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A CRISE NOSSA DE CADA DIA

Segunda, 27 de Outubro de 2008
Enquanto os verdadeiros culpados pela crise financeira mundial não encontram culpados mais fáceis de serem punidos, vamos extrair algumas lições da crise antes que ela interfira definitivamente em nossas vidas e provoque estragos maiores do que aquele que já surrupiou 50% da nossa mísera poupança aplicada na bolsa de valores.

De fato, não é necessário entender muito de economia ou de finanças para saber que o principal culpado pela crise financeira atual chama-se consumo irresponsável norte-americano, aliado ao capitalismo selvagem alimentado pela ganância das instituições financeiras que estimula a realização o sonho de consumo dos emergentes, também de maneira irresponsável.

Parafraseando o comandante Rolim Amaro, ex-presidente da TAM, “em crises financeiras mundiais não existem culpados”, mesmo porque eles nunca serão encontrados, mas existem lições a serem aprendidas. Lições que há muito tempo já foram assimiladas pelos homens mais ricos do mundo, que sabem como ninguém extrair o melhor das crises para se tornar ainda mais ricos.

O fato é que uma crise dessa proporção vai afetar, como sempre, as camadas menos favorecidas da população: os pobres, os miseravelmente pobres, os emergentes e, em parte, a classe média. Nessa hora, há uma tendência de todos tentarem se proteger do reflexo, principalmente aqueles que têm pouco a perder. Como diria o célebre escritor La Fontaine, há mais de trezentos anos, “os pequenos sofrem com a tolice dos grandes.”

No caso do Brasil, somos doutores em crises financeiras, caos e planos econômicos. Sobrevivemos aos Planos Cruzado, Cruzado Novo, Bresser, Verão, Collor, Collor II e Real, tablita, URV, maxidesvalorização do real, apagão e outras parafernálias econômicas; portanto, nada mais nos assusta. A capacidade de conviver com a incerteza e de prosperar diante dela é apenas um dos motivos pelos quais os executivos brasileiros são cada vez mais requisitados no exterior.

Falar em crise não basta; esconder-se debaixo da mesa, também não; antecipar o sofrimento para ver se passa mais rápido, menos ainda. Antes que ela entre de cabeça na sua vida para subtrair o pouco que você conquistou com muito esforço, aqui vão algumas reflexões úteis para reduzir a ansiedade geral:

1. Não ignore a crise. Pense nas sábias palavras de Arkad, o homem mais rico da Babilônia: é melhor uma pequena cautela do que um grande remorso. Pare de sonhar e acreditar no governo que afirma ter tudo sob controle enquanto o mundo inteiro desaba. Não seja um otimista irresponsável. É óbvio que a crise vai passar; mas, a que custo e em quanto tempo nenhum espertalhão se atreve a dizer.

2. Não superestime a crise. O mundo não acabou na crise de 1929 nem durante a grande depressão dos anos subseqüentes; também não implodiu durante a crise do petróleo, em 1973. Da mesma forma, o Brasil não acabou quando o Presidente Sarney decretou a Moratória, em 1987 nem quando um ex-metalúrgico assumiu o governo e passou a contrariar a premonição dos empresários na época. Toda crise tem seu remédio cujo tempo se encarregará de aplicar.

3. Aperte o cinto. Não é hora de sair fazendo dívidas ou de assumir compromissos a perder de vista. O momento requer sabedoria, além de cautela. Vivemos um período de total incerteza em relação ao futuro econômico do mundo. Portanto, enquanto as coisas não se acalmam, procure conter o impulso do consumo. A velha máxima continua a mesma: poupar em tempo de vacas gordas para sobreviver em tempo de vacas magras.

4. Continue trabalhando. Nada de berço esplêndido, a despeito de todo o dinheiro que você possa ter no banco. Quer seja empresário, quer seja empregado, lembre-se: nada supera o trabalho. É na crise que a oportunidade aparece. Dê o melhor de si e agora, mais do que nunca, não perca o seu objetivo e o seu cliente de vista.

Por fim, lembre-se de que você está no Brasil e, graças a Deus, o que não falta nesse país é trabalho. Se você depender do governo para colocar a vida nos trilhos, pode se considerar um bom escravo porque ela não vai além do que o governo ditar como verdade. Faça o seu caminho e não olhe para trás. De acordo com Francis Bacon, político e filósofo inglês, “tudo o que a mente agarra com avidez e tudo em que ela se demora com singular satisfação deve ser tomado com desconfiança.” Pense nisso e seja feliz!

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O CONSUMIDOR E O NOVO MERCADO

Sexta, 24 de Outubro de 2008
A lei da atração é fruto da relação entre a certeza do acreditar nos valores que estamos ofertando junto com a expectativa planejada para geração de demandas, em equivalência aos resultados que projetamos para justificar nossos esforços.

É dessa forma que devemos pensar quando de fato entendemos sobre a complexidade do que representam as mudanças a serem incrementadas quando dos momentos de rupturas que podem afetar o que tínhamos, põem em risco o que temos e que necessariamente pedem por velocidade de redefinições estratégicas, para que ações possam reforçar nossas garantias de sobrevivência.

Nos momentos de crescimento, muito do que somos pode ser mantido, pois mesmo quando não se é tudo o que se podia, somos incluídos ao próprio ambiente favorável e vegetativo da procura. Nesse caso as compras podem ocorrer sem os domínios dos detalhes que as envolvem. Na pratica sem o devido analisar por completo as garantias, os contratos e tradições estatísticas, que asseguram a total tranqüilidade de preservação dos sonos por parte do consumidor.

A escala e ampliação de todos os serviços agregados para a conquista de negócios, num mundo cheio de novas alternativas, fez com que a priorização pela novidade, fosse mais importante do que a proporcionalidade de soluções objetivas quanto às questões das reclamações. Isso tudo sem contar que a situação econômica favorável, por ambas as partes (fornecedora e consumidora) mantinham uma visão tipo “memória curta” quando da não solução total das insatisfações dos questionadores.

O que se atenta nesse momento de mudanças do cenário econômico, sem querer falar em chutes de redução das taxas de crescimento, é que mais do que nunca o fator retenção do que se tem como base, passa a ser ditatorial para a sobrevivência, já que tudo e todos os detalhes nesse momento afetam mais do que o gosto natural que impulsiona o comprar, pois alteram e muito, as redefinições dos orçamentos dos que consomem, incluindo ai os avanços provindos dos seus direitos com a realidade dos custos benefícios de cada item ofertado pelos que servem ou produzem algo.

Vale nesse momento recapitular alguns valores históricos para que possamos dar suporte e integrar nossas inteligências de forma real e compatível, tanto pela direção das conquistas dos volumes, como na qualidade prestada para a sua preservação.

Ainda hoje abandonamos nossos fornecedores, na média de:

- 20% por mudança dos seus endereços, canais de vendas e aumento de preços.

- 10% por não gostar do produto ou serviço (independente de apresentar algum problema).

- 70% por questões de atendimento inadequado quando da insatisfação pelos processos de respostas as nossas soluções.

Nesse momento onde a globalização passa ser questionada pelo protecionismo natural das partes (NAÇÕES E EMPRESAS) em proteger seus mercados cativos, de regulamentação dos "call centers" (grandes volumes) e da necessidade situacional de priorizarmos o que já conquistamos. Devemos centrar as atenções no eixo que define um cliente, atuando consultivamente em cada fase de relevância a sua permanência, para possamos deter o poder de continuar envolvendo-os.

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Automotive-se para superar os desafios empresariais

Segunda, 15 de Setembro de 2008
Sabemos, que o maior desafio para as novas empresas que se lançam no mercado é a capacidade de permanecer nele, e principalmente superar os primeiros anos.

Segundo levantamentos recentes feitos por consultorias especializadas na área, e com base nas Juntas Comerciais dos Estados, no Brasil são constituídas anualmente em torno de 470 mil novas empresas. Isto demonstra a capacidade empreendedora e a vontade de crescer do nosso povo, porém, podemos constatar também que por trás deste eminente progresso, estão dados assustadores.

As taxas de mortalidade das empresas no Brasil são alarmantes.

Elas se apresentam da seguinte forma:

- Empresas com até 2 anos de existência = 49,4% de mortalidade;

- Empresas com até 3 anos de existência = 56,4% de mortalidade;

- Empresas com até 4 anos de existência = 59,9% de mortalidade.

As principais causas apontadas para o fechamento destas empresas, na opinião dos empresários envolvidos, baseiam-se principalmente em questões relacionadas a problemas gerenciais, tais como:

- Falta de capital de giro;
- Problemas financeiros (muitas dívidas);
- Ponto de venda inadequado;
- Pouco conhecimento sobre gerenciamento do negócio.

As empresas que fazem parte deste levantamento, são em 96% formada por microempresas e, portanto a maioria, e estão inseridas nos respectivos ramos de negócios:

- Comércio 51%;
- Serviços 46%;
- Indústria 3%.

Outro dado importante é que 29% dos ex-empresários possuíam curso superior completo e 46% tinham colegial completo até superior incompleto, o que podemos concluir que não é este aspecto que contribuiu para o fechamento das mesmas.
Bem, baseado em todos estes dados é que devemos nos antecipar para que não ocorra o mesmo com nossas empresas, para que não venhamos a fazer parte destas alarmantes e esclarecedoras estatísticas.

Mas como posso me preparar para enfrentar esta situação e passar por este ponto ou fase crítica das empresas e alçar vôo rumo ao sonhado sucesso?

Preparando-me. Quando se chega muitas vezes em situações que parece não ter solução, é preciso reelaborar e reestudar tudo o que parecia impossível, e criar novas possibilidades, provavelmente o que parecia impossível antes, desapareça.

O empresário atual diante de tantas mudanças econômicas, necessita desenvolver três características muito importantes para sobreviver. Ele necessita ter força para acreditar em sua capacidade, fôlego para segurar e manter a empresa viva, flexibilidade para superar as barreiras e mudar o que for preciso no caminho.

Segue abaixo algumas dicas que com certeza ajudarão e muito os empreendedores, se dispuserem a colocar em prática:
è Lute muito em vez de reclamar, faça com que o sonho que está dentro de você, e que é só seu, não caia no descaso. O sucesso não ocorre de uma hora para outra, depende de muito trabalho;

- Crie, invente, transforme. Motive as pessoas que trabalham com você, mostre o caminho e principalmente, motive-se;

- Busque capacitação técnica, não basta querer fazer tem que saber como;

- Atualize-se, pois as mudanças estão muito grandes, não dá mais para pensar que o que ocorre no Japão ou na China não vai afetar meu negócio;

- Busque aumentar a sua rede de relacionamentos. As oportunidades estão onde às pessoas estão, portanto troque informações, busque novas, relacione-se. Não adianta ficar entocado no seu negócio, saia, pois em conversas com outras pessoas pode estar a solução para algum problema que esteja enfrentando;

- Desenvolva características comportamentais importantes, como por exemplo: Confie em Você;

- Levante os seus pontos fortes e fracos para a partir desta analise direcionar o seu gerenciamento;

- Esforce-se para ver as oportunidades que passam todos os dias e que a grande maioria não vê;

- Seja feliz, pois a felicidade atrai as maiores vitórias;

- Desenvolva a persistência, a grande maioria das pessoas desiste dos seus sonhos quando já estão a um passo para alcançá-los. Nada cai do céu, trabalhe;

- Faça as coisas acontecerem, não fique esperando que os outros farão por você aquilo que somente você pode resolver. Tome atitude, vá para a ação. Ficar chorando e reclamando só vai aumentar a sua chance de derrota;

- Encare cada dia como o dia mais próximo para realizar o seu sonho. Não é mais um dia, e sim, menos um dia para o seu sucesso;

- Faça uma analise e responda sinceramente, se o que está fazendo é realmente o que gosta. Não se envolva por modismos. Não vá atrás de conversas de que os outros estão ganhando mais por fazer determinada coisa ou negócio. Faça aquilo que você se identifica, o que ama, e suas chances de sucesso serão ilimitadas. O maior motivador da vida é fazer exatamente aquilo que gostamos. Busque realizar isto.

Enfim, o que podemos concluir é que não são somente as habilidades gerencias, a capacidade empreendedora e a logística operacional fatores primordiais para o sucesso de nossas empresas, mas também, e de forma bem eminente, as capacidades comportamentais, como liderança, trabalho em equipe, motivação, valores positivos, crenças fortalecedoras, persistência, etc.
Pense nisso e Sucesso!

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O valor e as percepções diferenciadas das empresas e dos clientes

Sexta, 12 de Setembro de 2008
Trabalhar para que a percepção de valor seja similar entre a empresa e os consumidores é fruto de muitas pesquisas, estudos direcionados e, acima de tudo, do simples fato de ouvir clientes.

Muitas organizações preferem achar que fazem o que é melhor para seus clientes, tendem a acreditar que jamais erram e que possuem todas as respostas, como se o mercado jamais evoluísse.

Mas existem organizações que preferem ouvir seus clientes, partem para experiências diferenciadas e acabam por criar um valor perceptível pelo consumidor, e que é muito mais importante do que a visão da organização sobre o produto ou serviço.

Então é possível entender que toda a percepção do valor passa por uma fórmula que traduz a base da análise dos consumidores, que demonstra a importância de inserir benefícios nos produtos e que apresenta a possibilidade para evoluções naturais do produto ou serviço.

Desta maneira o valor (valor = benefícios/custos) tende a ser maior, cria a oportunidade de investir em pesquisas mais direcionadas e faz com que a organização fique mais próxima de seus clientes.

Talvez existam empresas que desconheçam a melhor forma de demonstrar o valor de seus produtos por continuarem achando que sabem tudo, enquanto que as demais, que pensam, acabam por se destacar no mercado, conquistar clientes e fidelizá-los mais facilmente.

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Inventores do Além

Sexta, 12 de Setembro de 2008
“Projetar um avião não é nada.
Construir um é alguma coisa.
Fazê-lo voar é tudo.”
(Otto Lilienthal)

Numa palestra sobre empreendedorismo um senhor na platéia ergue o braço e pergunta ao conferencista:

– Tenho um invento fantástico! Como consigo financiamento para produzi-lo?

– Qual é o produto? – pergunta o palestrante.

– Não posso contar. É segredo...

Resignado, o palestrante responde:

– Você pode procurar uma empresa de venture capital e apresentar seu projeto. Se for convincente, pode conseguir que invistam em sua empresa.

– Ah, mas que garantia tenho de que não roubarão minha idéia?

Você acaba de conhecer uma categoria singular de empreendedores. Eles não têm aparência de Professor Pardal, como nosso imaginário costuma postular, mas a presunção de que suas idéias são originais, seus inventos são exclusivos, e seus projetos serão capazes de mudar o mundo e o curso da história. Entretanto, como não dispõem de capital próprio para tocar adiante, buscam desordenadamente investidores – ou incautos – acreditando ser possível persuadi-los sem ao menos dizer do que se trata.

Vamos por partes. É preciso inicialmente compreender a diferença entre invenção e inovação. No primeiro caso, estamos diante de algo inédito, inusitado, seja um produto, um serviço ou um processo, decorrente de uma constatação, de mera observação ou empirismo, concebido com uma finalidade útil e percebido como tal. Já a inovação está associada à evolução de algo existente, que pode ser feito de maneira melhor, mais rápida ou mais barata.

Dentro deste contexto, é coerente notarmos que as inovações são muito mais freqüentes que as invenções, embora não menos importantes. E que inovações sucessivas podem conduzir a tal grau de desenvolvimento que, no limite, o paradigma vigente seja rompido dando espaço a um novo paradigma – e a uma possível invenção.

Olhe ao seu redor neste instante. Talvez você esteja diante de um teclado ergonômico sem fio, que sucedeu um teclado convencional com fio, cujo bisavô foi uma máquina de escrever – e cujos bisnetos serão um teclado virtual projetado sobre sua mesa ou um eficiente comando de voz.

Seu monitor de LCD widescreen com 19 polegadas já foi uma tela plana de 15 polegadas que sucedeu grandes e pesados monitores com visor em fósforo verde. E sua multifuncional, quase em desuso, já deixou sem emprego o fax que mandou para a aposentadoria o telex.

Diante destas e tantas outras evidências há momentos em que chegamos a pensar que tudo já foi inventado. Este era o pensamento de Charles Duell, diretor do Departamento de Patentes dos Estados Unidos, em 1899, ao propor o fechamento da sessão de registro de novas patentes. Contudo, produtos são lançados todos os dias desafiando esta tese. Ora muda a capacidade de armazenamento, ora as funcionalidades, ora o design. E você pode participar deste admirável mundo novo, desde que se conscientize de algumas prerrogativas básicas.

1. Pesquise sobre sua idéia. Antes de acreditar piamente que está diante de algo incrível, consulte o “Deus Google”, e não apenas ele, no seu e em outros idiomas, para se certificar de que não haja nenhum similar.

2. Passe pela peneira do mercado. Supondo que você transpôs a etapa anterior é hora de saber se existe viabilidade comercial para seu invento. Para tanto, você terá que levar sua proposta ao mercado. E não adianta restringir-se aos amigos mais próximos e familiares. Sua mãe certamente achará a idéia maravilhosa, pois ela sempre soube que o filho era um gênio. Mas a prova de fogo passa por um bom coach ou um mentor – um empresário ou professor em quem você confie, por exemplo – e o consumidor final.

3. Analise a viabilidade econômica. Há pouco você pode ter descoberto a viabilidade comercial de seu futuro negócio, ou seja, se produzido, haverá demanda. Porém, é preciso investigar se há viabilidade econômica, isto é, se o custo de produção permite uma oferta constante e a preços competitivos. Lembre-se de que o mundo não tem mais fronteiras e que há países com vantagens comparativas decorrentes de legislação, acesso a crédito barato e abundante e menores custos com mão-de-obra e carga tributária.

4. Registre e/ou patenteie. Contrate uma empresa idônea para a tarefa jurídica de proteger seu invento no INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial). Trata-se de uma autarquia séria, porém carente de estrutura, onde os processos demoram a ser julgados. Portanto, quanto antes você fizer isso, melhor. Ademais, se possível, faça o depósito do registro também no exterior. A verdade é que o desrespeito a direitos autorais e patentes em nosso país é crítico – vide o sucesso da pirataria. Assim, esteja preparado para brigar constantemente na justiça para fazer valer seus direitos, sem qualquer garantia de indenização. Mas é preferível ter a patente a não tê-la. Afinal, você não quer ser o próximo Kane Kramer, o britânico que concebeu a primeira versão do iPod há três décadas e não ganhou um centavo com isso porque deixou de renovar sua patente por falta de dinheiro.

5. Prepare um Plano de Negócios. Este será seu instrumento para vender seu projeto a fundos de investimentos, empresas de capital de risco ou mesmo instituições financeiras. Todo mundo sabe que um plano de negócios é apenas um guia que vale mais pelo treino de pensar o empreendimento do que pelos seus números em si. Aliás, digo que os planos são grandes exercícios de chutometria: gastam o dobro do tempo, o triplo de recursos e alcançam metade dos resultados esperados. Mas é assim que o jogo é jogado.

Neste processo, o maior erro que você pode cometer é pensar como o personagem real do início do texto com seu medo de falar sobre a idéia ou invento. Vai levar o projeto para o cemitério e ser enterrado com ele – um inventor do além-túmulo. Jamais verá o avião construído e nunca terá o privilégio da sensação suprema de voar.