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Tesouro Direto

Sabado, 31 de Maio de 2008
Talvez você já tenha ouvido falar, mas para quem não sabe, Tesouro Direto é um programa de venda de títulos a pessoas físicas desenvolvido pelo Tesouro Nacional, em parceria com a Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC).

Ele é uma ótima opção para quem quer investir com baixo custo, alta rentabilidade e liquidez quase imediata. Uma grande vantagem é que sempre que você precisar, poderá resgatar os títulos antes do vencimento, pelo seu valor de mercado. O Tesouro Nacional garante a recompra de seu título todas as quartas-feiras. Ou seja, se você quer segurança e tranqüilidade em seus investimentos, você precisa conhecer o Tesouro Direto.

A principal diferença entre investir em um fundo de renda fixa e investir no tesouro direto é o custo. Nos fundos de renda fixa, normalmente os custos são de 3%, em média, enquanto no Tesouro Direto a taxa de administração cobrada pelos agentes oscila entre 0,25% e 0,5%. Vale lembrar que no caso dos fundos de renda fixa, o volume aplicado interfere diretamente na taxa cobrada. Os investidores com mais dinheiro pagam taxas de administração bem pequenas, enquanto os pequenos investidores chegam a pagar taxas de administração de 5%, o que faz com que muitas vezes este tipo de investimento perca até da poupança em termos de rentabilidade. Outra diferença é que no Tesouro Direto o investidor compra apenas títulos emitidos pelo governo, enquanto nos fundos de renda fixa também é possível investir em títulos de dívida privada, emitidos por empresas.

Para investir no Tesouro Direto é muito simples, e você não precisa de muito dinheiro para investir. Com cerca de R$ 100,00 você já pode aplicar no Tesouro Direto. Outra grande vantagem é que você não precisa nem sair de casa, pois as transações podem ser feitas pela Internet. O limite máximo para aplicar é de R$ 400.000,00 por mês.

Caso não queira gerenciar seus investimentos, você pode autorizar uma das instituições financeiras habilitadas a operar no Tesouro Direto (Agentes de Custódia) para efetuar compras e vendas dos títulos públicos.

Ao investir no Tesouro Direto você está, ao mesmo tempo, garantindo seu futuro e fortalecendo a economia do País. Com isso, todos saem ganhando.

Entenda por que você ganha:

- Os títulos públicos são considerados de baixíssimo risco pelo mercado financeiro.
- baixas taxas de administração;
- excelente opção de rentabilidade;
- possibilidade de diversificar seus investimentos, optando por taxas pós-fixadas (pela taxa básica da economia) e prefixadas e indexadas a índices de preços;
- gerenciamento de seus investimentos com comodidade, segurança e tranqüilidade;
- A liquidez é garantida pelo Tesouro Nacional (toda quarta-feira);

Entenda por que o Brasil ganha:

- haverá um aumento considerável na formação de poupanças de longo prazo, pois agora pessoa física como você pode ter acesso ao mercado de investimentos em títulos, que antes era restrito às instituições financeiras;

Os títulos disponíveis são:

- LTN (Letras do Tesouro Nacional)
   -> títulos com rentabilidade definida (taxa fixa) no momento da compra;
   -> você sabe antes quantos reais vai ganhar;
   -> Forma de pagamento: no vencimento;

- LFT (Letras Financeiras do Tesouro)
   -> títulos com rentabilidade diária vinculada à taxa de juros básica da economia.
   -> você não sabe antes quantos reais vai ganhar;
   -> Forma de pagamento: no vencimento;

- NTN-C - (Notas do Tesouro Nacional - série C)
   -> Títulos com rentabilidade vinculada à variação do IGP-M, acrescida de juros definidos no momento da compra.
   -> Ideal para formar poupança de médio e longo prazo, garantindo seu poder de compra.
   -> Forma de Pagamento: semestralmente (juros) e no vencimento (principal);

- NTN-B -( Nota do Tesouro Nacional - série B)
   -> título com rentabilidade vinculada à variação do IPCA, acrescida de juros definidos no momento da compra.
   -> Ideal para formar poupança de médio e longo prazo, garantindo seu poder de compra.
   -> Forma de Pagamento: semestralmente (juros) e no vencimento (principal);

- NTN-B Principal - (Nota do Tesouro Nacional - série B)
   -> título com rentabilidade vinculada à variação do IPCA, acrescida de juros definidos no momento da compra.
   -> Não há pagamento de cupom de juros semestral
   -> ideal para formar poupança de médio e longo prazo, garantindo seu poder de compra.
   -> Forma de Pagamento: no vencimento (principal);

- NTN-F - (Nota do Tesouro Nacional - série F)
   -> título com rentabilidade prefixada, acrescida de juros definidos no momento da compra.
   -> Forma de Pagamento: semestralmente (juros) e no vencimento (principal).

Para maiores informações, acesse o site:
http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/

Vale lembrar que uma vez emitida a ordem ao Tesouro, não é mais permitido o cancelamento. O investidor que não honrar este pagamento receberá uma suspensão gradual: de trinta dias, na primeira vez que ficar inadimplente; de seis meses, na segunda vez, e de três anos, da terceira vez.

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A DEPENDÊNCIA QUÍMICA NO MUNDO CORPORATIVO

Sexta, 30 de Maio de 2008
Imagine os prejuízos, tanto os materiais como os de imagem, que as empresas sofrem a cada vez que algum de seus líderes ou colaboradores acende um cigarro. Fatores como distração, perdas de tempo, desconcentração, ausências por problemas de saúde e risco de incêndio, entre outros, além dos inevitáveis confrontos entre o grupo dos fumantes e o dos não fumantes, acabam por promover um verdadeiro "racha" dentro da organização. Então será possível imaginar também o tamanho do estrago provocado pelo consumo do álcool e das drogas nas empresas.

No atual mundo globalizado em que vivemos, a necessidade de resultado nas empresas impõe uma pressão cada vez maior sobre os empreendedores, líderes e colaboradores. Tão forte que, muitos, principalmente entre os integrantes dos dois últimos grupos, são induzidos a novos hábitos não aconselháveis, tendo em vista seus efeitos nocivos à saúde, o que representa uma enorme interferência negativa nos lucros e resultados das empresas.

O estresse provocado pelas pressões no trabalho, pela necessidade de se atualizarem através da leitura de uma quantidade sempre crescente de livros e revistas, pela interferência do trabalho na vida pessoal e pelo próprio trânsito alucinante que são obrigados a enfrentar no dia-a-dia, tem uma influência extremamente negativa sobre o lado emocional dos profissionais, que, não raras vezes, buscam refúgio no cigarro, no álcool ou até mesmo nos entorpecentes.

E o hábito resulta em enormes danos à saúde e na conseqüente queda de rendimento no trabalho, principalmente daquelas pessoas que, sem forças para fugir da dependência química, se entregam ao vício. Além da inevitável deterioração do relacionamento de todo o grupo e queda da produtividade.

Para as empresas as conseqüências e expectativas futuras não são mais animadoras. Elas acabam por perder aqueles grandes talentos que se rendem às sensações de um prazer ilusório. Em nome de um pretenso relaxamento pelas drogas, eles perdem a capacidade de raciocinar, a persistência e perspicácia, a criatividade e a competência para a dependência química, alienando-se completamente de seus ideais. O resto não é difícil imaginar.

Por isso é que, preocupadas com o alto índice de dependentes químicos entre seus profissionais, inúmeras organizações partiram para a implementação de programas e projetos especialmente voltados ao tratamento e reabilitação dos mesmos, além da prevenção de futuras novas ocorrências. Uma cartilha esclarece sobre os riscos das drogas, de modo que todos tenham consciência de seus efeitos devastadores sobre a saúde do ser humano e sua vida pessoal, afetiva e profissional. Atividades de apoio e alternativas diversas, como sessões de reflexão, atividades físicas, lazer, boa alimentação, adoção de horários flexíveis, restabelecimento do equilíbrio emocional com o apoio de psicólogos e especialistas no assunto, estímulo à formulação de idéias e sugestões, enfim, mecanismos que auxiliem líderes e colaboradores a se afastarem do vício e auxiliá-los a encontrar sua forma preferida de relaxamento, que, ao mesmo tempo, não represente riscos para sua saúde.

Então, é preciso encarar o fato de que não há muito tempo a perder com ponderações. Urge que as empresas que ainda não o fizeram, ataquem o problema de frente e se engajem nessa luta, criando mecanismos que ajudem a libertar seus profissionais dos vícios que tantos prejuízos trazem para a saúde, a vida profissional, pessoal e afetiva. Ou elas tendem a amargar enormes dores de cabeça com os problemas institucionais, além das pioras significativas de seus lucros e resultados futuros. Quer dizer: é preciso agir com rapidez e precisão; corrigir e prevenir para não sucumbir!

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Marketing de guerrilha

Sexta, 30 de Maio de 2008
Uma das estratégias a serem utilizadas por empresas para conquistar espaço perante os concorrentes de mercado é o Marketing de guerrilha, a qual é utilizada por empresas "fracas" diante das "fortes", visando atacar de forma bastante específica pequenos blocos de consumidores, levando consigo estratégias de guerra que permitem atacar e sair de um local rapidamente.

Com um orçamento menor que seus concorrentes, cabe as empresas mais fracas buscarem novas possibilidades de ganhar um mercado, dar a um certo grupo de consumidores produtos adequados e que atingem objetivos mais rapidamente quando a estratégia faz uma previsão mais precisa do tempo necessário para atuar naquele local e mudar-se caso seja necessário.

Quando empresas crescem no mercado, podem deixar de atender um determinado público-alvo ao levar junto com seu crescimento os produtos para um patamar elevado, não atendendo mais um Segmento ou nicho que antes lhe pertencia, então entram em ação as empresas com estrutura mais enxuta e que podem naturalmente ocupar o lugar deixado, pois um consumidor que adquire um produto feito especificamente para um Segmento, uma classe social, não aceitará que outro grupo obtenha o direito de utilizar o produto ou sequer a Marca, pois neste caso um produto premium perderia todo o sentido caso um outro produto "popular" ostentasse a mesma Marca, por essa razão é necessário estudar constantemente o consumidor e seu mercado de atuação, para não ocorrerem erros que grandes marcas, no setor automobilístico cometeram ao lançarem versões "populares" de seus automóveis de luxo.

Segundo o site Espalhe, dentro do Marketing de guerrilha há a utilização de termos bélicos na seguinte forma:

- Pequenos grupos constituídos ilegalmente - Energia em vez de dinheiro (não é preciso um mega orçamento para fazer sua marca ser vista, basta trabalhar com posicionamento e ferramentas de guerrilha de forma consistente);

- Desobediência às normas estabelecidas nas convenções - Métodos não-convencionais (no Marketing de guerrilha não se utiliza mídia regular/eventos tradicionais que consomem a maior parte da verba de Marketing);

- Extrema mobilidade - Resposta rápida ao mercado (sem grandes produções, pode-se implementar uma ação em poucos dias ou horas);

- Conhecimento do campo de batalha - Conhecimento do público-alvo (fundamental para um "ataque" preciso);

- Grande capacidade de atacar de surpresa - Ações surpreendentes (chamar atenção da imprensa e do público-alvo para que todos comentem).

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A arte de elaborar planos motivacionais

Quinta, 29 de Maio de 2008
Você elabora planos motivacionais com freqüência? Tem conseguido bons resultados? Recorre a alguma técnica em especial? Pois saiba que resultados otimizados com ações motivacionais só ocorrem quando alguns cuidados básicos são observados.

A motivação é um fenômeno psicológico. O ser humano vive em busca de experiências. Seja ela subjetiva, como amar e ter uma carreira profissional de sucesso ou experiências objetivas, como os cuidados físicos e independência financeira. Em quase tudo sempre haverá uma questão humana determinante. Pode ser uma atitude, uma crença, uma insatisfação, comportamento etc. que, de fato, funcionará como o fiel da balança entre o triunfo ou fracasso da missão.

"Resultados dependem de nossa motivação. Motivação é ter um 'motivo para a ação' Descubra qual o seu motivo para a ação, e seja uma pessoa de sucesso. Basta querer!"
Dirk Wolter


Podemos considerar que a motivação é a mola propulsora para a realização otimizada de qualquer processo. Um time depende da sinergia do grupo para fazer a diferença. Ter um bom motivo para ação pode ser a diferença entre o sucesso e o fracasso do projeto. Se formos buscar a origem da palavra motivação, vamos constatar que vem do latim motivus, que significar mover. Ou seja, mover para fazer alguma coisa.

Muitas vezes, recorrer ao esporte coletivo pode ser uma boa forma de encontrar bons exemplos para o mundo corporativo. Recentemente, presenciamos uma magnífica equipe do futebol brasileiro que conseguiu reunir talento e muita motivação. O resultado foi a conquista do principal torneio nacional com algumas rodadas de antecipação. Porém, com o título assegurado o time pareceu não ter encontrado uma outra boa razão para continuar vencendo. Acabaram derrotados por adversários tecnicamente inferiores nas últimas rodadas.

Ao elaborarmos uma ação motivacional é aconselhável recorrer a alguns conceitos fundamentais, senão vejamos: para Abraham Maslow, a fonte da motivação está ligada às necessidades humanas, que podem ser biológicas ou intuitivas. Para ele, no interior de cada ser humano, existe uma hierarquia de necessidades: fisiológicas, de segurança, sociais, afeto e auto-realização. Já a teoria de ERC ensina que devemos trabalhar em três frentes de necessidades humanas: de existência, relacionamento e de crescimento.

"Metas são necessárias não apenas para motivar. Elas são essenciais para nos manter vivos."
Roberto H. Sderller


Também, podemos refletir sobre a teoria X e Y de Douglas McGregor. Muito embora haja contestações, acho que há muito a ser assimilado, por exemplo, na questão do trabalho como fonte de satisfação do ser humano, da receptividade do trabalhador por novos desafios e da habilidade dos membros do grupo em compartilhar e tomar decisões. Também, não devemos ignorar a teoria dos dois fatores ou teoria da motivação-higiene de Frederick Herzberg, como também é conhecida. Ele defende que a motivação resulta da natureza da tarefa e não somente de recompensas ou das condições do trabalho.

Trazendo essas teorias para o campo prático, eu quero crer, que ao elaborar ações motivacionais devemos, no mínimo, nos ater aos seguintes pontos:

a) Criação de metas inteligentes: desafiadoras, porém factíveis;

b) Participação dos agentes envolvidos. Ao invés de criar e repassar as metas pedir que cada um crie o seu próprio objetivo e negocie a viabilidade da mesma com o seu líder;

c) Mantenha feedback constante para toda a organização da performance das equipes;

d) Recompense bem financeiramente e com honraria. Muitas vezes, uma carta para a esposa exaltando as qualidades do marido funciona mais que um prêmio em dinheiro;

e) Regras simples, transparentes e objetivas;

f) Contemplar pontos qualitativos e quantitativos; individuais e coletivos;

g) Não remunerar de forma parcial. Ou se atinge a meta e ganha-se o acordado ou nada feito;

h) Inove nas campanhas de incentivos. Prêmios de viagens (misto de lazer com trabalho ? congressos) são sempre ótimas oportunidades para provocar o desenvolvimento pessoal e profissional à medida que expõe o participante a novas culturas e aprendizados;

i) Recorrer à ajuda de consultores especializados.

Tudo isso é muito importante, mas ao contratar gente para a sua equipe, dê preferência por profissional automotivado. Aquele que depende de terceiro para atingir sua motivação máxima quase sempre ficará a reboque dos que não têm essa dependência.

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Bons tempos para profissionais empreendedores!

Quinta, 29 de Maio de 2008
Empreendedorismo é um termo bastante em alta e discutido cada vez mais neste país. Percebo, no entanto, ao conversar com algumas pessoas conhecidas, que a visão "popular" que se tem do termo está bastante associada a "montar um negócio ou empresa".

Tudo bem que isto é mesmo empreender, mas penso ser importante compartilhar com o leitor uma visão muito mais ampla e democrática do termo. Faço isto porque verifico que jovens em início de carreira, estejam empregados ou atuando como profissionais liberais, dão pouca importância ao tema por acreditar que não diz respeito a eles, já que não querem "abrir um negócio"!

Empreender é atitude! É postura e posicionamento na vida. Tem a ver com conhecimento técnico sim, mas muito mais com desenvolvimento comportamental, foco, persistência, entusiasmo e paixão. E tem muito a ver com PLANEJAMENTO!

Diversos profissionais liberais e jovens recém egressos passam hoje por agruras, sem encontrar um lugar no mundo do trabalho por falta desta característica. Ora, até para se procurar emprego hoje é preciso empreender. É preciso planejar, buscar informação, preparar-se, informar-se e agir. Tem gente que nem procurar emprego sabe, quanto mais conseguir clientes como profissional liberal.

Veja bem, o que vai fazer você conseguir ou não clientes e arranjar ou não um emprego não é a qualidade técnica que você apresenta em seu campo de trabalho, e sim a postura empreendedora que você adotar para "impulsionar" o uso desta qualidade técnica, que é claro, deve ser excelente.

O médico mais solicitado não é necessariamente o que tirou as melhores notas ou estudou nas melhores faculdades, e sim aquele que sabe "fazer clientes", criar sua imagem, ou seja, empreende como forma de "vender" sua qualidade técnica.

Empreendedorismo é comportamento! É modo de atuação! Não é abrir empresa apenas.

Com as novas tendências em gestão de pessoas do mercado, até mesmo para ser um "empregado" já se exige postura empreendedora. É gente que tem idéia, planeja, organiza, faz, erra, refaz, muda aqui, mexe ali, estuda, procura, remexe outra vez, cai, levanta e faz acontecer o que quer que seja; um emprego, uma festa, uma carteira de clientes ou mesmo organizar um passeio.

A má notícia é que a maioria de nós não foi criada para empreender, e sim para executar, acatar, obedecer e não transgredir. Resultado? O sujeito se forma e fica igual uma planta, sem saber o que fazer; alguns poucos dão sorte e "acontecem" em suas profissões, mas a maioria sobra, e acaba ocupando postos de trabalho que nada tem a ver com aquilo que queriam, ganhando pouco e infelizes. Alguém falou em depressão aí?

Já as boas notícias são que empreender é um comportamento que pode ser desenvolvido por qualquer um, e que jamais houve um tempo tão propício para se fazer isto. Entidades, empresas, ONGs, grupos independentes e órgãos governamentais, todos estão aí, fomentando o tal empreendedorismo como forma de despertar na população uma postura mais ativa e realizadora na vida.

Se você vai se graduar em breve, se é um profissional em início de carreira ou se sente que está "estagnado" ou sem rumo, aí vai uma dica. Estude sobre empreendedorismo, entenda este comportamento e procure aplicá-lo a todas as esferas da sua vida. Você perceberá com o tempo que será muito mais "dono de si" e capaz de realizar coisas maravilhosas.

Divulgo esta mensagem porque acredito que só o empreendedorismo pode salvar este país e nos ajudar a construir um futuro melhor. Só o empreendedorismo é capaz de criar pessoas ativas, responsáveis, realizadoras e donas de suas vidas. Pessoas que não esperam acontecer nem ficam protestando para que a sociedade arranje um lugar para elas.

Pessoas que dão o passo,correm o risco, sacodem a poeira e fazem a vida acontecer. Por isso, empreenda, você não vai se arrepender, e o país agradece!