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C.A.R.I.S.M.A.

Domingo, 6 de Abril de 2008
Algumas pessoas tem um tipo de sedução que faz com que sejam naturalmente admiradas, queridas e tenham maior eficácia na comunicação e no relacionamento com seus contatos.

A esta "habilidade" podemos dar o nome de Carisma, e como toda habilidade, o Carisma deve ser praticado e aperfeiçoado continuamente.

Sabemos que profissionais carismáticos se destacam com mais facilidade onde quer que escolham atuar. Vamos então utilizar as letras da palavra C.A.R.I.S.M.A. em forma de acróstico para sugerir algumas práticas que podem nos tornar mais carismáticos.

Cultive o bom humor: Pessoas gostam de alegria. Procure manter um sorriso verdadeiro no rosto, veja sempre o lado bom das coisas e fale de coisas positivas. Não seja uma pessoa "azeda".

E muito importante:- Não confunda bom humor com palhaçada, existem pessoas que para parecerem bem humoradas, ficam o tempo todo contando piadinhas, zombando dos outros e muitas vezes acabam sendo inconvenientes e chatos.

Aja com naturalidade: Nada pode ser forçado! Seja você mesmo, espontâneo e autêntico, mas não abuse em roupas espalhafatosas no local de trabalho. Gargalhadas exageradas também não combinam com local de trabalho a não ser que você trabalhe em um circo. Lembre-se que o limite que nos afasta do ridículo é nosso bom senso.

Relacione-se com pessoas: Comunique-se, seja amigável e acessível. Procure sempre ajudar os outros e saiba agradecer e reconhecer o esforço alheio. Mostre interesse pelas pessoas, preste atenção aos pequenos detalhes (nomes, aniversário, datas especiais, etc). Relacionamentos devem ser cultivados e bem cuidados para se gerar bons frutos. Nas empresas 80% das vagas são ocupadas por pessoas que receberam alguma indicação.

Inspire Confiança e Entusiasmo: Para ser admirado é preciso ser ético e mostrar auto-confiança. Atue com entusiasmo e será entusiasta!

Simplicidade com Elegância: Todos nós procuramos pelo que é simples e funcional. Tudo o que é complexo e sem equilíbrio acaba nos afastando. As canções dos Beatles por exemplo, eram elegantemente simples, fáceis de acompanhar, e por este motivo conseguiam ser carismáticas.

Mantenha-se em Condições de Jogo; Cuide da sua aparência: - Se você anda sempre com uma má postura física, com roupas mal cuidadas, barba por fazer e cabelos desarrumados, seu cliente irá achar que você é desarrumado, seu produto é desarrumado e sua empresa é desarrumada.

Ame e será amado: Seja apaixonado pelo seu trabalho. Envolva-se com causas que você realmente acredita. Carisma tem haver com credibilidade. Se você não gosta do que faz, dificilmente alguém irá lhe dar algum crédito.

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Diagrama Espinha de Peixe

Quarta, 28 de Março de 2007
Diagrama de Ishikawa ou Espinha-de-peixe é uma ferramenta gráfica utilizada pela Administração para o Gerenciamento e o Controle da Qualidade (CQ) em processos diversos. Originalmente proposto pelo engenheiro químico Kaoru Ishikawa em 1943 e aperfeiçoado nos anos seguintes. Também é conhecido como: diagrama causa-efeito, diagrama 4M, diagrama 5M e diagrama 6M.

Este diagrama é conhecido como 6M pois, em sua estrutura, todos os tipos de problemas podem ser classificados como sendo de seis tipos diferentes:

* Método

* Matéria-prima

* Mão-de-obra

* Máquinas

* Medição

* Meio ambiente

Este sistema permite estruturar hierarquicamente as causas de determinado problema ou oportunidade de melhoria, bem como seus efeitos sobre a qualidade. Permite também estruturar qualquer sistema que necessite de resposta de forma gráfica e sintética.

O diagrama pode evoluir de uma estrutura hierárquica para um diagrama de relações, uma das sete ferramentas do Planejamento da Qualidade ou Sete Ferramentas da Qualidade por ele desenvolvidas, que apresenta uma estrutura mais complexa, não hierárquica.

Ishikawa observou que embora nem todos os problemas pudessem ser resolvidos por essas ferramentas, ao menos 95% poderiam ser, e que qualquer trabalhador fabril poderia efetivamente utilizá-las. Embora algumas dessas ferramentas já fossem conhecidas havia algum tempo, Ishikawa as organizou especificamente para aperfeiçoar o Controle de Qualidade Industrial nos anos 60.

Talvez o alcance maior dessas ferramentas tenha sido a instrução dos Círculos de Controle de Qualidade (CCQ). Seu sucesso surpreendeu a todos, especialmente quando foram exportados do Japão para o ocidente. Esse aspecto essencial do Gerenciamento da Qualidade foi responsável por muitos dos acréscimos na qualidade dos produtos japoneses, e posteriormente muitos dos produtos e serviços de classe mundial, durante as últimas três décadas.

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Sete ferramentas do controle de qualidade

Quarta, 21 de Março de 2007
1. Diagrama de Pareto

Diagrama de Pareto é um gráfico de barras que ordena as frequências das ocorrências, da maior para a menor, permitindo a priorização dos problemas. Mostra ainda a curva de percentagens acumuladas. Sua maior utilidade é a de permitir uma fácil visualização e identificação das causas ou problemas mais importantes, possibilitando a concentração de esforços sobre os mesmos. É uma das sete ferramentas da qualidade.

1. Diagramas de causa-efeito (espinha de peixe ou diagrama de Ishikawa).

O Diagrama de Ishikawa ou Espinha-de-peixe é uma ferramenta gráfica utilizada pela Administração para o Gerenciamento e o Controle da Qualidade (CQ) em processos diversos. Originalmente proposto pelo engenheiro químico Kaoru Ishikawa em 1943 e aperfeiçoado nos anos seguintes. Também é conhecido como: diagrama causa-efeito, diagrama 4M, diagrama 5M e diagrama 6M.

Este diagrama é conhecido como 6M pois, em sua estrutura, todos os tipos de problemas podem ser classificados como sendo de seis tipos diferentes:

Método Matéria-prima Mão-de-obra Máquinas Medição Meio ambiente Este sistema permite estruturar hierarquicamente as causas de determinado problema ou oportunidade de melhoria, bem como seus efeitos sobre a qualidade. Permite também estruturar qualquer sistema que necessite de resposta de forma gráfica e sintética.

O diagrama pode evoluir de uma estrutura hierárquica para um diagrama de relações, uma das sete ferramentas do Planejamento da Qualidade ou Sete Ferramentas da Qualidade por ele desenvolvidas, que apresenta uma estrutura mais complexa, não hierárquica

1. Histogramas.

Na estatística, um histograma é uma representação gráfica da distribuição de frequências de uma massa de medições, normalmente um gráfico de barras verticais. É uma das Sete Ferramentas da Qualidade.

O histograma é um gráfico composto por retângulos justapostos em que a base de cada um deles corresponde ao intervalo de classe e a sua altura à respectiva freqüência. Quando o número de dados aumenta indefinidamente e o intervalo de classe tende a zero, a distribuição de freqüência passa para uma distribuição de densidade de probabilidades. A construção de histogramas tem caráter preliminar em qualquer estudo e é um importante indicador da distribuição de dados. Podem indicar se uma distribuição aproxima-se de uma função normal, como pode indicar mistura de populações quando se apresentam bimodais.

1. Folhas de verificação.

As folhas de verificação são tabelas ou planilhas usadas para facilitar a coleta e análise de dados. O uso de folhas de verificação economiza tempo, eliminando o trabalho de se desenhar figuras ou escrever números repetitivos. Além disso elas evitam comprometer a análise dos dados. É uma das sete ferramentas da qualidade

1. Gráficos de dispersão.

Um gráfico de dispersão constitui a melhor maneira de visualizar a relação entre duas variáveis quantitativas. É uma das sete ferramentas da qualidade. Coleta dados aos pares de duas variáveis (causa/efeito) para checar a existência real da relação entre essas variáveis.

1. Fluxogramas.

Fluxograma é um tipo de diagrama, e pode ser entendido como uma representação esquemática de um processo, muitas vezes feita através de gráficos que ilustram de forma descomplicada a transição de informações entre os elementos que o compõem. Podemos entendê-lo, na prática, como a documentação dos passos necessários para a execução de um processo qualquer. É uma das Sete Ferramentas da Qualidade. Muito utilizada em fábricas e industrias para a organização de produtos e processos.

O Diagrama de Fluxo de Dados (DFD) utiliza do Fluxograma para modelagem e documentação de sistemas computacionais.

1. Cartas de controle.

Carta de controle é um tipo de gráfico, comumente utilizado para o acompanhamento durante um processo, determina uma faixa chamada de tolerância limitada pela linha superior (limite superior de controle) e uma linha inferior (limite inferior de controle) e uma linha média do processo, que foram estatisticamente determinadas. É uma das Sete Ferramentas da Qualidade.

Realizada em amostras extraídas durante o processo, supõe-se distribuição normal das características da qualidade. O objetivo é verificar se o processo está sob controle. Este controle é feito através do gráfico.

Tipos de Cartas de Controle:

Controle por variáveis Controle por atributos

Ishikawa observou que embora nem todos os problemas pudessem ser resolvidos por essas ferramentas, ao menos 95% poderiam ser, e que qualquer trabalhador fabril poderia efetivamente utilizá-las. Embora algumas dessas ferramentas já fossem conhecidas havia algum tempo, Ishikawa as organizou especificamente para aperfeiçoar o Controle de Qualidade Industrial nos anos 60.

Talvez o alcance maior dessas ferramentas tenha sido a instrução dos Círculos de Controle de Qualidade (CCQ). Seu sucesso surpreendeu a todos, especialmente quando foram exportados do Japão para o ocidente. Esse aspecto essencial do Gerenciamento da Qualidade foi responsável por muitos dos acréscimos na qualidade dos produtos japoneses, e posteriormente muitos dos produtos e serviços de classe mundial, durante as últimas três décadas.