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Profissional high-tech

Quinta, 17 de Abril de 2008
Desde que comecei, seis meses atrás, a trabalhar no projeto de um novo empreendimento, o site Wellness Club, minha vida se transformou de modo que eu jamais poderia imaginar. Não apenas por causa do enorme impacto do projeto em minha realidade, mas também pelo desenvolvimento que tive em relação a ferramentas on-line de gerenciamento pessoal e profissional.

Como tinha pouca experiência em projetos on-line, contratei uma consultoria em gerenciamento de projetos, a Avantta Consulting, para dar suporte ao desenvolvimento, e o que observei a partir de então foi um incrível aumento em minha capacidade de trabalhar, organizando e acessando uma enorme quantidade de informações úteis em tempo bastante curto.

Entenda: sou psicólogo, meu campo de estudo é o comportamento humano, e até pouco tempo atrás sequer sabia o que é um endereço de DNS. Ah, você também não sabe? Calma que tem bastante gente lhe fazendo companhia.

Vejo muitos profissionais em minha idade, e alguns até mais novos, totalmente alheios ao uso de ferramentas on-line que oferecem imensas vantagens profissionais a um custo muito próximo de "zero"

São pessoas que ainda usam muito papel e caneta, guardam pilhas de documentos e andam com pastas abarrotadas. Gastam quantias significativas com telefone e perdem tempo em deslocamentos de trânsito muitas vezes desnecessários. Isto quando não criam uma sede física (e cara!) para um negócio que funcionaria muito melhor com um site na internet e as pessoas em seus home-offices. Ah, se eu soubesse antes...

Seja você um profissional em início de carreira ou já atuando há muito tempo, dou uma sugestão com muita ênfase: Torne-se tecnologicamente atualizado! Não porque é chique ou moderno, e sim porque é prático, confortável, e acredite, é barato!

Existem hoje programas para organização de agendas, criação de propostas, gerenciamento e compartilhamento de documentos, comunicação por teleconferências e integração de dados, totalmente de graça na internet. Os que não são de graça costumam custar menos de 20 reais por mês. E o melhor é que os dados não ficam apenas no seu PC ou no seu celular, estão na web, ou seja, em todo lugar.

Não fosse o conforto extra de assistir a meus filmes e gostar de escrever em viagens, eu poderia tranquilamente viajar sem o notebook. Meu escritório, minhas pastas, meus recados, meus documentos e meus contatos estão bem ali, em qualquer lan-house que eu encontrar pela frente.

A maravilha da tecnologia já disponibiliza comodidades quase absurdas neste início de século. Imagine levar "tudo" com você, sem precisar carregar "absolutamente nada". É nada mesmo, pois se não quiser, nem o pen-drive precisa levar mais.

Como empreendedor e consultor, lamento não ter descoberto ainda mais cedo estas maravilhas tecnológicas. Mas agora que descobri, uso- as incessantemente, assim como oriento meus clientes e parceiros a fazerem o mesmo.

Não citarei aqui nomes específicos de programas e sites, porque são diversos. Posso dizer, no entanto, que o GOOGLE, já conhecido como oráculo moderno, investe fortemente em tecnologias que facilitam nossa vida, totalmente DE GRAÇA!

Então, se você ainda carrega papelada, bolsinha de canetas e vive com as gavetas abarrotadas, penso que seria uma boa idéia informar-se melhor sobre o que já existe na web para gerenciamento da vida pessoal e profissional. Isto irá torná-lo mais atualizado, competitivo e econômico.

E claro, caso queira saber o nome de alguns programas e sites específicos que uso para gerenciar meus trabalhos, é só me mandar um e-mail. Indicarei com todo prazer, e pode ficar tranqüilo que, a exemplo da maioria deles, eu também não cobro nada. Nadinha!

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GESTÃO DE PESSOAS: CORRENTES DE E-MAILS E DESPERDÍCIO DE DINHEIRO

Terça, 23 de Outubro de 2007
Recebo religiosamente toda semana um monte de e-mails os quais apago após ler apenas o título. São aqueles e-mails chatos que falam sobre "correntes", ações onde uma pessoa inocente (ou inescrupulosa) pede que o documento eletrônico seja repassado para muitas pessoas até determinado prazo, para que aconteça algo de extraordinário. Fico revoltado com isso, mas não adianta.

Isso porque a empresa de tempos em tempos envia mensagens alertando sobre essa prática. Nunca surte efeito, e alguns funcionários continuam a enviar e-mails repassando promoções de celular, notebooks, ou cestas de chocolates ou ainda pedindo doações para alguém que sofre de alguma doença rara e necessita fazer uma operação o mais breve possível. A consequência disso são caixas de mensagens abarrotadas, e-mails com vírus e discussões via intranet. Apesar de tudo, volta e meia caem na minha caixa mensagens inúteis como as que citei acima.

Para quem não sabe, aqueles e-mails que dizem que a mensagem deve ser redirecionada para não sei quantas pessoas, com cópia para um determinado endereço de e-mail, servem somente para extrair os e-mails corporativos para aquele determinado endereço. O hacker então ou usa os endereços para obter informações valiosas ou os vende para empresas enviarem spams.
E-Mail
Esse tipo de atitude somente subutiliza o e-mail. Ele passa de recurso ágil e barato de comunicação para brinquedo de gente grande. E isso não ocorre somente com essa ferramenta. Uma empresa que não tenha uma boa gerência de seus recursos deixa que um ou outro empregado use os carros da frota da organização para passeios domésticos, a impressora para imprimir receitas copiadas na internet, a copiadora para reproduzir apostilas de concursos públicos, entre outras formas de desperdício. Nisso, as despesas corporativas aumentam sem sentido, provocando a diminuição dos lucros. A longo prazo, isso pode significar demissões por corte de gastos.

Numa empresa de grande porte, as despesas desnecessárias podem não ser sentidas logo de início. Contudo, em negócios familiares ou pequenas empresas, desperdiçar dinheiro dessa forma causa impacto imediato do orçamento. É a oportunidade para o gestor agir e regular um pouco seus colaboradores. Deve ele mostrar que a organização não suporta o uso desenfreado de seus recursos e que as ferramentas de trabalho como e-mails, copiadoras, viaturas, celulares e outras são disponibilizadas para o bom desempenho de suas atividades, não para sua própria diversão. Por último, se não for obtido resultado na campanha de conscientização, que seja repreendido o funcionário perdulário e punido administrativamente o reincidente. Só assim poderá se obter um melhor alinhamento dos objetivos empresariais e pessoais.

Colablorador: Gabriel L. S. Galvão

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EFICIÊNCIA NA GERAÇÃO DE DEMANDA - UMA QUESTÃO DE CONTEÚDO OU DE MÍDIA? - PARTE 1

Sabado, 25 de Agosto de 2007
Tão importante quanto os cuidados com a marca e com o canal de vendas da sua empresa ter uma plataforma bem articulada, com programas focados em geração de demanda é fundamental para que o "telefone toque" ou "as visitações no site aumente".

Conceitualmente todo programa de marketing focado geração de demanda deve ter 3 elementos, cujo objetivo é simplesmente estimular o público-alvo a se mobilizar de alguma forma no sentido de efetivar a compra.

1. Um estímulo, que pode ser uma promoção, oportunidade, desconto, sorteio, enfim, algo que determine que um bom negócio esteja sendo apresentado.

2. Um produto ou serviço, que esteja associado à identidade e a promessa da sua empresa para que os clientes identifiquem quem está mandando versus o que está sendo ofertado.

3. Um "chamado" explícito, claro, compreensivo. Aqueles do tipo: - Ligue agora, válido até o fim do estoque, visite o site, os primeiros que ligarem ganham um brinde especial, só até sábado, etc.

Existem alguns erros conceituais básicos na construção de programas de geração de demanda que acabam por comprometer a eficiência e consequentemente os resultados nas vendas associadas ao programa. O principal erro acontece quando se confunde a mídia (ou veículo) com o conteúdo.

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Exemplos:

. Escolha da mídia ou veículo antes de definir o conteúdo. Ouve-se muito freqüentemente alguns profissionais falarem de boca cheia, com assertividade:

"- Manda aí um e-mail marketing e pronto!!!".

É como se no passado, por exemplo, o correio tradicional pudesse sanar seus problemas de vendas através de seu sistema de envio de cartas.

. Negligência ou preguiça ao escolher o estímulo.Outra frase interessante que vem sempre do profissional que montou a oferta sem nenhum critério e sem conhecer seu público-alvo.

"- 20.000 pessoas abriram o e-mail marketing, mas ninguém ligou. Esse e-mail marketing não funciona".

Pode ser que ele, o profissional, esteja fazendo uma oferta de frango com um preço incrível e ainda leva grátis uma farofa focada em vegetarianos.

. Achar que qualquer mídia pode ser classificada como uma mídia de resposta direta. O sujeito coloca no rádio, uma propaganda:

"-Venha experimentar este delicioso chocolate que derrete na boca hummmmm, visite nosso site agora e concorra a uma bicicleta".

Chocolate delicioso que derrete na boca, pelo rádio? E o chamado é para ir para o site e concorrer a uma bicicleta? Estranha forma de estimular uma experimentação, seguida da combinação da promoção que oferece uma bicicleta como estimulo à experiência. Acho que ninguém salivaria ouvindo um chamado deste pelo rádio. Talvez os que estiverem de dieta, iriam ao site pra ganhar a bicicleta?!

Fala-se muito sobre e-mail marketing, E-commerce, CRM, ERP, programas de afinidade, marketing direto, Business Intelligence. Na moda, todos estes termos definem simplesmente o meio, ou a infra-estrutura de tecnologia de informação que na antiguidade chamava-se de CPD. As ações de geração de demanda exigem muito mais responsabilidade e competência analítica para escolher qual a "isca" que a empresa deve escolher para "pescar" determinado "peixe" em determinado "rio".

Apesar dos termos semanticamente sofisticados a relação com cliente não mudou de forma revolucionária, mas sim evolucionária. Marketing e Vendas continuam sendo uma única equação que determina oferta e demanda. Antes o relacionamento com o cliente dava-se de uma forma mais simples e pessoal, mais lenta proporcional à tecnologia disponível na época. Hoje estímulo e resposta são instantâneos!

O cliente é o mesmo só que está mais bem informado, e conseqüentemente mais exigente.

A mecânica para dissipar informação sobre qualquer tipo de oferta de qualquer tipo de produto ficou acessível a todos que tem uma boa idéia. Não precisam investir em meios caros como TV, rádio ou jornal. Através da internet por R$10,00 registram um domínio e por outros R$10,00 criam um site capaz de oferecer qualquer coisa para milhões de indivíduos, fenômeno denominado como "long tail".

Por um lado ótimo hoje vemos produtos e serviços que nunca sonhávamos que poderiam existir, por outro lado, a poluição de e-mails e spams incomodam as caixas postais abarrotadas dos usuários, agora equipados com anti-spam com filtros sofisticados comprometendo a eficiência deste meio como ferramenta para programas de geração de demanda.

É como se os clientes da suas empresas tivessem um carteiro pessoal que jogasse fora todas as correspondências que escolheram não receber.

E o conteúdo? Como articular um conteúdo que seja atraente e eficiente para o cliente?

A efetividade dos programas está DIRETAMENTE relacionada à clareza e precisão do plano de marketing e comunicação da empresa. Se os fundamentos relacionados à marca, identidade, promessa de valor, posicionamento e estratégias da empresa estiverem bem equacionados, os programas de geração de demanda certamente vão gerar bons resultados através de estímulos compreensivos e significativos para o público-alvo, que vai ligar para seu "call-center" ou visitar o seu site!

Além disso, o cliente vai também:

. Registrar-se para receber e-mail com outras promoções.

. Tornar-se membro do seu programa de afinidade.

. Interagir com a empresa quando solicitado.

. Reclamar das deficiências.

. Sugerir mudanças, propor alternativas.

A internet por enquanto é a única mídia que permite este tipo de interação. Ainda está pensando se investimentos em E-commerce é prioridade? Seu concorrente já decidiu, faz tempo!

E-commerce diferente do que muitos gestores pensam não é uma tendência. Na realidade os que pensam assim já perderam boa parte do seu mercado. Internet é um canal de vendas tão ou mais efetivo comparativamente aos canais de vendas tradicionais da empresa. A internet não respeita debates filosóficos, opiniões ou lerdeza operacional. A internet muda o comportamento de compra dos seus clientes.

Se sua empresa não evolui para renovar seu canal de vendas o cliente vai mudar de fornecedor - e sua empresa vai mudar de segmento!

Continua amanhã (publicação de segunda/última parte)....

Colaborador: Nori Lucio Jr.