Rafael M. Menshhein
Terça, 30 de Setembro de 2008
Atualmente existem inúmeras ferramentas de comunicação, que facilitam a
troca de informações entre consumidores, que permitem ao consumidor publicar seu
próprio conteúdo e também faz com que as empresas aprendam a utilizar o que está
disponível para todos.
O consumidor passou a receber muito mais informações com a disponibilização da
internet para um grupo maior de pessoas, as informações viajam de um lado para o
outro do planeta em um tempo curtíssimo e a relação das empresas com seus
clientes também passa por uma mudança.
Mas para que a empresa não torne-se um obstáculo na vida de seus cliente sé
necessário conhecer os limites existentes, pois ao enviar algo ao consumidor a
empresa pode ser mais facilmente descartada e substituída, e assim há uma
invasão de privacidade que leva a um rompimento unilateral, e que pode ser
iniciado por telefonemas em horas impróprias, envio de material não solicitado
por e-mail ou telefone celular.
Lidar com a tecnologia pode favorecer às organizações quando há um pensar antes
de agir, e muitas empresas esquecem que o cliente deve escolher se quer ou não
receber uma mensagem, através de qualquer veículo, desta ou daquela empresa, mas
são poucas as que pensam em uma situação inversa, a empresa como consumidora, e
que também não quer ser atrapalhada em certos momentos.
Quando a empresa insiste em conquistar um cliente acaba por ser banida da mente
do consumidor, já que suas ações são invasivas e atrapalham o cliente.
|
Sérgio Dal Sasso
Terça, 30 de Setembro de 2008
Pesquisa realizada pelo Instituto Amigos do Emprego com 1.883 recém-demitidos de
janeiro a julho deste ano, revela que 76% dos profissionais dizem sentirem-se
responsáveis pela perda do emprego, mesmo que o corte tenha sido resultado de
uma reestruturação na quais vários profissionais foram demitidos.
Durante aula inaugural de um curso de MBA José Lopes Agulho, consultor e
executivo em planejamento e desenvolvimento organizacional e de pessoas;
proferiu palestra uma palestra sobre: “as pessoas que estão fazendo as coisas
acontecerem”. Agulho mostrou que a perda do emprego não é o fim do mundo. "Às
vezes, perder o emprego é a oportunidade que estava faltando para o
crescimento". Para finalizar, o consultor pediu para que cada um pensasse sobre
o que quer, de verdade. "A partir daí, você pode traçar seus objetivos". Esta é
uma importante dica para quem se sente vítima do próprio trabalho.
O colunista do nosso portal, Sergio Dal Sasso, diz o seguinte: na verdade e numa
ampliação da visão de sustentabilidade do próprio consumo do mercado, o mundo
necessariamente deve sempre propiciar uma equação que garanta a manutenção e
preservação do poder aquisitivo de todos. Digo isso para poder justificar que
perdas de posições profissionais, não significam o fim de tudo, mas uma situação
quase que normal a todos que dependem dos meios de terceiros para garantir a sua
sobrevivência. Hoje seria muito raro verificar "cases profissionais" aonde
encontramos casos de colaboradores que nasceram e terminaram suas carreiras em
uma só organização.
Segundo Sasso, pesa muito, nos momentos de transição profissional, o
pré-entendimento de que ninguém é eterno, pelo contrário, os sucessos são como
os momentos de felicidade e dificilmente ocorrem de forma contínua, assim os
fatos do dia devem, ou pelo menos deveriam sinalizar, por antecipação e
retaguarda, a própria preparação de alternativas frente aos riscos que temos
diante das adversidades dos mercados por onde atuamos.
A motivação como todo planejamento, deve anteceder aos fatos, ou seja,
necessariamente temos sempre que estar criando planos B´s
para poder estar mais ou menos estruturados, quanto à garantia de opções diante
dos momentos de ruptura e os desvios de modelos de atividades a serem aplicados.
O poder da superação, diante daquilo que não imaginávamos que aconteceria, fica
pela dependência do entendimento racional e lógico de que competitividade gera
sempre mudanças, aonde o termo "sentimento de compaixão" não é um item a ser
aplicado no contexto das decisões. Nesse caso precisamos olhar mais a frente
sempre, pela busca e estudos de projetos que poderiam continuar estimulando
nossa potencialidade, vocação e por que não a realização dos próprios sonhos.
|
Wagner Campos
Quarta, 24 de Setembro de 2008
Encontrarmos pessoas que ficam horas e horas a mais em seu trabalho dedicando-se
a uma atividade ou um projeto e mesmo assim não obtém uma boa produtividade em
suas tarefas e principalmente estão longe de se sentirem realizados com o que
fazem, gerando assim frustrações e falta de motivação. O motivo desta falta de
produtividade pode ser a má qualidade de vida no ambiente de trabalho.
O ambiente de trabalho não deve ser considerado apenas como o ambiente da
empresa ou escritório, mas também o ambiente de estudo dos alunos de todas as
faixas etárias. Estes também possuem sua carga horária distribuída entre aulas,
provas, cursos de idiomas, cursos de informáticas, esportes e mais provas. Há
crianças com menos de sete anos que ficam na escola ou fazem dezenas de
atividades, saindo de casa as 07:00h e retornando apenas as 18:30h. São mais de
dez horas de atividades diárias.
Os profissionais precisam dedicar seus esforços para apresentarem seus
projetos dentro do prazo desejado. Alguns, ainda, por morarem longe de seu local
de trabalho ou não terem acesso a um restaurante perto, muitas vezes almoçam no
próprio ambiente e logo estão a trabalhar novamente.
A mente precisa descansar, sair da rotina. Processar novas informações através
de ambientes diferentes dos quais se passa a maior parte do tempo utilizando os
cinco sentidos (olfato, tato, paladar, audição e visão) para que descanse e se
revigore.
Verifique se sua postura não está lhe causando cansaço físico, se não está
sentado muito perto do monitor do computador, se está exposto a algum tipo de
poluição (sonora ou visual, por exemplo).
Aproveite o horário que sobre durante o almoço para fazer algo diferente. Ouça
uma música, leia um capítulo de um livro, desenhe, pinte, faça artesanato,
converse com amigos (assuntos não relacionados ao trabalho), dê uma volta no
quarteirão, faça um projeto esboçando seus objetivos para o ano e assim por
diante.
Se em sua empresa não há um programa de melhoria na qualidade de vida no
ambiente de trabalho, quando for degustar o tradicional cafezinho, aproveite
para se alongar e fazer uma rápida ginástica laboral, preparando seu corpo para
o restante da jornada de trabalho.
Se você é um estudante que dedica horas e horas realizando várias atividades de
estudo, pare um pouco para descansar. Ouça músicas, assista um vídeo, curta a
natureza. Fuja de sua rotina. O estudo é excelente para seu futuro, mas em
excesso, haverá um momento que você não conseguirá mais processar tantas
informações.
Quando não estiver em seu ambiente de trabalho ou estudo, passe mais tempo junto
de sua família. Com seus pais, marido, esposa, filhos, tios, avós, sobrinhos ou
netos. A família é uma grande fonte de energia para todos. Não trabalhe ou
estude exaustivamente pensando apenas no amanhã, pois você estará deixando de
viver o hoje com as pessoas mais especiais de sua vida. Como disse Kotler, “a
melhor maneira de prever o futuro é criá-lo”. Viva intensamente seu presente e
com certeza terá um maravilhoso futuro.
|
Administrador
Quarta, 24 de Setembro de 2008
No dia 29 de setembro o Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA-SP)
realizará, através do Grupo de Excelência Convergência Tecnológica e Mobilidade
Corporativa, em São Paulo, Fórum internacional que discutirá o teletrabalho como
uma oportunidade de trabalho para portadores de deficiência.
O encontro tem como objetivo tirar uma proposta para o Brasil e países da
América Latina, que contribua para a inserção dos PCDs ( Pessoas com
Deficiência)no mercado formal de trabalho. Os resultados do Censo 2000 mostram
que, aproximadamente, 24,6 milhões de pessoas, ou 14,5% da população total,
apresentaram algum tipo de incapacidade ou deficiência.
A pesquisadora e mestra pela Universidade de Buenos Aires em Ciências Sociais do
Trabalho, a argentina Sonia Boiarov e os brasileiros Wilton Azevedo (artista
plástico, designer gráfico, poeta e músico, doutor em Comunicação e Semiótica
pela PUC-SP e portador de deficiência física) e Walter Dias Massa (diretor
Operacional da Telejob e empresário do setor de telecomunicações com
especialização em operações de Call Center) estarão à frente dos debates.
|
Marizete Furbino
Quarta, 24 de Setembro de 2008
“...até um pé no traseiro te empurra para frente”
Jack Welch CEO da General Electric nos Estados Unidos
Seu comportamento, assim como sua atitude, podem levá-lo à demissão. Seu
talento, assim como seu conhecimento, podem perder o significado diante do
individualismo, assim como do egoísmo, da perversidade, da maldade e da
arrogância, tendo em vista que todos da organização do século XXI deverão ter em
mente que não há espaço no mercado para estes comportamentos e atitudes, uma vez
que em meio a esta era, o que tem maior significado é o saber compartilhar,
saber conviver, enfim, saber somar.
Importante pensar que o profissional é selecionado pelo seu currículo,
observando-se assim sua capacidade técnica; mas é demitido pelo seu
comportamento, bem como, por sua atitude.
Destarte, a falta de produtividade juntamente com a incompetência técnica,
somados a um comportamento inadequado, são cruciais no que tange ao processo de
demissão.
Jamais se pode olvidar que nos dias atuais, torna-e cada vez mais freqüente a
preocupação com o comportamento e a atitude, pois, sabe-se que estas variáveis
podem derrubar qualquer profissional, posto que apenas cumprir metas não garante
sua permanência na empresa em que atua. É sabido que nos dias atuais o
profissional necessita ter inteligência emocional, deve também saber lidar com
as pessoas assim como deverá saber lidar com a instabilidade, sendo um
profissional pró-ativo em meio a esta era do terceiro milênio, sendo flexível e
humilde o bastante para saber conduzir o seu departamento e/ ou empresa como um
maestro que rege uma orquestra, em plena sintonia.
O fato é que, vários são os motivos que impulsionam um colaborador a “namorar”
outra empresa e a pedir demissão, dentre os quais citamos alguns: a busca por
melhores possibilidades, a falta de perspectiva de crescimento dentro da empresa
em que atua, a falta de harmonia no departamento e/ou empresa, a falta de
educação, bem como o comportamento e a atitude de seu superior, uma vez que este
não sabe exercer com maestria seu papel de liderança, não sabendo se relacionar
e nem a valorizar os seus pilares, que são as pessoas que fazem parte da
empresa.
Interessante lembrar que, o “casamento para toda a vida” entre empresa e
colaborador se vê ameaçado em meio a competitividade e a globalização do
mercado. Hoje o colaborador pode “morrer” de amor pela empresa em que atua, mas,
se verificar novas possibilidades de desenvolvimento, bem como de crescimento,
em outra empresa, se “divorcia” da empresa em que exerce suas funções, migrando
fácil para a outra empresa, em busca de “novos horizontes”.
Em face do exposto, torna-se interessante conscientizar-se que, em meio à lei da
sobrevivência e do “salve-se quem puder” este “divórcio” ocorre de maneira bem
fácil também por parte da empresa no que tange a demissão do colaborador. Um
exemplo clássico desta prática é quando o colaborador falha e sua falha
determina a posição da empresa no mercado; assim, o colaborador ajudou a empresa
anos e anos se doando , se entregando à execução de suas tarefas,contribuindo
para com a ascensão,assim como com a permanência da empresa no mercado, mas em
um dado momento em que falhou e sendo esta falha crucial à posição da empresa no
mercado, a empresa não pensa nos benefícios advindos deste colaborador em tempos
passado, não perdoando seu erro, desligando-o imediatamente do quadro.
Como se vê, em um momento de demissão, o que o profissional deve fazer em meio
às “tempestades” deste percurso é manter-se calmo, verificando os prós e os
contras, procurando analisar e avaliar friamente em que “pecou”, quais os seus
pontos fracos que poderão ser convertidos em pontos fortes, procurando assim,
além de desenvolver, crescer e “amadurecer” com as falhas, não se deixando
abater, “cair” e/ou desanimar-se, pois, neste momento, é preciso estar de cabeça
“fria” e “erguida”; somente assim ele conseguirá pensar, refletir, analisar e
transpor os obstáculos , fazendo destes os degraus para sua subida e dessa
forma, tornando esse período que deveria ser um fardo em um momento de
desenvolvimento e crescimento advindo da confiança em si próprio.
Importante ressaltar, que em meio a essa tempestade o colaborador mantenha o
equilíbrio emocional, não se deixando levar pela depressão, pelo desequilíbrio e
crises emocionais que porventura estarão a lhe espreitar, pois estes sentimentos
iriam apenas a um desequilíbrio, impedindo assim, de pensar de forma
inteligente.
Conclui-se, então, que o importante é reconhecer erros, falhas e reerguer a
cabeça, e assim se tornar novamente vitorioso.
Por outro lado, quando o colaborador solicita seu desligamento da empresa onde
atua, a empresa inteligente deve procurar saber e entender o motivo que o levou
a fazer tal pedido de demissão, analisando e refletindo sobre o mesmo, pois, se
porventura a causa for “recheada” de falhas advindas da empresa, estas deverão
ser corrigidas de maneira imediata, evitando-se assim futuros transtornos. Neste
momento o gestor deve agir com extrema objetividade, transparência e
profissionalismo, orientando e apoiando o colaborador no que for preciso, mas,
sem se deixar levar pelas emoções, muito menos pelo vínculo criado com o
colaborador se no caso existir; assim, o processo demissionário ocorre de forma
mais tranqüila e menos traumática para ambos.
Em termos gerais, torna-se interessante relembrar que, em meio a um processo
demissionário, é preciso haver transparência e sinceridade, evitando-se a todo
custo a hostilidade. É preciso ter em mente que a hostilidade irá contribuir
para trazer além da animosidade entre as partes, ”cicatrizes” que permanecerão
para sempre. Muitas empresas são alvos de processos judiciais nesse momento,
momento esse onde predominou a hostilidade, em vez de um desligamento sincero e
honesto, ainda que o processo de demissão tenha sido desfavorável ao
ex-colaborador.
|
| |