Tom Coelho
Sabado, 29 de Setembro de 2007
"Um homem perfeito não deve ser muito bom." (Cristina Paiva)
Kaizen. Os japoneses introduziram esta palavra no vocabulário corporativo em meados do século passado por ocasião de sua revolução industrial pós-guerra.
Traduzida literalmente por "melhoria contínua", consiste numa filosofia aplicável tanto na vida profissional quanto pessoal. É como um mantra a nos guiar dizendo: "Faça hoje melhor do que ontem; e amanhã, melhor do que hoje".
Baseado nisso, buscamos em nosso trabalho estabelecer indicadores de performance capazes de nos sinalizar sobre a qualidade de nossos comportamentos e ações. E os instrumentos utilizados vão de um mero diálogo com os colegas até avaliações formais, as chamadas "avaliações 360 graus", associadas às "pesquisas de clima organizacional". Há quem faça isso com critério e responsabilidade. E há também quem as realize e sequer apresente aos seus funcionários o resultado adequadamente tabulado.
No fundo, o que todos buscamos é aceitação. Queremos ser referendados socialmente por nossos pares (reconhecimento) e por nós mesmos (auto-estima). É da natureza humana.
Quem atua com treinamento, por exemplo, costuma ter o bom hábito de finalizar os eventos solicitando aos participantes o preenchimento de um questionário de avaliação. O formulário procura identificar o nível de satisfação do usuário com relação a aspectos diversos como organização, atendimento, infra-estrutura, conteúdo programático e, obviamente, desempenho do facilitador.
Tenho colecionado algumas experiências interessantes a este respeito. Toda pesquisa realizada apresenta uma maioria a manifestar alegria e entusiasmo com o trabalho presenciado. Fazem depoimentos grandiosos que nos enaltecem. A estes, somos muito gratos, porque nos afagam o ego.
Há também quem demonstre descontentamento, desfilando de maneira pontual seus motivos. Podemos acatar suas alegações, dependendo da solidez de seus argumentos, e diante disso melhorar e crescer. Ou podemos discordar, descartando o dito. A estes, também somos muito gratos, porque nos fazem refletir.
Mas quase sempre há uns poucos pernósticos que optam não apenas por avaliar negativamente, mas deliciam-se em denegrir ambiente, pessoas, forma e conteúdo. Eles não dizem o porquê, ou quando o fazem, também não apontam o como. Têm por objetivo não construir, mas sim destruir.
Quem faz uma pergunta deve estar preparado para receber uma resposta, qualquer seja ela. Pessoalmente, ao lançar mão de um levantamento estatístico, estou em busca do meu kaizen. Não espero respostas que me agradem, mas que me possibilitem tornar-me melhor. Também não anseio - e não desejo - atingir a nota máxima, a burra unanimidade anunciada por Nelson Rodrigues. Afinal, se um dia atingi-la, haverá uma única direção a seguir: a da decadência. Um homem perfeito não pode ser bom...
Mas é inaceitável a crítica pura que desdenha e apequena. O comentário sórdido e jocoso de quem não teve a coragem de fazê-lo em público e se recolhe no anonimato para semear destemperança. A estes, não podemos ser-lhes gratos. A eles, cito Theodore Roosevelt, em discurso proferido na Sorbonne, em Paris, no dia 23 de abril de 1910:
"Não é o crítico que conta: o crédito pertence ao homem que está realmente na arena, cujo rosto está sujo de poeira, suor e sangue; que se esforça corajosamente; que fracassa repetidas vezes, porque não há esforço sem obstáculos, mas que realmente se empenha para realizar as tarefas; que sabe o que é ter grande entusiasmo e grande devoção e que exaure suas forças numa causa digna; que no final descobre o triunfo das grandes realizações e, caso venha a fracassar, ao menos fracassa ousando muito, de forma que seu lugar nunca será junto às almas frias e tímidas que não conhecem nem a vitória nem a derrota".
Tom Coelho - Economista pela FEA/USP, Publicitário pela ESPM/SP e especialização em Marketing pela MMS/SP e em Qualidade de Vida no Trabalho pela FIA-FEA/USP.
Categorias:
Ambiente, Comportamento, Qualidade, Relacionamento, Infra-Estrutura, Melhoria Contínua, Kaizen, Vocabulário Corporativo, Avaliação 360 Graus, 360 Graus, Clima Organizacional, Nível de Satisfação, Theodore Roosevelt,
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Administrador
Sexta, 28 de Setembro de 2007
O modelo do diamante foi desenvolvido Porter em seu livro " Vantagem Competitiva das Nações". Após pesquisa realizada em dez diferentes países, Porter criou um padrão a ser aplicado para avaliar ou comparar a posição competitiva de uma nação presente na competição global.
Este mesmo padrão pode ser utilizado para analisar regiões especificas. Mais uma vez Porter sai na frente e teoriza sobre a competitividade, baseando suas análises nas causas da produtividade (assim como as empresas competem) em vez de tratar as vantagens competitivas tradicionais tais como recursos naturais e trabalho.
O livro é essencial para estrategistas que atuam no governo e também a todos que estão interessados no ambiente macroeconômico das corporações.
Tradicionalmente, a teoria econômica analisa os seguintes fatores como determinantes para definir a vantagem competitiva de uma nação:
1. Terra 2. Localização 3. Recursos Naturais 4. Trabalho (visto como mão-de-obra capacitada) 5. Tamanho da população local
Como estes fatores - com exceção do Trabalho - não podem ser muito influenciados, eles se encaixam numa visão passiva a respeito das oportunidades econômicas nacional. Mesmo assim, o trabalho só pode ser modificado através da educação e em um processo gradual ao longo dos anos. Pode-se controlar o tamanho da população com políticas de natalidade, mas por outro lado é complicado atuar na idade média da população (que influencia diretamente na capacidade de trabalho).
Clusters ou sistemas locais de produção podem ser definidos como uma concentração setorial e espacial de firmas.
Os clusters são também vistos de forma diferente por Porter. Deixam de ser apenas sistemas locais de produção (ou uma concentração espacial e setorial de empresas) e ganham uma nova dimensão passando a ser concentrações geográficas de empresas de determinado setor de atividade e companhias correlatas. Podendo existir atividades à montante (como fornecedores de insumos) e também à jusante (como provedores de infra-estrutura especializada). Muitos clusters incluem ainda instituições, governamentais ou não, como universidades, entidades normativas e associações comerciais. Que podem oferecer treinamento, informação, pesquisa e apoio técnico.
Os clusters afetam a capacidade de competição de três maneiras principais:
* Aumentando a produtividade das empresas sediadas na região; * Indicando a direção e o ritmo da inovação, que sustentam o futuro crescimento da produtividade; * Estimulando a formação de novas empresas, o que expande e reforça o próprio cluster. De acordo com Porter, a vantagem competitiva das nações é resultado basicamente de 4 fatores que estão interligados entre as empresas. Além disto, estes fatores podem ser influenciados de maneira pró-ativa pelos governos.

Estes fatores são:
1. Estratégia, estrutura e rivalidade das empresas: o mundo é dominado por condições dinâmicas. A competição direta leva as empresas para trabalhar para aumentar a produtividade e grau de inovação. O desempenho nacional em setores particulares é relacionado inevitavelmente às estratégias e a estrutura das empresas nesse setor. A competição é fundamental para incentivar a inovação e o conseqüentemente a criação de uma vantagem competitiva. Além disto, a competição doméstica é mais direta e causa um impacto mais cedo na estrutura e estratégia das organizações. Como exemplo, temos a indústria automobilista japonesa com nove concorrentes principais (Honda, Toyota, Suzuki, Isuzu, Nissan, Mazda, Mitsubishi, Subaru & Datsun) que competem entre si de forma intensa, tanto no mercado doméstico quanto no mercado externo, fornecendo para estas organizações um estimula a mais para inovarem e se tornarem mais eficientes.
2. Condições da demanda: Se os clientes em uma economia estiverem exigindo muito, a pressão sobre as empresa farão com que elas melhorem constantemente sua competitividade através da criação de novos produtos, aumento da qualidade, etc. As condições da demanda no mercado doméstico irão sustentar os processos de crescimento, de inovação e de aumento da qualidade. A premissa é que um mercado doméstico forte estimula a empresa a crescer cada vez mais para atender as demandas que vão surgindo. Um exemplo clássico são as fabricantes de automóveis alemãs (Mercedes, BMW, Porsche) que através do atendimento de seu mercado interno, conseguiu dominar o mundo no segmento de automóveis de alta performance. Por outro lado o mesmo não acontece com veículos produzidos em massa e mais baratos. Isto pode estar ligado a um mercado doméstico que exige tradicionalmente veículos de alto desempenho. Outro fator também é a própria infra-estrutura de transporte alemã com suas Autobahns tende a favorecer automóveis de alta performance.
3. Relação entre as indústrias: A proximidade espacial entre as indústrias de um mesmo segmento (sendo que pode ser relacionamento entre indústria de um mesmo setor, bem como de fornecedores e outros prestadores de serviços à montante ou à jusante) facilita a troca de informações, e promove uma troca contínua de idéias e das inovações. Para muitas empresa, a presença de indústrias relacionadas que oferecem suporte é de importância crítica ao crescimento dessa indústria particular. Um conceito crítico aqui é que as forças do competidor nacionais tendem a ser associadas com os clusters industriais. Por exemplo, o vale de silício nos EUA é um cluster de indústrias de alta tecnologia que inclui empresa individuais de software e fabricantes de hardware. Na Alemanha, existe um cluster de produtos químicos. E no Brasil, temos um cluster de calçados na região do Vale dos Sinos.
4. Fatores condicionantes: Ao contrário do que reza a teoria econômica tradicional, Porter afirma que os fatores-chave de produção são criados, e não herdados. São eles os fatores especializados de produção, que podem ser habilidades da mão-de-obra (qualificação), capital e infra-estrutura. Fatores que não representam diferenciais como trabalho não qualificado e matérias-primas podem ser adquiridos por qualquer empresa, e com isto não geram uma vantagem competitiva sustentada. Por outro lado, os fatores chave envolvem investimento pesado e sustentado. Sendo mais difíceis de copiar. Isto cria uma vantagem competitiva, porque se outras empresas não puderem facilmente copiar estes fatores, eles se tornam valiosos diferenciais.
O papel do governo no modelo do diamante é atuar como um catalisador de todo este processo e incentivar as organizações a mover-se para níveis mais elevados de desempenho. Ou seja, devem incentivar as empresas a atingir a excelência, estimular a demanda por produtos mais avançados e inovadores, manter o foco na criação de fatores chave para o desenvolvimento e estimular a rivalidade local, limitando a cooperação direta e reforçando regulamentos anti-trust.
Colaborador: Andrei Lima
Categorias:
Trabalho, Governo, Estratégia, Produtividade, Inovação, Localização, Recursos Naturais, Competitividade, Vantagem Competitiva, Porter, Cluster, Modelo do Diamante, Modelo Cluster, Posição, Terra, População, BMW, Nissan, Mercedez, Porche,
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Rafael M. Menshhein
Sexta, 28 de Setembro de 2007
Cada vez mais são procuradas nos formas, estratégias diferenciadas e conceitos a serem usados de novas em novas aplicações, a criatividade é fundamental e o conhecimento das reações faz-se necessário e vital para toda a organização, promovendo não somente a divulgação dos produtos, mas também seu consumo no mercado a ser explorado.
Conceitos novos, mais velocidade de expansão das mídias com o advento da Internet, deram ao Marketing mais poder, mais força para atingir em cheio seu público-alvo, desde que usado com cautela, discernimento e estrategicamente bem posicionado, provendo as soluções que os consumidores buscam e conquistando mercado.
Uma das novas formas de buscar atingir mais diretamente e exatamente o público-alvo é o uso de campanhas voltadas diretamente a um tipo específico de consumidor do mercado, criar as Propagandas de forma que os próprios consumidores repassem aos demais com o objetivo claro de propagar o conhecimento, desejo e possibilidade de possuir o produto em suas mãos da mesma forma que a pessoa remetente desta mensagem.
O Buzz Marketing é novo, possui características similares ao Marketing Viral, mas não há a necessidade de esconder seu objetivo, ter um tom cômico ou simplesmente passar uma mensagem sem dizer ao consumidor que ali existe a "venda" de um produto.
Com as facilidades criadas pelo uso da Internet, este tipo de Marketing torna-se cada vez mais forte, rápido e visa atingir um número de pessoas cada vez maior, claro que tudo isto só é possível com o repasse da campanha, deve haver interesse do consumidor em mostrar, enviar, conversar e conhecer mais a fundo todos os atrativos do produto, repassando a mensagem para pessoas que, por seu conhecimento, possuem gostos parecidos e estão sempre atrás de novidades, notícias e informações sobre certos produtos.
 Pode-se compreender o Buzz Marketing como uma estratégia inovadora, que age como um murmúrio (sua tradução literal) por surgir de forma calma, sem muito alarde e que cativa exatamente seu público-alvo, mas que pode ser conhecido por outros milhares de consumidores, apenas por título de curiosidade sobre um produto ou por uma prospecção muito bem feita pelo Marketing da empresa.
Criar novas ferramentas para uso em Marketing é fundamental para uma organização, a inovação tecnológica permite a cada dia atingir mais pessoas com um simples clique do mouse, as trocas de correio eletrônico (e-mail) são cada vez maiores, o repasse de vídeos ganha cada vez mais força, sites especializados possibilitam atingir milhões de pessoas em poucos minutos e a possibilidade de explorar este tipo de serviço é visto por grandes corporações como a forma de exibir seus produtos com custos mais baixos.
atento às mudanças de comportamento, cada vez mais rápidas nos jovens, que direcionam o mercado a sanar suas necessidades e mostrar-lhes os produtos como eles desejam, dando o tom mais adequado para a elaboração das campanhas e seu conteúdo, exigindo muito mais estudos das empresas sobre quem é seu público verdadeiro e quaisUma das formas mais interessantes para atingir o público-alvo desejado hoje é estar ferramentas do Marketing usar na hora certa.
Segundo Arthur D. Little, o Buzz Marketing "trata-se de uma das novas estratégias de Marketing que encoraja indivíduos da sociedade a repassar uma mensagem de Marketing para outros, criando potencial para o crescimento exponencial tanto na exposição como na influência da mensagem. Como os vírus reais, tais estratégias aproveitam o fenômeno da rápida multiplicação para levar uma mensagem a milhares e até milhões de pessoas". para Rodrigo Carneiro Marc & Sheep são "idéias que se espalham no e pelos próprios segmentos interessados, espontaneamente ou planejada por um agente externo.
Colaborador: Rafael M. Menshhein
Categorias:
Marketing, Criatividade, Estratégia, Conhecimento, Posicionamento, Público-Alvo, Buzz Marketing, Marketing Viral, Estratégia Inovadora, Crescimento Exponencial, Potencial,
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Administrador
Quinta, 27 de Setembro de 2007
Parte integrante do processo seletivo de algumas organizações, os testes psicológicos caracterizam uma técnica utilizada por psicólogos, e somente por eles, para investigação e identificação do modo de ser de cada pessoa, auxiliando as empresas na escolha do profissional que mais se adapta ao seu ambiente, sua cultura, seu negócio.
Diferente do que muitos acreditam os testes psicológicos não aprovam e nem reprovam candidatos, apenas identificam os perfis e apresentam para a organização aquele que mais se adequa à sua realidade.
Baseados em pesquisas científicas, legalizados, e regulamentados pelo Conselho Federal de Psicologia, os testes trazem ao avaliador aspectos imperceptíveis nas dinâmicas e entrevistas, bem como confirmam hipóteses levantadas em etapas anteriores.
É importante ressaltar que o resultado apresentado a partir da utilização de um teste é limitado no tempo, o que quer dizer que as qualidades, sentimentos atitudes e expectativas levantadas dizem respeito àquele momento, à circunstância e contexto atuais na vida do candidato. Considerando que o ser humano é um ser em constante desenvolvimento, os resultados dos testes podem sim apresentar resultados diferentes em diferentes momentos.
A seleção dos testes aplicados nos processos seletivos deve ser feita de acordo com o contexto e o objetivo da organização, que nunca deve basear sua escolha pelo resultado apresentado por uma técnica somente, mesmo que esta seja a aplicação de um teste psicológico.
Utilizado em conjunto com outras técnicas de seleção, os testes nos apresentam o potencial de cada candidato, suas competências, características pessoais, pontos a serem desenvolvidos, propiciando-nos escolher o candidato mais indicado para o cargo.
Assim, fique tranqüilo quando você for submetido a uma avaliação psicológica, e sigas as orientações do profissional que irá aplicá-la. Dormir bem e alimentar-se adequadamente antes da realização do teste também influenciará um bom resultado, que no caso de um processo seletivo é levantar uma série de informações a respeito de sua performance e potencial: como você analisa e soluciona problemas, como realiza sínteses e julgamentos, como você se relaciona com as pessoas, sua iniciativa, dinamismo e empatia, como você trabalha sobre pressão, suas expectativas, etc.
Bom, finalizo aqui as "Dicas de Emprego", esperando ter contribuído de alguma forma para seu sucesso profissional. Mas antes de encerrar quero dizer que a junção de técnicas de seleção vale para garantir a precisão no diagnóstico do perfil do candidato, a fim de que aquele que apresente o perfil mais coerente com a empresa seja escolhido. Quando há congruência de perfis temos "a pessoa certa no lugar certo". Assim, não se assuste se perceber que o processo seletivo do qual você irá, ou está participando for longo, composto de várias etapas, e também não se chateie se não for o candidato selecionado. Certamente você ainda vai encontrar aquela empresa com a qual se identificará.
Colaboradora: Daniela Guimarães
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Cultura, Ambiente, Psicologia, Recursos Humanos, Negócio, Competência, RH, Processo Seletivo, Teste Psicológico, Conselho Federalde Psicologia, Pesquisa Científica, Técnica de Seleção, Julgamento, Dica de Emprego,
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Franco Rosário
Terça, 25 de Setembro de 2007
Trabalho a maior parte do tempo em minha casa, o que me deixa longe do trânsito caótico da cidade de São Paulo. Cada vez mais tenho percebido o quanto isso é bom para a saúde. As poucas vezes que tenho que pegar o carro, seja para ir a uma reunião ou sair à noite, vejo tantos motoristas desrespeitando as leis que fico abismado e estressado.
Tenho certeza que este fenômeno não é exclusivo da maior cidade do país. Todas as outras cidades do Brasil têm motoristas mal-educados. Muitas pessoas passam por cima de tudo para ter alguma vantagem. Não respeitam os semáforos, mãos de direção, faixa de pedestres. Enfim, agem de forma egoísta.
E não é apenas no trânsito que as pessoas se comportam assim, mas em diversas outras situações de interação com outro ser-humano. Aliás, parece que, cada vez mais, só há no mundo pessoas individualistas, que querem brigar com os outros.
Mas e qual a relação disso com as empresas?
A relação é bastante simples e objetiva: as empresas podem e devem incentivar seus funcionários a agirem de forma mais respeitosa, pensando no bem-estar social. Elas devem incentivar o civismo. Afinal, as empresas nada mais são grupos de pessoas com objetivos comuns. Todas elas buscam, com seu trabalho, produzir algo útil para a sociedade e receber dinheiro por isso. Dentre esses objetivos comuns deve estar também construir uma sociedade melhor para todos. E nisso as empresas podem influir.
Há muitas maneiras de uma empresa colaborar para a criação de um mundo melhor. Algumas dicas:
* Incentivar os funcionários a realizarem trabalho voluntário; * Promover grupos de carona; * Separar lixo reciclável dentro da própria empresa; * Promover palestras e grupos de discussão sobre preocupações comuns; * Permitir que os funcionários desenvolvam projetos pessoais dentro da empresa.
Entre muitas outras sugestões. Essas ações não vão, necessariamente, acrescentar algum diferencial ao seu produto ou serviço ou proporcionar mais lucro para sua empresa. Mas, com certeza, irão despertar em seus funcionários a consciência de que todos têm um papel importante para tornar o mundo um lugar melhor para viver.
Para finalizar, um recado: de nada adianta sua empresa incentivar comportamentos corretos se não der o exemplo.
Colaborador: Franco Rosário
Categorias:
Sociedade, Trabalho, Empresa, Dinheiro, Funcionário, Vida, Reflexão, Exemplo, Trabalho Voluntário, Lixo Reciclável,
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