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Sexta, 3 de Agosto de 2007
Mateus Paulini (Fundador) - residente em Ribeirão Preto - SP, atualmente é diretor comercial da Paulini Software (desenvolvimento de software corporativo) e Consultor Empresarial. Formado em Administração de Empresas, possui CBA: Certificate of Business Administration em Liderança, Gerência e Direção - Dale Carnegie Training, e Pós-Graduação em Administração de Empresas.
Anderson Hernandes (Colaborador) - Conferencista, Escritor e Palestrante. Possui três livros publicados sendo eles: "Manual Prático de Sobrevivência da Pequena Empresa", "O Perfil do Profissional de Sucesso do Mundo Moderno" e o Manual "Como Criar e Manter um Negócio Rentável". Atua como Diretor do Grupo Tactus Gestão Financeira e Idealizador da Revista de Gestão Empresarial "Como Construir e Manter um Negócio Rentável" lançada em 2006, disponível gratuitamente em nosso site www.hernandes.com.br/revista atualmente com mais de 20 mil leitores.
Anderson Rocha (Colaborador) - é um profundo pesquisador do comportamento humano, grande orador e um palestrante de conteúdo, com estilo interativo, dinâmico, descontraído, que agrega muito valor aos que participam de suas palestras e cursos. Formado em Administração de Empresas e especialista em comunicação verbal/não verbal e recursos humanos.
Atualmente é consultor especialista em comunicação verbal/não verbal, facilitador do Sebrae/ES, professor e palestrante nas áreas de comunicação verbal e não verbal, técnicas de apresentação, T & D, didática e oratória. Site : www.andersonrocha.com.br
Andrei Lima (Colaborador) - mora em Goiânia, Goiás. Graduado em administração, com especialização em Finanças e Controladoria. Mestrando em Gestão de Empresas pelo ISCTE (Portugal), tendo como linha de pesquisa o desenvolvimento de APL´s. Atua como consultor do Sebrae, tendo experiência de cinco anos como administrador de uma agência de propaganda em Goiânia. Editor dos sites (com)gestão e (with)management.
Carlos Eduardo Machado Munhoz (Colaborador) - Bacharel em Comunicação - Propaganda e Marketing; Bacharel em Administração de Empresas; Especialista em Gestão Estratégica; Mestre em Administração de Empresas. Administrador de Empresas e Consultor Empresarial atuando no Planejamento Estratégico de Marketing de pequenas, médias e grandes empresas há mais de 10 anos; Diretor de Marketing do Instituto Latino-Americano de Empreendedorismo, Associativismo e Competitividad-ILEAC e Professor-titular da Faculdade de Administração de Empresas de São Paulo-FAESP.Comanda o Marketing Room.
Cesar Augusto Cerqueira Leite (Colaborador) - Formado em Publicidade e Propaganda e Especialista em Gestão de Recursos Humanos. Atualmente é professor da UNIP nos Cursos de Graduação Superior em Gestão Tecnológica de Marketing e Recursos Humanos. Comanda também o Blog do Cesinha.
Charbel A. Antonio (Colaborador) - mora em Santo André, no ABC paulista. Faz parte da diretoria da AEP, Associação dos Engenheiros Politécnicos da USP, onde se formou em 1975. Mais de 20 anos de vivência em grandes empresas, algumas multinacionais, com ênfase nas áreas de engenharia, manutenção e operacional. Atuando em consultorias e treinamentos, tem hoje como um de seus hobbies escrever e publicar artigos sobre assuntos profissionais, onde expõe sua visão, experiência e novos conhecimentos, o que gosta muito de compartilhar. Comanda o site Operando Bien.
Daniela Guimarães (Colaboradora) - Graduada em Gestão de Recursos Humanos, especialista em Gestão de Pessoas e Educação a Distância, graduanda em Psicologia. Atua em Recursos Humanos há 10 anos, tendo passado por empresas do segmento de serviços, radiodifusão, eucação e tecnologa. Atualmente como Analista de RH de um Banco mineiro foca suas atividades na implementação de projetos de e-learning. Comanda o site Dimensão Humana.
Débora Martins (Colaboradora) - é palestrante, especialista no gerenciamento das relações entre empresas e clientes. É jornalista, autora de diversos artigos sobre motivação, liderança e setor de Call Center, citada inúmeras vezes no site CallCenter.inf, revista Consumidor Moderno, revista Tendências do Trabalho, Venda Mais, Newsletter Carreira & Sucessos, site da ABEMD (Associação Brasileira de Marketing Direto), entre outros.
Eugen Pfister (Colaborador) - Formado em ciências humanas e sociais pela Universidade de São Paulo (USP), trabalhou em RH no Grupo Sadia, Ford e Aços Anhanguera. É consultor de empresas, educador e palestrante há 28 anos, especializado em performance humana, liderança, desenvolvimento de equipe e ética .
É autor de vários artigos e entrevistas. Jornais: Estado de São Paulo, Folha de São Paulo, Gazeta Mercantil e o Tempo (Belo Horizonte. Revistas: Exame, Foco & Negócios; Ser Humano, Capacitación y Desarollo, Melhor: gestão de pessoas, Vencer; Revista T&D; Mundo Coorporativo da Rádio CBN. É colaborador assíduo de vários Sites dedicados a RH e negócios e co-autor do livro Janelas do Futuro que aborda o tema de competitividade gerencial e organizacional.
Fernando Gomiero (Colaborador) - 28, Administrador Júnior, Coordenador de Planejamento e Qualidade do Centro de Tratamento de Cartas e Encomendas dos Correios de Bauru e pós-graduado em Gestão Estratégica de Negócios pela UNESP-FEB-BAURU. E-mail: fgomiero@correios.com.br
Franco Rosário (Colaborador) - graduado em publicidade e marketing pela ESPM - SP e pós-graduado em comunicação jornalística pela Fundação Cásper Líbero. É sócio-diretor da agência Sociale Comunicação e publica o blog Comunicação Democrática. Acredita e luta por novos paradigmas de trabalho e relações humanas.
Gabriel L. S. Galvão (Colaborador) - mora em Recife, PE. Estuda Administração com Habilitação em Marketing na Faculdade São Miguel, em Recife. Trabalha há três anos na Seção de Gestão de Contratos de Transportes nos Correios/PE. Comanda os sites Administrando e Adm em Debate.
Giancarlo de Mazo (Colaborador) - 25, curitibano, está concluindo o curso de Administração com ênfase em Marketing pela ESIC. Experiencia gerencial pela PepsiCo na areá de qualidade, e hoje é estagiário em logística no Banco do Brasil.
Gilberto Wiesel (Colaborador) - é Consultor de Empresas, Conferencista, Empresário, Escritor, Agropecuarista. Graduado em Administração de Empresas. Especialista em Motivação com formação em Qualidade Total. Pós-graduado em Marketing pela FGV, Especializado em Vendas pela ESPM. Master-Practitioner em Programação Neurolingüística pela Sociedade Brasileira de PNL. Formação em Terapia da Linha do Tempo, membro da Time Line Therapy, Hawai-USA. Especialista em Varejo. Autor do livro "Você em Primeiro Lugar e do Cd Um Tempo para Vida". Criador do Primeiro Portal de Motivação do País.
Jerônimo Mendes (Colaborador) - Administrador, Consultor e Palestrante. Autor dos livros Oh, Mundo Cãoporativo! (Qualitymark) e Benditas Muletas (Vozes). Especialista em Processo de Consultoria e Plano de Negócios. Professor Titular de Empreendedorismo e Inovação pelo IBMEC - PR. Mestre em Organizações e Desenvolvimento Local pela UNIFAE.
Marco Aurélio A. O. Pereira (Colaborador) - 28, é cientista da computação e pós-graduado em gestão de negócios e tecnologia pelo Instituto de Pesquisas Tecnologias (IPT-SP). Trabalha atualmente como prestador de serviços para Editora Abril em São Paulo.
Marcos A F Franco (Colaborador) - Empresário do ramo de distribuição de produtos industrializados, mestre em administração de Empresas pela PUC SP, Diretor da ADASP-Ass. Distribuidores e Atacadistas de Prod Industr. Est de São Paulo, Rotariano do RC de Santos Oeste.
Marcus Guimaraes (Colaborador) - Residente em Porto Alegre/RS. Graduado em Administração pela PUC-RS. Atualmente é integrante da equipe comercial da empresa AMA - Consultoria e Gestão em Saúde e diretor da empresa Sítio do Nonô - Festas e Eventos. Focado em pesquisa e consultoria na área de Finanças Pessoais.
Marizete Furbino (Colaboradora) - Com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária na UNIPAC-Vale do Aço. Contatos através do e-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br.
Nori Lucio Jr. (Colaborador) - Fundador da brandMe, consultoria especializada em planejamento estratégico. O executivo tem 20 anos de experiência na indústria de tecnologia, com passagens pela gerência de marketing e comunicação na Intel® e Microsoft®. Formado em marketing, com especializações no Brasil e exterior, respondeu pelo desenvolvimento de projetos na área de comunicação e desenvolvimento de canais de venda no Brasil, América Latina e Estados Unidos.
Rafael M. Menshhein (Colaborador) - Formado em Administração, Gestão Comercial e Marketing pela ESIC Business & Marketing School, cursando atualmente o MADEM - MBA Executivo. Comanda o site Marketing.
Wagner Campos (Colaborador) - é Palestrante e Conferencista em Vendas, Motivação e Liderança. Administrador de empresas, pós-graduado em Marketing, Comunicação e Negócios e em Formação de Professores para o Ensino Superior. Possui experiência há mais de 12 anos na área, tendo desenvolvido experiência em empresas renomadas como Cia Cervejaria Brahma, Unibanco, Multibrás Eletrodomésticos, Bebidas Wilson e Sebrae. É autor do Livro "Vencendo Dia a Dia" e Coordenador e Professor dos Cursos de Marketing, Recursos Humanos, Logística Empresarial e Comércio Exterior da Universidade Paulista - UNIP e Coordenador e Professor de Marketing da FAC Limeira - Grupo Unianhanguera Educacional. Contato: wagner@trueconsultoria.com.br - True Consultoria
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Quinta, 31 de Maio de 2007
Introdução
Este artigo inicia uma série pertinente às Escolas do Pensamento Estratégico, tendo como fonte principal o livro "Safári de Estratégias" de Henry Mintzberg, Bruce Ahlsltrand e Joseph Lampel, escrito em 1998 e editado em Porto Alegre pela Bookman em 2000, embora que outros autores e articulistas também foram consultados. Cada artigo será relacionado à uma escola perfazendo dez ao todo; embora não prometa celeridade no trabalho, proponho-me concluí-lo num tempo razoável.
As escolas estratégicas estão constituídas em três grandes grupos, a saber:
1. Escolas Prescritivas, baseadas num processo de visão e concepção analítica, formal, matemática e conceitual; preocupadas como a forma de fazer.
2. Escolas Descritivas, alicerçados em processos de caráter situacional, cognitivo, de aprendizagem e cultural.
3. Escolas Configuracionais, firmadas em processos estruturais e conjunturais, isto é, em forças ambientais externas e internas.
Difícil afirmar qual foi a primeira escola a enfileirar as seguinte, assim dataremos os trabalhos iniciais dos emblemáticos de cada escola do pensamento estratégico.
O termo design, da língua inglesa foi traduzido por 'concepção', daí a citação - "Escola da Concepção". Sua origem seminal encontra-se nos trabalhos de: Philip Selznic, 'Leadership in Administration' - 1957 - California University; que introduziu o conceito de "competências distintivas, discutindo o conceito de se reunir o - estado interno - da organização com suas expectativas externas, sugerindo incluir política na estrutura social da organização. As iniciativas das ações mais tarde vieram a ser chamadas de - implementação".
Alfred D. Chandler, 'Strategy and Structure' - 1962 - MIT; cuja contribuição está na associação das estratégias às forças ambientais representadas no modelo SWOT - forças, fraquezas, oportunidades e ameaças e consideração do conceito pela primeira vez enunciado - o de ética nos negócios.
Christensen, Andrews, e Guth, 'Business Policy: Text and Casses - Learned', 1965 - Harvard; contribuiram na fixação os conceitos da forma pura dando o real ímpeto e sendo a voz dominante para os seguidores desta escola.
Richard Rumelt (1997) prestou sua colaboração na avaliação das estratégias alternativas citando quatro perspectivas: consistência, consonância, vantagem e viabilidade pelas quais as estratégias devem ser testadas.
Esta escola, cujo lema " estabelecer adequação", é considera por Mintzberg como a mais influente no processo de formação do pensamento estratégico dado que seus conceitos chaves influenciaram gerações de mestres, consultores e planejadores e outras escolas.
Premissas
As premissas que resumem o modelo de formulação que busca atingir adequação entre as capacidades internas e possibilidades externas, são:
1. A formulação da estratégia deve ser um processo deliberado de pensamento consciente. A ação deve fluir da razão. A formulação da estratégia é uma aptidão adquirida e não natural ou intuitiva, deve ser aprendida formalmente sendo prerrogativa estreita dos executivos-chefes.
2. O executivo principal é o estrategista, o arquiteto. O ambiente externo é relegado a um papel menor mas com alguma relevância.
3. O modelo da formação de estratégia deve ser mantido simples e informal.
4. As estratégias devem ser únicas: as melhores resultam de um processo de design individual.
5. O processo de concepção está completo quando as estratégias parecem plenamente formuladas como perspectiva, sem espaço para novas visões incrementalistas ou estratégias emergentes, impossibilitam a continuação da formulação após a implementação.
6. As estratégias devem ser explícitas: assim, precisam ser mantidas simples. "A simplicidade é a estratégia da boa arte".
7. As estratégias, se e quando, totalmente formuladas podem ser implementadas. Diagnóstico -> prescrição - > ação
8. O desempenho da empresa é otimizado quando a sua estratégia externa e sua potencialidade interna estão ajustadas à turbulência do ambiente externo.
9. Estratégia econômica vista como a união entre qualificações e oportunidades que posiciona a empresa em seu ambiente.
Considerações
As críticas sofridas pela escola ocorrem nas perspectivas da eficácia, posto que inexiste a participação de outros atores no processo causando insatisfação e resistências; e de efetividade com relação às transformações pretendidas no atingimento dos objetivos pela falta de desenvolvimento incremental, imposição da estruturação funcional independente da cultura organizacional, estreitamento da própria perspectiva nas incertezas por mudanças de cenários no ambiente empresarial provocada pela falta de estratégias emergentes, inexistência de senso de participação, tolhimento da aprendizagem, dicotomia entre formulação e implementação com isso separando iniciativa da ação, inflexibilidade no processo pela falta de realimentação dos resultados, o diagnóstico discutível das forças e fraquezas da organização e das competências distintivas.
A grande contribuição desta escola reside na criação das variáveis SWOT - sigla inglesa para forças, fraquezas, oportunidades e ameaças que influenciou na criação de visões e conceitos dos pensadores de outras escolas.
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Quarta, 23 de Maio de 2007
David B. Yoffie e Mary Kwak
Nos negócios, como na guerra, "Conhece-te a ti mesmo" e "Conhece teu inimigo" sempre foram a primeira e a segunda regras. Mas uma terceira - "Conhece teus amigos" - vem subindo de posição na lista. O foco na gestão de cadeia de suprimento nas últimas duas décadas é um exemplo desse princípio em ação.
Fornecedores e distribuidores não são os únicos parceiros de impacto positivo ou negativo sobre a sorte da empresa. Empresas que oferecem, em caráter independente e direto, produtos ou serviços complementares a clientes mútuos - e que, aos olhos do cliente, aumentam o valor daquilo que a outra oferece, bem como o bolo a dividir - podem ser igualmente importantes. Intel e Microsoft talvez sejam as duas complementadoras mais famosas do mundo atualmente, embora o papel de um complementador seja crucial em vários setores - impressão, fotografia, videogames, carros e muitos outros. A qualidade da relação com o complemen- tador pode ditar o grau de sucesso ou fracasso de um produto - e até da empresa.
O sucesso de câmeras digitais nos últimos anos, por exemplo, deve muito à criação da memória flash e de baratas impressoras para uso doméstico, bem como de serviços de impressão no varejo. No futuro, uma montadora que queira vender veículos movidos a células de combustível precisará de complementadores que montem uma nova rede de postos de hidrogênio para tornar o sonho realidade. Já quem produz livros eletrônicos (e-books) terá de convencer editoras tradicionais a disponibilizar um bom volume de seu catálogo em formato digital a um preço atraente para o consumidor.
No momento em que um número crescente de empresas concentra suas operações em áreas nas quais tem uma distinta vantagem e se torna mais dependente de terceiros para fornecer soluções completas para o cliente, uma boa gestão estratégica de complementadores não poderia ser mais importante. Contudo, embora muitas empresas analisem com rigor concorrentes e fornecedores, poucas investem pesado para entender seus complementadores. Talvez seja porque o executivo tenda a superestimar os interesses em comum com complementadores e a subestimar o potencial de conflitos, bem como o investimento necessário para alinhar interesses estratégicos. Mesmo empresas hábeis no alinhamento da cadeia de suprimento em geral não se saem tão bem na hora de administrar a relação com empresas das quais não compram - e às quais tampouco vendem.
Embora complementadores partilhem muitas metas - sobretudo o desejo de ampliar o mercado que têm em comum -, com freqüência seus interesses não estão alinhados. No desejo mútuo de fazer o "bolo" crescer, podem ignorar o fato de que a lógica econômica e as estratégias de cada empresa são radicalmente distintas. Podem supor, erroneamente, que cronogramas de produção ou programas de marketing são sincronizados, ou que ambas adotarão naturalmente os mesmos padrões. Pode haver tensão em muitas áreas, como definição de preços, tecnologia e, quem sabe o mais importante, controle do mercado - tanto em relação a quem terá mais influência sobre a clientela como a quem caberá a maior fatia do bolo.
- David B. Yoffie (dyoffie@hbs.edu) é titular da cátedra Max & Doris Starr Professor of International Business Administration da Harvard Business School, em Boston, e membro do conselho da Intel e da Charles Schwab. Mary Kwak, de Washington, DC, foi pesquisadora da Harvard Business School. Toda informação contida neste artigo sobre a Intel e a Microsoft se baseia em cases publicados pela HBS e documentos do governo americano divulgados recentemente.
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Quinta, 8 de Março de 2007
Jules Henri Fayol (Istambul, 29 de Julho de 1841 - Paris, 19 de Novembro de 1925) foi um engenheiro de minas francês e um dos teóricos clássicos da Ciência da Administração, sendo o fundador da Teoria Clássica da Administração e autor de Administração Industrial e Geral (título original: Administration industrielle et générale - prévoyance organisation - commandement, coordination - contrôle).
Vida --------------------------------------------------------
Fayol era filho de André Fayol, um contramestre em metalurgia. Casou-se com Adélaïde Saulé e teve três filhos, Marie Henriette, Madeleine e Henri Joseph, o último sempre hostil às idéias do pai.
Criou o Centro de Estudos Administrativos, onde se reuniam semanalmente pessoas interessadas na administração de negócios comerciais, industriais e governamentais, contribuindo para a difusão das doutrinas administrativas. Entre seus seguidores estavam Luther Guilick, James D. Mooney, Oliver Sheldon e Lyndal F. Urwick.
Também direcionou seu trabalho para a empresa como um todo, ou seja, procurando cuidar da empresa de cima para baixo, ao contrário das idéias adotadas por Taylor e Ford.
Seus princípios seguiam dois critérios principais:
* A administração é o processo de planejar, organizar, comandar, coordenar e controlar. * A administração é função distinta das demais (finanças, produção e distribuição)
Funções do Administrador POCCC
* Planejar * Organizar * Controlar * Coordenar * Comandar
Categorias:
Personalidades, Organizar, Fayol, Coordenar, Planejar, Jules Henri Fayol, Comandar, Administração Geral, Teoria Clássica da Administração, Controlar, Luther Guilick, POCCC,
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