Sérgio Dal Sasso
Quarta, 8 de Outubro de 2008
Em Janeiro de 2008 escrevemos o artigo “Administração Sustentável 2008”. Abaixo
segue parte do texto original, aonde alertávamos quase que “solitariamente” que
nossos barcos não seriam mais impulsionados sem velas, antecipando também sobre
a ausência dos controles adequados para dar sustentabilidade aos negócios.
Veja Parte do texto original “ADMINISTRAÇÃO SUSTENTÁVEL 2008 – Janeiro de 2008”:
O que podemos dizer sobre os mercados e a conjuntura econômica mundial. Existe
um limite natural em tudo, toda bola estoura, e o risco da garantia dos volumes
é o esquecimento das especificações básicas do jogo que estamos praticando,
principalmente quando nos orientamos pelo que os outros estão fazendo, se
esquecendo se realmente temos condições de praticar a mesma coisa.
Administrar de olho no mercado e suas possibilidades de conquistas às vezes
fazem com que nos esqueçamos dos parâmetros lógicos de que negócios pedem por
controles e que controles, acima de sistemas impecáveis, devem ser dotados de
gente capaz de analisá-los antes do caos.
Todo crescimento necessita de demandas, e na contra partida nos meios
competitivos, empresas acima do talento coletivo (poder de troca com ênfase nos
objetivos) pela criação “do surpreender”, não podem perder o espírito analítico
pela euforia de crescer a qualquer preço e prazo.
No mundo não temos mágica, mas lógica, pois tudo que to falando é resultante das
décadas de fusões e aquisições geradoras de estratégias que beneficiam escalas
ajustando e consolidando participações, mas que também aceleram as reduções de
mão de obra que por conseqüência se alocam em outras atividades e desafios, que
nem sempre garantem um consumidor estável, mas que mesmo assim gasta e temos que
aprender a trabalhar.
Aguardemos os resultados em 2008, 2009, mas antecipe e revise seus planos,
pois nossos barcos não vão mais navegar sem o uso de todas as velas. Se errar
pela cautela, “please” às vezes uma boa cardeneta de poupança é melhor do que
traficar cocaína.
Reforçando nossa visão na época, fica-se claro pelo que vem acontecendo que essa
crise tem seu reflexo em todos os cantos do planeta, e que, de forma menos
intensa, porém preocupante, também praticamos da mesma maneira a política do
expandir pela dilatação do credito, do tipo olhar pela venda, deixando que as
informações sobre as conjunturas do crescimento fossem dados mais relevantes do
que a analise das garantias do próprio consumidor.
Coisas do mundo de grandes escalas e das decisões em cima de demonstrativos que
vão se acumulando com base em provisões percentuais e estatísticas, que nem
sempre refletem a realidade do que está acontecendo. Nesse momento tanto faz
qualquer adoção governamental para amenizar as coisas, pois o estancar o
crédito, controlar ou dificultar o consumo pelo aumento dos juros, não irá
amenizar a herança do que já foi feito, que se encontra na parcela do
compromisso assumido do consumidor pego pelo impulso. O jogo do mercado,
inevitavelmente, vai ditar à redução do poder do consumo e pior refletir na
saúde dos fluxos financeiros com acréscimos pelo acumulo da inadimplência e
redução de volumes.
O final do ano vem chegando e cabe um alerta ao mercado, ao gestor, ao
colaborador. Primeiro não atente muito as informações ou ausências delas
referente ao que o governo está passando (afinal estamos em campanha eleitoral)
e em segundo se os negócios já não estão bem, não arrisque transações sem a
devida visão dos prazos entre compras e vendas. Negocie muito suas compras, e
reforce a tese de vender novidades, e assim justificar as vantagens das
operações de curto prazo, se distanciando no máximo de ser o financiador direto
na ponta final, e se isso for inevitável tenha um sistema de analise para
garantir segurança caucionada frente ao comprador final.
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Grupo Triunfo
Segunda, 6 de Outubro de 2008
Com a economia aquecida, muitos trabalhadores contratados para empregos
temporários têm chance de efetivação.
A Triunfo preparou algumas dicas para quem quer se destacar e conquistar
efetivamente uma vaga no mercado de trabalho.
A apenas três meses do Natal, muitas empresas começam a divulgar suas vagas para
contratação de empregados temporários. Segundo matéria publicada na Folha on
Line, em 30 de setembro: “com a proximidade das festas de fim de ano, as
vagas proliferam no mercado de trabalho e quem procura um emprego pode
aproveitar a oportunidade. Ao todo, devem surgir 113 mil ofertas temporárias
neste fim de ano”.

Para muitas pessoas, essa é uma grande oportunidade de se obter mais do que um
trabalho temporário: é uma oportunidade para mostrar ao mercado seu potencial e
o quanto pode contribuir para o crescimento da empresa.
Todos os anos, muitos trabalhadores são efetivados por destacarem-se em suas
atividades.
Para o consultor Scher Soares, diretor do Grupo Triunfo, o fato de ser
contratado para uma vaga temporária exige do trabalhador certo nível de preparo.
“Mesmo tratando-se de uma situação para um curto prazo, existem sim chances de
efetivação. Para isso, é importante que o colaborador dê seu máximo nesta nova
etapa profissional”, explica.
Para que a efetivação seja realizada é preciso que duas coisas aconteçam:
1. A empresa tem que sentir necessidade de absorver para seu quadro uma maior
quantidade de pessoas;
2. O trabalhador deve destacar-se em meio aos demais, pois a chances de que
todos os temporários tornem-se efetivos é muito pequena.
Como, por parte do trabalhador, só e possível controlar sua performance, a
Triunfo Consultoria e Treinamento preparou algumas dicas para aumentar as
chances de você ser o escolhido:
Invista em você: é muito importante que a empresa perceba que você está
investindo em si, com o objetivo de capacitar-se para o mercado de trabalho.
Busque cursos na internet, leia livros importantes na sua área, converse com
pessoas interessantes e, principalmente, coloque em prática seu conteúdo.
Mantenha-se atento e interessado: funcionário que mal chega e já vai
questionando sobre seus “direitos” quase sempre não é bem visto. Mostre
trabalho, entenda os processos, maximize seu nível de contribuição. Esteja
atento aos detalhes e demonstre interesse pela empresa (e pelos seus
resultados).
Saiba trabalhar em equipe: um dos aspectos do trabalhador, muito
valorizado atualmente nas organizações, é saber trabalhar em equipe. As
empresas têm buscado colaboradores que pensem no grupo e que saibam se
relacionar com os colegas. Assim, desenvolver a capacidade de adaptação e
flexibilidade é fundamental. Em empresas de menor porte isso se torna ainda mais
explícito, pois os funcionários devem estar preparados para exercer mais que uma
função ao mesmo tempo e mudar de responsabilidades, dependendo das necessidades
do negócio. Evite viver centrado apenas nos seus afazeres. É importante lembrar
que bom desempenho de uma empresa depende do trabalho executado pela sua equipe.
Saiba ouvir: respeitar a opinião dos seus colegas de trabalho é uma
tarefa que possibilita reconhecimento, confiança e valorização, permitindo
estabelecer uma relação de respeito profissional. Idéias sensacionais podem
surgir quando se permite ouvir novas idéias e conseqüentemente perceber que
estas contribuições, podem melhorar e aperfeiçoar a idéia inicial. Um gestor
benevolente sabe ouvir cada contribuição da equipe, sem superestimar o potencial
intelectual humano.
Seja positivo: se você for todo dia para o trabalho com vibrações
positivas, as pessoas vão considerá-lo aquele tipo de pessoa que sabe lidar com
a tensão, as incertezas e os problemas. Ou seja, alguém que não faz “tempestades
em copo d’água”, que se mantém calmo, sereno, confiante e controlado. Mostre-se
otimista o tempo todo. Assim que os outros começarem a encará-lo como uma pessoa
de temperamento alegre e positivo, vão ter vontade de ficar, cada vez mais, a
seu lado e com isso a possibilidade de quererem você por mais tempo na empresa
só aumenta.
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Jerônimo Mendes
Segunda, 6 de Outubro de 2008
Quando eu era coordenador de atendimento de uma grande empresa multinacional,
uma das minhas atribuições era atualizar as informações da unidade no notebook
de última geração do diretor, um luxo naquela época. Ele sabia fazer pouca coisa
naquele notebook, porém sua especialidade era abrir e fechar planilhas de Excel,
além de torrar nossa paciência quando os resultados não eram atingidos. Na época
não era nem notebook, era laptop mesmo, mas tudo bem.
Embora eu desejasse atirá-lo com freqüência pela janela toda vez que era chamado
na sala, aprendi muito com ele, o que fazer e que o não fazer em situações
semelhantes. Eu também não entendia muito de planilha Excel, mas, graças ao bom
Deus, tinha um colaborador que era muito melhor do que eu nesse sentido e ele
dava conta do recado, motivo pelo qual eu me confortava diante do caos. Essa é
apenas uma das vantagens de você manter na equipe pessoas melhores do que você,
sem medo de ser feliz.
O diretor mantinha em torno de cinqüenta relatórios naquele maldito notebook,
todos em Excel, com informações sobre vendas, margens e resultados de cada
vendedor, gerente de área, ponto de venda, segmento de negócio, cidade e estado.
Cada vez que um vendedor ou gerente aparecia por perto, ele chamava o sujeito e
abria o famigerado notebook para testar o camarada. Espontaneamente, ninguém
aparecia, mas, em último caso, ele mandava chamar um “Cristo”.
Era tanta informação que ficávamos sempre em dúvida se realmente ele
utilizava tudo aquilo. O fato é que ele fazia questão de manter as planilhas em
dia, primeiro, para manter o status de ser o único diretor no Brasil com
notebook e, segundo, para evitar o dissabor de não ter os dados da unidade
quando convocado para uma reunião de ultima hora na matriz.
Certa vez ele me chamou na sala para testar a minha paciência. Era mais ou menos
em torno de oito horas da noite, estávamos todos cansados, véspera de aumento de
preços, o clima foi pesado durante o dia todo, mas isso não tinha a menor
importância para ele.
- Jerônimo, antes de ir embora atualize todos os relatórios do notebook para
mim. Devo viajar amanhã cedo e quero esse notebook na minha mesa amanhã cedo
antes de sair, entendeu? - Mas chefe, retruquei, são oito horas, são cinqüenta
planilhas, leva tempo, importação de dados etc.
- Problema seu! Eu vou para casa assistir o Jornal Nacional e tomar meu uísque,
mas você pode ficar aqui durante a noite. Falta ainda quinze horas para o vôo,
se vire. Na hora eu me lembrei da janela, da mãe dele e da minha família, mas
mantive a calma, afinal ele era pesado e eu não ganhava tão mal assim.
Eu conhecia os principais relatórios analisados por ele, portanto, pedi ao meu
colaborador que atualizasse em torno de seis planilhas, as mais importantes,
dentre elas a receita e a margem, por área, vendedor e produto, o que levou em
torno de duas horas. Durante a noite rezamos para ele não abrir as outras.
No dia seguinte, às oito horas da manhã, lá estava eu com o notebook na sala do
diretor e aquela vontade danada de atirá-lo na sua cabeça. – Aqui está chefe,
como o senhor pediu. – Muito bom! Esse é o meu garoto! Disse ele, com aquele
sorriso hipócrita.
De fato era problema meu, portanto, para tudo na vida existe uma ou mais saídas.
Nunca se apavore diante de uma situação como essa. Mantenha a calma, exercite a
criatividade, faça o melhor que puder com os recursos que você tem e o tempo se
encarrega do restante. O ser humano possui uma capacidade fantástica de resolver
problemas dessa natureza. Pense nisso e seja feliz!
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Charlyton Vasconcelos
Domingo, 5 de Outubro de 2008
Atualmente a tarefa de administrar apresenta variáveis e situações incertas e
desafiadoras. O cenário que se projeta é de um sem-número de variáveis e
transformações carregadas de ambiguidades e de incertezas. O Administrador se
defrontará com problemas multifacetados e cada vez mais complexos com sua
atenção disputada por eventos e por grupos situados dentro e fora da empresa que
proporcionarão informações contraditórias, complicando o seu diagnóstico
perspectivo e a sua visão dos problemas a resolver ou das situações a enfrentar.
São exigências da sociedade, dos clientes, dos fornecedores, dos agentes
regulamentadores. São os desafios dos concorrentes, as expectativas da alta
administração, dos subordinados, dos acionistas, dos governos, das organizações
não-governamentais.
Todas essas exigências, desafios e expectativas exigirão do Administrador uma
combinação adequada e consistente das habilidades técnicas, humanas e
conceituais, ora de cunho especializado, ora de cunho generalista.
A Administração, por e através de seus agentes cada vez mais, necessitará
compreender as normas, valores e visões do mundo dos colaboradores diretos,
grupos, unidades e de toda a organização. A compreensão de tais questões formam
a base a partir da qual se visualiza o futuro e se decide sobre os novos
conhecimentos que são legítimos e os que não são. Trata-se, portanto, de algo
que ultrapassa a mera referência à visão/missão da organização, descrição de
postos de trabalho, organograma e ferramentas a serviço da organização. As
pessoas participam e contribuem para o seu conhecimento, para o conhecimento da
organização onde trabalham, para a família, a igreja, o clube social, etc. Todas
essas experiências de mão dupla influenciam a maneira de ser da organização onde
trabalham e vice-versa.
A inovação e a criatividade organizacional serão tão importantes para a
Administração quanto é hoje considerado o processo administrativo de planejar,
organizar, dirigir e controlar.
Caberá a Administração, tornar o conhecimento cada vez mais produtivo. Uma coisa
é certa. Esse capital intangível provocará na estrutura de cargos, nas carreiras
e nas organizações, mudanças tão dramáticas como as que resultaram na mudança da
produção artesanal para a produção em série com a Revolução Industrial,
operacionalizada por Taylor e seus seguidores.
O desenvolvimento do conteúdo informativo das atividades profissionais, a
difusão das ferramentas de tratamento de informação e sua inserção em uma rede
de informações e comunicação, desaparecerão progressivamente com as fronteiras
tradicionais entre outros setores (produção, armazenagem, distribuição),
favorecendo a mobilidade entre os empregos, até agora separados em categorias
isoladas. Assim, o trabalho estará crescentemente mais abstrato, mais
intelectualizado, mais autônomo, coletivo e complexo. Cada vez mais, as funções
diretas e indiretas estarão sendo incorporadas pelos sistemas técnicos e o
simbólico se interpondo entre o objeto e o conteúdo do trabalho. O próprio
objeto do trabalho torna-se imaterial numa nítida constatação da migração de uma
atividade centrada na competência técnica para uma competência interpessoal e
conceitual.
Aos que estudam, desenvolvem e praticam Administração, caberá uma participação
significativa no desenvolvimento da idéia de solidariedade. Segundo Drcker a
administração por essência envolve participação e parceria para que as coisas
possam acontecer.
No que se pode entender segundo o filósofo Peter Drucker a grande palavra do
século XXI deverá ser a solidariedade. O profissional não pode estar alheio a
este fato. A globalização tem efeitos tremendamente espetaculares, o que pode
aumentar nossa riqueza na comunicação, nos conhecimentos que estamos
desenvolvendo, na geração do conhecimento. Porém, esses processos também
conduzem ao aumento de desigualdades sociais e nisto a questão da cidadania, a
reação do profissional com a cidadania é cada vez mais importante.
Demasiadamente influenciadas pela eficiência econômica, os profissionais muitas
vezes se esquecem de que têm que buscar a igualdade social em suas gestões têm
que buscar, também, fortalecer a cidadania e fortalecer a igualdade social.
Enfim, o que se pode ver no pensamento de Drucker é a eterna filosofia, a eterna
procura de formas, conceitos e atos que contemplem a humanidade com valores que
lhe são caros como sustentadores de tal humanidade. Tal qual os clássicos,
Drucker se lança a frente do que está posto, daquilo que cerceia o homem, ou
seja, da ignorância e do egoísmo.Não podemos dizer que Drucker trás receitas
milagrosas, e nem poderia faze-lo pois os limites de todo pensamento é dado
pelas fronteiras da sociedade em que vivemos, a sociedade capitalista e que tem
o individuo como referência.
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Sérgio Dal Sasso
Sexta, 3 de Outubro de 2008
O que se faz comum nesse momento da economia mundial são os fatores que
de fato acabaram levando as coisas onde estão:
1) O mundo que chamamos de competitivo, na verdade foi desenhado pela
agressividade comercial, amparado por um marketing inteligente, para poder gerar
impulsos de decisões de compra, aonde todos são convencidos a ter um estereotipo
do que o não ter algo está fora do circuito, quase como na época do que o não
fumar era estar fora da moda. Resumidamente ao longo dessas décadas, e em tudo,
fomos sendo trabalhados para o convencimento de que até o supérfluo é parte das
nossas necessidades.
2) Para poder estabelecer essa relação do comprar pelo comprar, o ponto comum da
estratégia, quando nada era tão inovador, foi o de “criar políticas” que
aparentemente faziam com que se esquece o que já se tinha, dizendo-se ser
obsoleto até o que mal conhecia, e assim continuar pela inclusão da renovação
dentro do conceito do ser moderno, do ser percebido pelo materialismo exigido
pelos que lhe cercam.
3) O acumulo do capital circulante não produtivo no mundo, é reflexo da ausência
de segurança de que o investimento no produtivo já não é mais alvo das atenções.
E é nesse fluxo de entrar e sair de negócios (derivativos) que o mundo percebe o
quanto não é mais sustentável, pois de há muito tempo, valores como geração de
empregos e produção se limitam a uma demanda, não natural e segura, criada sem
lastro para o giro dos negócios.
4) Dizer nesse momento que o estopim da crise parte do USA, é utopia. Apenas se
iniciou por lá pela questão de que se trata do centro do mundo capitalista, do
autor da obra da globalização. O que se espera daqui para frente (independente
dos aportes dos BC´s) é que tenhamos uma progressão geométrica de empresas no
fim do posso e sem volta, já que muitas também chamadas de agressivas tinham seu
capital circulante apoiadas em negócios de risco. Loginho e semanalmente,
empresas, uma a uma e em todos os cantos do mundo apresentarão suas marcas,
colocando abaixo as décadas e séculos das suas tradições inabaláveis, e muitas
ainda culparão seus colaboradores pelo mau uso do capital, como se não soubessem
de nada do que estava acontecendo.
5) Bom! O sinal positivo disso tudo é que temos que olhar mais pelo que acontece
dentro das nossas próprias casas, centralizarmos os esforços para garantir
consumos reais internos, educar transformando o conhecimento em algo que
valorize o que já somos, e assim poder ofertar as mesmas coisas que já possuímos
com um valor especial, para uma demonstração sustentável do “Made in Brazil”,
com um toque verde de garantia e segurança.
6) A crise vai nos afetar, mas são nesses momentos que temos que aprender e
ousar sem pensar muito no resto do mundo, pois toda história bem analisada pode
gerar oportunidades de consolidação do que realmente podemos ser.
“Apenas uma questão para repensar: QUER SE MOTIVAR? Então trabalhe duro para
que seus resultados sejam estendidos pela sua participação, pelo uso da sua
utilidade propiciando garantias de ter uma vida pessoal qualificada, pois no
fundo todo empenho profissional tem a ver com a segurança que queremos aos que
nos cercam”.
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