Administrador
Terça, 30 de Outubro de 2007
A distribuição representa para a empresa o último passo antes de colocar o produto à venda no mercado. Distribuição é "o conjunto de atividades entre o produto pronto para o despacho e sua chegada ao consumidor final" MARTINS e CAMPOS ALT (2005, p. 312). Essas atividades constituem os canais de distribuição diretos.
Muito se fala sobre os canais de distribuição diretos no processo logístico de uma empresa, já que esses canais são os responsáveis pela comercialização e entrega de produtos ao consumidor ou cliente final. Esses canais não prevêem o retorno dos produtos comercializados à empresa que os fabricou, pois esse processo representa o inverso da função desses canais.
Nesse contexto surgem os chamados canais de distribuição reversos, ou simplesmente CDRs, que constituem todas as etapas ou meios necessários para o retorno de uma parcela dos produtos comercializados, seja devido a defeitos de fabricação, prazo de validade vencido, ciclo de vida útil encerrado ou reaproveitamento de embalagens, ao ciclo produtivo da empresa.
 Segundo Leite (2003), CDRs são as etapas, formas e meios em que uma parcela dos produtos comercializados, com pouco uso após a venda, com ciclo de vida ampliado ou depois de extinta a sua vida útil, retorna ao ciclo produtivo ou de negócios, podendo assim agregar valor através de seu reaproveitamento.
A utilização desses canais pode representar uma importante vantagem competitiva para empresas, pois podem transmitir ou projetar na empresa a imagem de preocupação com a conveniência de seus consumidores e com questões ambientais, já que o retorno de embalagens, por exemplo, diminui o impacto dos famosos 'lixões' no ambiente urbano. "A competição é um fator tão importante em mercados externos quanto no mercado nacional" (BALLOU, 1993, p. 377).
"Os canais reversos de alguns materiais tradicionais são bem conhecidos há alguns anos, como, por exemplo, o dos metais em geral, e eles representam importantes nichos de atividade econômica" (LEITE, 2003, p. 4). Outro exemplo de canal de distribuição reverso é o processo de reciclagem de papel e de embalagens descartáveis, que constituem fonte de renda para muitos indivíduos e oportunidade de marketing social para muitas empresas através da rotulação 'ecologicamente correta'.
Os canais de distribuição reversos podem ser classificados em duas categorias, ou seja, pode ser de pós-consumo ou de pós-venda.
Autores: Alan A. A. Bezerra, Anderson J. Gomes, Claudinei F. Vieira, Cleyton L. Dada, Ednilson B. de Oliveira.
Categorias:
Ecologia, Meio Ambiente, Supply Chain, Logística, Reciclagem, Marketing Social, Distribuição, Ciclo de Vida, Atividade Econômica, Vantagem Competitiva, Canal de Distribuição, Canal de Distribuição Reverso, CDRs, Reciclagem de Papel, Empresa Ecologicamente Correta,
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Gabriel L. S. Galvão
Terça, 30 de Outubro de 2007
Numa de minhas obrigações como rapaz de família, tive que ir fazer compras no sábado.
Fui numa das lojas de uma das maiores redes de supermercados do Nordeste. O ambiente lá é gigantesco, e acabo encontrando tudo que necessito. Até aí, tudo ia muito bem. A parte chata dessa situação é a hora do pagamento. Não porque não gosto de pagar, não é isso (apesar de realmente não gostar).
O que me chateia sempre que vou no caixa é que todos eles são lerdos e antipáticos. Nunca estive naquele estabelecimento e fui atendido com gentileza. Quando o atendente não fica a reclamar da vida e de tudo, fica calado e quase não olha para mim. Da última vez que passei pela tal loja, a moça do caixa estava uma pilha de nervos. Passava as compras erradamente, jogava os produtos sem se importar com a fragilidade da embalagem de alguns e ainda fazia cara de quem estava com toda razão. Não sei o que ela tinha, não sei se acordara com o pé esquerdo ou se brigara com o namorado. Só sei que me senti maltratado naquele momento.
Ao sair do supermercado com as compras, me dirigi à área onde se encontram os táxis. Já de cabeça quente, esperava ter alguma discussão com o chofer, pois, ao passo das atendentes que trabalham no supermercado, a maioria dos taxistas que ali ficam são antipáticos. Graças a Deus fui alegremente surpreendido por um profissional que fez questão de dar um sonoro "boa tarde".
Entramos eu e minha esposa no carro e voltamos para casa. O motorista dirigiu tranquilamente e colocou uma relaxante música. Chegamos no edifício e ele se dispôs a retirar as compras do porta-malas. Me ajudou e cobrou. Juntou com o troco, ele me deu dois panfletinhos dizendo que eram para meditação. Agradeceu bastante pelo serviço, e eu aproveitei para pegar seu cartão. Agora já tenho a quem recorrer nas próximas compras.
Atender eficientemente e com cortesia não é uma tarefa difícil. Não precisa ser um grande grupo de lojas para ter essa habilidade. Basta possuir a dose certa de simpatia, gentileza e eficácia, tal qual o taxista tinha. Basta perceber que o cliente é o centro de tudo, quando tratamos de negócios.
Existem ainda, para nossa infelicidade, uma centena de empresas que permitem que seus funcionários ajam como a colaboradora mal amada do caixa. Parece que, ao perceberem que estão numa posição onde são a única opção da região, tais estabelecimentos não se preocupam se o atendente, que, no momento da compra, é o representante da empresa, está a representando corretamente. Não sabem que, assim que aparecer um concorrente que cobre o mesmo preço, ou até um tantinho a mais, contudo prestem atendimento bem melhor, os trocarão por ele.
Atender com gentileza é a coisa mais fácil do mundo para quem é gentil. Para quem não é, as técnicas podem ser repassadas para que atenda com o mínimo de falhas. O que não pode acontecer é uma empresa deixar seus funcionários que mais tratam com o cliente despreparados para isso.
Gestor, deixa de olhar para os lucros um instante e olha um pouco para os clientes!
Colaborador: Gabriel L. S. Galvão
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Wagner Campos
Segunda, 29 de Outubro de 2007
Quais são seus sonhos, seus desejos, suas metas e seus objetivos? O que tem feito para realizá-los, atingi-los e concretizá-los? Fez um planejamento pessoal? Uma programação? E principalmente, você realmente quer atingir e concretizar estes objetivos e acredita que conseguirá?
Henry Ford disse uma célebre frase: "se você acha que pode, você está certo. Se você acha que não pode, também estará certo". Esta afirmação caiu como uma inundação na mente daqueles que justificavam seus insucessos com outros fracassos ou fracassos alheios.
Temos muitos interesses, desejos, metas e objetivos em nossas vidas, mas muitos desejam ou sonham com algo em que acreditam jamais conseguir, que está fora do alcance, que não têm condições de atingir estes sonhos, desejos, anseios, objetivos, sejam estas condições físicas, emocionais, financeiras, tempo entre outras.
Como podemos concretizar algo que não acreditamos? Como vencer um campeonato se acreditarmos que seremos perdedores? Como almejar uma oportunidade melhor em nosso trabalho se acharmos que não temos habilidades e competências suficientes e que os outros são melhores? Como vivermos felizes e realizados se acreditarmos que sempre teremos apenas problemas em nossas vidas e jamais seremos reconhecidos?
Para que desenvolver algo se "sabemos" que não dará certo? Para que nos casarmos se "temos certeza" que não seremos felizes? Para que começar algo que "jamais" iremos terminar? Somos tão tolos assim, a ponto de vivermos em busca de frustrações e decepções? Com certeza não!
Obviamente a certeza do que acontecerá no futuro jamais poderemos ter, porém podemos ter a certeza de que lutamos por algo que acreditamos. Mesmo que venhamos a conhecer a derrota, nos preparamos para ser vencedores e não perdedores. Nada é fácil. Passamos por provas constantes em nossas vidas. Temos mais "pessoas" torcendo contra nossos sonhos do que a favor deles. E daí?! Poderíamos ter o mundo todo torcendo contra, mas cada um teria que torcer por si, acreditar em si, desejar sua alegria, felicidade e realização!
Para alguns, vencer não é fácil. Para outros, vencer é muito simples. Para alguns, vencer é ganhar uma luta, ter um salário maior, conseguir um emprego melhor. Para outros, vencer é simplesmente conseguir fazer algo que sempre acreditou como ter uma família, viver em harmonia, superar seu medo de alturas pulando de bung jump ou voando de asa deltas.
Ser um vencedor e atingir seus objetivos não deve se limitar a realmente concretizar, mas principalmente ACREDITAR QUE É CAPAZ e dar 100% de si. Se realmente acreditou que conseguiria e fez de tudo para conseguir, dando seus 100%, 110%, 120%, você conseguiu. Conseguiu terminar algo que começou, conseguir ir até seu limite, conseguiu aprender com o esforço e caminho perseguido, conseguiu a oportunidade de observar outras novas alternativas para sua realização pessoal. Não é um fracassado ou infeliz e sim uma pessoa vitoriosa por ter acreditado em seus sonhos e desejos e ter "lutado" para realizá-los.
Durante nossas vidas, passamos por aprendizados constantes. Acredito que o maior aprendizado que possamos ter durante nossa existência é aprender a crescer sempre e jamais desistir. Buscar realizar nossos sonhos e desejos e não conseguir em um primeiro momento, não significa que devemos perder as esperanças, mas sim apenas estamos adiando as vitórias e recompensas para um momento mais oportuno e precioso o qual proporcionará nossa maior realização. Tudo é uma questão de tempo, o importante e continuar acreditando!
Colaborador: Wagner Campos
Categorias:
Profissional, Competência, Oportunidade, Henry Ford, Habilidade, Alcançar Objetivos, Ajuda, Planejamento Pessoal, Atingir Sonhos, Vencedor, Acreditar, Realização Pessoal, Esforço,
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Administrador
Domingo, 28 de Outubro de 2007
Quando abrimos um negócio, investimos toda a nossa paixão e conhecimento nos produtos ou serviços que vamos vender. Na maioria dos casos, como somos muito bons na confecção deles, decidimos então profissionalizar a atividade. No entanto, as vendas ficam longe de corresponder ao que se esperava. É aí que surgem questões como:
- Se sou um especialista neste negócio e meus produtos apresentam UMA SÉRIE DE VANTAGENS AO CONSUMIDOR, por que as vendas estão baixas?
- Ainda mais, se meus produtos têm todas estas vantagens e um PREÇO INFERIOR AO DOS CONCORRENTES, por que o número de vendas não está correspondendo ao esperado?
Aí você pensa:
- Por que os consumidores escolhem a concorrência?
- E, mais importante, como vou fazer para que eles repetidamente escolham a mim?
Na verdade, no mercado atual, produtos e serviços deixaram de atrair compradores por si só. Ter simplesmente um bom produto não basta para fazer sucesso. Sem dúvida, o que está acontecendo são os efeitos da competição no mercado:
- enorme variedade de produtos e serviços, e cada tipo apresenta inúmeras variações; - desaparecimento de fronteiras entre categoria de produtos e setores de negócios; - globalização permitindo a invasão de produtos com preços incríveis; - e por aí vai...
Digo isso porque gostaria de mostrar a real concorrência a que um pequeno e médio negócio estão expostos. Quem pensa que seus concorrentes limitam-se a quem vende produtos iguais ou similares, está deixando de considerar a concorrência "invisível", que muitas vezes pode até ser mais nociva aos negócios. Vou dizer mais: até 10 anos atrás, o consumidor estava limitado a menos de 80% de opções de tudo que existe para atrair a sua atenção:
- canais de televisão a cabo, - opções de lazer, - cursos e eventos educacionais, - eventos em geral, - revistas ultra-especializadas, - internet (!).
E poderia continuar estendendo essa lista por pelo menos mais três linhas! E acredito que você até por mais de três!
Então, é necessário: . destacar-se da confusão de marcas, tipo de produtos, opções de entretenimento, e do "tudo de tudo", . induzir as pessoas para dentro do seu negócio, . fazê-las "perceber" o valor de seus produtos/serviços, . fechar as vendas e . provocar seu retorno para recompra.
Por isso tudo, competir sem um planejamento de marketing pode ser desastroso para a sua empresa.
Por outro lado, um programa profissional de marketing pode direcioná-lo a um enorme sucesso. Isso acontece porque o mundo é saturado com empresas "eu também estou aqui" e "meu preço é o melhor do mercado".
A solução está em ter e comunicar uma diferença valiosa e adequada à percepção de seu público-alvo.
A verdade é que as pessoas NÃO procuram preços em tudo que compram, e estão dispostas a fazer negócios - e até pagar mais - por produtos e serviços que atendam a essas necessidades.
Pode ser que esse artigo tenha a parte dois! Aguardo comentários e o seu feedback para que possa direcionar o texto cada vez mais para a necessidade dos internautas do site!
Autor: Álvaro Nassaralla - alvaronassaralla@wnetrj.com.br
Categorias:
Feedback, Marketing, Comunicação, Lucratividade, Concorrente, Público-Alvo, Vantagem ao Consumidor, Preço Inferior, Competição de Mercado, Profissional de Marketing, Planejamento de Marketing,
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Fernando Gomiero
Sabado, 27 de Outubro de 2007
O atual momento de globalização, com a formação de blocos econômicos e uma maior abertura da economia mundial, não deixa outra alternativa para a empresa que deseja se manter viva no mercado, senão a de investir na formação de grandes líderes e na conquista de grandes cabeças do mercado.
Com um bom grau de intuição e feeling suficientes para vislumbrar as tendências do mercado e da sua própria organização, esses profissionais serão os grandes responsáveis pelo mapeamento de todos os fatores relacionados com as necessidades futuras da empresa. Por exemplo: seu setor de atuação, as vedetes do mercado, os investimentos necessários e outros, que, se trabalhados adequadamente, colocarão a empresa em condições de encarar tudo o que vem pela frente.
Evidente que sozinhos esses verdadeiros visionários do mercado não conseguirão atingir qualquer objetivo. Eles necessitam, portanto, contar com o apoio dos líderes e colaboradores, para, em conjunto, elaborarem as estratégias que levarão ao sucesso do empreendimento, sempre, é claro, almejando o topo do mercado.
E o que fará este conjunto de pessoas em prol do empreendimento? Em primeiro lugar, com o grupo já fortalecido por um trabalho de conscientização, procura-se obter o consenso das opiniões sobre as seguintes questões: a) Que tipo de organização devemos nos tornar para conseguir proporcionar a plena satisfação do consumidor? b) Quais setores deveremos explorar futuramente? c) Quais tecnologias serão necessárias para oferecer nossos produtos/serviços com melhor qualidade e a um menor custo? d) Quais serão os custos com a exploração de novos nichos de mercado, com a adoção de novas ferramentas de gestão e qualidade, além da implementação das novas tecnologias necessárias? e) Pretendemos nos tornar uma referência no mercado para nossos concorrentes? f) Será possível atingir todas as metas traçadas para os objetivos de longo prazo? g) Quais serão as necessidades e desejos dos nossos clientes nos próximos dez anos? h) Nossa política de gestão do conhecimento será suficiente para manter as melhores cabeças e os melhores estrategistas na liderança da empresa?
Essas - além de outras questões pertinentes - deverão estar sempre na pauta das discussões entre líderes e colaboradores, de modo que todos os ajustes requeridos por circunstâncias imprevistas sejam realizados. Sem esses cuidados todo o projeto corre o risco de ir por água abaixo, caso ocorram eventos que interfiram nas tendências do mercado. Qualquer vacilo pode significar um desvio de rota e os conseqüentes prejuízos para os resultados a serem alcançados. Por isso, é fundamental que os colaboradores conheçam seu ambiente de atuação, conhecimento que lhes dará a condição de enxergar de forma clara e precisa como será o mercado, a sua carteira de clientes e os seus parceiros, os fornecedores e os concorrentes.
Entretanto, de nada vai adiantar um trabalho bem feito na elaboração e um rigoroso acompanhamento da execução do projeto e avaliação de seus resultados, se não for dada atenção especial a fatores como os cenários políticos e econômicos, as novas leis editadas no Congresso, negociações bilaterais e as multilaterais que podem resultar na formação de novos blocos econômicos, entre outros elementos que podem influenciar decisivamente na reorientação dos projetos em andamento e que, normalmente, não são tratados com a devida importância pelas empresas.
Colaborador: Fernando Gomiero
Categorias:
Economia, Estratégia, Qualidade, Globalização, Líder, Carteira de Cliente, Colaborador, Blocos Econômicos, Economia Mundial, Satisfação do Consumidor, Menor Custo, Melhor Qualidade, Novas Tecnologias, Fator Político, Fator Econômico,
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