Wagner Campos
Segunda, 31 de Março de 2008
Passamos grande parte dos dias trabalhando, lidando com pessoas, equipes e com nossos superiores. Freqüentemente somos pegos de surpresa em situações alheias às nossas estimativas, ao planejamento, fora de nosso controle. Desenvolvemos nossas atividades muitas vezes sem todos os recursos operacionais necessários, sem estrutura, com equipamentos defasados, sem ar condicionado, com quedas de conexões constantes e para completar, quase sempre dependemos da formalização de determinada tarefa de alguém que não possui o mesmo ritmo que o nosso, gerando atrasos que nos trazem correrias, retrabalhos e horas extras.
Se ao ler o parágrafo acima você teve uma sensação de déjà vu minha sugestão é a seguinte: sorria!
Ficar irritado, impaciente, rabugento e agressivo não melhorará em nada os resultados em seu ambiente de trabalho, ao contrário, sua aparência de pouca simpatia causará distância dos colegas, os clientes reclamarão de você e seus superiores afirmarão que você não possui equilíbrio emocional e nem capacidade para trabalhar com as ferramentas disponíveis. Toda organização terá algo a mais para se melhorar, seja em qualificação de seus profissionais, seja em procedimentos ou estrutura. Assim como nós, as empresas passam por processos constantes de melhorias e muitas destas são realizadas em longo prazo.
Há vários estudos realizados sobre a importância do bom humor no ambiente de trabalho. O psicólogo norte-americano James Lin afirma que "quem ri junto, trabalha melhor" pois as energias positivas vindas do bom humor e do sorriso proporcionam a melhoria no ambiente de trabalho.
É certo também que as pessoas bem humoradas e sorridentes desencadeiam um clima mais amigável e participativo dentro do ambiente de trabalho, até pelo fato de que todos se sentem com vontade de se aproximarem, dialogarem e trocarem informações. Já esta situação ocorre de forma contrária em lugares contaminados pelo mau humor das pessoas inibindo quaisquer acessos positivos e carismáticos de terceiros.
Um ambiente bem humorado torna-se mais criativo e produtivo enquanto um meio mal humorado é pessimista, menos flexível e pouco criativo, apresentando ainda grandes resistências a mudanças, e desta forma, limitado em seus resultados devido à falta de motivação em buscar alternativas estimulantes para realização das atividades.
Apesar da importância do bom humor no espaço de trabalho, é necessário que esteja presente também nos níveis hierárquicos mais elevados, pois são as referências para toda a equipe de colaboradores. Se os próprios Diretores de uma empresa, por exemplo, forem extremamente fechados e mau-humorados irão refletir em toda sua equipe, parte dessa imagem, minimizando o bom clima entre os subordinados e automaticamente, reduzindo a criatividade, produtividade, satisfação e motivação.
Para se conseguir o bom humor em um ambiente de trabalho, além de ser um traço do perfil de cada indivíduo, é necessário reconhecer algumas condições que geram a satisfação profissional e também influenciam na escolha dos candidatos. Irei relacionar algumas:
. Busque uma profissão em que possa desenvolver diariamente o que você sabe fazer de melhor, e com a qual mais se identifica;
. Busque sua felicidade. Não deixe para depois, não esconda seus sentimentos. Lute pelo que realmente acredita;
. Se há alguma situação em que se sinta desconfortável, resolva-a o quanto antes. Guardar este desconforto, apenas aumentará seu desgaste;
. Aja sempre com naturalidade, seja você mesmo;
. Capacite-se com freqüência. Participe de cursos, palestras, treinamentos, seminários. O aprendizado é importante para manter-se atualizado e competitivo, além de melhorar sua criatividade;
. Saiba ser tolerante com quem ainda não compreendeu seu temperamento ou seu estilo de vida. Faça amigos, seja pró-ativo e participativo.
Conte uma piada, converse, fale sobre algo que achou interessante e sorria. Revele seu carisma e simpatia para todos aqueles que dividem seu espaço. Mas lembre-se: sempre com moderação.
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Jerônimo Mendes
Segunda, 31 de Março de 2008
A palavra carisma tem sua origem no grego antigo e significa favor ou dom especial. Naquela época, acreditava-se que o dom era algo conferido por Deus a determinadas pessoas como um sinal de graça e, originalmente, era exemplificado pelo poder da cura e do talento para idiomas. Segundo o escritor americano Marc Myers, a palavra surgiu pela primeira vez em traduções gregas do Novo Testamento e entrou na língua inglesa em 1641, quando se retomaram os estudos da civilização e do grego antigos.
Sob caráter religioso, carisma - khárisma - significa crisma ou crismado, ou seja, aquele que recebeu uma graça ou um dom divino. Aliás, o termo carisma é um dos fundamentos do Catolicismo para indicar diversos dons conferidos pelo Espírito Santo para todos os engajados na missão de servir a Deus, portanto, para os católicos, carisma são dons especiais concedidos para o bem dos homens, para as necessidades do mundo e, em particular, para a edificação da Igreja.
Max Weber, o grande sociólogo alemão, foi o primeiro autor a utilizar a palavra carisma, na primeira metade do Século XX, em seus escritos sobre qualidades de liderança que arrebatam a imaginação das massas e inspiram inabalável aliança e devoção. A partir dele, a palavra passou a ser vinculada automaticamente a pessoas que estão expostas às massas ou multidões - líderes, artistas, políticos, empresários, religiosos - e exercem o dom de influência ou fascinação sobre o público.
De fato, a maioria dos seres humanos fica impressionada apenas com a presença das pessoas consideradas carismáticas em razão dos seus poderes mágicos de atração. Pessoas carismáticas gozam de uma personalidade distinta, cativante, capaz de satisfazer todas as necessidades alheias de motivação e reconhecimento embora não admitam tal condição de destaque ou superioridade.
Particularmente, entendo o carisma como o talento natural de influenciar pessoas e também de se promover por meio dele. Pessoas como Silvio Santos, Zilda Arns, Roberto Shinyashiki, Pelé, Oscar Schimidt, Max Gehringer e Hebe Camargo entre outros exprimem seu carisma com extrema naturalidade. As pessoas querem se aproximar delas, conversar com elas, tocá-las, ouvi-las, sentir-se parte integrante do seu universo e do seu apreço.
O poder do carisma é determinado pela capacidade de perpetuação dos indivíduos na face da Terra. Quando você pensa em carisma logo vem à mente Airton Senna, Elvis Presley, John Kennedy, Jesus Cristo, Madre Teresa de Calcutá, Mahatma Gandhi. Todos eles continuam exercendo influência sobre milhares de seguidores e admiradores anos depois do seu desaparecimento terreno. O que faz com que essas pessoas exerçam tanta influência sobre a humanidade?
Você pode atribuir diversos fatores às pessoas carismáticas, porém é necessário responder algumas perguntas muito simples antes de tentar entender os seus segredos: você já cruzou o caminho de algum ser carismático mal-humorado, triste, carrancudo ou que se extasie com a desgraça alheia? Você conhece algum ser carismático adepto da vingança, da fofoca, da lamentação, do pessimismo ou da síndrome do Hardy? Definitivamente, não!
Pessoas carismáticas são pessoas simples, porém iluminadas, dotadas de uma energia positiva e superior. Carregam na mente e na alma o sorriso aberto e cativante, o espírito do altruísmo e da docilidade. Entendem o seu papel como algo determinante para mudanças positivas e transformadoras no meio em que atuam, pois, involuntariamente, exercitam a sua vocação a serviço da humanidade com muita simplicidade.
O carisma está diretamente relacionado com a sorte, a prosperidade e o bem-estar. As pessoas em geral vivem à procura de super-heróis ou referências que possam resolver os seus dilemas ou lhes servir de exemplo. Sua esperança, por vezes equivocada, é a de que, associando-se a pessoas carismáticas, possam aprender os seus segredos ou, no mínimo, ficar parecidas com elas. Por isso, elas são copiadas e admiradas.
Durante muito tempo eu fui uma pessoa carrancuda, amarga e tomada de razão. O meu ponto de vista era sempre superior ao dos demais e, aqui entre nós, isso não me levou a lugar algum, exceto ao aprendizado, pelo qual não temos como escapar, a duras penas, graças à sabedoria divina. Você não faz idéia de quanto um ponto de vista unilateral e equivocado atrasa a sua vida. Você pode até estar certo, mas fazê-lo valer a qualquer custo, sem considerar as ponderações do lado contrário, tem um custo muito alto.
A minha primeira demissão foi uma das boas coisas que aconteceram depois de vinte e cinco anos pensando que a vida era somente trabalho e mais nada. Isso me ajudou muito a mudar a maneira de entender o mundo, de tratar as pessoas e de trabalhar melhor o meu lado carismático. Temos em mente que o carisma é uma qualidade maravilhosa que somente pessoas iluminadas dispõem, mas isso não é verdade.
Qualquer um pode trabalhar para tornar a personalidade mais atraente e carismática. O primeiro passo é tomar consciência de que isso é possível. Não é necessário imitar Ronald Reagan, Silvio Santos ou Jô Soares. Isso, possivelmente, nem combina com a sua experiência, biologia, cultura ou história pessoal. Somos seres únicos, dotados de características especiais, portanto, as qualidades que tanto buscamos (nos outros) estão adormecidas dentro de nós.
Ninguém obriga ninguém a ser carismático. A naturalidade é o que torna determinadas pessoas mais carismáticas que outras. Por experiência própria, quero compartilhar pequenas lições que aplico na minha vida pessoal e profissional e espero que isso o ajude a encontrar o seu lado carismático, afinal, como nunca me canso de repetir, o crescimento pessoal com base na experiência alheia é possível somente através do autoconhecimento, da humildade e da disciplina. Quer se tornar alguém carismático? Os seis pontos a seguir são um ótimo começo:
1) Tenha respeito e consideração pelas pessoas, independentemente do grau de escolaridade, sexo, cor, credo, cultura ou origem; respeito é uma condição universal para a sobrevivência das nações e do diálogo entre os povos;
2) Seja bem-humorado: o humor faz bem, revigora, atrai amigos, repele os inimigos;
3) Seja um otimista de carteirinha: ninguém consegue conviver com pessoas pessimistas, amargas, carrancudas que passam o tempo todo tentando contradizer a beleza do sol e da lua;
4) Torne-se um bom ouvinte: o que as pessoas mais precisam é de alguém que lhes dê ouvido e esperança;
5) Lembre-se dos nomes: o nome de uma pessoa é para ela o som mais doce e importante que existe, afirmava Dale Carnegie. Você pode estar perdido no meio do deserto, mas se alguém aparecer e gritar o seu nome, a esperança renasce e os olhos brilham, pois o seu nome é o seu bem mais precioso;
6) Sorria e humanize o que tem a dizer: trate as pessoas como se elas fossem mais importantes do que você, afinal, todos precisamos nos sentir especiais.
As palavras de Mark Twain, famoso escritor e conferencista, encerram a lição de hoje: "tudo o que você precisa na vida é de ignorância e confiança, e seu sucesso está garantido". Pense nisso e seja feliz!
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Fernando Silveira
Domingo, 30 de Março de 2008
Imaginar é mais importante que saber pois o conhecimento é limitado mas a imaginação é universal.(Albert Einstein)
Você é um negociador - profissional ou não - e saiba, com certeza pode mais em suas negociações.
Seja no trabalho, em casa, ou na comunidade você passa por inúmeras situações em que o seu potencial negociador é acionado e posto à prova.
Procure lembrar de algum fato do passado, mesmo de quando você ainda era criança: quantas vezes a mesada (semanada) foi negociada com seus pais? Ou a compra de um sorvete...ida ao cinema...etc.
Na escola, ou já na faculdade para fazer algum trabalho...você certamente negociou com os colegas!
Hoje, ao vender algo seu (um eletrônico, o carro, algo assim) você sempre avalia por sua percepção, seus valores e interesses. O possível comprador simplesmente faz o mesmo. Para fechar o negócio só buscando um ponto de equilíbrio dos interesses, isto é, só negociando!
No trabalho, dependendo da área onde você atue, a negociação está presente direta (logística, vendas, compras, RH, etc.) ou indiretamente (negociar com colegas, com o chefe, etc.).
 Diariamente, em várias situações pessoais e profissionais, portanto, você negocia...e como!
Você pode obter melhores resultados do que aqueles imaginados !
Para que isto aconteça deixe-me dizer alguma coisa sobre os 4 EF´s - os quatro Elementos Fundamentais - do processo negocial.
Qualquer situação onde você imagine ser possível negociar terá que ser suportada pelos 4 elementos fundamentais: legitimidade, informação, tempo e poder. A experiência mostra que faltando um deles você dificilmente chegará a uma solução negociada. Portanto é importante administrá-los bem.
Vejamos cada um:
. Legitimidade Toda negociação tem que ser justa para ambos os lados.
Um acordo legítimo fará as os negociadores se sentirem tratados com justiça na medida em que for baseado em ética, parâmetros, critérios e princípios externos, além da vontade de cada uma das partes de chegar a um ponto de equilíbrio, um acordo satisfatório .
. Informação Modernamente os negociadores profissionais atuam como autênticos gerenciadores de informações sobre pessoas, mercados, ambiente, concorrência, tendências e premissas, variáveis presentes antes, durante e depois do evento. Como o rol é muito grande você terá que hierarquizá-las em função dos interesses daquela negociação. Ninguém conseguiria negociar sem ter informação suficientemente trabalhada.
. Tempo A negociação sempre envolve interesses conflitantes e por isto mesmo o elemento tempo é básico. A exemplo do elemento informação você tem que administrá-lo não somente durante a reunião como também antes e depois da mesma, procurando pré-agendar os assuntos com a outra parte, trabalhar na reunião para pilotar o tempo do outro lado e após o fechamento do acordo administrar o tempo de cumprimento de cláusulas e condições estabelecidas, por exemplo: o pré-agendamento da reunião, o estabelecimento da duração do encontro, um determinado prazo para início de obras, entregas parceladas ou uma condição de pagamento que ocorra no transcorrer de um contrato.
Vê-se logo que a negociação não termina quando um acordo é celebrado. Existe a fase de pós-negociação inserida no processo.
. Poder Por mais que se prepare ao negociar você estará frente à dimensão humana , - já que quem negocia são pessoas e não computadores ou máquinas - e procurará buscar fechar acordos os mais satisfatórios possíveis. Para isto terá que trocar concessões e tomar decisões muitas vezes decorrentes da imprevisibilidade do processo.
Portanto é fundamental que o seu poder seja pré-determinado. Se você perceber que existe a probabilidade de ações e decisões que possam extrapolá-lo será necessário pré-negociar internamente este poder, dividindo-o com alguém que o detenha ou recebendo delegação para agir naquele evento. Por outro lado convém verificar se o outro negociador está, de fato, investido de poder suficiente para tomar decisões no encontro pré-agendado.
É oportuno destacar que estes quatro elementos fundamentais serão sempre suportados em um ambiente de ética empresarial e pessoal.
Administrando bem os quatro elementos fundamentais você pode ganhar mais em suas negociações!
Observe que é determinante e decisivo para o sucesso, agregando mais valor a suas negociações, que você esteja conscientizado, domine e administre bem os 4 EF´s (Elementos Fundamentais). Eles são a base para que o processo de negociação, dividido em três fases, resulte, de fato, em melhores ganhos e otimização dos resultados. Mas sobre o processo falarei em outro artigo.
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Informação, Tempo, Poder, Negociação, Ponto de Equilíbrio, Tomada de Decisão, Processo de Negociação, Legitimidade, Ambiente Empresarial, Elementos Fundamentais, Ética Empresarial,
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Moacir Moura
Sabado, 29 de Março de 2008
O amadurecimento de uma equipe começa a se materializar quando as pessoas não precisam mais receber ordens de ninguém, porque sabem o que é preciso ser feito. O sucesso é sempre uma obra de equipe, onde todos são responsáveis. Enquanto que o insucesso tem um único responsável: o líder
Auto-engano. Cogita-se muito sobre ferramentas de gestão, técnicas, dicas e listas de procedimentos elaboradas pelos mais conceituados e auto-proclamados gurus. Especialistas em distribuir receitas para os mais variados problemas enfrentados pelas empresas. Basta decorar este ou aquele princípio milagroso, usado por uma empresa famosa, de preferência bem distante, lá do outro lado do globo, a fim de dificultar a comprovação.
Discernimento. Evidente que informações, conhecimentos e experiências de outros ambientes empresariais mais avançados são de extraordinário valor. Jamais devemos desprezá-los. Desde que tenhamos o devido cuidado de mesclar com os nossos próprios conhecimentos e com a realidade do ambiente em que transitamos. Com a realidade da sua empresa, no momento e no estágio em que ela vive. Para evitar perda de tempo e decepções.
 Qual é o problema? Problemas existem. E é natural que eles existam. Sinal de que sua empresa está viva, em ebulição e provavelmente crescendo. A inexistência deles, isto sim, é o maior de todos os problemas. Tranqüilidade do mar morto. Uma obra inacabada, onde as pessoas estão acomodadas, sem nada de novo a fazer. Navio eternamente ancorado, vivendo das viagens do passado. Mil já fui não valem um eu sou. Eu faço.
Solução. As melhores soluções estão aí dentro da empresa, na cabeça, nos sentimentos e no coração das pessoas. Depende de um pequeno detalhe. Que você as estimule a pensar. Raciocinar. Olhos de enxergar. Buscar o que cada um tem de melhor no seu interior, exteriorizar e colocar toda a energia e inteligência em benefício do negócio. As soluções podem não estar aparentes, prontas num estalar de dedos, mas vão surgindo, à medida que forem sendo estimuladas. Encorajadas com sinceridade.
Empresa-escola. Aprender a aprender. Desenvolver o saudável hábito de perguntar. Ousar o por quê não...?, característico do espírito empreendedor. Dar um passo a mais, experimentar o novo. Sem a mania de querer colocar coisas na cabeça das pessoas, na tentativa de passar instruções, determinações e ordens. Construir amarras mentais, estabelecer limites através de muros. A gestão do terceiro milênio consiste em aproveitar o que as pessoas já têm de melhor, não forçar um aprendizado fora da realidade.
Comprometimento. Atrair, desenvolver e reter talentos. Atitude. Uma equipe que faz o que precisa ser feito, sem que tenha alguém para ameaçar ou punir. Consciente de seus compromissos. Responsabilidades individuais cumpridas com determinação, sem, no entanto, perder o espírito coletivo, porque acima de tudo estão os objetivos globais da empresa. A causa maior é a causa da satisfação do cliente. Não haverá lucro sem o fiel cumprimento desse objetivo máximo.
Alma da empresa. Empresa viva, voltada inteiramente para o mercado, para a satisfação dos clientes, dentro do conceito de experiência de compra, antes, durante e depois a venda. Não são somente alguns vendedores que se destacam na arte de vender, porque todos se empenham ao máximo no nobre trabalho de conquistar e manter clientes. Estabelecer relacionamento consistente e duradouro. Verdadeira casa de vendas e de prestação de serviços.
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Sérgio Dal Sasso
Sabado, 29 de Março de 2008
Teve uma época em que achava que oferecendo o máximo para outros poderia de alguma forma estar contribuindo com algo positivo em suas vidas. O tempo e as decepções redefiniram-me em relação às expectativas destes retornos.
O que esperar daqueles que recebem e só pensam em receber? Quando ganham assumem os méritos da sua vitória e quando perdem o acusam pela responsabilidade por auxiliá-los no desastre. Esta frase, dita por um grande profissional durante um evento, ficou no meu subconsciente.
É incrível perceber que a nossa evolução está diretamente ligada com a exposição e o desenvolvimento da capacidade de trocar e nos sentimos frustrados quando nossos esforços não são correspondidos e entendidos.
Durante décadas aprendemos que vencer estava intimamente ligado com poder e que seu resultado seria percebido quando estivéssemos dentro de uma enorme platéia (figurativo), com toda estrutura operacional direcionada e centralizada para o exercício do nosso comando.
Quantos conhecidos seus subiram na vida, e que por estas conquistas acabaram esquecendo-se da sua existência. E quantos, após longos anos, voltaram a lhe procurar, impulsionados por alguma grande perda ou mesmo por necessidades cíclicas de reinvenção.
E a vida vai passando, vamos ficando mais velhos, mais experientes e aprendendo a lidar com tudo isso, com nossos erros, com os dos outros. Vamos percebendo que o grande status da conquista não está na "lei do uso e desuso de Lamark" e também, não somente na adaptabilidade proposta por Darwin.
No milênio da troca não está em jogo à sobrevivência de um individuo, mas a identidade, formação e responsabilidade participativa dos grupos frentes aos objetivos. Nossos resultados serão crescentes, pela quantidade e qualidade resultantes de um processo de integração dos diversos povos formadores das nossas etnias.
Erros e vícios como o demonstrado na frase do inicio deste artigo, devem fazer parte do aprendizado e seus resultados repatriados obrigatoriamente para que cada um reaprenda a sua parte, nada pessoal, tudo coletivo.
Está na hora de pararmos de olhar para o lado, buscando razões para sempre justificar o que podia ser um pouco melhor. Comece conquistando o lado para somar com a sua frente. De Deus tenha certeza que terás uma pagina aberta todo dia, do governo as tentativas de alguns por melhorias, mas a pagina aberta estará em branco para que você mesmo a preencha.
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