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O Segredo está em você

Segunda, 31 de Dezembro de 2007
Vamos recapitular algumas coisas para poder assim compreender a distância que precisamos percorrer para atingirmos nossos sonhos e sucesso. Quantas pessoas conhecemos que sempre afirmaram jamais conseguir algo e de repente, conseguiram tudo de uma hora para outra? Raras ou praticamente nunca conhecemos ninguém assim. Quantos atletas conhecemos, que treinam diariamente acreditando que jamais conseguirão vencer e acabam vencendo várias competições com freqüência? Nenhum. Quantas pessoas que sempre se queixam de dificuldades e que o mundo gira contra seu sucesso, tem feito algo para que passe obter o sucesso almejado? Nenhuma além daquelas pessoas que fazem algo "do contra" querendo já se sentindo perdedores, pessoas com a síndrome do "não vai dar certo mesmo".

Tudo muito óbvio certo? Tão óbvio que deixamos estes fatos passarem de forma desapercebida por nossa vida. Não olhamos nos espelhos de nossas almas e atitudes que para conseguirmos o que desejamos precisamos antes de tudo acreditar, desejar, ter iniciativa, planejamento, estratégia e paciência para conseguirmos.

Não se vence um jogo sem um preparo, nem treino e uma boa estratégia. Não se realiza uma viagem até seu destino, em segurança, sem realizar uma revisão no veículo, verificar qual melhor caminho, qual estrada está melhor conservada e qual o tempo previsto para chegar ao destino. Também não se ganha na loteria apenas querendo ganhar, é preciso jogar. Independentemente das dificuldades, prazos e interesses, sempre existirão vários fatores determinantes para a concretização ou não do esperado, porém, um dos mais importantes é o fazer algo, ter iniciativa, ter atitude.

Acreditar é tão importante quanto desejar, elaborar, analisar e agir. Seja para adquirir um bom emprego, comprar algo, ser melhor remunerado ou ganhar um prêmio. Sempre será necessário agirmos, termos atitude. Se queremos um bom emprego devemos acreditar que merecemos e analisar se somos tão bons para este novo emprego, além de saber o que realmente queremos e nos preparamos para sermos ainda melhores naquilo que verificamos que podemos melhorar. Se queremos adquirir algum bem, precisamos nos programar e verificar como iremos comprar, por quanto tempo e o que faremos para honrar esta nova aquisição e por aí vai.

Tirando a chuva, nada cai do céu! O segredo está em nosso caráter, em nosso coração, em nossa vontade de vencer. Se acreditarmos que iremos vencer, venceremos desde que façamos de tudo para que isto realmente aconteça.

Pode-se até ter a certeza que passará no vestibular mais concorrido do país, porém também estudará com determinação para que além de passar, seja em uma das melhores colocações.

O segredo de nosso sucesso não depende do mundo e sim de nós mesmos. A distância do sucesso depende de sua determinação e do tamanho de seus passos para chegar até ele. Este é o grande segredo!

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IMPORTÂNCIA DE UM PLANEJAMENTO FINANCEIRO

Sabado, 29 de Dezembro de 2007
Para muitos, o planejamento financeiro não faz parte do seu cotidiano. Para outros, ele é companheiro inseparável. Afinal, o que é? E  para que serve o  planejamento financeiro?

Bom. Acredito que a grande maioria das pessoas tem o sonho de ter a casa própria, de dar uma boa educação aos filhos, de fazer a viagem dos sonhos, de fazer bons investimentos, de ser bem sucedido na carreira profissional além de --  quem sabe?  --  tornar-se empresário bem sucedido. Certo?

Certo! "Mas como posso conseguir tudo isso?  Tenho que pagar as contas atrasadas! E minha conta no banco está vermelha! Meu cartão de credito está estourado!" Essas perguntas são as que você deve estar fazendo.

Ai é que entra o planejamento financeiro. Basicamente, ele é  processo racional de administrar sua renda, seus investimentos, suas despesas, seu patrimônio, suas dívidas, objetivando tornar realidade todos os seus sonhos, desejos e objetivos.

Você -- como a maioria das pessoas --  deve tratar de suas finanças,  procurando gastar menos do que ganha, certo? Bom, saiba que esse é apenas um dos aspectos do planejamento financeiro. É muito importante estabelecer objetivos, pois sem os quais a você agirá como um barco sem rumo. E, vale lembrar,  que,  para um barco que não tem destino, qualquer porto serve.

Então, é através do planejamento financeiro que é possível identificar as oportunidades e dificuldades de cada um de seus objetivos, bem como  definir, antecipadamente, estratégias para enfrentar cada situação.

O planejamento financeiro será o mapa de navegação do barco de sua vida. Mostrará onde você está e indicará os caminhos a percorrer para chegar ao porto desejado.

O gerenciamento adequado das finanças é o diferencial entre sonhadores e realizadores.

Abaixo segue uma lista de equívocos comuns ao fazer o planejamento financeiro:

. Confundir planejamento financeiro com investimentos;
. Esperar momentos de crise para tomar a iniciativa de fazer o planejamento financeiro;
. Esperar retornos irreais para seus investimentos;
. Não estabelecer objetivos financeiros mensuráveis;
. Pensar que planejamento financeiro é a mesma coisa que planejamento para aposentadoria;
. Pensar que planejamento financeiro é para quando ficar velho;
. Pensar que planejamento financeiro é o mesmo que planejamento tributário;
. Pensar que planejamento financeiro é somente para quem possui muito dinheiro;
. Pensar que utilizar os serviços de um consultor financeiro, significa perder o controle de suas finanças pessoais;
. Tomar uma decisão financeira,  sem entender seus efeitos em sua situação financeira global.
No próximo artigo, escreverei um pouco mais sobre como montar um planejamento financeiro.

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PARCERIAS E ALIANÇAS ENTRE CONCORRENTES: UM GRANDE NEGÓCIO

Sexta, 28 de Dezembro de 2007
A necessidade de uma incessante busca por redução de custos e aumento de receitas, que proporcionem resultados mais interessantes aos olhos dos acionistas, obrigam as empresas a reverem seus conceitos tradicionais e adotar uma postura menos agressiva em relação à concorrência. Assim é que, deixando de lado as rixas e as desavenças geradas pela acirrada disputa por uma fatia do mercado, elas se unem em torno de um único objetivo: o de concretizar alianças e parcerias para a realização de negócios de interesse comum, que resultem em benefícios para as partes envolvidas.

Infelizmente tal procedimento ainda não é consenso num mercado onde ainda existem empresas que não admitem qualquer possibilidade de negociação com outros concorrentes. Uma postura arrogante e soberba ou simplesmente conservadora, não importa, pois o fato é que tal intransigência acaba por determinar um pior desempenho dos negócios e dos resultados dessas empresas. Culpa de uma visão míope e distorcida de determinados empresários e líderes que não conseguem enxergar o óbvio. Mesmo por que, as parcerias desse tipo não implicam em expor suas estratégias e outras informações sigilosas aos concorrentes, o que, afinal de contas, acaba se constituindo em uma outra grande vantagem do mecanismo.

Um exemplo de parceria que vem se concretizando entre empresas concorrentes de determinado segmento de mercado com a economia mundial em ascensão é o ramo das exportações para os diferentes cantos do planeta. É uma parceria que pode muito bem ser encarada como uma terceira empresa tratando e cuidando exclusivamente da elaboração de metas e objetivos ligados às vendas dos produtos das duas parceiras para o exterior, bem como dos financiamentos, dos prazos, das negociações com os portos para os embarques dos produtos e outros assuntos burocráticos pertinentes, tudo com a finalidade de ganhar em qualidade e reduzir custos.

Outro exemplo interessante é a parceria formada entre as empresas montadoras do setor automobilístico no mundo que fundiram os segmentos de compras de autopecas e os de fabricação de câmbio e motores, objetivando uma redução de custos e a obtenção de outras vantagens com o compartilhamento das autopeças, a troca de informações e experiências, além do aumento do poder de barganha frente aos seus fornecedores comuns. Com isso, as parceiras conseguem enormes ganhos em qualidade e no custo final de produção, sem que com isso tenham que abrir mão das configurações e características que marcam seus respectivos produtos.

E o setor farmacêutico não deixa por menos. Embarca na onda propondo a formação de um grande bloco de farmácias, que passariam a adotar uma mesma marca, com o objetivo de obter consideráveis ganhos em escala, nas compras dos medicamentos e outros produtos comercializados pelo setor. O sucesso é garantido, pois compras em grandes quantidades sugerem melhores preços e a conseqüente redução dos custos.

Ganham os consumidores que passarão a dispor de produtos mais baratos nas prateleiras, ganham as empresas associadas que, com isso, poderão abiscoitar uma generosa fatia do mercado. E perde quem ficar de fora.

Portanto, o melhor que as outras empresas tem a fazer no momento é aderir ao "movimento", se quiserem praticar os mesmos preços da concorrência associada, para não sofrer os dissabores de grandes prejuízos com a perda de sua carteira de clientes.

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Estratégias competitivas genéricas em Marketing

Sexta, 28 de Dezembro de 2007
Ao falar de estratégias em Marketing, existe a possibilidade de não compreender quais são, como usar e para que servem cada uma, por isso não basta apenas conhecer quais são e usá-las somente após perder espaço no mercado, há muito mais do que simplesmente embelezar um planejamento, é um estudo constante que deve ser respeitado pelos profissionais de Marketing e pelas empresas que buscam entrar em um mercado competitivo.

Partindo de uma base sólida, conhecendo primeiramente a própria empresa, seus produtos ofertados, o mercado, a concorrência e seus consumidores, pode-se então entender qual a melhor estratégia a ser usada em determinado momento.

Quando uma organização opta por ganhar espaço no mercado ou defender seu território já conquistado, cabe ao profissional de Marketing usar corretamente todas as ferramentas disponíveis, elaborar a melhor forma de utilizar uma estratégia competitiva é fundamental, principalmente quando há em suas mãos dados que possam direcionar quais pontos devem ser melhorados ou então aprimorados.

Os concorrentes também se utilizam das estratégias para ganhar mercado, colocar seus produtos nas mãos dos consumidores e fazer com que sua empresa não consiga aumentar os consumidores e muito menos manter os já existentes.

As estratégias podem ser divididas em:

  • Estratégia competitiva de custos: ao buscar uma redução nos custos a empresa pode dar ao consumidor um produto mais acessível e que possuirá os mesmos benefícios, principalmente quando estes custos reduzidos encontram-se na produção dos produtos, desde a matéria prima até mesmo no treinamento de funcionários e que evitam paradas inoportunas na produção, produtos com defeitos e de baixa qualidade;



  • Estratégia competitiva de diferenciação: com investimentos mais fortes em pontos como a imagem da empresa, qualidade de atendimento, qualidade no produto etc, percebe-se que o mais importante é ofertar um produto que tenha um destaque muito maior do que a concorrência, investindo em Pesquisa e Desenvolvimento e permitindo que seja percebido um Valor muito maior do que as demais empresas do mercado para o consumidor;



  • Estratégia competitiva de foco: ao direcionar suas ações no mercado, uma empresa determina um rumo a ser seguido, objetivando atender a Segmentos ou nichos muito específicos, com um alto Valor para o consumidor.


Toda e qualquer estratégia possui pontos positivos e riscos atrelados a sua aplicação, para que tudo tenha um desempenho aceitável é necessário que o profissional de Marketing saiba corretamente qual é o objetivo da organização no mercado, quais as ações da concorrência e que produto ofertar ao consumidor.

As estratégias competitivas, são descritas por Michael Porter em seu livro Competitive Strategy (Estratégias Competitivas) de 1.980, como ações ofensivas e defensivas de uma empresa.

Porter identificou três estratégias genéricas que podem ser usadas individualmente ou em conjunto para criar uma posição sustentável a longo prazo.

* Custo;
* Diferenciação;
* Foco.

A adoção de qualquer estratégia competitiva tem seus riscos e suas armadilhas. Na estratégia de custos, as principais são: a excessiva importância que se dá à fabricação; a possibilidade de acabar com qualquer chance de diferenciação; a dificuldade de se estabelecer um critério de controle de custos; e que apareça um novo concorrente com nova tecnologia, novo processo e abocanhe parcela significativa de mercado ou o mercado passe a valorizar o produto por critérios diferentes. Na estratégia de diferenciação, as principais armadilhas são representadas pela diferenciação excessiva, pelo preço muito elevado, por um enfoque exagerado no produto e pela possibilidade de ignorar os critérios de sinalização. Na estratégia de foco o risco é de o segmento escolhido não propiciar massa crítica que permita à empresa operar.

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ENIGMARKETINGS: O ALVO É MÓVEL E ESTÁ MUDANDO

Quinta, 27 de Dezembro de 2007
Na última sexta-feira, o IBGE divulgou dados da Contagem da População, pesquisa realizada em 5.435 municípios com até 170 mil habitantes, correspondente a 97% dos municípios brasileiros. Além de revelar que a população hoje é de 183.987.291 habitantes, o estudo traz ainda observações importantes, que comprovam mudanças significativas na sociedade e também desafios complexos para as empresas.

Ainda se ouve muito falar em público-alvo. Uma expressão que carrega uma visão estática do consumidor. "Não faz tanto tempo assim. Coisa de 20 anos atrás, todos se referiam ao público-alvo de uma marca mencionando dados demográficos, tipo 'mulheres casadas, entre 20 e 40 anos, das classes A e B, moradoras das grandes cidades, usuárias de sabão em pó'. Hoje em dia, você sabe, esse conceito está "caducando", afirma o consultor Luiz Alberto Marinho. A Contagem da População constatou mudança na proporção de homens e de mulheres no país (99,6 homens em cada 100 mulheres). O número de idosos com 100 anos ou mais chega a 11.422. O país tem pelo menos 17 mil casais homossexuais que vivem juntos e o IBGE revelou ainda que, do total de mulheres, 19,7% eram responsáveis pelos domicílios, contra 36,5% homens.

Em uma linguagem bem popular, aquela família tradicional dos antigos comerciais de margarina está deixando de existir. Os papéis dentro da família também se alteram - a mulher em alguns casos é a responsável pelo sustento e condução do lar; os idosos agora vivem mais e são ainda mais produtivos; e os homossexuais estão assumindo suas opções e explorando um mercado que os entenda como regra, não como exceção. Para as empresas, e especialmente o marketing, o significado é ainda mais simples: o alvo é móvel e continua mudando. E acertar um alvo assim é muito mais difícil.

É justamente aí que se encontram os desafios. Compreender essa nova sociedade e suas dinâmicas comportamentais - incluindo aí as novas dinâmicas de consumo -, o que para muitas marcas é um verdadeiro enigma, ou, como prefiro chamar, enigmarketing.

Pesquisa recente mostrou que, para a maioria dos consumidores, perder o celular causa uma sensação mais desagradável do que tratar uma cárie nos dentes ou terminar um namoro. Don Tapscott em seu livro Geração Digital - A Crescente e Irreversível Ascensão da Geração Net - mostra que essa nova geração não consegue imaginar um mundo sem Google, celular, MSN, iPod e tem como características principais a velocidade, liberdade, abertura, autenticidade e diversão.

Na mitologia grega, a esfinge assolava a região de Tebas e propunha um enigma aos que cruzavam seu caminho. Quem falhasse acabava devorado pelo ser mitológico. Os enigmarketings também estão lançados e podem oferecer continuidade aos bem-sucedidos e extinção aos que não forem capazes de encontrar suas respostas.