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Dicas para ser reprovado numa entrevista de emprego – parte 2

Sexta, 22 de Agosto de 2008
Ainda está nervoso?
Calma, calma. Estou aqui para ajudá-lo. No primeiro texto falamos sobre comportamentos. Lembra? Chicletes, celulares, acompanhantes e procedimentos inconvenientes. Chegou a hora de falar sobre aparência, algo que envolve todo o conjunto: vestimentas, perfumes, aparência física, etc.
Insisto para que preste atenção a este comportamento e não corra riscos. Você é bom! Só precisa aumentar suas chances de sucesso frente à acirrada competição que, mais do que nunca, se intensifica no mercado global.

- Comparecer à entrevista vindo direto da balada
No meu tempo dizia-se noitada... Bem, não faz muito tempo assim. Enfim, as impressões que ficam ainda são as mesmas. Comparecer à entrevista com a cara amassada no meio da semana pode assustar o selecionador. Cheirando a álcool, então, nem merece comentários.

- Comparecer de chinelo de dedo
A mocinha era linda e super descolada, mas a vaga era para recepcionista de uma rede internacional de hotéis. A questão é que depois da entrevista inicial ela deveria seguir imediatamente para uma segunda etapa do processo no próprio hotel. Sinto muito, mas chão de mármore e arabescos não combinam com chinelos de dedo. O candidato deve estar preparado para causar uma boa impressão em qualquer ambiente. Aparência conta sim!

- Vestimentas muito ousadas ou extravagantes
Decotes, saia e calças muito justas, tecidos transparentes e cores berrantes.
Como citei anteriormente, a aparência conta muito no momento da entrevista. As empresas procuram por pessoas sóbrias e capazes de executar atividades que contribuam para o crescimento da organização. Aí você pergunta: vão me julgar pela roupa? Sim! Eles ainda não te conhecem, não sabem da sua capacidade. De acordo com suas roupas podem fazer outro juízo de você. Portanto, procure trajar-se de forma conservadora. Mas lembre-se de se sentir à vontade e manter seu estilo, sem exageros.

- Cuidado para não exagerar no perfume
Realmente perfume é algo muito pessoal. Inclusive certos tipos, que exigem hora e lugar para serem usados. Minha amiga Iolanda Moura, por exemplo, recentemente tirou minhas dúvidas e até sugeriu uma lista de fragrâncias e como usá-las de forma adequada. Bem, se você não tem ninguém para orientá-lo o melhor é lembrar que quando estamos em busca de emprego vamos lidar com vários tipos de pessoas e freqüentar diversos ambientes. Portanto, seja marcante, mas por seu conteúdo.

Hoje ficamos por aqui. Sim, vale lembrar que muitas vezes uma aparente e pequena agência de empregos pode ter como cliente empresas multinacionais. Pense nisso!

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LIDERANÇA EMPRESARIAL: MAIS QUE UM GRANDE ARTIFÍCIO, UMA NECESSIDADE PARA UMA BOA CONDUÇÃO DOS NEGÓCIOS

Sabado, 26 de Abril de 2008
Com a globalização da economia e a disputa cada vez mais acirrada pelo mercado, há uma corrida das empresas em busca de uma reestruturação que as mantenha competitivas. Uma reestruturação que visa adequá-las às novas regras e exigências impostas pela atual conjuntura: redução de custos e aumento da qualidade dos produtos ou serviços oferecidos aos consumidores.

A estratégia usada para se atingir tais objetivos é o investimento maciço no capital humano, com cursos e treinamentos voltados a descobrir e/ou formar grandes talentos e verdadeiros líderes capazes de conduzir os negócios. Aqueles que tem boa comunicação empresarial e visão de futuro sabem lidar com as pessoas e administrar os conflitos, além de conseguirem satisfazer os colaboradores, motivando-os a encarar sua cota de responsabilidade com os destinos das organizações, isto é, vestir a camisa. Tudo com o objetivo de cumprir um planejamento que as levará ao sucesso, e nada diferente do que vêm fazendo as empresas vencedoras, grandes vedetes do mercado.

Por que a empresa depende dos líderes? Ora, qualquer organização, seja ela uma empresa, um clube, um time ou até mesmo uma entidade filantrópica, irá sucumbir se não contar com grandes líderes gerindo seus negócios. Se um exército necessita de vários, uma orquestra ou até mesmo um grupo musical, de pelo menos um, que mágica faria uma empresa para alcançar o sucesso sem a presença de grandes líderes?

Liderança é um requisito fundamental na estrutura organizacional de qualquer empreendimento, desde a sua base até o mais alto escalão das empresas. É um instrumento que deve ser compartilhado e disseminado, através de gestões participativas, entre todos os colaboradores, pois só assim, induzindo-os a participarem e permitindo que possam fazê-lo com toda a espontaneidade e transparência possíveis, é que os talentos virão à tona, podendo daí surgir os grandes líderes, até então escondidos em meio a um emaranhado de procedimentos obsoletos, situação típica de uma administração arcaica e ultrapassada.

Os grandes empresários, visionários e inovadores, sabem muito bem disso e não baixam a guarda. Sabem que se não contarem com líderes em todos os níveis organizacionais, para um bom andamento dos negócios e a saúde financeira da empresa, seus projetos e objetivos estarão fadados ao fracasso. E como eles conseguem identificar e manter seus líderes? Implementando programas de descentralização e delegação de poderes.

Um grande líder não surge ao acaso. Ele deve ser perspicaz, eclético e persuasivo, ter bom jogo de cintura para manter a harmonia entre as diferentes personalidades e temperamentos, além de muita criatividade para lidar com imprevistos. São qualidades indispensáveis para criar motivação e convencer um grupo a trabalhar em sintonia com as rotas e estratégias definidas, qualidades que só aparecerão quando colocadas à prova, seja numa competição qualquer, em organização de eventos ou, é claro, em uma gestão participativa.

Portanto, será melhor que todas as empresas que ainda não o fizeram, encarem essa nova realidade do mercado, sob pena de serem esmagadas pela concorrência. A adoção de uma política de integração e de comunicação conjunta, com flexibilidade, significa facilitar o encontro entre as lideranças dos mais variados níveis de uma organização, o que viabilizará as trocas de idéias, as discussões de assuntos ligados com metas e objetivos, definições de estratégias voltadas a superar dificuldades, ameaças do mercado, enfim, todos os assuntos que podem influenciar no desempenho da empresa. Só assim é que poderão florescer os relacionamentos interpessoais que levarão aos resultados positivos e ao sucesso empresarial.

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ESTRATÉGIA: MUITO ALÉM DA COMPETIÇÃO

Quinta, 17 de Abril de 2008
O Princípio de Gause da Exclusão Competitiva afirma que duas espécies que conseguem seu sustento de maneira idêntica não podem coexistir. Como na competição biológica, o Princípio de Gause também se mostra presente na competição comercial. Quanto mais rico o ambiente, maior o número de competidores, mais acirrada é a competição.

Contudo, há uma diferença, segundo Henderson: "Os estrategistas podem usar imaginação e capacidade de raciocínio lógico para acelerar os efeitos da competição e a velocidade das mudanças. Em outras palavras, imaginação e lógica tornam possível a estratégia".

O autor afirma, ainda: "Pode-se então planejar a evolução de uma empresa? É exatamente para isso que existe a estratégia. O objetivo deve ser aumentar o escopo da sua vantagem, o que só pode acontecer se alguém perder com isso".

No entanto, as empresas não devem cair no erro de definir a estratégia unicamente em termos de competição. Esse é o equívoco de muitos gerentes: acreditar que a estratégia é o embate visível entre empresas no mercado e não perceber que esse embate é apenas a ponta do iceberg. Ohmae destaca: "Eles têm uma dificuldade muito maior em perceber quando uma estratégia eficaz orientada para o cliente poderia ter evitado a batalha por completo".Estratégia

Essa estratégia eficaz deve permear a elaboração de uma estratégia corporativa: um padrão de propósitos e metas que definem o negócio e o tipo de empresa que ela deseja ser. Falar em senso de propósito nos remete a noção de visão e missão que as empresas devem possuir.

Wright é enfático: "Um sentido agudo de propósito é necessário ao estabelecimento de objetivos, porque é difícil saber para onde se está indo se não se sabe primeiro quem se é".

Jack Welch, ex-CEO da GE, concorda e ressalta: "A estratégia deslancha quando se desenvolve uma organização que aprende, na qual as pessoas anseiam por fazer tudo melhor, todos os dias. Adotam as melhores práticas de qualquer origem e as aprimoram para que se tornem ainda mais eficazes. Você pode ter a melhor idéia do mundo, mas sem essa cultura de aprendizado, qualquer vantagem não será duradoura".

Welch entende a estratégia como algo simples e propõe um método de elaboração em três passos:

1. Criar uma grande idéia para o seu negócio - uma maneira inteligente, realista e relativamente rápida de conquistar vantagem competitiva sustentável;

2. Colocar as pessoas certas nas posições certas para impulsionar a grande idéia;

3. Buscar com obstinação as melhores práticas para realizar a grande idéia, dentro ou fora da organização, adaptá-las à realidade da empresa e melhorá-las continuamente.

E quando o assunto é estratégia, Welch é enfático: "Qualquer estratégia, por mais inteligente, já nasce morta se a empresa não lhe der vida por meio de pessoas - das pessoas certas".

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CRIATIVIDADE: A Mola-mestra que Conduz ao Sucesso!

Quarta, 19 de Março de 2008
"A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo."
( Peter Drucker)


A era do terceiro milênio, além de compelir, exige cada vez mais que as empresas exerçam sua criatividade e inovação em prol da adaptabilidade, melhoria contínua, eficiência e eficácia, fazendo assim seu diferencial no mercado. A criatividade, além de ser a mola-mestra que impulsiona ao sucesso, constitui-se em uma valiosa ferramenta de gestão, sendo considerada fonte inesgotável de vantagem competitiva sustentável.

Hoje no mundo dos negócios a competitividade está cada vez mais acirrada, e é de suma importância que a empresa, além de propiciar um ambiente de trabalho que aflore a criatividade, propicie também um clima de trabalho harmonioso, onde toda a equipe, além de ser demasiadamente valorizada, possa atuar de forma a somar forças, conhecimentos e talentos, fazendo da improvisação, da adaptação, da imaginação, bem como, da criatividade, um trampolim para o sucesso.

Sabemos que a criatividade é condição inerente ao ser humano e que, a partir de seu exercício, a empresa irá realizar rupturas, inserir no mercado produtos e/ou serviços inovadores, e assim conquistar novos rumos, novos mercados, fazendo seu diferencial, agregando valor ao produto e ao serviço, conquistando com isso vantagens competitivas sustentáveis, além de proporcionar condições não apenas para sobreviver, mas, para se solidificar no mercado, a criatividade deve ser considerada dentro de qualquer empresa levando em consideração sua importância, além de preocupação, uma prioridade, tendo valor de destaque nos princípios que regem tal organização, pois, através da criatividade, surge a inovação, fator determinante de emersão no mundo dos negócios.CRIATIVIDADE: A Mola-mestra que Conduz ao Sucesso!

Por essa razão, além de banir o medo e a insegurança de sua vida profissional e organizacional, é preciso se antever aos fatos, enxergando o que ainda não foi visualizado por muitos, trabalhando a imaginação, compilando a idéia, colocando-a em prática, em prol da agregação de valor do produto e/ou serviço, e através do desejo aguçado e da vontade de acertar, neutralizar a ansiedade, o que favorecerá e muito para a construção de algo novo ou inusitado, fazendo assim, o diferencial no mercado.

Em adição, para que ocorra a criação e a inovação, além da vontade para criar e inovar, é de suma importância sonhar, pois o sonho impulsiona o agir. É preciso também que se tenha conhecimentos para que ocorra a inovação, paixão pelo que se faz, além de pensamentos otimistas, coragem, perseverança, capacidade de correr riscos, determinação, comprometimento, dedicação, envolvimento, disciplina, muita responsabilidade, confiança e capacidade de entrega ao trabalho. Além de tudo isso é necessário se doar de corpo e alma, e ter tempo para se mergulhar de fato no que se propõe a realizar, pensando e repensando sempre as idéias e as ações, com muita vontade de fazer acontecer, constituindo-se assim então a criatividade, bem como a inovação, um desafio.

É fundamental salientar que, em meio a tantas mudanças e incertezas do dia-a-dia, a empresa inteligente não pode mais deixar de sonhar e vislumbrar seu lugar ao pódio, devendo sempre trabalhar de forma criativa e inovadora, transformando dessa maneira seus problemas em grandes oportunidades de negócio. Nesse diapasão, além de valorizar, incentivar e apoiar seus colaboradores a criarem e a inovarem, a empresa inteligente deve propiciar e estimular, tanto um ambiente favorável à criatividade e à reflexão, quanto um ambiente harmonioso, onde possa prevalecer, além da participação, integração, inter-relação e interação entre pessoas e departamentos, a tão sonhada sinergia. É com essa estratégia, através de uma maneira peculiar, ousada e diferente de pensar, obter entre várias alternativas aquela que a leve a um lugar de destaque, fazendo o seu diferencial.

Consciente de que este mercado é bastante cruel e altamente competitivo, o que se verifica é que a empresa inteligente não adormece um minuto sequer, para tanto, permanece bem atenta e com um olhar vivo no mercado, não se acomodando com o sucesso de hoje, mas trabalhando em prol da garantia do sucesso do amanhã, demonstrando demasiada confiança em si mesma, cuidando sempre para não se deixar abater pelo medo  de errar, bem como pelos pessimistas e conservadores à espreita, valorizando, respeitando e escutando todos os envolvidos, e com  muita ousadia, enfrentando os desafios com um sabor de vitória.

É adequado dizer que, se a empresa não desejar inovar, estará fadada ao fracasso, seguindo rumo à trilha da submersão e sendo conduzida em curto período de tempo à exclusão do mercado.

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REDUÇÃO DE CUSTOS

Sexta, 7 de Março de 2008
No atual mundo globalizado, de abertura de mercado, das quedas de barreiras alfandegárias e da formação de blocos econômicos, aliados à lei da oferta e da procura, da livre iniciativa e da economia perfeita, a competitividade dos produtos fica mais do que nunca atrelada ao seu custo final. Daí a enorme importância de se investir em programas voltados a reduzir os custos de produção.

Despesas que, com alguns cuidados, muitas vezes poderiam ser facilmente evitadas ou pelo menos minoradas, com freqüência acabam por onerar o custo final dos produtos. E a maioria dos consumidores que antes não se importavam tanto com preços, já não se deixam impressionar apenas pela qualidade de um produto e a beleza de sua embalagem, principalmente quando está em jogo o seu orçamento familiar. A competitividade dos seus produtos é o que vai determinar a capacidade da empresa em disputar espaço neste mercado de constantes mutações e acirrada competição. Então não se pode pretender que as empresas desprovidas de uma estrutura voltada a superar as novas barreiras impostas pelo mercado sejam páreo para os grandes conglomerados internacionais, que já estão devidamente preparados. Elas precisam encarar os novos tempos e a nova realidade na disputa com os concorrentes, adequando seu perfil às exigências atuais dos consumidores.

Vários fatores podem resultar em aumento de competitividade via redução de custos. Entre eles destacam-se:
REDUÇÃO DE CUSTOS
1. Poder de barganha - Representa a capacidade da empresa em negociar preços e condições com seus fornecedores. É preciso contar com várias opções, para não ficar dependente de apenas um ou dois, tanto em função de preços e condições de pagamento como em função de prazos de entrega e pontualidade. O surgimento de novas empresas do ramo e as vantagens que elas poderiam estar oferecendo, também não deve ser ignorado. Porém, não se deve realizar negócios antes de uma avaliação prévia de qualidade e compatibilidade dos produtos oferecidos.

2. Aplicação de tecnologia avançada - Significa manter seus equipamentos com o que há de melhor no mercado e, contando com bens de capital de alto nível, aumentar sua produção com qualidade e menor emprego de mão-de-obra, ou seja, "produzir mais com menos". O ganho em escala sobre os custos fixos se farão sentir rapidamente no custo final do produto.

3. Acesso às matérias-primas - Deve ser descomplicado e sem grandes burocracias, o que pode resultar em uma boa redução de despesas com logística e transporte.

4. Aquisição de insumos - Para  as empresas que operam em larga escala as maiores compras de insumos sempre significam preços melhores que os conseguidos pelos concorrente mais modestos. Porém, todas as empresas são beneficiadas quando mantém seus estoques em níveis que garantam a produção por um bom período. Todavia, ao se definir os níveis ideais desses estoques bem como os de suas reposições, não se deve subestimar a possibilidade da obsolescência ou degeneração das matérias-primas ou da própria queda da demanda. Nem se pode superestimar a capacidade financeira da empresa em arcar com os compromissos assumidos com reposições de estoque. Definir os níveis máximos de seus estoques usando como base as vendas futuras já contratadas é uma boa idéia.

5. Recursos Humanos - Investir na concessão de benefícios e em cursos de especialização é uma garantia de maior satisfação profissional e de  mais motivação aos seus colaboradores. Tudo isso resultando em ganhos significativos para  empresa, com aumento de produtividade e redução dos custos com uma menor rotatividade.

Portanto, aumentar seu poder de barganha, investir em tecnologia e nos recursos humanos, facilitar o acesso às matérias-primas e manter seus estoques com mecanismos eficazes e sob severa vigilância, é meio caminho andado em direção ao aumento da potencialidade da empresa no mercado, via redução de custos, sem deixar a peteca cair.