Sérgio Dal Sasso
Segunda, 30 de Junho de 2008
É preciso se alimentar pelas pesquisas, é preciso conhecer o mercado e mais,
conhecer os agentes que neles atuam. Sempre foi assim, o principio de fazer algo
qualificado depende de um sistema capacitado que recicladamente gere informações
do como e para quem destinamos nosso trabalho.
Falamos em pesquisa, porque é algo fundamental e necessário a qualquer negócio.
Costumeiramente empresas que participam dos mesmos mercados, procuram buscar
dos clientes, dos concorrentes, as informações referentes às suas incertezas,
para compor algo que justifique as próprias sustentações, ausências e
insatisfações. Tudo isso é normal pela necessidade de complementação de
melhores alternativas para dar foco ao que pretendemos.
Estejamos (pois o tempo das mudanças é relativo), como consultores, dentistas,
advogados, empresários ou qualquer outra atividade, pelo “tudo de bom”
percebido, para se estabelecer e fortalecer as posições de mercado. Em comum das
composições que formam estratégias (com formas e características próprias)
devemos procurar oferecer o melhor, com vínculos exclusivos ao interesse do
publico, do seu publico, para justificar o sucesso.
Quem faz o futebol... Os patrocinadores, os jogadores, os técnicos, os
dirigentes ou o publico que financia a continuidade? Essa questão é simples para
ser concluída, pois a resposta tem que alimentar a condição ideal para continuar
sendo financiado, tanto quanto evitar que o publico consumidor desestimule seus
gastos, ou troque de time. Os de fora terão que apreciar os de dentro, e o farão
quando os resultados da operação incluir o pleno aproveitamento da transformação
e controles para geração da quantidade pela qualidade (resultados e conquistas).
Não fiquem questionando o trabalho dos outros, analise-os sim, mas faça o seu.
Estou cansado de observar: Artigos, reportagens, e participar de conversas aonde
o assunto é sempre o outro, quase nunca você (na maioria das vezes vejo a cópia
da cópia em tudo).
Olhe para o seu próprio umbigo, entendendo que o seu tem que ser exclusivo, e
veja através do espelho a onde estão as deficiências, pois tenho a certeza de
que quando as coisas começarem a aparecer, é porque percebeu que pode ser melhor
do que os dos outros.
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Marcos A F Franco
Domingo, 29 de Junho de 2008
Vamos empreender socialmente?
Basta uma idéia seguida de ação.
Cada vez mais nosso desenvolvimento social depende de ações pessoais daqueles
que trabalham para o coletivo. Infelizmente o Estado não consegue responder às
necessidades sociais, com a rapidez e qualidades necessárias. É um modelo
inadequado nos dias de hoje, onde a velocidade das informações é muito grande.
Esse modelo burocrático e com vulnerabilidades faz com que os recursos se percam
ou desapareçam ao longo de trâmites legais. São descontroles, lobies,
ingerências, excesso de leis, corrupção, etc.
Lembram-se da CPMF, imposto que foi criado com o objetivo de destinar mais
verbas para a saúde pública? Esse imposto foi utilizado como uma receita extra
para o governo, sem necessariamente ter carreado para saúde.
Estamos vendo uma crescente proliferação de ONGs - Organizações não
governamentais - focadas cada uma para um objetivo, independentes do poder
público. Graças a esses movimentos, as pessoas com bons valores éticos
desenvolvem projetos com grandes retornos sociais. São pessoas que, com pouco,
sabem fazer muito.
Conhecemos um empreendedor empresarial por sua capacidade de inovar e gerar
lucro em seu negócio. Já o empreendedor social consegue gerar resultados para
coletividade. São pessoas profissionais, apaixonadas pelo que fazem,
transparentes, determinadas e, sobretudo, indignadas com as injustiças sociais.
Podem atuar de forma independente ou através das ONGs.
A criação do sistema de micro-crédito por Muhamed Yunus, em Blangadesh, que lhe
rendeu um prêmio Nobel, é uma prova que, com um pouco de investimento, a renda
individual melhorou muito para muitos. São pequenos empréstimos para aquisição
de bicicletas, ferramentas, motores, etc, que permitiram aos seus usuários
aumentarem suas rendas.
Fábio Rosa, engenheiro agrônomo, "o Gaucho Elétrico", como é conhecido
internacionalmente, desenvolveu um sistema de transmissão elétrico rural, 18
vezes mais barato que o convencional e permitiu que milhares de famílias
aumentassem suas rendas e condições de vida.
Esses são apenas dois excelentes exemplos dentre muitos que existem ao nosso
redor.
O empreendedor social está se tornando uma profissão. Já existem cursos
superiores nos Estados Unidos com essa finalidade. No Brasil existe como
extensão, na Universidade de São Paulo.
O empreendedor social será um profissional reconhecido por suas habilidades,
dentre elas trabalhar em equipe, negociar, pensar e agir, ágil, flexível,
focado, crítico, etc., além de saber trabalhar de modo empresarial.
Será muito importante que no ensino fundamental os jovens sejam estimulados a
desenvolver o empreendedorismo.
Todas as idéias, seguidas de ações, contribuem para o nosso desenvolvimento.
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Rafael M. Menshhein
Sexta, 27 de Junho de 2008
Para que a empresa possa oferecer o seu melhor para os clientes é necessário
estabelecer uma cadeia de valor, criar um relacionamento entre as empresas, que
envolva dos fornecedores de matéria-prima até os distribuidores e traga até os
vendedores a oportunidade de entregar ao cliente as melhores opções.
Quando uma cadeia de valor é estabelecida, inicialmente existem dificuldades,
as culturas das empresas são diferentes, e o trabalho por trás de toda a
estrutura é fruto de muita dedicação, determinação e disciplina.
Mesmo assim é interessante notar que as empresas devem estar integradas em
diversas áreas, o que exige um planejamento muito bem elaborado, que agregue
todas as soluções viáveis para todas as empresas e dê novas oportunidades de
oferecer produtos ou serviços com diferenciais para os clientes.
Também é necessário ter um bom aproveitamento do tempo, pois os desejos dos
clientes podem ser supridos por um concorrente e então a empresa terá que buscar
novos clientes no mercado.
O melhor a se fazer é estudar constantemente as possibilidades, trabalhar em
conjunto não somente na própria organização, mas fazer com que os fornecedores e
distribuidores sejam parte atuante de toda a estrutura que engloba uma única
empresa.
Todas as empresas buscam o sucesso no mercado, mas para que todas as suas ações
tragam o efeito desejado é necessário alcançar o êxito, e como conseqüência
chegar ao sucesso.
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Marcelo Miyashita
Sexta, 27 de Junho de 2008
Aplicação do marketing de relacionamento junto ao público interno -
funcionários, colaboradores e parceiros
Marketing de Relacionamento consiste na gestão do relacionamento da organização
com seus diversos públicos. E um dos públicos fundamentais para qualquer negócio
é o público interno, formado por funcionários, colaboradores e parceiros
terceirizados. Fundamental porque nenhuma estratégia de marketing de
relacionamento externo, para clientes corporativos e consumidores finais, se
sustenta sem uma boa base de relacionamento interno.
O Curso de Marketing de Relacionamento Interno apresenta conceitos, ferramentas
e métodos para a melhor gestão de pessoas sob essa ótica - a valorização das
relações internas. Pessoas formam a base das organizações e detêm a capacidade
para inovar em novos processos, aumentar a produtividade e gerar resultados
tangíveis pela força do trabalho em grupo e colaborativo. Apesar de as relações
de poder formal existirem, representadas pelo organograma, seus cargos e
responsabilidades individuais, o público interno sempre desenvolve, com ou sem
influência da gestão, o poder informal por meio de grupos também informais.
Pessoas não são indivíduos isolados numa empresa, elas interagem e criam
relações de troca de conhecimento, experiência e processos de trabalho. Cabe à
organização preocupada com a performance de suas pessoas direcionar esforços
também para a gestão do relacionamento interno - influindo, assim, nas relações
de poder e troca, e na capacidade inovadora do grupo.
Coordenado pelo prof. Marcelo Miyashita, o curso aborda os principais temas que
precisam ser desenvolvidos por aqueles que detêm o poder formal - diretores,
gerentes, coordenadores e supervisores, de qualquer área - e também por aqueles
que buscam desenvolver seu poder informal junto aos seus colegas na organização.
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Cesar Augusto Cerqueira Leite
Quinta, 26 de Junho de 2008
Na semana anterior, apresentei minha definição de marca: Marca é a integração
entre a essência da empresa, seu trabalho, suas pessoas, sua estrutura, seus
produtos e unidades de negócios, formando uma identidade definida e consistente,
capaz de transmitir a todos que com ela se relacionam, a sua origem, suas
crenças, seus propósitos e seus compromissos. A transmissão desses valores,
por meio das mais diversas manifestações, compõe na mente dos envolvidos nessa
dinâmica, uma soma de experiências, percepções e sentimentos, que resulta em um
valioso ponto de referência nesse ambiente de interação e, justamente por isso,
estabelece relacionamentos que superam expectativas, promovem satisfação e criam
vínculos emocionais.
Marcas estão diretamente ligadas ao posicionamento escolhido pelas empresas. As
empresas precisam ir além do posicionamento amplo e apresentar a seu mercado um
benefício ou uma razão concreta para a compra. Assim, no mercado automobilístico
a Mercedes detém a posição de "maior prestígio"; a BMW detém a posição de
"melhor desempenho ao volante"; a Hyundai detém a posição de "menor preço"; e a
Volvo detém a posição de "maior segurança".
Na busca por um posicionamento específico, a unidade de negócios deve considerar
as seguintes fontes possíveis:
Posicionamento por atributo: a empresa se posiciona com um certo atributo
ou aspecto (a mais antiga, por exemplo). O posicionamento por aspecto é
normalmente a mais fraca das escolhas, uma vez que não proclama benefício algum;
Posicionamento por benefício: o produto promete um benefício (Volvo, os
carros mais seguros). Os profissionais de marketing trabalham basicamente com o
posicionamento por benefício;
Posicionamento por uso/aplicação: o produto é posicionado com o melhor
para um determinado fim (o tênis que é o melhor para corrida, por exemplo);
Posicionamento por usuário: o produto é posicionado em termos de um
grupo-alvo de usuários (Apple Computers, os melhores para designers gráficos);
Posicionamento contra concorrente: o produto sugere ser diferente ou
melhor que o produto concorrente (a 7 Up denominou-se Uncola, a não-Cola);
Posicionamento por categoria: a empresa pode descrever-se como a líder na
categoria (Kodak siginifica filme/Xerox significa copiadora);
Posicionamento por preço/qualidade: o produto é posicionado em um
determinado nível de qualidade e preço (Chanel 5, perfume de alta qualidade e
preço elevado).
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