de transição de emprego.

1. Seja transparente. Ao surgir uma nova oportunidade e após analisá-la, na medida em que as negociações avançarem de forma consistente, reúna-se com o empregador para informá-lo de sua decisão. Jogue aberto e não deixe para comunicar seus passos na última hora - a informação pode chegar por outras fontes e comprometer sua imagem e credibilidade. Lembre-se também de avisar sua equipe de sua saída, procurando tranqüilizá-los.

2. Apresente seus motivos. Se a mudança estiver vinculada a uma grande oportunidade de crescimento pessoal, explique que deseja aproveitá-la, mesmo ciente dos riscos. Se o motivo for um melhor pacote de remuneração, comunique isso com clareza, mas esteja preparado para receber uma eventual contraproposta, podendo aceitá-la ou recusá-la, porém sem jamais entrar em um leilão com os empregadores atuais e potenciais sob o risco de ficar sem nenhum dos dois empregos. Agora, se a mudança deve-se a uma insatisfação com a estrutura da empresa ou com a liderança a que está submetido, prefira argumentar que há uma "incompatibilidade de idéias", ou seja, use de eufemismos para cair fora com elegância.

3. Prepare a transição. Em verdade, o trabalho de preparar um sucessor é atribuição de todo bom profissional e deve ser iniciado logo ao ingressar na empresa. Afinal, você se torna insubstituível quando se torna substituível. Todavia, se conduziu seu cargo com mão de ferro, num estilo centralizador, deverá se desdobrar para selecionar em sua equipe a pessoa que julgar mais qualificada e instruí-la para assumir suas responsabilidades. É uma questão primordial e de respeito para com a companhia sair deixando-a em condições de prosseguir com sua rotina.

4. Elabore um manual. Faça um manual de procedimentos gerenciais contemplando aspectos tidos como fundamentais à luz de sua experiência diante da organização. Encare o documento, de algumas páginas, como um último relatório de suas atividades, procurando orientar seu substituto e aproveitando para registrar as conquistas auferidas durante sua gestão.

5. Dê assistência. A rigor, a legislação brasileira pede um aviso prévio de 30 dias. Se for possível, permaneça à frente dos negócios por este período ou, no mínimo, por 15 dias, a fim de contribuir com o processo de transição. Porém, se o início na outra empresa for imediato, coloque-se à disposição para esclarecer dúvidas por telefone ou e-mail dentro do mesmo prazo em que cumpriria o aviso prévio. Evidentemente, esta colaboração deve ser feita sem interferir em sua nova atividade.

6. Negocie a rescisão. Suas verbas rescisórias são direitos adquiridos. Faça uma negociação justa, evitando cair na armadilha de empresas que procuram se esquivar de suas obrigações sob o pretexto de deixarem as portas abertas. Considere até mesmo nomear um procurador para representá-lo.

As dicas acima foram postuladas sob a ótica do profissional que pede seu desligamento da empresa. É óbvio que no caso de uma demissão sumária, inclusive aquelas com aviso prévio indenizado, o quadro é outro. Entretanto, mesmo nesta situação, vale o alerta de que demonstrar amargura ou reclamar não ajudará em nada. Sempre, sempre demonstre apreço por ter trabalhado na companhia, mesmo que tenha abominado a experiência. Inclusive esta deve ser sua conduta quando entrevistado por outra organização.

No caso de a transição em curso ser para uma empresa concorrente, é evidente que não haverá a possibilidade de cumprir aviso ou dar assistência nos moldes propostos. Nesta circunstância, a transparência ganha relevância suprema, estando associada à ética e ao profissionalismo no que tange ao respeito ao sigilo dos dados estratégicos da companhia demissionária.

Por fim, lembre-se de que seu antigo empregador será uma referência permanente em seu currículo, acompanhando-o por toda a vida. Cultive uma boa imagem. É um patrimônio que vale preservar.

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Administrar o tempo requer perseverança e estratégia

Terça, 6 de Maio de 2008
Nestes tempos em que chegar á frente e fazer o máximo possível no menor espaço de tempo se traduzem em sucesso, ser perseverante e ter sabedoria pode significar muito mais em termos de resultados para os negócios de sua organização. Temos sido condicionados a sermos os primeiros custe o que custar antes de saber por que estamos fazendo. Algumas vezes fazendo as coisas sem mesmo ter a noção de sua real necessidade. O importante é ser o melhor e chegar antes dos demais porque não podemos permitir que o concorrente o faça primeiro. É uma corrida desenfreada em que não se sabe a razão de estar ali e porque devemos efetivamente chegar á frente. Por outro lado, na perspectiva de uma pretensa produtividade somos todos chamados a realizar, realizar cada vez mais, num tempo cada vez menor. Isto justificaria o poder de competitividade das organizações, reduziria os seus custos e contemplaria a sua eficácia e, por que não, a sua riqueza econômica.

O que na verdade deveria estar em discussão é se fizemos a coisa certa, se fizemos o que deveria ser feito, se fizemos na hora em que era necessário, ao invés de ficar fazendo mais e mais. Ao mesmo tempo em que se valoriza a qualidade e o fazer certo na primeira vez, tão proclamado nas empresas atualmente, persiste a obsessão de administrar o tempo com resultados em que se busca aumentar cada vez mais o bolo. O que se tem visto são os profissionais se destruindo, estressados, em busca de um algo mais que se torna passageiro no instante seguinte à sua obtenção. Tanta luta, tantas horas dedicadas, distanciamento da família e dos amigos para perder o significado como num passe de mágica. Os gestores têm valorizado esta atitude e procurado manter o círculo sempre em movimento, num moto-contínuo, na expectativa de que dure eternamente e possam ter a sensação de vitória o tempo todo. Parece-lhe um estímulo que os motiva cada vez mais em detrimento de algo intangível.

Vivenciar intensamente e ser cobrado por algo que não lhe traz significados é a utopia de nosso tempo. Quando alguém se destaca e se torna vitorioso de maneira diferenciada faz com que encontremos um tempo para a reflexão. Administrar e gerir a nossa máquina do tempo, nosso relógio particular, deve ser visto como participar de um grande campeonato de futebol, de vôlei ou mesmo qualquer outro esporte. A luta é contra o tempo, mas, não se pode deixar levar apenas pelas emoções de cada partida ou disputa. Ela é única, e ganhar ou perder não leva á decisão do campeonato. É preciso bom desempenho em todas as partidas. Em algumas seremos vencedores. Em outros perdedores. Ainda existirão empates. É preciso persistência e perseverança para que o time seja equilibrado e consiga ser o campeão. As melhores decisões, os melhores passes, na hora certa para conseguir mais pontos e ser o vencedor. O mais importante: para ser campeão é requerido administrar o tempo, pois há data e hora para chegar e ganhar a final. É uma regra. É uma condição.

No seu trabalho também se vive estas condições, estas regras. Não adianta querer jogar uma partida e desejar estar na final. Não adianta ganhar uma partida apenas para ser o campeão. É preciso jogar com as regras em baixo do braço como se diz, é necessário escolher os melhores jogadores, fazer os passes corretos, escalar o time de acordo com a situação, tomar as decisões corretas para ser eficaz e ter a produtividade valiosa. Quantas vezes fomos solicitados a virar a noite trabalhando para realizar uma tarefa que não era prioridade para aquele a quem se destinava? Quantas vezes você teve que refazer algo porque o superior imediato desejava deixar a sua marca e pediu-lhe que alterasse algo do que foi feito: uma cor, uma palavra, um gráfico. Quantas vezes você tento enviar o trabalho antes para que fosse avaliado e alterado a tempo e sem atitudes desnecessárias (tempo, revisão, etc..)? Nunca tentou? Medo porque o trabalho ainda estava por finalizar? Pois, deveria tentar fazê-lo. Somos perfeccionistas e queremos mostrar que fazemos sempre o melhor, que fazemos primeiro do que os outros (e porque não, mais rápido, ainda que o prazo seja possível), fazemos sofisticado ainda que o simples seja o necessário e a melhor alternativa. Queremos deixar a nossa marca mesmo que o seu superior seja aquele que altere tudo o que fazemos. Faça-o trabalhar para você. Prepare o relatório, não invente muito, tome como base o último que fez, você sabe que ele vai mudar, envie para aprovação e espere que seja destruído. Enquanto isso atenda às outras prioridades ou obtenha mais informações sobre o tema daquele relatório que foi para a aprovação. Deixe aberta a possibilidade de seu chefe re-estruturar todo o seu trabalho - deixe algo pequeno, sem importância errado ou por fazer. Assim ele irá lhe informar tudo o que gostaria que fosse alterado. Aproveite para perguntar sobre as suas novas descobertas sobre o tema e, permita mais uma vez que ele as inclua no relatório como uma idéia muito importante. Depois é simples, volte ao seu computador e conclua todo o trabalho que seu superior fez para você e terá que lhe dar todos os créditos.

Adote estratégias para gerenciar seu tempo e, adapte-se àqueles com quem você se inter-relaciona. Não entre na correria e ansiedade deles. Provoque uma reação pró-ativa e atenda á todas as suas necessidades tendo-os como seus parceiros reais e que nunca poderão dizer-lhes que não fez algo direito. Porém, nunca pergunte como fazer pura e simplesmente (exceto na primeira vez sobre qualquer novo tema). Faça com que a interação lhe proporcione os resultados. Jogue em equipe com ele e com os demais colegas do trabalho. Como no campeonato, ganha aquele que jogar melhor em todas as partidas e fizer mais pontos mesmo que perca algumas partidas.

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Administrando o Tempo, Administrando a Vida

Sabado, 26 de Abril de 2008
"Enquanto você não se der valor, não valorizará seu tempo.
Enquanto não der valor ao tempo, não fará nada de importante."
(M. Scott Peck)

O tempo é o mais democrático dos recursos. Pouco importa sua idade, escolaridade ou condição sócio-econômica. Todos nós dispomos de 24 horas diárias e a forma como as utilizamos justifica nossos resultados e nos diferencia.

Temos a sensação constante de que o tempo acelerou. Os dias parecem mais breves. Quando se vê, mais um mês se passou. E diante da rotina, das atividades meramente operacionais a que nos entregamos, a angústia e a frustração podem nos visitar.

Por isso, é fundamental tomar consciência de que administrar o tempo é administrar a própria vida.

Diante disso, proponho que você redija uma Constituição Pessoal, ou seja, uma espécie de carta identitária capaz de nortear seu caminho. Para tanto, identifique os valores que governam sua vida. Pode ser desde amor e generosidade, até sucesso e riqueza material. O universo de valores é amplo e solicita um consciencioso exercício de reflexão. Em seguida, coloque-os em ordem de prioridade. É o momento de se fazer escolhas e descobrir o que é mais relevante em seu julgamento. Depois, você deverá unir razão e emoção, cabeça e coração, escrevendo um pequeno parágrafo para cada um destes valores. Por fim, leia esta sua pequena lista com freqüência e tome suas decisões com base nela.

Peter Drucker, em seu livro, The Effective Executive in Action, sentencia que gerenciar o tempo é a base da eficácia. E o guru desafia você a responder a algumas questões:

1. O que eu estou fazendo que não precisa ser feito?
2. O que eu estou fazendo que poderia ser feito por outra pessoa?
3. O que eu estou fazendo que só eu posso fazer?
4. O que eu deveria fazer que não estou fazendo?

Suas respostas, com olhos atentos na Constituição Pessoal, com certeza lhe sinalizarão a necessidade de delegar atividades, de retomar o foco em suas metas pessoais ou de corrigir rotas.

Um dos instrumentos mais difundidos em termos de gestão do tempo é a chamada matriz desenvolvida por Covey que divide as tarefas a partir de sua urgência e importância.

O primeiro quadrante reúne atividades urgentes e importantes. Trata-se de reuniões, atividades com prazos definidos e eventuais crises. Estas tarefas devem ser feitas de imediato e da melhor forma possível.

O segundo quadrante engloba as atividades importantes, porém não urgentes. São tarefas que demandam planejamento, envolvem aprendizado e criatividade e que podem trazer consigo grandes oportunidades. Todavia, quando procrastinadas, ou seja, recorrentemente adiadas, são promovidas ao quadrante anterior, exigindo urgência em seu tratamento.

No terceiro quadrante residem as atividades que correspondem aos maiores desperdiçadores de tempo. São as tarefas urgentes, mas não importantes, como telefonemas, relatórios, correspondências e até interrupções. Livre-se delas com rapidez, pois não contribuem com suas metas.

Finalmente, o último quadrante da matriz de gerenciamento do tempo contém atividades que não são importantes e também não são urgentes. Trata-se de trabalho irrelevante, telefonemas inúteis, situações alienantes, apego a detalhes. Enfim, pura perda de tempo. Aqui nada se produz.

E então, como você tem distribuído suas tarefas?