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Sabado, 31 de Março de 2007
Na Europa, na década de 70, iniciou-se a busca de alternativas para diminuir os efeitos da atividade industrial sobre o meio ambiente. O assunto virou ponto de destaque na pauta de governos de muitos países europeus. Esse fato acabou refletindo na economia mundial, criando na década de 90 demanda por normas ambientais.
A série ISO 14000 veio cumprir esse objetivo, trazendo a variável ambiental para a gestão das empresas. Além de promover a harmonização no campo da gestão ambiental, área bastante complexa e de enfoque multidisciplinar, vem auxiliar as empresas a demonstrar o seu comprometimento com o "desenvolvimento sustentável", por meio de normalização voluntária, estabelecendo consenso entre todos os interessados no negócio - como bancos, acionistas, clientes e consumidores.
A expressão "desenvolvimento sustentável" foi popularizada pela Comissão Mundial de Meio Ambiente e Desenvolvimento, nomeada pela primeira ministra norueguesa, Gro- Harlem Brundtland, no início da década passada, que o definiu como "O processo de desenvolvimento onde os recursos naturais são usados de forma racional para manter as condições de vida adequadas para as gerações atuais e futuras". As normas ambientais surgem exatamente com a preocupação expressa pela Comissão quando elaborou esta definição. A Inglaterra foi a precursora dos sistemas de gestão ambiental, desenvolvendo em primeira mão a norma conhecida como BS7750, que acabou dando origem à ISO 14001.
A elaboração de normas em geral, incluindo-se aí a ISO série 14000, a serem adotadas em nível mundial, fica a cargo da ISO - International Organization for Standardization, a federação mundial dos organismos nacionais de normalização, criada em 1947. Com sede em Genebra, a ISO é composta por 110 organismos nacionais. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), é a representante oficial do Brasil na ISO, sendo também responsável pela distribuição de normas técnicas no país.
Vale a pena ressaltar que o desenvolvimento das normas de sistemas de gestão ambiental para serviços, processos e produtos associa dois movimentos de extrema importância nos anos 90. O primeiro deles refere-se aos sistemas de gestão da qualidade e aos conceitos de controle da qualidade e qualidade total, adotados por cerca de 100.000 empresas, em nível mundial, que buscaram a certificação pela ISO série 9000.
O segundo movimento está ligado ao crescimento das organizações não-governamentais, agências e partidos políticos em torno das questões ambientais. As pressões sobre as atividades produtivas passam a se dar com maior força e de maneira organizada.
A tendência atual é a de que o consumidor ecologicamente consciente exija produtos que tenham, ao mesmo tempo, qualidade e que sejam ambientalmente sadios.
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Qualidade, ISO, ISO 14000, TQM, International Organization for Standardization, Certificação, ABNT, Acionistas, Norma da Qualidade, Associação Brasileira de Normas Técnicas,
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Sexta, 30 de Março de 2007
Administração é o acto ou processo de gerir, reger ou governar negócios públicos ou particulares. A palavra administração vem do latim ad (direção, tendência para algo) e minister (pessoas), e designa o desempenho de tarefas de direção dos assuntos de um grupo. É utilizada em especial em áreas com corpos dirigentes poderosos , como por exemplo no mundo empresarial (administração de empresas) e em entidades dependentes dos governos (administração pública). Outro sentido da palavra refere-se à administração (ou seja, à oferta) de sacramentos, de justiça, medicamentos etc. Gestão passou a significar de forma mais comum a interferência direta dos gestores nos sistemas e procedimentos empresariais. Em Contabilidade, por exemplo, podem ser observados dois tipo de gestores: aqueles que observam os preceitos científicos da matéria ou interferem ao fim do sistema (output). E aqueles que interferem em qualquer fase do sistema (input, processamento, output). Isto significa que tais processos são efetivados pelo poder de liderança enfocado por cada um.
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Sexta, 30 de Março de 2007
As várias fases de um processo de reengenharia estão sumariamente descritas:
Fase 1 - Posicionamento para a mudança Não é mais do que a definição do posicionamento estratégico da empresa e a constatação das razões e dos objetos da mudança. Desenvolvem-se objetivos e mobilizamse recursos necessários à aplicação.
Fase 2 - Identificação dos processos existentes É fundamental identificar os processos existentes e o motivo dos mesmos terem sido aplicados assim. Este conhecimento quando associado aos objetivos da empresa e aos necessários níveis de qualidade, permite estabelecer os alicerces da recriação daqueles processos.
Fase 3 - Recriação dos processos Consiste no repensar de novos métodos organizativos e operacionais, de forma a atingir os objetivos da empresa, satisfazendo as suas necessidades. É essencial solicitar ajuda aos elementos e grupos chave, à medida que a Visão é criada, de forma a garantir o sucesso da transição.
Fase 4 - Transição para o novo sistema Engloba todo o desenvolvimento estratégico e comercial para a transição para os processos relativos à Visão. São efetuados os ensaios dos novos processos de forma a demonstrar e desenvolver os conceitos associados e assim fazer aumentar o entusiasmo dos envolvidos. É efetuada a gestão da mudança a todos os níveis da empresa.
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Quinta, 29 de Março de 2007
Sabidamente, não existe custo ou despesa eternamente fixos: são isso sim,fixos dentro de certos limites de oscilação da atividade a que se referem, sendo que, após tais limites,aumentam, mas não de forma exatamente proporcional, tendendo a subir em "degraus". Assim, o custo com a supervisão de uma fábrica pode manter-se constante até que se atinja, por exemplo, 50% da sua capacidade; a partir daí, provavelmente precisará de um acréscimo (5,20 ou 80%) para conseguir desempenhar bem sua função.
Alguns tipos de custos podem mesmo só se alterar se houver uma modificação na capacidade produtiva como um todo, sendo os mesmos de 0 a 100% da capacidade, mas são exceções (como a depreciação, por exemplo).
Podemos começar por verificar que uma planta parada, sem atividade alguma, já é responsável pela existência de alguns tipos de custo e despesas fixos (vigia, lubrificação das máquinas, depreciação, etc...).
Exemplos: Mão-de-obra indireta, constas do telefone da fábrica, depreciação das máquinas da produção,aluguel do prédio utilizado para produção da fábrica, etc...
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Quinta, 29 de Março de 2007
Em 24 de março de 1995, o Conselho Federal de Contabilidade emitiu a Resolução 780, definindo:
as Normas Brasileiras de Contabilidade Relativas à Auditoria Interna (NBC T 12), divididas em:
a) Conceituação e Disposições Gerais;
b) Normas de Execução dos Trabalhos; e
c) Normas Relativas ao Relatório do Auditor Interno;
e as Normas Profissionais do Auditor Interno (NBC P 3), divididas em:
a) Competência Técnico-Profissional;
b) Autonomia Profissional;
c) Responsabilidade do Auditor Interno na Execução dos Trabalhos;
d) Relacionamento com Profissionais de Outras Áreas;
e) Sigilo; e
f) Cooperação com o Auditor Independente.
As citadas Normas do CFC, que se encontram anexas a este trabalho, são de cumprimento obrigatório pelos Contadores que exercem a função de auditor interno.
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