Avatar

FELIZ COMPORTAMENTO NOVO!

Sexta, 2 de Janeiro de 2009
Na faculdade de psicologia eu sempre ficava encafifado com a chamada Análise Experimental do Comportamento, uma prática científica embasada no "Behaviorismo", e que tem entre seus pressupostos a afirmativa de que podemos entender as pessoas através de seu comportamento.

O motivo de meu "encafifamento", é que tal abordagem sempre valorizou muito pouco o que se chama de subjetividade, preferindo se ater ao que pode ser positivamente verificável, observável e mensurável.

Mas já ficaram para trás minhas angústias de estudante de psicologia e devo dizer que, sem desprezar a subjetividade das pessoas, tenho cada vez mais a tendência de considerar que "comportamento" é realmente uma grande variável a ser usada para verificar evoluções (ou não) na vida de um ser humano.

Fim de ano é sempre a mesma coisa: emoção, revisão, coração... Muita tendência de mudança, abertura ao novo e, para alguns, planejamento para dias melhores, mais saudáveis, mais organizados e acima de tudo, mais felizes.

Acontece que, geralmente, somos muito "subjetivos" e pouco "comportamentais" nas resoluções tomadas. As palavras são bonitas, os sentimentos arrebatam, a poesia das letras se torna mais perceptível, o coração se enche de boas intenções e... O comportamento permanece o mesmo.

É o caso do homem que faz um belo discurso na ceia de natal, mas não tem paciência com a esposa e filhos; é o estudante que se enche de "vontade de mudar" e continua dormindo até o meio dia e resistindo às leituras; é a pessoa que compra e lê um livro sobre "como ser mais gentil" e continua sendo grossa com todos. (inclusive com o vendedor do livro).

De boas intenções o mundo (para não dizer outro lugar) está cheio. Mudar é muito menos reflexão – e muito mais ação – do que pensamos. De que adiantam belas palavras e lindos cartões se você sequer consegue ficar sem gritar com aqueles que te aborrecem.

Toda a onda de sentimentos que nos invade nos finais de ano é sim, muito benéfica, e serve para reforçar cada vez mais a evolução moral, emocional e espiritual do ser humano.

Acontece que toda esta evolução apenas se efetiva na prática a partir de algo definido por esta palavra: comportamento.

Por isso minha sugestão - porque não sou pretensioso ao ponto de dar conselhos – àqueles que querem mudar, crescer, evoluir ou melhorar seja lá o que for, é:

Observe suas ações, as mais corriqueiras, as mais cotidianas, as menos (menos?) importantes, enfim, aquelas que tomamos em relação às pessoas à nossa volta e que às vezes estão tão automáticas e enraizadas que nos esquecemos de incluí-las em nossos "planos" de mudança; pelo menos de maneira prática.

Sonhar é bom, amar é maravilhoso, aprender refresca a alma e mudar é algo magnífico na vida qualquer ser humano. Portanto mude, mas não só na base, no íntimo, no mais fundo de seu ser.

Mude também no "raso" de sua alma, no brilho dos seus olhos, no calor de seus abraços e na ponta de sua língua; pois as pessoas não vêem e não sentem o que está lá dentro, mas somente aquilo que você mostra a elas.

Um grande abraço, boas festas, muita saúde e claro: Feliz comportamento novo para todos nós em 2009!

Avatar

Descubra como progredir na profissão de vendas

Quarta, 5 de Novembro de 2008
Sempre que perguntamos aos consultores de vendas se eles estão trabalhando melhor esse ano do que no ano anterior, eles costumam responder que sim. Daí, se você pergunta o que eles estão realizando, eles respondem: eu estou trabalhando duro, estou tendo atitudes melhores e tenho mais entusiasmo. Claro que essas coisas são essenciais para se chegar ao topo em qualquer profissão. No entanto, a análise final dessa situação nem sempre revela sucesso para quem tem o mesmo comportamento. Preste atenção na afirmativa: ‘trabalhando duro’. O que isso significa exatamente? Muitos trabalham 50 horas por semana ao invés de 40; ou 60 ao invés de 50. Essas horas extras significam perda de tempo, improdutividade. Nós devemos aprender a trabalhar inteligentemente, não acima dos limites. Os vendedores precisam ter disciplina para ocuparem seu dia com atividades produtivas” e não com embromação. Ele precisa saber que para evoluir é quase sempre necessário prática, educação e mudança de comportamento (aprendizado).

a) Prática: nada evolui sem ela. Os que mais vencem no esporte são os que mais praticam. Uma equipe passa mais tempo praticando que competindo. Por que então com os consultores de vendas seria diferente? O vendedor precisa desenvolver a mentalidade de que é necessário praticar antes de receber o cliente. Praticar atendimento, demonstração, abordagem, negociação, fechamento, etc. A conclusão que se tira é: vence mais, quem pratica mais.

b) Educação: é essencial para evoluir em qualquer carreira. Vencerá aquele que se tornar um estudioso voluntário. Para isso você deve:

1. Separar alguns minutos diários para ler informações sobre o produto;

2. Reservar alguns minutos todas as semanas para saber mais sobre a sua marca, programa de fábrica, etc. Tudo muda muito rapidamente e se você não estiver antenado vai ficar “a ver navios”.

3. Seja pró-ativo: freqüente seminários, leia jornais, revistas e sobre a profissão de vendas, etc.

Agindo assim você se tornará rapidamente um vencedor. E todos gostam de comprar com vencedores.

c) Mudança: Uma definição insana é fazer sempre a coisa do mesmo jeito e esperar resultados diferentes. Se você tenta sempre do mesmo jeito, os resultados serão os mesmos. Daí, é necessário que você mude a maneira de fazer e isso envolve rever sistemas, processos e a maneira de atender o cliente. O que você tem a perder se mudar para melhor?

Lembre-se: você precisa praticar, educar-se e implementar mudanças. Você precisa entrar por si só em uma arena de desenvolvimento pessoal e desenvolver novos aprendizados. Terá que aprender a aprender, pois somente assim você conseguirá construir uma vida melhor para si.

Avatar

Dicas para ser reprovado numa entrevista de emprego – parte 1

Sexta, 22 de Agosto de 2008
Ai, que nervoso!
Chegou a hora da entrevista. Como você se sente? Já sei, as pernas amoleceram, a garganta secou e o suor escorre pela ponta dos dedos das mãos.
Pois é, no atual contexto do mundo dos negócios torna-se vital considerar a importância de um bom comportamento nestes momentos.
Foi pensando nisso que resolvi escrever algumas dicas sobre como ficar atento e causar uma boa impressão ao selecionador. Mas, pensando bem... Hum... Acho melhor fazer o inverso. Abaixo saiba o que não fazer numa entrevista de emprego, de modo a aumentar suas chances. Mas, lembre-se, seja você mesmo.

- Mascar chiclete durante uma entrevista (mesmo por telefone).
É nojento! O selecionador percebe, pois seu tom de voz se altera, as palavras saem incompletas e isso compromete muito sua forma de se expressar.
Ah, sim, e pessoalmente é possível ver até uma babinha escorrendo no canto da boca. Éca!

- Atender ao celular
Este é um problema. Se a pessoa for discreta ainda vai, mas muitas vezes o candidato fica “discutindo a relação” diante do selecionador. Evite usar o celular nestes momentos, a sua atenção deve estar voltada para a entrevista.

- Comparecer à entrevista acompanhado
Não! Definitivamente, nunca faça isto.
Alguns candidatos levam suas mães, amigos e cônjuges. Estes acompanhantes muitas vezes até entram na sala junto com o candidato sem ser convidados. O pior é que ainda dão palpites. O candidato à vaga é você, só você, os acompanhantes são completamente desnecessários.

- Mexer nos objetos sobre a mesa do selecionador
Parece brincadeira, mas não se assuste pois este comportamento é mais comum do que você imagina. Há candidatos que organizam os objetos sobre a mesa, brincam com os bibelôs e abrem espaço no centro da mesa. Outro dia vi um candidato abrindo gavetas. Inconveniente... Bem, acredito que nestes casos talvez seja necessário um acompanhamento psicológico.

- Ligar insistentemente para saber o resultado da seleção
Por mais que a ansiedade lhe cause comichão é importante saber se colocar no lugar do selecionador. São muitos vagas e muitos candidatos. Já pensou se todo mundo decidir ligar? Compreenda que um processo seletivo pode levar certo tempo. Portanto, após a entrevista pergunte como será a finalização do processo e qual o tempo previsto para receber uma resposta, seja ela afirmativa ou não.

Por enquanto siga estas dicas. Ainda tem muito mais, mas fica para outro artigo.

Avatar

MEU NOME É TRABALHO

Segunda, 18 de Fevereiro de 2008
Durante as minhas palestras eu costumo perguntar aos participantes se eles lêem a bíblia com freqüência. A maioria afirma quem sim. Então, para testar a eficácia da leitura alheia eu lanço a segunda questão: o que está escrito no Livro do Genesis, capítulo 3, versículos de 16 a 20? Obviamente, ninguém se lembra e embora eu o faça de maneira proposital e descontraída, o conteúdo dessa pequena passagem bíblica requer uma análise profunda seguida de uma reflexão ainda maior.

Caso não se lembre ou não tenha esse costume, tomei a liberdade de transcrevê-la para refletirmos um pouco sobre o significado: "E Deus disse à mulher: multiplicarei os teus trabalhos e teus partos. Darás à luz com dor aos filhos, e estarás sob o poder do marido, e ele te dominará. E disse a Adão: Porque destes ouvidos à voz de tua mulher e comeste da árvore de que te tinha ordenado que não comesses, a terra será maldita por tua causa; tirarás dela o sustento com trabalhos penosos todos os dias da tua vida. Ela te produzirá espinhos e abrolhos, e tu comerás a erva da terra. Comerás o pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tomado; por que tu és pó, e em pó te hás de tornar. E Adão pôs à sua mulher o nome de Eva, porque ela era a mãe de todos os viventes."

Embora se trate de uma linguagem simbólica, acredito que um universo muito limitado de pessoas faz idéia de como essa afirmativa bíblica influenciou a evolução humana nos últimos dois mil anos, no âmbito pessoal e profissional. Como foi escrito anteriormente, a reação de Lutero à associação do trabalho ao castigo, na metade do primeiro milênio, quebrou parcialmente a conotação distorcida dos fatos e a interpretação histórica dos acontecimentos, elevando o conceito do trabalho para um nível mais aceitável no Ocidente, porém a influência do pensamento original ainda mostra sinais de força em pleno século 21.

Durante milênios as guerras também contribuíram para o pensamento negativo a respeito do trabalho. Quando os exércitos inimigos eram quase dizimados na sua totalidade, os soldados remanescentes eram escravizados e obrigados a trabalhar como castigo por seu sinal de fraqueza. Quando o escravo não queria fazer o que o novo patrão exigia, o senhor o mandava tripaliare. Por isso a origem da palavra trabalho vem do latim tripaliare, o mesmo que torturar, que por sua vez origina-se de tripalium, antigo instrumento de tortura. E aqui entre nós, de vez em quando você não considera o trabalho uma tortura?

Quando eu era pequeno ouvia minha mãe repetir o tempo todo pelos cantos da casa: - Meu Deus, mas que castigo! O que foi que eu fiz para merecer tudo isso? Naturalmente, ela não se referia apenas ao trabalho, mas a uma condição de vida desfavorável e uma coisa era conseqüência da outra. Eu devo ter contribuído bastante nesse sentido, pois, diga-se de passagem, na época eu era uma peste de marca maior e muitos dos seus cabelos brancos se devem ao meu comportamento, típico de menino peralta. Essa é velha, hein!

As adversidades foram de grande valia durante os anos seguintes. Leva tempo para a gente se tornar gente e o que conta mesmo é o tempo presente, mas ainda hoje nos lembramos daquele tempo com um tempo de grande aprendizado. O fato é que o trabalho, quando não exercido dentro da sua vocação original, tende a se tornar um fardo pesado para muitas pessoas. Por mais que elas tentem inverter o raciocínio para se adaptar a uma determinada profissão, função ou atividade, por questão de sobrevivência pura e simples, a natureza humana custa a aceitar um papel diferente e, dessa forma, o conflito interior se instala.

Em outras palavras, a pessoa está ali porque não dispõe de alternativa menos dolorosa e acaba utilizando a experiência atual de trabalho como trampolim enquanto uma nova oportunidade não chega. Particularmente, não vejo nenhum problema nisso, comum à maioria das pessoas. O problema está no comportamento adotado nesse chamado período de transição.

Caso não acredite no que digo, olhe ao seu redor - em cada ambiente de trabalho que você conhece, em cada loja que você entra, em cada restaurante que você come, em cada supermercado que você compra ou em cada repartição pública que você recorre - a quantidade de profissionais que está ali simplesmente para marcar presença, sem a mínima vontade de ser agradável e educada por um instante apenas, ainda que para isso seja necessário fingir um pouco, pelo menos na presença dos clientes.

A máxima do trabalho continua o máximo em qualquer lugar do mundo: "enquanto você não faz o que gosta esforce-se para gostar do que faz", caso contrário, sua vida será um verdadeiro suplício. Imagine-se no lugar do patrão, do empreendedor ou do empresário que você tanto quer ser tendo que administrar a insatisfação alheia e a má vontade dos colaboradores. Um profissional é contratado para defender os interesses da empresa e ainda que ele odeie o trabalho, os clientes nada têm a ver com isso.

Quantas vezes você já escutou a famigerada expressão "meu nome é trabalho"? No meu caso ouvi centenas de vezes, em diferentes empresas, algumas por hipocrisia, outras por conveniência ou gozação e muitas outras porque realmente encontrei pessoas movidas a trabalho. Essa última classe, respeitadas as devidas proporções, é admirável. Imagino fazer parte dela, com muito discernimento, pois há uma distinção enorme entre profissionais admiráveis e alienados capazes de levar o colchão para dormir na empresa e não perder o horário do dia seguinte.

O trabalho realmente dignifica o homem. Isso é fato consumado, porém divertir-se trabalhando é um desafio a ser superado. Dedicar-se com afinco e gostar do trabalho, independentemente de qual seja, é um desafio maior ainda. Coisas boas vêm para aqueles que continuam trabalhando fervorosamente enquanto esperam por uma situação mais confortável e alinhada com o seu propósito de vida.

Quando você conhecer a sua verdadeira natureza e compreender o seu verdadeiro eu, o trabalho se tornará um instrumento de paz e crescimento interior, nunca de castigo ou de tortura. Antes de perguntar "o que eu vou ganhar com isso?" pergunte "como eu posso ajudar?" e as transformações positivas serão inevitáveis.

Por fim, as palavras do grande escritor libanês Khalil Gibran, autor de O Profeta, encerram a nossa lição de hoje: "Sempre vos disseram que o trabalho é uma maldição e a labuta uma infelicidade. Mas eu vos digo que, quando trabalhais, cumpris uma parte do sonho mais profundo da terra que vos foi designada quando o sonho nasceu; e mantendo vosso trabalho, em verdade estais mantendo a vida; e amar a vida através do trabalho é manter-se íntimo do maior segredo da vida; e todo o trabalho é vazio, a não ser que haja amor; e quando trabalhais com amor, vos ligais a vós mesmos, e aos outros, e a Deus". Pense nisso e seja feliz!

Avatar

O EMPREENDEDOR DO FUTURO

Terça, 5 de Fevereiro de 2008
A sociedade é uma onda e a onda move-se para frente, mas a água da qual é composta não, afirmava Emerson, pensador e filósofo americano. A mesma partícula não sobe do vale para a crista. Sua unidade é apenas fenomênica. As pessoas que hoje perfazem uma nação morrem no ano seguinte, e sua experiência com elas.

A evolução do ser humano só se consolida no último segundo, antes do suspiro final. Neste momento ele atinge o ápice da sabedoria, porém não há como desfrutar de mais nada. Lamentavelmente, a sociedade aprendeu a medir o homem pelos bens que possui e não pelo bem que produz, o que faz dele um eterno perseguidor das coisas materiais, por medo do futuro, esse desconhecido que ele próprio consegue subverter.

Ganhar dinheiro e constituir patrimônio para se viver confortavelmente é o desejo da grande maioria, mas construir um mundo melhor exige sacrifícios que a sociedade não está disposta a realizar. O preço do conforto e da glória é alto. A escassez de recursos e as diferenças de oportunidades ao redor do mundo são dignas de reflexão. A mobilidade para a redução das desigualdades é mínima. Há muitos que lutam por pouco e poucos que lutam por mais ainda. Há os que lutam pela vida e os que esperam encontrar a vida na morte. O mundo é essencialmente contraditório.

O Empreendedorismo é visto por alguns como a nova onda do futuro. Em 1994, Jeffry Timmons, estudioso do assunto, declarou que o Empreendedorismo é uma revolução silenciosa que será para o século XXI mais do que a Revolução Industrial foi para o Século XX. Com base nessa afirmativa, viveremos uma era de transformações de toda ordem, caracterizada por novas formas de sobrevivência onde o não-emprego tende a dominar as relações de trabalho, diferente do que se vê hoje, se levado em conta que a carteira profissional assinada ainda representa segurança para a maioria das pessoas. O grande desafio será o empreendedorismo sustentável, integrado ao ritmo da natureza, incapaz de comprometer a sobrevivência das próximas gerações.

A preocupação com o futuro é praticamente nula. O imediatismo tomou conta do ser humano e transformou-o numa usina materialista. Em alta velocidade, a sociedade de consumo vai se consumando para o bem (?) da economia mundial. Serão necessários muitos planetas com todos os recursos naturais da Terra para saciar o apetite insaciável do consumo até o fim do novo século.

O trabalho por conta própria remete naturalmente as pessoas ao ganho imediato e ao acúmulo de dinheiro, porém, deixo aqui um desafio para o leitor. Ao colocar em prática o seu espírito empreendedor, pense em como contribuir para melhorar o ambiente ao seu redor e o que você gostaria de deixar como exemplo para as gerações futuras. Se o negócio estiver alinhado com a sua maneira de pensar, de agir e de ver o futuro, não há como dar errado.

Para quê tanta preocupação? Para que os netos dos nossos netos possam desfrutar do gostinho de beber água na palma da mão na primeira vertente que tende a ser disputada no mesmo futuro que a sociedade contemporânea faz questão de ignorar. A solução para os problemas da humanidade está dentro de nós e o que está dentro de nós está disponível no presente. Tudo o que o homem precisa está na terra, no ar e na água, portanto, tratar essa combinação de elementos vitais com carinho e respeito é o mínimo a ser feito.

O empreendedor do futuro não pensa apenas economicamente. Em qualquer lugar do planeta, a sustentabilidade dos negócios está diretamente relacionada ao sentido de realização e à utilização consciente dos recursos naturais disponíveis. Do restante, o foco, esforço individual e a natureza se encarregam.