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Aprendizado e ações organizacionais na relação com os clientes

Terça, 30 de Setembro de 2008
Atualmente existem inúmeras ferramentas de comunicação, que facilitam a troca de informações entre consumidores, que permitem ao consumidor publicar seu próprio conteúdo e também faz com que as empresas aprendam a utilizar o que está disponível para todos.

O consumidor passou a receber muito mais informações com a disponibilização da internet para um grupo maior de pessoas, as informações viajam de um lado para o outro do planeta em um tempo curtíssimo e a relação das empresas com seus clientes também passa por uma mudança.

Mas para que a empresa não torne-se um obstáculo na vida de seus cliente sé necessário conhecer os limites existentes, pois ao enviar algo ao consumidor a empresa pode ser mais facilmente descartada e substituída, e assim há uma invasão de privacidade que leva a um rompimento unilateral, e que pode ser iniciado por telefonemas em horas impróprias, envio de material não solicitado por e-mail ou telefone celular.

Lidar com a tecnologia pode favorecer às organizações quando há um pensar antes de agir, e muitas empresas esquecem que o cliente deve escolher se quer ou não receber uma mensagem, através de qualquer veículo, desta ou daquela empresa, mas são poucas as que pensam em uma situação inversa, a empresa como consumidora, e que também não quer ser atrapalhada em certos momentos.

Quando a empresa insiste em conquistar um cliente acaba por ser banida da mente do consumidor, já que suas ações são invasivas e atrapalham o cliente.

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O Emprego – Entrevista com Sérgio Dal Sasso

Terça, 30 de Setembro de 2008
Pesquisa realizada pelo Instituto Amigos do Emprego com 1.883 recém-demitidos de janeiro a julho deste ano, revela que 76% dos profissionais dizem sentirem-se responsáveis pela perda do emprego, mesmo que o corte tenha sido resultado de uma reestruturação na quais vários profissionais foram demitidos.

Durante aula inaugural de um curso de MBA José Lopes Agulho, consultor e executivo em planejamento e desenvolvimento organizacional e de pessoas; proferiu palestra uma palestra sobre: “as pessoas que estão fazendo as coisas acontecerem”. Agulho mostrou que a perda do emprego não é o fim do mundo. "Às vezes, perder o emprego é a oportunidade que estava faltando para o crescimento". Para finalizar, o consultor pediu para que cada um pensasse sobre o que quer, de verdade. "A partir daí, você pode traçar seus objetivos". Esta é uma importante dica para quem se sente vítima do próprio trabalho.

O colunista do nosso portal, Sergio Dal Sasso, diz o seguinte: na verdade e numa ampliação da visão de sustentabilidade do próprio consumo do mercado, o mundo necessariamente deve sempre propiciar uma equação que garanta a manutenção e preservação do poder aquisitivo de todos. Digo isso para poder justificar que perdas de posições profissionais, não significam o fim de tudo, mas uma situação quase que normal a todos que dependem dos meios de terceiros para garantir a sua sobrevivência. Hoje seria muito raro verificar "cases profissionais" aonde encontramos casos de colaboradores que nasceram e terminaram suas carreiras em uma só organização.

Segundo Sasso, pesa muito, nos momentos de transição profissional, o pré-entendimento de que ninguém é eterno, pelo contrário, os sucessos são como os momentos de felicidade e dificilmente ocorrem de forma contínua, assim os fatos do dia devem, ou pelo menos deveriam sinalizar, por antecipação e retaguarda, a própria preparação de alternativas frente aos riscos que temos diante das adversidades dos mercados por onde atuamos.

A motivação como todo planejamento, deve anteceder aos fatos, ou seja, necessariamente temos sempre que estar criando planos B´s
para poder estar mais ou menos estruturados, quanto à garantia de opções diante dos momentos de ruptura e os desvios de modelos de atividades a serem aplicados.

O poder da superação, diante daquilo que não imaginávamos que aconteceria, fica pela dependência do entendimento racional e lógico de que competitividade gera sempre mudanças, aonde o termo "sentimento de compaixão" não é um item a ser aplicado no contexto das decisões. Nesse caso precisamos olhar mais a frente sempre, pela busca e estudos de projetos que poderiam continuar estimulando nossa potencialidade, vocação e por que não a realização dos próprios sonhos.

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COMO ANDA SUA QUALIDADE DE VIDA NO AMBIENTE DE TRABALHO?

Quarta, 24 de Setembro de 2008
Encontrarmos pessoas que ficam horas e horas a mais em seu trabalho dedicando-se a uma atividade ou um projeto e mesmo assim não obtém uma boa produtividade em suas tarefas e principalmente estão longe de se sentirem realizados com o que fazem, gerando assim frustrações e falta de motivação. O motivo desta falta de produtividade pode ser a má qualidade de vida no ambiente de trabalho.

O ambiente de trabalho não deve ser considerado apenas como o ambiente da empresa ou escritório, mas também o ambiente de estudo dos alunos de todas as faixas etárias. Estes também possuem sua carga horária distribuída entre aulas, provas, cursos de idiomas, cursos de informáticas, esportes e mais provas. Há crianças com menos de sete anos que ficam na escola ou fazem dezenas de atividades, saindo de casa as 07:00h e retornando apenas as 18:30h. São mais de dez horas de atividades diárias.

Os profissionais precisam dedicar seus esforços para apresentarem seus projetos dentro do prazo desejado. Alguns, ainda, por morarem longe de seu local de trabalho ou não terem acesso a um restaurante perto, muitas vezes almoçam no próprio ambiente e logo estão a trabalhar novamente.

A mente precisa descansar, sair da rotina. Processar novas informações através de ambientes diferentes dos quais se passa a maior parte do tempo utilizando os cinco sentidos (olfato, tato, paladar, audição e visão) para que descanse e se revigore.

Verifique se sua postura não está lhe causando cansaço físico, se não está sentado muito perto do monitor do computador, se está exposto a algum tipo de poluição (sonora ou visual, por exemplo).

Aproveite o horário que sobre durante o almoço para fazer algo diferente. Ouça uma música, leia um capítulo de um livro, desenhe, pinte, faça artesanato, converse com amigos (assuntos não relacionados ao trabalho), dê uma volta no quarteirão, faça um projeto esboçando seus objetivos para o ano e assim por diante.

Se em sua empresa não há um programa de melhoria na qualidade de vida no ambiente de trabalho, quando for degustar o tradicional cafezinho, aproveite para se alongar e fazer uma rápida ginástica laboral, preparando seu corpo para o restante da jornada de trabalho.

Se você é um estudante que dedica horas e horas realizando várias atividades de estudo, pare um pouco para descansar. Ouça músicas, assista um vídeo, curta a natureza. Fuja de sua rotina. O estudo é excelente para seu futuro, mas em excesso, haverá um momento que você não conseguirá mais processar tantas informações.

Quando não estiver em seu ambiente de trabalho ou estudo, passe mais tempo junto de sua família. Com seus pais, marido, esposa, filhos, tios, avós, sobrinhos ou netos. A família é uma grande fonte de energia para todos. Não trabalhe ou estude exaustivamente pensando apenas no amanhã, pois você estará deixando de viver o hoje com as pessoas mais especiais de sua vida. Como disse Kotler, “a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo”. Viva intensamente seu presente e com certeza terá um maravilhoso futuro.

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CRA-SP realizará Fórum Internacional para debater oportunidades de trabalho para PCDs

Quarta, 24 de Setembro de 2008
No dia 29 de setembro o Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA-SP) realizará, através do Grupo de Excelência Convergência Tecnológica e Mobilidade Corporativa, em São Paulo, Fórum internacional que discutirá o teletrabalho como uma oportunidade de trabalho para portadores de deficiência.

O encontro tem como objetivo tirar uma proposta para o Brasil e países da América Latina, que contribua para a inserção dos PCDs ( Pessoas com Deficiência)no mercado formal de trabalho. Os resultados do Censo 2000 mostram que, aproximadamente, 24,6 milhões de pessoas, ou 14,5% da população total, apresentaram algum tipo de incapacidade ou deficiência.

A pesquisadora e mestra pela Universidade de Buenos Aires em Ciências Sociais do Trabalho, a argentina Sonia Boiarov e os brasileiros Wilton Azevedo (artista plástico, designer gráfico, poeta e músico, doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e portador de deficiência física) e Walter Dias Massa (diretor Operacional da Telejob e empresário do setor de telecomunicações com especialização em operações de Call Center) estarão à frente dos debates.

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O Jacaré vai morder!

Quarta, 24 de Setembro de 2008
“...até um pé no traseiro te empurra para frente”
Jack Welch CEO da General Electric nos Estados Unidos


Seu comportamento, assim como sua atitude, podem levá-lo à demissão. Seu talento, assim como seu conhecimento, podem perder o significado diante do individualismo, assim como do egoísmo, da perversidade, da maldade e da arrogância, tendo em vista que todos da organização do século XXI deverão ter em mente que não há espaço no mercado para estes comportamentos e atitudes, uma vez que em meio a esta era, o que tem maior significado é o saber compartilhar, saber conviver, enfim, saber somar.

Importante pensar que o profissional é selecionado pelo seu currículo, observando-se assim sua capacidade técnica; mas é demitido pelo seu comportamento, bem como, por sua atitude.

Destarte, a falta de produtividade juntamente com a incompetência técnica, somados a um comportamento inadequado, são cruciais no que tange ao processo de demissão.

Jamais se pode olvidar que nos dias atuais, torna-e cada vez mais freqüente a preocupação com o comportamento e a atitude, pois, sabe-se que estas variáveis podem derrubar qualquer profissional, posto que apenas cumprir metas não garante sua permanência na empresa em que atua. É sabido que nos dias atuais o profissional necessita ter inteligência emocional, deve também saber lidar com as pessoas assim como deverá saber lidar com a instabilidade, sendo um profissional pró-ativo em meio a esta era do terceiro milênio, sendo flexível e humilde o bastante para saber conduzir o seu departamento e/ ou empresa como um maestro que rege uma orquestra, em plena sintonia.

O fato é que, vários são os motivos que impulsionam um colaborador a “namorar” outra empresa e a pedir demissão, dentre os quais citamos alguns: a busca por melhores possibilidades, a falta de perspectiva de crescimento dentro da empresa em que atua, a falta de harmonia no departamento e/ou empresa, a falta de educação, bem como o comportamento e a atitude de seu superior, uma vez que este não sabe exercer com maestria seu papel de liderança, não sabendo se relacionar e nem a valorizar os seus pilares, que são as pessoas que fazem parte da empresa.

Interessante lembrar que, o “casamento para toda a vida” entre empresa e colaborador se vê ameaçado em meio a competitividade e a globalização do mercado. Hoje o colaborador pode “morrer” de amor pela empresa em que atua, mas, se verificar novas possibilidades de desenvolvimento, bem como de crescimento, em outra empresa, se “divorcia” da empresa em que exerce suas funções, migrando fácil para a outra empresa, em busca de “novos horizontes”.

Em face do exposto, torna-se interessante conscientizar-se que, em meio à lei da sobrevivência e do “salve-se quem puder” este “divórcio” ocorre de maneira bem fácil também por parte da empresa no que tange a demissão do colaborador. Um exemplo clássico desta prática é quando o colaborador falha e sua falha determina a posição da empresa no mercado; assim, o colaborador ajudou a empresa anos e anos se doando , se entregando à execução de suas tarefas,contribuindo para com a ascensão,assim como com a permanência da empresa no mercado, mas em um dado momento em que falhou e sendo esta falha crucial à posição da empresa no mercado, a empresa não pensa nos benefícios advindos deste colaborador em tempos passado, não perdoando seu erro, desligando-o imediatamente do quadro.

Como se vê, em um momento de demissão, o que o profissional deve fazer em meio às “tempestades” deste percurso é manter-se calmo, verificando os prós e os contras, procurando analisar e avaliar friamente em que “pecou”, quais os seus pontos fracos que poderão ser convertidos em pontos fortes, procurando assim, além de desenvolver, crescer e “amadurecer” com as falhas, não se deixando abater, “cair” e/ou desanimar-se, pois, neste momento, é preciso estar de cabeça “fria” e “erguida”; somente assim ele conseguirá pensar, refletir, analisar e transpor os obstáculos , fazendo destes os degraus para sua subida e dessa forma, tornando esse período que deveria ser um fardo em um momento de desenvolvimento e crescimento advindo da confiança em si próprio.

Importante ressaltar, que em meio a essa tempestade o colaborador mantenha o equilíbrio emocional, não se deixando levar pela depressão, pelo desequilíbrio e crises emocionais que porventura estarão a lhe espreitar, pois estes sentimentos iriam apenas a um desequilíbrio, impedindo assim, de pensar de forma inteligente.

Conclui-se, então, que o importante é reconhecer erros, falhas e reerguer a cabeça, e assim se tornar novamente vitorioso.

Por outro lado, quando o colaborador solicita seu desligamento da empresa onde atua, a empresa inteligente deve procurar saber e entender o motivo que o levou a fazer tal pedido de demissão, analisando e refletindo sobre o mesmo, pois, se porventura a causa for “recheada” de falhas advindas da empresa, estas deverão ser corrigidas de maneira imediata, evitando-se assim futuros transtornos. Neste momento o gestor deve agir com extrema objetividade, transparência e profissionalismo, orientando e apoiando o colaborador no que for preciso, mas, sem se deixar levar pelas emoções, muito menos pelo vínculo criado com o colaborador se no caso existir; assim, o processo demissionário ocorre de forma mais tranqüila e menos traumática para ambos.

Em termos gerais, torna-se interessante relembrar que, em meio a um processo demissionário, é preciso haver transparência e sinceridade, evitando-se a todo custo a hostilidade. É preciso ter em mente que a hostilidade irá contribuir para trazer além da animosidade entre as partes, ”cicatrizes” que permanecerão para sempre. Muitas empresas são alvos de processos judiciais nesse momento, momento esse onde predominou a hostilidade, em vez de um desligamento sincero e honesto, ainda que o processo de demissão tenha sido desfavorável ao ex-colaborador.